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Samsung e Huawei deviam seguir o smartphone dobrável da Xiaomi?


Rui Bacelar

O gosto pela escrita e comunicação despontou cedo, entretanto, encontrou na tecnologia o tema perfeito e no Pplware a plataforma ideal para a redação e produção de vídeo. Em leis formado, tem na leitura e aquariofilia o seu hobby, para além do ouvido exigente no que à música erudita diz respeito.

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  1. Mickaël says:

    Deste que não seja demasiado frágil, às vezes dá jeito ter uma visibilidade maior quando necessário, como eu no meu caso, num smartphone, tenho as letras pequenas para poder ver mais coisas ao invés de arrastar para a direita ou esquerda quando navego no browser.

  2. Arkan says:

    Não, seguir uma empresinha que nao paga n outras empresas, que tem niveis elevados de SAR ? cade a identidade unica que cada uma deve ter…

    xiaomi eu nao compraria nem se fosse presidente dela.

  3. GM says:

    Quanto a mim, nenhuma das 3 propostas é apelativa, no que ao modo de extensão diz respeito. Julgo que a melhor forma de acondicionar o tablet no smartphone, seria um mecanismo em Z, de forma a que 2/3 do écran estivessem ocultos e o restante 1/3 estivesse sempre visível, pois seria o smartphone. Neste 1/3, ficaria acondicionado todo o hardware do dispositivo. Os restantes 2/3, seriam apenas monitor (eventualmente também bateria mais fina), rígido, que numa situação corrente ficariam ocultos e protegidos. É apenas uma ideia e na qual eu reveria o desenvolvimento de um equipamento deste tipo.

    • Bruno Pinto says:

      Embora goste dessa ideia e achar que fosse a mais ergonómica há um problema grave nessa ideia. E penso que seja inviável começar por esse caminho, talvez mais tarde as dificuldades nesse sentido consigam ser ultrapassadas, mas neste momento acredito que não. Isto é: No local onde fazes as dobras desses 2/3 de ecrã, devido a ser tão fino, terias que de certa forma “vincar” o ecrã. Coisa que iria diminuir drásticamente a sua durabilidade. A única forma de o resolver, era ser de facto em segmentos independentes (3 ecrãs independentes) que não é de todo aceitável.
      Todos os modelos que estão a sair até agora estão a respeitar essa fragilidade, daí haver sempre as dobras bem arredondadas para tirar a maior fragilidade possível do equipamento.

  4. Jose says:

    Em vez de falarem mal da Xiaomi..comprem um

  5. ze says:

    Atenção para quem estiver interessado existe um site espanhol, a vender o Mi8 6GB/254GB por 349€!
    Entrega 5 a 8dias?!

  6. GM says:

    Quanto a mim, nenhuma das 3 propostas é apelativa, no que ao modo de extensão diz respeito. Julgo que a melhor forma de acondicionar o tablet no smartphone, seria um mecanismo em Z, de forma a que 2/3 do écran estivessem ocultos e o restante 1/3 estivesse sempre visível, pois seria o smartphone. Neste 1/3, ficaria acondicionado todo o hardware do dispositivo. Os restantes 2/3, seriam apenas monitor (eventualmente também bateria mais fina), rígido, que numa situação corrente ficariam ocultos e protegidos. É apenas uma ideia e na qual eu reveria o desenvolvimento de um equipamento deste tipo.

  7. Renato Nismo says:

    os que reclamam da xiaomi.. quantas vezes têm de comprar novos galaxy J to keep up to date ?

  8. Alisson says:

    Deixem de enrugar por mar a de celular, eles nem sabem que nos existimos rsrs, eu compro o que for melhor, às vezes a Samsung tá melhor acho que e bom pra mim vou lá e compro, tem pra todos os gostos de celular e marca, já usei de todos e quando não está me agrada do vou e compro de outra marca e só isso, agora comprei um xiaomi note 6 pro , por enquanto tá ótimo, qua do ele não for mais bom pra mim procuro outro da m ama marca ou de outra, kkkkk agora tá descutindo por marca de celular nunca, todos são bons e tem os fabricado com custo menor que não são apenas isso .

    • Renato Nismo says:

      redmi note 2 de 2015, são 4 anos e foi só 152€, hardware satisfatório e de dia a câmara tira fotos melhores que os tlms de 1 ou 2 anos dos meus conhecidos e ao preço +- igual, são daqueles normais e “desinteressantes” que vemos nas wortens, e o meu continua fluído nos dias de hoje

      já tive outros androids baratos ou quase ao valor do meu, isto antes de a xiaomi popularizar, e eu andava a trocar de ano em ano……. perdiam gás quando as apps foram ficando mais exigentes e pecavam em hardware, só que caros.

      no mercado nacional, as outras marcas como samsung, huawei, alcatel e muitas outras metem telemóveis mais que banais e com 2 gb de ram quase ao preço de um redmi note 7, nem vale a pena continuar a mudar de marca

  9. Fulano says:

    Sendo a Samsung líder em ecrãs, acho a sua solução a melhor. Os percebe-se que aquilo depressa vai apresentar problemas

  10. Nunoc79 says:

    Acho que aqui a grande questão, será a da robustez e durabilidade da “dobra”.
    Será que vai apresentar marcas/vincos ou imperfeições na zona dobrável do ecrã a longo prazo?
    Sinceramente este é o ponto que mais me preocupa neste tipo de dispositivo.

    Os conceitos em si, não me parece que sejam assim tão diferentes como isso, é uma questão de detalhes apenas… um tem duas dobras, outro uma, outro dobra para a frente, enfim … desde que funcionem bem, parece-me irrelevante.

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