A exploração de Marte atingiu um novo patamar tecnológico com a integração de inteligência artificial (IA) avançada nos sistemas de navegação da NASA. Recentemente, o modelo Claude foi fundamental para delinear o percurso do rover Perseverance em terreno marciano, o que marca uma viragem na autonomia espacial.
A última vez que alguém conduziu na Lua foi em 1972, quando os astronautas do Apollo 17 levaram o Lunar Roving Vehicle para uma última volta. Agora, a NASA está a planear um regresso à superfície da Lua que incluirá levar consigo um novo veículo lunar e acaba de começar a testar protótipos do seu mais recente carrinho de golf.
As viagens à lua com tripulação estão a ser programadas, ainda que tudo seja uma incógnita. Apesar de muitos planos e testes em curso, ninguém quer correr riscos. Ainda assim, os projetos não param e a SpaceX assinou um acordo com a Astrolab para colocar na Lua um rover do tamanho de um SUV para a exploração lunar.
Zhurong é um rover que a China pousou em Marte. Foi o primeiro que a gigante asiática aterrou em qualquer outro planeta. Zhurong é parte da missão Tianwen-1 ao planeta vermelho, uma missão conduzida pela Administração Espacial Nacional da China (CNSA). A nave foi lançada no dia 23 de julho de 2020 e inserida na órbita marciana a 10 de fevereiro de 2021. Pisou o solo marciano em maio de 2021. Um ano depois, o veículo robótico entrou em modo de hibernação – para enfrentar o longo e frio inverno marciano – e deveria ter “acordado” no último dia 26 de dezembro.
Apesar da CNSA não reconhecer o problema, a verdade é que os meios de comunicação do país dizem que a preocupação é grande, dado que o rover deveria ter “acordado” no último dia 26 de dezembro e não acordou.
O mundo está focado na exploração espacial e mesmo aqueles países que parecem adormecidos dão cartas nesse sentido. Os Emirados Árabes Unidos (EAU), por exemplo, vão lançar o seu primeiro rover lunar, já em novembro.
A missão será concretizada juntamente com o Japão.