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Acabou de comprar um carro elétrico? 7 coisas que ninguém lhe conta sobre o carregador

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Comprar um carro elétrico muda a forma como encaramos as nossas deslocações. Deixamos de pensar apenas em combustível e passamos a pensar também em onde, quando e a que potência vamos carregar a bateria. Mas… há coisas que tem de saber!

Para quem tem garagem em casa, a solução mais cómoda é quase sempre carregar durante a noite. Mas instalar um carregador doméstico não significa simplesmente comprar um Wallbox, ligá-lo à tomada e começar a carregar.

Em Portugal existem regras técnicas específicas para estas instalações e há vários detalhes que podem fazer a diferença entre uma instalação bem dimensionada e uma solução demasiado cara ou pouco útil.

Se acabou de comprar um elétrico ou está a pensar fazê-lo, estas são sete coisas que deve saber antes de instalar um carregador em casa.

1. O carregador mais potente não é necessariamente o melhor

É provavelmente o erro mais comum. Ao procurar um Wallbox, é fácil ficar impressionado com equipamentos de 22 kW. Mas isso não significa que o seu carro consiga aproveitar essa potência.

Por exemplo, muitos carros elétricos conseguem carregar a 11 kW em corrente alternada, enquanto outros ficam pelos 7,4 kW. Se instalar um carregador de 22 kW para carregar um automóvel limitado a 11 kW em AC, o carro continuará a carregar, no máximo, a 11 kW.

Um carregador de 22 kW também exige uma instalação trifásica adequada e uma capacidade elétrica significativamente superior.

Para muitos utilizadores, um carregador de 7,4 kW em monofásico é mais do que suficiente. A 7,4 kW, um carro que percorra diariamente 50 ou 60 quilómetros pode recuperar durante a noite a energia necessária para as deslocações do dia seguinte.

Mais importante do que escolher o carregador mais potente é perceber quanto conduz, qual é a capacidade da bateria e qual a potência máxima de carregamento AC suportada pelo automóvel.

2. A potência contratada da sua casa pode não chegar

Este é outro detalhe que muitas vezes só aparece depois de o instalador chegar. Imagine uma habitação com potência contratada de 6,9 kVA. Se instalar um carregador capaz de consumir 7,4 kW e, ao mesmo tempo, ligar forno, placa, máquina de lavar, bomba de calor e outros equipamentos, a instalação pode não conseguir fornecer toda essa potência sem que o disjuntor atue.

A potência do carregador não deve, por isso, ser analisada isoladamente. A ERSE disponibiliza inclusive um simulador de potência contratada que considera os equipamentos utilizados simultaneamente.

É aqui que entra uma das funcionalidades mais interessantes dos carregadores modernos: o balanceamento dinâmico de carga.

O sistema monitoriza o consumo da habitação e reduz temporariamente a potência destinada ao carro quando existem outros equipamentos a consumir muita eletricidade. Quando o consumo doméstico diminui, o carregador volta a aumentar a potência.

Assim, em muitos casos, não é necessário aumentar a potência contratada apenas para instalar um carregador.

3. Não faça a instalação como se fosse uma tomada normal

Um carro elétrico pode passar várias horas a consumir uma quantidade elevada de energia. Por isso, a instalação deve ser tratada como uma instalação elétrica específica e não como simplesmente ligar um cabo a uma tomada existente.

A DGEG estabelece regras técnicas para as instalações de carregamento de veículos elétricos e existe um Guia Técnico específico para a alimentação de veículos elétricos, enquadrado nas Regras Técnicas das Instalações Elétricas de Baixa Tensão.

A própria MOBI.E recomenda que não sejam utilizadas tomadas convencionais para este tipo de carregamento por razões de segurança, defendendo soluções próprias e uma instalação realizada por um profissional devidamente credenciado.

Isto significa que vale a pena pedir um orçamento que indique claramente:

  • Proteções elétricas
  • Secção e comprimento dos cabos
  • Canalizações
  • Quadro elétrico, quando necessário
  • Distância entre o quadro, contador e lugar de estacionamento
  • Mão de obra
  • Configuração e colocação em funcionamento do carregador

O barato pode sair bastante caro quando estamos a falar de uma instalação elétrica que vai funcionar durante muitas horas e com potências elevadas.

4. Se vive num condomínio, não precisa necessariamente de desistir da ideia

Ter uma garagem num prédio não significa que não possa instalar um carregador. Em Portugal, existem mecanismos específicos para a instalação de pontos de carregamento em lugares de estacionamento de uso exclusivo.

A DGEG confirma que estes pontos podem ser alimentados pela instalação elétrica individual da fração, pelo quadro de colunas ou pelo quadro dos serviços comuns, desde que sejam cumpridas as regras técnicas aplicáveis.

A MOBI.E explica ainda que o condómino deve comunicar a intenção à administração do condomínio e que existem regras específicas para impedir que a instalação seja bloqueada sem fundamento. Uma possibilidade particularmente interessante é ligar o carregador à rede MOBI.E.

Nesse caso, o proprietário passa a ser um Detentor de Ponto de Carregamento (DPC) e o consumo do automóvel pode ser separado da eletricidade utilizada pelo condomínio. Desta forma, evita-se que a energia consumida pelo carro seja simplesmente acrescentada à fatura das zonas comuns.

Antes de avançar, vale a pena falar com um instalador que conheça especificamente instalações em condomínios.

5. Não precisa de carregar o carro até aos 100% todas as noites

Outro erro comum é pensar que o carro elétrico deve ser carregado completamente todas as noites. Na realidade, para a maioria das baterias de iões de lítio, não é necessário manter regularmente a bateria a 100%.

Para utilização diária, muitos fabricantes recomendam manter a carga dentro de uma determinada faixa, frequentemente próxima dos 20% aos 80%, embora a recomendação concreta deva ser sempre a indicada pelo fabricante do automóvel.

Existem, contudo, diferenças entre químicas de bateria. As baterias LFP, por exemplo, têm características diferentes das baterias NMC e alguns fabricantes permitem ou recomendam carregamentos até 100% com maior frequência, nomeadamente para permitir uma estimativa mais precisa do estado de carga.

Por isso, a regra mais importante é simples: siga as recomendações do fabricante do seu automóvel. Também não precisa necessariamente de ligar o carro ao carregador todas as noites.

Se percorre apenas 30 ou 40 quilómetros por dia, pode ter energia suficiente para vários dias. O carregador deve ser dimensionado de acordo com os seus hábitos reais e não apenas com a capacidade máxima da bateria.

6. Um carregador inteligente pode valer mais do que alguns quilowatts adicionais

Hoje existem Wallbox muito mais sofisticados do que os primeiros equipamentos que chegaram ao mercado. Alguns permitem controlar o carregamento através de uma aplicação, definir horários, acompanhar consumos e limitar a potência utilizada.

Outros conseguem comunicar com o sistema elétrico da habitação e adaptar automaticamente a potência de carregamento. Esta última função pode ser particularmente importante em Portugal.

Imagine que tem uma potência contratada de 6,9 kVA. Em vez de o carro consumir permanentemente 7,4 kW, o sistema pode adaptar o carregamento ao consumo da casa.

À noite, quando quase todos os equipamentos estão desligados, o carro pode carregar a uma potência elevada. Se ligar entretanto o forno ou outro equipamento de grande consumo, o Wallbox reduz temporariamente a potência.

Também pode programar o carregamento para determinadas horas, algo particularmente interessante para quem tem um tarifário com períodos horários mais baratos. A ERSE define anualmente a estrutura tarifária da eletricidade e, em 2026, existem novamente opções de tarifários com diferenciação horária.

Por isso, antes de pagar mais 300 ou 400 euros por um carregador mais potente, pode ser mais interessante investir esse dinheiro num equipamento inteligente com gestão dinâmica da potência.

7. Há apoios em Portugal, mas não conte sempre com eles

O preço final de um carregador não é apenas o preço que aparece na caixa. É preciso contabilizar o equipamento, instalação elétrica, proteções, cabos, canalizações e, sobretudo, a distância entre o quadro elétrico e o lugar de estacionamento.

E existe ainda outra questão importante: os apoios públicos mudam de aviso para aviso. Em 2026, o Fundo Ambiental incluiu novamente carregadores para veículos elétricos nos incentivos da Mobilidade Verde.

Na 2.ª fase do programa foram previstos 278 incentivos para carregadores, correspondentes a 80% do preço do carregador, até 800 euros, acrescidos de 80% da instalação elétrica, até 1000 euros. O apoio estava limitado a um carregador por condómino e a um máximo de 10 carregadores por condomínio/CPE.

No entanto, há um detalhe importante: as candidaturas dessa 2.ª fase decorreram até 27 de julho de 2026, pelo que, neste momento, não se deve assumir que este apoio continua disponível para novas candidaturas.

A melhor estratégia é verificar sempre os avisos em vigor do Fundo Ambiental antes de fazer a instalação, em vez de contar antecipadamente com uma comparticipação.

E os painéis solares?

Se tem ou está a pensar instalar painéis solares, o carro elétrico pode ser uma excelente forma de aproveitar parte dessa energia. Um carregador inteligente pode, dependendo do sistema instalado, adaptar o carregamento à produção fotovoltaica. Assim, em vez de enviar toda a produção solar para a rede, parte pode ser utilizada diretamente para carregar o automóvel.

Mas também aqui é necessário fazer contas. Quem percorre 5.000 quilómetros por ano terá uma necessidade energética muito diferente de quem percorre 30.000. E o investimento num sistema fotovoltaico não deve ser justificado apenas pelo automóvel.

É necessário considerar o consumo da casa, a produção solar prevista, o preço da eletricidade, a energia que será autoconsumida e o eventual excedente enviado para a rede.

E o carregamento bidirecional?

Esta é uma tecnologia que merece atenção nos próximos anos. O carregamento bidirecional permite, em determinadas condições, que a energia não flua apenas da rede para o automóvel. O veículo pode também devolver energia.

É aqui que aparecem conceitos como V2H, para alimentar a habitação, e V2G, para fornecer energia à rede. O novo regime jurídico português da mobilidade elétrica já prevê e enquadra soluções de carregamento inteligente e bidirecional.

Contudo, isto não significa que qualquer carro elétrico e qualquer Wallbox atualmente à venda possam funcionar como uma bateria doméstica. É necessário que exista compatibilidade entre o automóvel, o carregador, a instalação elétrica e os sistemas de gestão de energia.

Por isso, se está a instalar agora um carregador e pensa utilizar V2H ou V2G no futuro, pode fazer sentido escolher um equipamento preparado para essas tecnologias, mas sem pagar um valor elevado por funcionalidades que não vai conseguir utilizar.

Afinal, que carregador devo instalar?

Para a maioria dos utilizadores portugueses, a resposta não passa por escolher simplesmente o Wallbox com mais potência.

Antes de comprar, deve responder a estas perguntas:

  • Quantos quilómetros faço por dia?
  • Qual é a potência máxima de carregamento AC do meu carro?
  • A minha instalação é monofásica ou trifásica?
  • Que potência tenho contratada?
  • Que equipamentos costumam funcionar simultaneamente em casa?
  • Quanto custa levar o cabo até ao lugar de estacionamento?
  • Tenho garagem individual ou vivo num condomínio?
  • Quero controlo através de aplicação e carregamento inteligente?
  • Tenho ou vou instalar painéis solares?
  • Posso beneficiar de algum apoio disponível no momento da instalação?

Só depois destas respostas faz sentido escolher o equipamento. Um Wallbox de 7,4 kW bem instalado, com gestão dinâmica de potência e adequado ao automóvel, pode ser uma solução muito mais inteligente do que um carregador de 22 kW que nunca vai conseguir utilizar plenamente.

E, para quem tem garagem, existe uma das maiores vantagens de ter um carro elétrico: chegar a casa, ligá-lo e encontrá-lo carregado na manhã seguinte.

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  1. Avatar de rui
    rui

    7.4kwh é mais para quem faça 300km por dia do que 50 ou 60, para a maioria dos Portugues um carregador de 3.7Kwh chega e sobra, permite numa noite 150km de autoestrada ou 200km de cidade, a quantidade de Portugues a fazer mais que isso por dia é muito poucos, e mesmo que façam isso 1 ou 2 vezes por semana provavelmente no dia seguinte não fazem 200km novamente, mas apenas 10 ou 20 logo carregar por duas noites é mais que aceitável.

    Ficar pelos 3.7kwh faz com que os problemas de potencia desapareçam pois isso é bastante fácil de gerir, basta ter em atenção para não ligar tudo ao mesmo tempo, mas tendo o carro a carregar maioritariamente a noite quando nao há uso dos equipamentos mais pesados pois estamos a dormir é o ideal.

    1. Avatar de JL
      JL

      Concordo.

      Eu fiz tenho potência da rede em 3.45 kW, e tenho uma wallbox inteligente que vai até 7.4 kW, ela está configurada com o sistema solar para carregar com o excedente, como tenho cerca de 7kw de painéis e bateria dá para alguma eventualidade de ter de carregar mais depressa, mas raramente carrego acima de 4 kW.

      1. Avatar de B@rão Vermelho
        B@rão Vermelho

        @JL, Bom dia, como sabes devo de comprar o Model Y no final do ano ou principio do próximo, a utilização maioritariamente vai ser em volta da residência, não é muito normal fazer grandes viagens de carro em Portugal, as minhas ferias são no estrangeiro, mas prevejo que com um VE possa passear mais, nestes casos como devo de fazer, na noite anterior deve carregar o carro a 100%?
        No dia a dia devo de fazer 30 Km se muito, devo carregar todos os dias ou tipo quando chegar aos 20%?
        Também não sei se compensa comprar wallbox, tenho garagem toda preparada para carregar VE e tenho paneis solares, mas como por norma não faço grandes deslocações não sei se devo ou não investir na wallbox.
        A ideia de carregamento reversivo é simpático, gostava de poder aproveitar.
        E mais uma vez obrigado pela tua ajuda.

        1. Avatar de rui
          rui

          Carregar até 100% depende, se fores para o Standard é na boa, se for para o longe range fica pelos 80/90% e usa os 100% só se souberes que vais fazer uma viagem grande, em relação a Wall box, se tens uma tomada reforçada ou podes alterar para uma facilmente fica por ai, 30km num Model Y será uns 4.5kwh, um carregador de tomada repõe isso em 90 minutos, só irás gastar mais se tiveres a usar o Sentry mode o consumo sobe um pouco pois pode gastar até 6kwh por dia, mas podes desativar em casa e só usar na rua.

          Se quiseres uma wall box integrada com solar pode valer a pena, mas vais demorar tempo a ter retorno e implica estar em casa quando faz sol. Mas gastas logo uns 600€ no mínimo, mas realisticamente 1000€, vs um carregador da amazon por 100€ em que podes ligar quando vês que há sol…

          Já agora se gastares 7kwh por dia (30km mais algum Sentry) se tiveres bi horário e só carregares a noite a 12 centimos com IVA vais gastar 25€ mês, uma wall box se fosse usar 100% solar apenas ia demorar uns 3 anos a dar retorno, mas também podes usar solar com carregador de parede, basta deixar o carro ligado e dizer para carregar apenas das 10 da manha as 4 da tarde e será maioritariamente solar, logo na pratica vais demorar facilmente 5+ anos a ter retorno.

        2. Avatar de JL
          JL

          Depende da bateria, há 2 tipos de bateria nos teslas, NCA, e LFP, o próprio carro aconselha a manter nos niveis adequados, mas simplificando, NCA convém andarem no dia a dia com o máximo de 80%, e as LFP tanto faz, apesar de haver opiniões que diferem, na minha opinião qualquer uma pode andar nos 80%, o mais correto para pouco uso é andar perto de meio, ou 50%, eu por exemplo tenho um com NCA e tento andar sempre pelo meio, raramente vou acima de 80%, só mesmo quando preciso.

          Pode carregar todos os dias, e se gasta até 10%, eu deixava uma margem para eventualidades, ou seja, no seu caso carregava todos os dias até 60%, no dia anterior a essa viagem deixava ir até 80% e na própria noite facilmente chega aos 100%, não há mal nenhum chegar a 100%, o que não deve ser feito é andar nos 100% durante longos períodos de tempo, até referido no manual: “de vários dias a semanas”. Alterar a percentagem máxima de carga é algo simples e remoto, na aplicação altera quando quiser, mete o carro a carregar, tudo remotamente e em qualquer lugar, nunca precisa de ir ao carro para ver/alterar/modificar parâmetros

          Para esses kms diários não vale a pena wallbox, a não ser que esteja a pensar em algo como wallbox inteligente, para aproveitar o excedente.Nesse caso nem vale a pena carregar a mais de 10 amperes, de notar que cargas em baixa corrente, tipo 5 a 8, gastam mais energia, porque o carro vai estar mais tempo ligado para fazer a mesma carga, pelos meus cálculos, o meu só para manter em carregamento gasta entre 80 a 120w, é o consumo dos equipamentos ligados como carregador, bms, bombas , etc, e se estiver muito calor é possivel que de vez em quando ligue a refrigeração que pode consumir mais, algo em tornos dos 700w durante alguns minutos. Portanto a baixas correntes só usei quando tinha o sistema ainda mal configurado, onde a wallbox chegava a meter apenas 5 amperes de carga, agora nunca desde dos 10 A, isto porque se não houver produção suficiente juntamente com o consumo da casa, ele vai buscar o restante à bateria.

          Eu montei o meu sistema, comprei as peças necessárias e montei tudo, é um smart Evse, com código open-source, e consigo cargas até 11 kw.

          Tudo por aqui: https://www.smartevse.nl/

          Na aluta estava bem mais barato, o controlador EVSE custou cerca de 65 euros, agora já vai nos 157, se bem que tem mais funções, o meu é a versão 2.

          Juntando tudo pode ficar mais caro, penso que já existem soluções mais em conta chave na mão, uma solução idêntica à minha requer isto:

          -Smart EVSE v3.1 (controlador EVSE)
          -Smart EVSE Sensorbox (sensor de corrente para medir a quantidade de potência excedente)
          – Current Transformer 80A (essencial ao item anterior, e se for trifasico necessita de 3)
          – Iskra Contactor 32A ( de 2 polos para monofásico, 4 polos para trifásico)
          -Enclosure IP65 with DIN rail (caixa para colocar tudo)

          Sobre a ficha tipo 2, ou compra o cabo directo, se tiver cabo tipo 2 pode comprar só a ficha, eu usei o cabo de um carregador avariado e meti direto, assim escuso de andar a enrolar o cabo e meter no carro.

        3. Avatar de JL
          JL

          Não está na lista, mas também foi adicionado um disjuntor diferencial de 30 ma e um disjuntor Magneto-Térmico Monofásico de curva C de 40 A

          1. Avatar de B@rão Vermelho
            B@rão Vermelho

            @JL e @Rui, muito obrigado pelas vossas explicações, mais uma duvida, eu viajo sempre nas minhas ferias e são pelo menos 5 semanas, nesse caso como deve fazer com o VE, deixar carregado a 100% ou deixar sempre ligado ao carregador?
            A Tesla vende um carregador móvel, devo comprar?

            No meu caso trabalho a partir de casa controlar o carregamento e painéis é fácil e mesmo que não esteja em caso tenho mota posso deixar o carro a carregar e ir de mota e também vou manter o carro atual como é de 2 lugares e com boa caixa de carga vai ficar por menos no início.

          2. Avatar de JL
            JL

            Deixar o máximo programado para 50 ou 60% e deixar ligado ao carregador, ele faz a própria gestão.

            A Tesla vende o carregador móvel que pode ter adaptadores para ficha comum shucko, carrega até 13 A, ficha CE 16 A , e ficha CE 32 A.

            Se carregar fora de casa e em carregadores da rede publica convém ter o cabo de carga tipo 2.

            Atenção que para controlar o carro remotamente, ele tem de ter internet, caso não queira pagar a subscrição da tesla, pode usar o telefone como hotspot quando anda nele, e em casa/trabalho a rede wifi.

          3. Avatar de rui
            rui

            O “carregador” de viagem é provavelmente o que vais usar em casa, é chamado de viagem/movel pois é assumido que tens wall box em casa.

            Podes comprar o da Tesla por 205€ que é compatível com 16A por defeito, mas tens os adaptadores para 32A e trifásico, ou optar por algo da Amazon que custe cerca de 100€ e no final do dia é “igual” pois isto na realidade não carrega nada, apenas diz quando energia o carregador dentro do carro pode puxar.

            Quanto a ir de férias, podes simplesmente deixar ligado com o limite de carga a 60% ou 80%, existe alguns modos para “hibernar” o carro mas não tens necessidade disso tendo garagem.

            Para o que andas por dia acho que estás a complicar demasiado (normal para dono de EV de primeira viagem), se for o Model Y Long Range, tens autonomia mesmo a usar Sentry para mais de 1 semana de uso sem preocupar com consumos. Não há necessidade de deixar o carro a carregar e ir a pé ou de mota só para não mexer, acho que é mesmo, configurar as horas de carga, ligar a tomada e esquecer, quando precisas do carro tiras da tomada e vais, eu no meu tipicamente carrego até 90% tenho um Kia, se uso muito o carro durante o bi horario só carrega 51% da bateria e tenho de carregar o resto no dia seguinte, mas como é raro fazer mais de 200km 2 dias seguidos é irrelevante, muita vez se tenho a bateria acima dos 60 ou 70% e sei que não vou fazer uso grande no dia seguinte não meto na garagem ou se meter não ligo a carga, pois não vale a pena, mas vais perceber isto.

            Se já tens instalação na garagem compra um carregador movel até 16A, se for tomada reforçada usa os 16A, se for normal, até trocares limita a 10A, passado umas semanas de uso vais perceber que isto é facil e já vais as vezes sair de casa com 30% de bateria para fazer 100km e ir descansado.

          4. Avatar de B@rão Vermelho
            B@rão Vermelho

            Mais uma vez obrigado ao @JL e ao @Rui.
            “Para o que andas por dia acho que estás a complicar demasiado (normal para dono de EV de primeira viagem)”
            É isso mesmo, tudo me faz confusão, é expetável que com o VE pelo menos aos fim de semana possa ir fazer mais uns passeios.
            E o Tesla é o Model Y tração traseira o “mais barato”, nunca na vida pensei em gastar tanto dinheiro num carro, mas quero poder ter a opção de fazer “muitos” Km sem necessidade de parar para recarregar, para mim não me cabe na cabeça parar a cada duas horas, mas é como digo, ainda estou formatado para combustão.
            Mais uma vez obrigado pela ajuda a ambos “os dois” 🙂 🙂 e o mais provável é voltar a chatear com mais perguntas.

          5. Avatar de rui
            rui

            O mais barato é o tal que é recomendado carregar até os 100% com alguma frequência, as baterias LFP aguentam mais cargas até 100% mas também degradam, mas devido a curva de voltagem é necessário ser feito para recalibrar o BMS, tendo isso em conta carrega até 100% se for mais simples para ti, não stresses, so não o faças todos os dias se só andaste meia dúzia de kms, já sabes que vais usar mais ao fim de semana, então na sexta-feira sim carrega o carro até os 100%, a menos claro que durante a semana faças mais km do que típico.

            Já agora últimos estudos de degradação de baterias viram a diferença entre carregar até 80% vs 100% diariamente, os 100% degradam mais, mas a diferença ao fim de 10 anos ou 250 mil km era 3% ou 4%, carregamento rápido é mais nocivo que carregar até 100%.

            Com isto digo, nesse carro tens de carregar até 100% no mínimo 1 vez por mês e convém ficar umas horas a 100% antes de usares o carro, caso contrario passado algum tempo perdes autonomia, pois o carro tem a bateria a 70% e o controlador da bateria pensa que estás a 60% e mostra menos bateria (só faz reset depois de estar a 100% por umas horas).

            O ponto acima acontece com todos os carros elétricos, mas é mais notório e frequente com os carros equipados com LFP.

            Mais uma vez se sais com o carro a 100%, e voltas passado umas horas com 92%, e no dia seguintes não é provável usar mais do que hoje, não vale a pena carregar, e esperar até chegar aos 60/70 ou saberes que vais precisar para uma viagem maior.

            Já agora o model Y em AE faz 300+ km se fores a 120, logo parar a cada 3 horas apenas 😀

          6. Avatar de B@rão Vermelho
            B@rão Vermelho

            Eu sou uma pessoa bastante calmo a conduzir, tenho até alguma curiosidade de quantos Km vou conseguir fazer com um carregamento, não sou daqueles condutores que estão sempre com presa de chegar a algum lado.

    2. Avatar de PLM
      PLM

      Sem dúvida. Uso 3.6 kW em casa e só carrego nas horas em vazio, que são 10 horas por noite em vi horário. Nesse período, consigo cerca de 250 KMS de autonomia. Mais do que suficiente.

      1. Avatar de Vítor M.

        Exatamente. É uma forma inteligente de se carregar um carro (para quem consegue). Normalmente é como carrego, aproveitando igualmente (neste tempo de verão) a energia remanescente das baterias.

  2. Avatar de Yamahia
    Yamahia

    Investimento brutal, mesmo para quem tem garagem.

    1. Avatar de Vítor M.

      Não não é. Isso é fake news 😀 O investimento é pago pouco tempo depois, a energia é bem mais barata, por cada 100 km que um carro ande. Mas muito mais barata. Aliás, hoje, com tarifários bi-horário, há quem tenha 8 cêntimos em vazio e carregue o carro com esta módica quantia por cada kWh. Já tu, pagas a 2 euros o litro 😉

      E mais, tens de ir à bomba abastecer. Quem tem garagem, aparcamento em casa ou até num condomínio e consegue este tipo de instalação (até sem nada, só uma tomada em condições) poupa muito.

      1. Avatar de André R.
        André R.

        O investimento pode ser brutal sim, depende sempre de onde é alimentada a garagem, da coluna montante do prédio, ou da fração correspondente, isto se estivermos a falar de um prédio. Cada caso tem de ser analisado, e verificar em que estado estão as canalizações para albergar a nova potência, e às vezes é preciso mudar muita coisa… mas lá está, cada caso é um caso. Não convém comprar a wallbox à toa sem primeiro perguntar a quem sabe, os trabalhos associados e os respetivos custos… Dá sempre para mudar, tem é de se chegar à frente com os valores que daí resultam…

      2. Avatar de Yamahia
        Yamahia

        Sempre me pergunto qt é q o meu vizinho do Tesla já terá dispendido em tretas para carregar o carro.
        Até agora carrega com uma tomada azul ligada ao quadro do condomínio e para isso já gastou umas valentes coroas em quadro contador+cabos e tomada e mesmo assim , pelos vistos, não chega. Isto pq agora anda lá uma empresa a furar a coluna desde o 5⁰ piso até ao -4. Barato não deve ficar…:
        https://postimg.cc/2qvGGH5d
        Além disso é um basqueiro que ninguém aguenta. Há 15 dias que não tenho uma hora de almoço sossegada. Má vizinhança estes gajos dos elektros. Se a moda pega mais vale mudar-me para um estaleiro.

        1. Avatar de Vítor M.

          Nessa zona não abona então a perspicácia. É o que se depreende desse discurso. Aliás, ele deve queixar-se da fumaceira que o veículo do Yamahia faz, está tudo negro na tua garagem! https://postimg.cc/s1LSNYZv

          1. Avatar de Yamahia
            Yamahia

            As nossas paredes estão bem branquinhas desde 2009 e só há 2 elektros para mais de 40 a combustão. Logo te tiro uma foto para conferires.
            Essa foto é resultado de um incêndio qq, nada a ver com gases de escape, que são basicamente vapor de água e azoto devolvido à atmosfera.
            Já agora, o terceiro elemento, o CO2, um gás inerte e inócuo, sai pelas grelhas em direção aos jardins circundantes e contribui para que as folhas se mantenham bonitas e viçosas.

          2. Avatar de Vítor M.

            😉 oh estão nada, tem faíscas dos escapes dos elétricos. 😉 Essa imagem é do escape do teu gasoil 😀

          3. Avatar de JL
            JL

            O gás da vida, porque o manda para fora do carro ? não mete esse gás dentro do carro porquê ? é bom demais só para si ?

        2. Avatar de JL
          JL

          Ui, essa obra deve levar uns 6 meses no mínimo, isto se não tiver derrapagens orçamentais.

        3. Avatar de Gonçalo
          Gonçalo

          Essa tomada azul custa menos de 10€ ahahah. Está descansado que ir uma vez a bomba paga isso tudo e muito mais

        4. Avatar de Realista
          Realista

          Estas a comprar um investimento grande diluído no tempo vs uma despesa pequena multiplicada no tempo.

          No longo prazo a segunda vai ultrapassar a primeira.

        5. Avatar de Toni da Adega
          Toni da Adega

          Vantagem de morar num vizinhanca sem Elektros é que ninguem faz obras. Eu só assistiti vizinhos a fazer obras depois do aparecimento dos Elektros. Antes disso ninguem fazia

          1. Avatar de Vítor M.

            😀 é um facto 😀 😀 😀

      1. Avatar de Realista
        Realista

        Para a pequena parte da população, €120 dão para andar de carro mês todo… para a larga maioria da população que faz 1000km para ir almoçar a casa, €120 é um dia de combustível.

    2. Avatar de Rui
      Rui

      investimento brutal ? ahahahahah um cabo de 6mm não é assim tao caro ahah o mais caro seria a wallbox mas tambem para 80% das pessoas não há necessidade de uma wallbox.
      Eu gastei 150€ e 2 imperiais a um amigo
      Um investimento é cada vez que vamos a bomba isso é que é um grande investimento

      1. Avatar de rui
        rui

        Quase ninguem faz instalações com cabos de 6mm, pois a maioria fica pelos 4.2kwh para evitar passar dos 4mm, e se for só uma tomada reforçada e um loop pequenos 2.5mm chega perfeitamente.
        6mm só mesmo para 7.2kwh ou distâncias de cabos significativas.

    3. Avatar de Toni da Adega
      Toni da Adega

      Que investimento? Qualquer extra de um carro é mais caro que o carregador.

    4. Avatar de rui
      rui

      Com 100€ montas uma tomada dedicada, isso incluindo quadro segundaria, disjuntores e cabos.

  3. Avatar de FS
    FS

    Bom artigo, no entanto, a questão da bidirecionalidade, apesar de estar prevista no RJ no guia técnico da CTE 64, ainda não é previsto, é mesmo indicado que a solução está em estudo para alimentação de instalações fixas, ou seja, habitações.

    1. Avatar de Vítor M.

      Vamos ver se em breve o V2G e V2H passam à realidade.

      1. Avatar de FS
        FS

        Estou a contar no primeiro trimestre do próximo ano que já haja definição disso.

  4. Avatar de complicado!
    complicado!

    complicar o que e simples.
    eu tenho 3.45 contratados e carrego o carro quando preciso.
    Alterações: passei um cabo eletrico diretamente do quadro principal a tomada com cabo de 6mm, e coloquei uma tomada supostamente própria para carregar o carro. resultado nao carregava. a tomada nao prestava. mas com uma normaleca da mesma marca carrega sem problemas. aprendi a lição. so coloquei uns disjuntor de proteção e descompliquei. nunca pensei nem precisei de wallbox. faço 100km diários e carrego quando preciso sem complicações.
    Claro que carrego sempre de noite em vazio.
    O resto também e verdade. ninguém diz nada porque nao sabem nada. vendem carros e mal.

    1. Avatar de Vítor M.

      Também é verdade. Muitos vendedores ainda não odominam este novo léxico dos elétricos.

    2. Avatar de André R.
      André R.

      Foste ao quadro e colocaste um disjuntor dedicado para essa tomada certo? E esse disjuntor está protegido por diferencial, nem que seja à cabeça do quadro?
      Se não tiveres diferencial a montante do disjuntor para esse circuito, é bom que não apanhes um esticão nessa tomada “normaleca”, que também não foi feita para estar horas a ser bombardeada com 16A durante tantas horas do carregamento. Mas isso resolves daqui a uns tempos quando mudares novamente a “normaleca” por outra “normaleca”.

      1. Avatar de rui
        rui

        se ele tem 3.45 nunca na vida está a tirar 16A da tomada, ficaria surpreso se tirar sequer 13A, mais provável é carregar a 10A e isso uma tomada “normal” já é suposto aguentar sem grande dificuldade.

  5. Avatar de Costa Martins
    Costa Martins

    A maioria dos veículos elétricos consome entre 12 e 22 kWh a cada 100 km.

  6. Avatar de PorcoDoPunjab
    PorcoDoPunjab

    Bom, para não dizerem que só falo mal de EV… adoro o Xpeng G6.
    Se estivesse comprador de automóvel, seria este o eleito.
    Mas, como estou servido até ao resto dos meus dias, alguém, que não eu,desfrute dele.

    1. Avatar de iDroid
      iDroid

      Tens 90 anos?

      1. Avatar de PorcoDoPunjab
        PorcoDoPunjab

        IDroid, falta pouco para os 60.
        Só que, é incrível, os automóveis na minha mão duram décadas a fio, impecáveis.
        Não me estou a ver por cá com 120 anos, mas nunca se sabe…

        Tenho um Corolla com 20 anos e o estado é novo.
        Tenho outro de outra marca com alguma idade e o estado é imaculado.
        Portanto, é bem provável que eu me vá e os carros ficam cá pontinhos a andar.

  7. Avatar de Francisco N
    Francisco N

    Cá em casa temos 2 EVs e só carregamos a 12A, com o carregador móvel da Tesla.
    Além de carregar quase sempre em casa e à noite, ainda beneficiamos da Tarifa Social de Eletricidade, que nos abate 1/3 da fatura.
    Este mês com consumo de ~700kw pagamos 103€ (com a casa incluída ) e nem estamos num dos tarifários mais baratos.

    1. Avatar de Tiago
      Tiago

      Tarifa social não é só para quem precisa?
      2 eléctricos com garagem é porque tem mais do o rendimento minimo

      1. Avatar de Francisco N
        Francisco N

        Neste país a TSE é quase para quem quer. Se for pesquisar, um dos requisitos para ter direito à TER é ter abono de família e quase toda a gente com filhos tem direito ao abono.

        É como os livros escolares. Gratuito para todos.

        1. Avatar de rui
          rui

          Depende, mas sim não é difícil ter abono para famílias numerosas. Mas há muito boa gente com bons empregos que têm que ter 4 ou 5 filhos para poder ponderar, ter abonos…

      2. Avatar de rui
        rui

        se tens um membro do agregado que ganhe 10 mil por mês e o outro o SMN e o que ganha o SMN é despedido, se tiver a conta da luz em nome dele pode pedir tarifa social pois está a receber prestação de desemprego.
        Ou tiver direito a escalão 1-4 da seg social, que para famílias com 3 filhos é relativamente fácil de obter, mesmo com salario acima da media.

  8. Avatar de Marco paulo
    Marco paulo

    Não sei porque são tão complicados.
    Tengo 1 zoe etrico que comprei em segunda mao, para testar.
    Nao fiz nada na instalação eletrica.
    Tenho em casa trifásico, 10.35, mas sou simpres.
    Carro na garam e tomada tplink p110, que custei 10 e, paea defenir o inicio e fim do carregamento bi horario agora goldenergy. 08x +iva liga as 22.02e desliga as 7.55, carrega a 2.xx e carrega o que carregar. Umas vezes fica com 280km outras 250 outras 190.
    Faço mais de 100k por dia e so precisei de carregar fora 2 ou 3 vezes num ano e mwio
    Nas ferias a gosoleo Viseu, Algarve (altura)
    E regresso, quase tydo por autoestrada
    Viseu 90.00
    Altura 30.00
    Espanha 85.00, mais umas voltas quase 2 000km, numeros redondos 200.00e
    No elétrico 2000km
    14kw*. 10€=1.40€ : 1.40*10=14.00 : 2*14=28.
    Mais uns trocos 30€.
    Contas muito por alto em cada 1 000km 70.00
    As contas reais sao estas.

    1. Avatar de rui
      rui

      estás a usar a tomada para ligar e desligar a carga? cuidado com isso, podes queimar o carregador a bordo, o ligar é na boa, mas desligar pode causar problema.

      1. Avatar de Marco Paulo
        Marco Paulo

        Bom dia,

        Obrigado.
        Qual a solução?

        1. Avatar de rui
          rui

          Ou usar os controlos do carro “programar carga” ou o proprio carregador ter função horaria que dá os sinais ao carro que vai poder carregar ou ter de parar a carga de forma previsível e não um subito corte.

          1. Avatar de Marco Paulo
            Marco Paulo

            Obrigado,
            Vou testar o da carro

    2. Avatar de Realista
      Realista

      Olha que o TPLink p110 o máximo de amperagem é 16A…

      1. Avatar de Marco Paulo
        Marco Paulo

        Bom dia,

        Mas está a trabalhar quase a 2 anos.

  9. Avatar de Ricardo Silva
    Ricardo Silva

    Pois é, por vezes estes supostos artigos para ajudar, acabem por “complicar”, para fazer 50/60km dia, que é mais km do que a maioria dos portugueses fazem, ninguém precisa de walbox nenhuma.
    Isto só dá azo a que aspirantes a HONDA venha para aqui procurar desinformar, acho que só toda a gente já percebeu o ignorante que é, mas é o exemplo de muita gente neste país, infelizmente.
    Até 100/150km dia, uma tomada normal com uma instalação minimamente decente é suficiente, durante as 7h de bi-horario com um EVSE de 12A, foi assim que carreguei durante mais de 5 anos.
    Hoje ao fim de quase 11 anos, com uma potência contratada de 6,9 kVA carrego o mesmo VE com walbox a 24A e um phev a 10A, durante as mesmas 7h.
    No próximo mês serão 2 BEVs, não vão carregar a 100% naturalmente, mas vão ter autonomia suficiente para o dia a dia.

  10. Avatar de Joel
    Joel

    Eu gastei 0 euros e já tenho um eléctrico à 4 anos, para 90% das pessoas o cabo que vem com o carro mais uma tomada normal de 16A ou 20A chega perfeitamente.
    Para quem anda constantemente em autoestradas ou tem 2 carros eléctricos assim sim wallbox é quase obrigatória.

    Maior conselho que vos posso dar é usem o cabo + tomada normal durante umas semanas e logo vêem se realmente precisam de gastar dinheiro em wallboxs.