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iPhone 14: Apple dificultou aos seus rivais as comunicações por satélite

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Castro says:

    “Essa decisão impediu os fabricantes de hardware rivais de utilizar a infra-estrutura da Globalstar para lançar serviços concorrentes”
    Esta conclusão não faz sentido!
    A infra-estrutura da Globalstar tem capacidade limitada e vai ter crescer para fazer face à provável utilização pela Apple, sendo que se sabe que a Apple paga pelos novos satélites que serão lançados. Achar que a Globalstar iria ter capacidade para outros e que de alguma forma a Apple impediu os rivais é miópico, ainda para mais quando a Globalstar nem sequer tem a maior rede de satélites para comunicações.

    • Vítor M. says:

      Então, só estás a confirmar o que o relatório apresentou. Foi mesmo a decisão da Apple, a negociação lá atrás em 2019, que não deixou margem de manobra.

      Claro que a Apple (extrapolamos nós) irá investir no lanche novos satélites e absorver toda a disponibilidade quer da Globalstar, quer da Starlink. Não te parece óbvio?

      • Castro says:

        :S vou te pôr as coisas de modo a entenderes! Se a capacidade é limitada não é preciso muito para consumir uma grande percentagem dessa capacidade. Ou seja, não é a Apple que está a limitar outros, é o próprio tamanho da rede original que limita o que pode ser feito, daí a Apple também ter a necessidade de reduzir a largura de banda nas comunicações do iPhone com os satélites.

        • Vítor M. says:

          Agora vou explicar para perceberes. Vamos a um exemplo académico. Se o serviço tiver a capacidade para 100 litros, e a Apple disser que quer 50 litros, sobram 50 litros para poder servir outro. Contudo, pelo que é dito, a Apple reservou (precisa) toda a capacidade, digamos, os 100 litros, para o seu próprio serviço. Poderia fazer como fez a Huawei, apenas comunicação unidireccional (e se calhar gastava só 50 litros), percebeste? Mas, sim, a largura de banda é escassa e para o que Apple quer, não há mais e o que há a Apple quis tudo.

          Por isso é que Musk disse o que disse, a Apple quer mais e quer também ter outras opções. Com isso, claro, limita, por exemplo, a Google. Esta vai usar que serviço? E se a Samsung quiser, qual serviço vai poder usar? Possivelmente, digo eu, o facto de ter pensado nisto já há vários anos, levou a que fechasse contratos de exclusividade e, com isso, como é dito, criasse dificuldades agora aos concorrentes. Percebeste?

          • Castro says:

            lol! isso é um exemplo académico ou de vão de escada?
            Meu caro, o sistema de satélite da GlobalStar não está feito para milhões de utilizadores… Não é a Apple querer 50, é a escala de utilizadores da Apple precisar de 500 ou mais, e como não pode ter essa capacidade até teve que implementar métodos de compressão de dados para reduzir a pressão sobre a rede que só vai ser usada para pequenas mensagens! Daí a Apple também ter investido centenas de milhões de dólares para que novos satélites fossem construídos e lançados nos próximos anos.
            ” limita, por exemplo, a Google”??
            andas a fazer demasiados filmes, o único contrato do Musk para este tipo de utilização não é com a Apple… e na prática já envolve qualquer tipo de cliente!

          • Vítor M. says:

            O exemplo foi para ver se percebias, mas mesmo assim parece que vamos ter de usar sugus de cores diferentes. 😀

            Meu caro, o sistema de satélite da GlobalStar não está feito para milhões de utilizadores…

            Certo, por isso mesmo é que a Apple precisa de ter mais parceiros e também por isso é que fechou há uns anos a parceria que está descrita no artigo. Bom, até aqui percebeste, já o referiste.

            Não é a Apple querer 50, é a escala de utilizadores da Apple precisar de 500 ou mais, e como não pode ter essa capacidade até teve que implementar métodos de compressão de dados para reduzir a pressão sobre a rede que só vai ser usada para pequenas mensagens! Daí a Apple também ter investido centenas de milhões de dólares para que novos satélites fossem construídos e lançados nos próximos anos.

            Sim, mas onde está a novidade? Isso foi o que disse no artigo. Estás a andar em volta da mesa. Mas a Apple quis fazer um sistema multidirecional e levou, eventualmente, toda a capacidade do serviço, o que a Huawei não conseguiu fazer, como também diz no artigo!

            ” limita, por exemplo, a Google”??
            andas a fazer demasiados filmes, o único contrato do Musk para este tipo de utilização não é com a Apple… e na prática já envolve qualquer tipo de cliente!

            Não são filmes, porque ainda há pouco disseste, e bem, que estes serviços ainda são muito limitados. Também por isso, digo eu, a Apple está a conversar também com a SpaceX, disse Musk. Mas isso também está dito no artigo, porque a GlobalStar não tem mais oferta, está toda reservada para a Apple.

            Ainda não entendi porque raio andas tu a dar voltas nos mesmos argumentos que estão no artigo.

  2. Ana Rita says:

    Aqui ha muita coisa estranha…
    Primeiro e uma funcionalidade so para 2 paises, portanto falar dela na Europa é inutil tal como falar da da Huawei que so da na china. Segundo nao limita ninguem porque nao ha so uma ‘operadora’ de satelites e por exemplo na europa essa medida da Apple em nada afeta para aceder aos satelites disponiveis para comunicar na europa.
    Terceiro ser algo limitado aos EUA e que sera de subscrição limita muito utilizador que no futuro queira pagar por algo que a sua utilidade será mais em alto mar ou montanhismo e nao para o comum cidadao de cidades vilas ou aldeias.

    Esta foi das tecnologias da apple mais limitadas aue se viu nos ultimos tempos. 2 paises apenas, requer n condições para funcionar, funciona de forma lenta e os potenciais clientes por norma já tem mecanismos de comunicacao sos mais avancados, falo de embarcações e equipas de exploracao e aventura.

    A ideia é boa, e certamente em milhoes de clientes havera meia duzia ds casos que exclusivamente graças a ela terao socorro, mas lá esta, serve para meia duzia e nao funciona em 90% do planeta

    • Castro says:

      Creio que a ideia é para o cidadão comum ter um recurso no seu aparelho do dia a dia para qualquer eventualidade, sendo que o serviço é de momento gratuito e não por subscrição. Não é para os poucos que já pensaram em comprar um telefone por satélite.

      A rede provavelmente irá crescer para outros países quando forem lançados mais satélites, sendo que de momento faz mais sentido nos Estados Unidos do que na Europa, pois nos Estados Unidos a densidade de cobertura de rede de telemóvel é muito inferior, ou seja, não é raro as pessoas andarem por zonas sem rede.

      • Vítor M. says:

        Por isso os dois anos gratuitos, posteriormente deverá haver algo mais e aí sim, para algo mais, deverá haver um valor de subscrição.

        Nos dispositivos que tenho Invoxia são 3 anos “gratuitos” depois disso são 10 euros por ano.

        • Castro says:

          ninguém sabe o que será depois. Tenho sérias dúvidas que a Apple venha a criar uma subscrição especialmente só para o serviço SOS. A coisa está demasiado na sua infância podendo evoluir para algo mais do que o SOS; a partir daí a ideia do negócio muda de figura, já não está nos mesmo termos.
          Os Invoxia não usam comunicação por satélite.

          • Vítor M. says:

            Claro, ninguém sabe, mas por isso é que disseram já que 2 anos é gratuito. Depois…. Agora, também não acredito que no caso do SOS seja pago, mas devem ter mais para oferecer e ir aí buscar uma subscrição.

            Referi o Invoxia pela oferta do uso da rede durante 3 anos e depois… paga.

          • Castro says:

            Vítor M., só que os aparelhos da Invoxia requer uso recorrente da rede para todos os seus utilizadores, e não tem as margens da Apple na venda do equipamento, logo não teria como cobrir os custos de uso a longo prazo!

          • Vítor M. says:

            Verdade, apesar de também não serem propriamente baratos.

    • Vítor M. says:

      Normal, a Starlink também abriu progressivamente o serviço à medida da disponibilidade da rede (quantos países tinham no início da comercialização? ). Assim como a Apple fez com muitas outras funcionalidades. Mas acabará por ir abrindo, mercado a mercado. Faz sentido. É algo ainda muito novo que tem de amadurecer e ser afinado. E mesmo assim o mercado americano e canadiano é gigante.

  3. Cláudio says:

    Daqui mais para a frente logo se vê se a Apple realmente é a melhor…..A Apple promete muito e leva sempre uma eternidade a fazer. Se como o carro que a Apple queria ter, e ainda nem saiu. Deve ser algum carro que vai á Lua, do jeito que a Apple é.
    Tomem mais é juizo.

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