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Autor: Ana Sofia Neto

“Walk me home”: Mulheres do Reino Unido poderão ver as suas viagens acompanhadas

No seguimento do assassinato de duas jovens, no Reino Unido, surgiu o “walk me home”. Uma vez ativado, este serviço pretende acompanhar os trajetos das mulheres, por forma a garantir que nada lhes acontece pelo caminho e, no caso de acontecer, que os seus contactos de emergência são avisados.

A ideia partiu do CEO de uma das maiores companhias de telecomunicações do Reino Unido, a BT.


Twitter vai começar a alertar os utilizadores sobre o próprio Twitter

Sendo o Twitter um espaço que reúne milhões de utilizadores, bem como poderá reunir cada uma das suas opiniões, as discussões por lá podem tornar-se intensas. Nesse sentido, a rede social começou a testar uma nova funcionalidade para Android e iOS.

Essa nova funcionalidade consiste em avisos que aparecerão abaixo de certos tweets e avisarão os utilizadores da intensidade da conversa antes de eles se juntarem.

Twitter


Twitch tem uma lista de streamers isentos de serem banidos

Como acontece nas várias plataformas atualmente disponíveis e abertas a toda a gente, os utilizadores da Twitch têm de seguir um conjunto de regras específicas, por forma a garantir que não são banidos da plataforma. Contudo, existem alguns streamers sortudos que constam de uma lista especial.

Aparentemente, a Twitch tem uma lista de streamers isentos de serem banidos da plataforma.

Twitch


Será o preço a maior barreira da expansão dos carros elétricos?

Quando o assunto é a compra de um elétrico e a expansão da mobilidade elétrica, muitos são os entraves mencionados pelos consumidores. De acordo com a Associação Norueguesa de Automóveis Elétricos, as últimas sondagens que realizou indicam que a barreira mais alta é o preço associado aos veículos.

A associação intitulou o estudo de “Barómetro de automóveis elétricos”.

Carros elétricos na Noruega


Capacete médico para cirurgias de risco nasceu em Portugal

Enquanto prestadores de cuidados de saúde, os profissionais estão, muitas vezes, expostos a perigos infeciosos, principalmente em cirurgias e, nos últimos tempos, no combate à COVID-19. Nesse sentido, um grupo de investigadores desenvolveu, em Portugal, um capacete médico que permite realizar, com segurança e conforto, cirurgias que envolvam riscos de infeção para os médicos.

O novo capacete será utilizado no combate à pandemia pela COVID-19, mas também noutras circunstâncias em que seja necessária proteção individual.

Francisco Serdoura com o capacete médico