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Tags: espaço

Novas pistas poderão explicar como foi possível Marte ter rios e oceanos

A NASA já começou a retirar informações preciosas para conhecer Marte como nunca o havia conhecido. A sonda Perseverance pousou perto de um antigo delta de rio, mas que atualmente está seco. No entanto, são evidentes os sinais que existiu no planeta vermelho muita água, que formaram rios e oceanos. A dúvida que desafia os cientistas é saber para onde foi a água, o que lhe aconteceu. Das muitas teorias lançadas sobre o tema, até hoje nenhuma parece ter conseguido o consenso. No entanto, o Perseverance traz novas pistas.

Investigadores da Universidade de Chicago desenvolveram um modelo de Marte que revela o mistério por detrás do clima antigo do planeta vermelho.

Imagem de Marte antigo com rios e oceanos


Pela primeira vez mapeou-se o caminho do asteroide que caiu na Terra em 2018

Em 2018, caiu na Terra uma rocha que fez uma viagem de 22 milhões de anos até explodir no Botsuana. O percurso de voo do asteroide Kalahari, de seis toneladas, foi o primeiro a ser conseguido rastrear desde a explosão no nosso planeta até à sua origem do sistema solar.

Este asteroide apenas foi detetado algumas horas antes deste ter explodido na atmosfera terrestre.

Imagem do asteroide que caiu na Terra e que veio de Vesta, após viajar 22 milhões de km


Marte: NASA conseguiu pela primeira vez produzir oxigénio noutro mundo

O rover Perseverance, que custou cerca de 3 mil milhões de dólares, é um conjunto de tecnologias avançadas que visam conhecer Marte e testar conceitos para um dia o planeta receber humanos. Encontrar água é um dos objetivos e o outro, como vamos ver, é provar que se pode produzir oxigénio a partir da atmosfera do planeta. A NASA já conseguiu produzir este gás, através de um módulo especial que o rover transporta.

O marco que o instrumento MOXIE alcançou, convertendo dióxido de carbono em oxigénio, aponta o caminho para a futura exploração humana do Planeta Vermelho.

Imagem do MOXIE, um instrumento da NASA em Marte que transforma dióxido de carbono em oxigénio


Dica: Não se esqueça de comprimir os vídeos do Telegram para ocuparem menos espaço

O espaço num smartphone é um elemento essencial e deve ser gerido de forma muito cuidada. Mesmo com cada vez mais espaço disponível, a verdade é que estamos a ter ficheiros multimédia e imagens cada vez maiores.

Com as apps de mensagens é normal e corriqueiro que sejam enviados vídeos e outros ficheiros. Assim, importa encontrar formas de reduzir o espaço ocupado, principalmente nos vídeos. Hoje explicamos como comprimir os vídeos do Telegram para ocuparem menos espaço.

Telegram vídeo espaço comprimir smartphone


China quer investir $3 mil milhões num centro de supercomputação

A China parece estar à conquista do que está para lá da Terra e cada vez mais interessada no ambiente e nas informações espaciais. Após o anúncio de uma possível parceria com a Rússia para uma estação, parece que o país asiático está a investir num negócio bilionário.

Aparentemente, será construído um centro de supercomputação de 3 mil milhões de dólares para analisar dados espaciais.

Bandeira da China