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Mistério marítimo está a desorientar navios e estes navegam em círculos

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Vítor M.


  1. Quinças says:

    Os navegadores portugueses têm de ensinar esses gajos a usar um astrolábio!

  2. Joao Ptt says:

    Não poderá ser gente a infiltrar-se nos sistemas electrónicos dos navios e andar a brincar com eles? Se conseguem entrar em automóveis e fazer porcaria, porque não conseguiriam entrar em navios modernos onde está tudo digital, pelo menos na parte de navegação.
    Sabotagem propositada àqueles navios ainda é cedo para ser descartada.
    Até já fizeram pelo menos um filme a mostrar um navio de passageiros a ser sabotado… da ficção à realidade é só um pulo.

  3. rjSampaio says:

    Testes preliminares do Starlink… /s

  4. George Orwell says:

    Se na terceira década do sec. XXI, e não obstante os GPS, Glonass, Galileu etc, os tripulantes dos navios encontram dificuldades de navegação que os fazem andar em círculo, podemos agora imaginar o valor do pioneirismo da exploração marítima portuguesa, nomeadamente a sul do Equador onde a tramontana ( Estrela Polar ) deixa de ser avistada, ainda mais em zonas de confluência de oceanos, os casos de Cabo da Boa Esperança e do Cabo Horn, zonas conhecidas por violentíssimas tempestades e perigosas correntes, por alguma coisa ao primeiro era dado o nome de Cabo das Tormentas

    E foi justamente a contornar o Cabo da Boa Esperança, que a armada de Pedro Álvares Cabral perdeu QUATRO naus, uma delas comandada pelo navegador principal da expedição, Bartolomeu Dias, por ironia do destino logo aquele que tinha contornado pela primeira vez o dito cabo deixando desbravado o caminho para a Índia. Uma vingança do Adamastor.

    De salientar que foi o astrónomo de bordo, Mestre João, o primeiro a identificar a constelação do Cruzeiro do Sul e sugerir que a mesma fizesse em relação aos mares do hemisfério sul o papel da Estrela Polar no hemisfério norte. Na mesma carta de Mestre João enviada ao rei D. Manuel I onde refere a a constelação do Cruzeiro do Sul, refere também, cito, “Mande Vossa Alteza trazer um mapa-múndi que tem Pero Vaz Bisagudo e por aí poderá V. A. ver o sítio desta terra; mas aquele mapa-múndi não certifica se esta terra é habitada ou não; é mapa antigo e ali achará Vossa Alteza escrita também a Mina”.
    Ora, este curioso texto demonstra que os portugueses já tinham aportado na costa brasileira antes da armada cabralina de 1500. Ademais, a rota antes seguida na primeira viagem de Vasco da Gama passou muito próxima da costa do actual Brasil, a ida pelo largo típica da carreira das Índias para poder usufruir de ventos favoráveis ( o inverso na volta ) e certamente que, tal como a armada cabralina, não deixariam de observar aves de porte em voos para ocidente o que inequivocamente prenuncia a proximidade de terra firme. Este testemunho da visão de aves voando para ocidente a prenunciar terra firme consta aliás da outra mais conhecida carta, a de Pêro Vaz de Caminha, personagem este que, tal como Bartolomeu Dias, não sobreviveria à viagem de Cabral uma vez assassinado por indianos.

    Serve isto para dizer que, quer na orientação pelos astros para calcular a latitude, quer na aplicação das tabelas formuladas pelo cientista Abraão Zacuto no cálculo da longitude, os navegadores portugueses não só descobriram a volta pelo largo da carreira das Índias como a orientação no então incógnito hemisfério sul e, mesmo sem GPS nem toda a gama dos apetrechos técnicos actuais presente e em frágeis cascas de noz, …. não andaram em círculos.

    “Valeu a pena? Tudo vale a pena / Se a alma não é pequena. / Quem quer passar além do Bojador /
    Tem que passar além da dor. / Deus ao mar o perigo e o abismo deu, / Mas nele é que espelhou o céu. “. Honra pois lhes seja feita.

    • Áquila Freitas says:

      Excelente texto. Não é atoa que os portugueses desviaram a linha do Tratado de Tordesilhas (1494) de informa incluir Brasil sem “souber” da sua existência (1500, data de descoberta). Certamente, os Portugueses já por lá andavam. Curiosidade, Diogo Álvares Correia, náufrago português (1509) que conviveu e se casou com uma índia que foi fundamental para os primeiros contatos com os povos nativos.

    • Abreu says:

      Muito bom texto. Parabéns

  5. Dark Sky says:

    Resumindo:
    – A giro-bússola principal do navio estava avariada.
    – O navio retomou seu curso em segurança quando passou a usar a giro-bússola secundária, juntamente com uma bússola magnética.
    – E os outros navios nas proximidades do Willowy, parecendo que que navegavam em círculo convergente? Não se confirmou, foi impressão da tripulação quando acharam que a sua navegação em círculo se devia a fortes correntes.
    E a interferência na navegação por GPS do Irão ou da China nada tem a ver com o assunto. A “anomalia no Atlântico Sul” também não. No caso não há mistério nenhum.

  6. Euéquesei says:

    A culpa, como sempre, é do Trump… Mas é que nem há dúvidas.

  7. Vera says:

    Penso que o problema deve ser outro a guerra entre a China e EUA, estes navios podem estar carregando armas e soldados deles no porões para entrar no Brasil ou Venezuela, uma suposição.

  8. recondicionado says:

    um navio de transporte de contentores ou um petroleiro, ou seja sem passageiros, é um excelente candidato a navegar em círculos. o comandante
    programa o piloto automático, e toda a tripulação vai jogar pokemon para as respectivas camaratas nos seus telemoveis espertos. só levantam o cú para as refeições e pouco mais. básicamente o sistema está automatizado.
    só saltam das camaratas quando dispara algum alarme.
    com bússola giróscopica – existem duas -, cronómetro – existem dois – , mapas e um neurónio atento é impossivel andar ás voltinhas.
    o grande problema da navegação, foi sempre a determinação da longitude, resolvido ao longo de 50 anos, nas horas vagas por um Inglês.
    “John Harrison, a self-educated English clockmaker, invented the marine chronometer”
    https://en.wikipedia.org/wiki/Longitude
    Mas também existem rádiobalizas, por triangulação, intensidade e direção do sinal é possivel evitar circos.
    mas esta é a noticia mais divertida – e misteriosa – do pplware, em anos.
    Esperemos pelo filme – based in actual events – .

  9. recondicionado says:

    Longitude – the movie – very very funny.
    https://www.youtube.com/watch?v=LHvt48S9l4w

  10. Valdeci Elias says:

    Isso se deve ao fato, dos navios navegarem usando GPS (Global Positioning System). Essas falhas são comuns devido ao fato da Terra ser Plana. O meio mais seguro, seria navegar usando o FPS(Flat Positioning System).

  11. Hugo says:

    Existe probabilidade de acontecer este fenómeno com os aviões?

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