Exército da Ucrânia está a usar robôs terrestres que podem mudar a guerra (vídeo)
A Ucrânia está cada vez mais equipada com armas feitas no país, e isso pode ser determinante para uma nova fase da guerra. Usar robôs terrestres pode mudar o curso deste conflito.
A guerra que deu ao mundo novas armas
Desde que a guerra entre a Rússia e a Ucrânia começou, em 2022, líderes militares de todo o mundo têm retirado lições sobre um panorama tecnológico em constante evolução.
Ambos os lados continuam a empregar e a contrariar, em tempo real, sistemas de armamento inovadores, que vão desde drones marítimos a lasers de alta energia. Uma dessas tecnologias é a recente utilização, por parte da Ucrânia, de robôs terrestres não tripulados.
Equipados com armas que vão de lança-granadas a metralhadoras, estes veículos terrestres não tripulados (UGV) mudaram a forma como a Ucrânia conduz missões de reconhecimento, ataque e reabastecimento.
Menos baixas e mais poder de fogo
As capacidades multifunções dos UGV tornaram-nos numa escolha popular entre os líderes ucranianos que procuram perturbar as operações russas, reduzindo ao mesmo tempo as baixas. No entanto, estes drones têm registado graus variados de sucesso e ainda não foram utilizados ao mesmo nível que os seus equivalentes aéreos.
Isso não significa que não tenham funcionado no campo de batalha, uma vez que as forças ucranianas publicaram vídeos que mostram UGV a destruir veículos blindados russos a tiro.
Ukrainian UGV destroys a Russian armored vehicle for the first time. 5th Assault Brigade soldiers operated the system remotely from a safe distance — no risk to personnel. Ukrainian UGVs are ushering in a new era of warfare. pic.twitter.com/6mWzAdz4EH
— Mykhailo Fedorov (@FedorovMykhailo) December 10, 2025
Ainda assim, os veículos terrestres não tripulados poderão revelar-se mais úteis como ferramentas logísticas, uma área-chave em que a Ucrânia tem uma desvantagem clara.
Ucrânia: serão estes "drones/robôs" que vão combater?
Como temos visto, e em termos de balanço geral, a utilização de drones tanto pela Ucrânia como pela Rússia revelou vários pontos fracos no equipamento das potências militares globais.
No entanto, esse parece ser o caminho e já há um incremento no desenvolvimento mundial no que toca às tecnologias não tripuladas. A Rússia tem sido quem mais aposta, por exemplo, na utilização de drones aéreos imunes à guerra electromagnética, e pelos submarinos autónomos da Marinha Real Britânica.
Estes avanços levam especialistas a acreditar que as tecnologias não tripuladas irão revolucionar o campo de batalha durante muitos anos.
Soldados humanos estão a acabar
O arsenal ucraniano de veículos terrestres não tripulados tem crescido de forma sustentada desde 2022, apoiado por ajuda militar estrangeira, desenvolvimento nacional e financiamento civil.
Plataformas como o THeMIS, usadas em reabastecimento e evacuação de feridos, foram reforçadas por novas encomendas internacionais, enquanto empresas locais desenvolveram soluções capazes de conduzir operações terrestres complexas à distância.

O THeMIS (Tracked Hybrid Modular Infantry System) é um veículo terrestre não tripulado (sigla portuguesa: VTNT; em inglês: UGV (Unmaned Ground Vehicle), originário da Estónia, desenvolvido e produzido pela Milrem Robotics.
Em paralelo, unidades no terreno têm adaptado e reconstruído veículos terrestres não tripulados de baixo custo, permitindo escalar rapidamente a capacidade logística, ao ponto de uma única brigada conseguir abastecer forças inteiras e movimentar centenas de toneladas de material por mês.
Ao mesmo tempo, estes sistemas evoluíram para funções de ataque e reconhecimento, armados com metralhadoras e lança-granadas, eficazes em terrenos difíceis e missões de alto risco, incluindo remoção de obstáculos, detonação de minas e recolha de feridos.
THeMIS (veículo terrestre não tripulado) pic.twitter.com/5o5vmMBa0S
— Pplware (@pplware) January 25, 2026
A experiência ucraniana está a acelerar a adoção global de UGV, com potências como Rússia, China, Estados Unidos e países da NATO a investirem em robôs de combate e logística.
Este movimento está a levar os militares a repensar estratégias, estruturas e equipamentos, sinalizando que as tecnologias não tripuladas poderão redefinir a escala e a natureza da guerra nos próximos anos.
























Mudar a guerra?
Pois muda, e para os dois lados!
Forca Russia! A Ucrania pertence mais a russia que a europa…alias nao faz sentido nenhum a UE nao precisa destes paises que so trazem problemas. Noruega, Suica, Turquia, Servia, Montenegro, Bosnia, Albania deviam integrar a UE o mais rapido possivel e trazer o UK de volta
A Rússia é Europa.
O que é que uma coisa tem a ver com a outra?!… a Ucrânia esta a lutar pela sua independência, e tem toda legitimidade nisso!.. Já agora, sugiro que te juntes a eles (Rúzzia),… Força Rui Almeida!
A Ucrânia é russos. É uma província da Rússia que se corrompeu ao ocidente e aos imperialistas, na mira de, a prazo, invadir a própria Rússia e abarbatarem-se todos aos magníficos recursos naturais dela. É traidores. Não vão longe. Mais depressa leva a Rússia a torre de Londres para Moscovo.
O UK e a Suíça nao querem pertencer a UE, queres invadi-los para os obrigar? A moda da Rússia?
lollll desde 2022 que a Ukrania esta a ganhar o conflito o estranho a que a linha da frente avanca e continuara a avancar em sentido contrario
É agora que vão recuperar o território que perdem todos os dias…
A única coisa que está a mudar é o aumento significativo do número de “carne fresca” a ser forçada em carrinhas e a morrer assim que chega às linhas da frente, com o Exército Vermelho a expandir o avanço em toda a frente.
E não venham com números da treta, porque o regime Ucronazi já ultrapassou 1,7 milhões de baixas (Mas deve estar quase, se já não ultrapassou, os 2 milhões), e o Exército Vermelho nem um terço do que é diariamente dito nos canais de propaganda e grupos de mídia.
Zelensky, o vosso “herói”, defensor dos “idealismos europeus”, é, em facto, o Carniceiro do (seu) povo, em troca de um punhado de dólares.