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NASA diz que ‘anomalia’ no campo magnético da Terra está a dividir-se

A Terra alberga vida porque existem características propícias para tal. O Sol está à distância certa do planeta, há abundância de água líquida, mas distribuída a não cobrir todo o solo. Além disso, temos uma atmosfera agradável e densa que nos protege da radiação e dos vários perigos vindos do espaço. Contudo, o escudo da Terra é o campo magnético, este protege a nossa atmosfera de partículas carregadas que voam pelo espaço e que, de outra forma, a rasgariam lentamente.

O campo magnético tem sido alvo de muita atenção, pelas mudanças que tem sofrido e agora os cientistas observaram alterações muito intrigantes.

Imagem da Anomalia do campo magnético da Terra


Um asteroide do tamanho de um carro “quase acertou” na Terra

Provavelmente desvalorizamos o facto de existirem muitos asteroides “por perto” e podermos um dia destes estar na rota de colisão com um dos “monstros”. Temos confiança nos sistemas que vigiam os espaço e entendemos que estes controlam realmente as trajetórias destas rochas. Contudo, no passado dia 16 de agosto, um asteroide passou perto da Terra, a 2.950 km, e só foi detetado seis horas depois.

Era pequeno, do tamanho de um carro, mas poderia causar problemas. Sobrevoou o planeta e seguiu a sua rota.

Um asteroide do tamanho de um carro


E a Terra tornou-se numa gigantesca “bola de neve”

Provavelmente, com o calor que se faz sentir, a ideia de ter o planeta totalmente coberto de neve até poderá não parecer credível. Contudo, uma mudança repentina e rápida no nível de radiação solar fez com que o gelo cobrisse a Terra totalmente há 717 milhões de anos.

Pese o facto de a última vez ter acontecido há muitos milhões de anos, os cientistas acreditam que tal evento já aconteceu várias vezes. Assim, a dúvida que se coloca é: poderá acontecer de novo?

Imagem da Terra coberta de gelo e neve, evento Snowball Earth


COVID-19 provocou um silêncio nunca antes sentido na Terra… nem no Natal!

A pandemia obrigou milhões de pessoas ao confinamento, trouxe para o solo milhares de aviões e tirou do exterior um mundo de gente barulhenta. Assim, os cientistas começaram a ouvir um planeta que desconheciam, que vibrava naturalmente e que não se sentia. Segundo várias instituições que se dedicam a “escutar a Terra”, este é o período silencioso mais longo e mais pronunciado do ruído sísmico na história registada.

Os bloqueios causados ​​pela pandemia do novo coronavírus podem ter dado aos cientistas um vislumbre de como o ruído humano interage na Terra.

Ilustração da Terra em silêncio provocado pela COVID-19


Viagem tripulada a Marte será mais rápida se passar por Vénus, dizem os cientistas

Marte está no foco das agências espaciais e depois de voltar à Lua, a NASA vai preparar o assalto ao planeta vermelho lá para 2033. Contudo, segundo cientistas norte-americanos, feitos os cálculos das órbitas entre a Terra e Marte, concluiu-se que tais viagens seriam mais rápidas, eficientes se a viagem passar por Vénus.

Estes cientistas da Universidade Johns Hopkins, nos EUA, defendem que na ida da Terra a Marte, Vénus poderá ser muito importante.

Imagem de Marte com o Sol ao fundo