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Tags: terra

NASA identificou asteroide ‘potencialmente perigoso’ que se aproxima da Terra

2019 foi um ano com muita informação dedicada aos asteroides. Algumas surpresas colocaram as agências espaciais em sentido e cada vez tem sido dada mais atenção a estes corpos celestes. 2020 inicia-se com uma visita. Segundo a NASA na próxima semana passará próximo da Terra um asteroide classificado como “potencialmente perigoso”.

A rocha está identificada desde outubro de 2019 e tem um tamanho que, em caso de colisão com o planeta, é suficientemente para destruir uma cidade.

Imagem representação de observatórios caça asteroides da NASA


Hoje a Terra atinge a sua velocidade máxima: 110.700 Km/h

A Terra atinge hoje o periélio da sua órbita. Assim, o planeta estará no ponto mais próximo do Sol na sua trajetória. Então, quando um corpo se encontra no periélio, ele tem a maior velocidade de translação de toda a sua órbita. Segure-se porque viaja a mais de 110 mil quilómetros por hora.

Na verdade, apesar de estar sentado numa cadeira neste momento, está a “andar” a uma velocidade infernal.

Imagem da Terra ao redor do sol no seu periélio


NASA mostra imagens do novo rover Mars 2020 que irá procurar vida em Marte

A NASA está a desenvolver um novo rover para bater o solo de Marte na expectativa de encontrar vestígios de vida. Nesse sentido, a agência espacial revelou ao mundo o novo veículo para as missões marcianas na procura de materiais orgânicos já a partir de 2021.

Mars 2020 (Perseverance), é um rover planetário baseado nas configurações do rover Curiosity do Mars Science Laboratory. Segundo as previsões da NASA, deverá ser enviado para o planeta vermelho dentro de poucos meses.

Imagem rover da NASA Mars 2020 para missão a Marte


NASA: crise misteriosa no campo magnético da Terra criou um novo tipo de aurora boreal

Desde há algum tempo que se sabe que o campo magnético da Terra está a mudar. Segundo o novo Modelo Magnético Mundial (WMM), a localização do Polo Norte magnético do nosso planeta está a mover-se rumo à Sibéria, na Rússia. Agora a NASA descobriu que estas alterações criaram um novo tipo de aurora boreal.

Uma estagiária da agência espacial norte-americana revelou este tipo de aurora através de imagens de vídeo captadas nos últimos 3 anos do céu do Ártico.

Imagem da NASA mostra uma nova aurora boreal na Terra


Há planetas que “comem” o seu próprio céu e por isso não crescem

A evolução da tecnologia, mais concretamente dos Telescópios, abriu um novo olhar sobre o espaço. Antes desta revolução tecnológica, pouco era conhecido e, desse pouco, o nosso Sistema Solar estava sozinho no Universo. Posteriormente, com a chegada dos telescópios mais avançados, o Homem percebeu que existe um tesouro de planetas em órbita de estrelas distantes.

Com o equipamento mais desenvolvido nalguns observatórios espaciais, foram “trazidos para Terra” centenas de novos planetas. Contudo, nessa altura foi revelada uma realidade intrigante.

Ilustração NASA de um exoplaneta mais pequeno que Neptuno, que os seus oceanos de magma "comem" o céu dos planetas.