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Como a Renault quer substituir os “falsos” híbridos plug-in

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Grunho says:

    A partir do momento em que o EREV esgota a bateria e passa a ir ao depósito de gasolina bebe 10 litros aos 100 ou mais. Tudo por um carro com preço a escaldar! A melhor solução é a dos chineses ou da Honda: bateria levezinha e motor eléctrico só até aos 60 ou 70 km/h e a partir daí, quando passa a rodar a velocidade estabilizada, ligação mecânica directa do motor de combustão às rodas.

    • carlos fernandes says:

      Isso é o HEV “full Hibrid” da Toyota. Que verdade seja dita, já podia ter uma bateria com maior capacidade.

      • Grunho says:

        A Toyota tem o híbrido em paralelo, a Honda e os chineses é o híbrido em série com bypass às rodas. Discute-se qual é o mais eficiente, mas barato nenhum deles é. Para adaptar a carros velhos bastava uma bateria com a capacidade das de chumbo ácido e um motorzinho ligado ao cubo de uma das rodas de trás, até 5 kms/h, que já dava para ter o motor desligado nas filas dos acessos às cidades, onde se gasta combustível ä bruta. Uma hora de congestionamento é um litro a mais que ao fim de 40 ou 50 é o suficiente para esvaziar um depósito. Em andamento em estrada livre o HEV pouco ou nada poupa.

        • Max says:

          Ó @Grunho, em vez de complicares, não era melhor falares dos benefícios do triciclo a pedais?

          • Grunho says:

            Fácil. Qualquer veículo a pedais , com ou sem assistência elétrica tem potencial para arruinar o negócio do lobby petrolífero e automóvel, sobretudo nos sítios onde mais se desperdiça combustível e mecânicas. E eles sabem disso. É por isso que movem cunhas políticas para não deixar usar.

        • Zé da Quinta says:

          Ó Grunho, é só problemas, de facto. Compre um passe de transporte publico e seja feliz.

    • Nuno José Almeida says:

      Boas Grunho.

      A tua “melhor solução” é precisamente aquela que a Renault critica — e com razão. A experiência mostra que os PHEV não contribuem verdadeiramente para a eletrificação e que, na prática, não reduzem os consumos de forma significativa.

      Ao contrário da percepção incorreta de que um range extender fará o carro gastar 10 L/100 km (o que só acontece se conduzires muito depressa), o uso de um motor térmico a funcionar como gerador para alimentar um motor elétrico é mais eficiente do que usar o motor de combustão diretamente. Isto não é sequer uma ideia nova: todas as locomotivas diesel-elétricas funcionam exatamente com este princípio. Até o Opel Ampera já utilizava um sistema deste tipo — embora a designação “range extender” ainda não fosse popular.

      Vejo ainda outra vantagem que desconheço se é utilizada: no inverno, o range extender pode ser usado para aquecer o habitáculo e as baterias, reduzindo o impacto na autonomia elétrica.

  2. Max says:

    O percurso anunciado pela Ford:
    – Abandono de todos os projetos de BEV em desenvolvimentos, baseados na arquitetura tradicional de 12V
    – Um mini-projeto de desenvolvimento de um BEV, barato, com a arquitetura 48V, iniciada pela Tesla
    – Desenvolvimento de um híbrido elétrico com um motor a GPL para carregar a bateria e aumentar a autonomia. Parece ser a combinação mais eficiente em termos de energia, mas combina duas dificuldades … o carregamento elétrico fora de casa e o abastecimento em GPL.
    O conceito de base é o mesmo do EREV do post, a gasolina.

    • JL says:

      Nesse caso é o desenvolvimento de um EREV e não híbrido.

      • Max says:

        Há os híbridos a combustível (geralmente gasolina/GPL) e os híbridos elétricos, com um (ou mais) motor(es) elétrico(s) e um (ou Mias) motor(es) a combustível (geralmente gasolina, GPL ou ambos).
        Nos híbridos elétricos cabem os PHEV, EREV/REEV, HEV e MHEV e mais designações que lhes queiram dar. A distinção é quanto ao carregamento da bateria poder ser na tomada elétrica ou não – se puder são plug-in, como os PHEV e EREV. Os não plug-in são os HEV e os MHEV ou outras designações mas com as mesmas caraterísticas.
        Por isso, a Ford propõe-se desenvolver um híbrido, eletrico e a GPL. Se é plug-in ou não, não foi referido.

        • JL says:

          E depois há os erev, que não são híbridos.

          A distinção é a mesma de sempre, tal como os fabricantes fazem.

          • Max says:

            O JL a inventar, até o que é um híbrido ou não é um híbrido ; -)
            Para que se perceba o que dizes – um PHEV é um híbrido ou não – e porquê?

          • JL says:

            Não estou a inventar, estou a usar os termos certos, daí haver erev e plugin hybrid, são 2 coisas totalmente diferentes.

          • JL says:

            Um híbrido é muito simples, usa 2 ou mais tipos de propulsão, os não híbridos só usam 1, é bem simples.

          • Max says:

            Mas afinal os PHEV, EREV/REEV, HEV e MHEV, são ou não são híbridos? Explica lá o que disseste acima: “E depois há os erev, que não são híbridos.”

          • JL says:

            Todos menos os erev, daí nem terem a palavra híbrido na designação, é assim tão difícil entender algo tão simples ?

            Mas tem a designação se híbrido em algum lado ?

            “Um carro híbrido é um veículo que combina dois motores para funcionar: um motor de combustão interna (geralmente a gasolina) e um ou mais motores elétricos, alimentados por uma bateria. Esta tecnologia permite reduzir o consumo de combustível e emissões, utilizando o motor elétrico para arranques e velocidades baixas, enquanto ambos trabalham em conjunto para maior potência. “

          • JL says:

            Já agora, não tem nada a ver se é plugin ou não, essa diferença só se usa para distinguir os phev dos hev, não usam isso para os bev, que também são plugin, o que conta para ser híbrido é o que faz as rodas tracionar e levarem o veiculo para a frente, se tem mais de um motor que que produz força para as rodas, é híbrido, se tem apenas um, não é híbrido, a energia que consome e de onde vem não interessa. Se eu carregar o meu bev com um gerador, ele nunca vai ser híbrido, se usar energia eléctrica para produzir combustível para um ICE, também não vai ser híbrido.

        • JL says:

          Errado, a ford propõe desenvolver um erev que usa GPL.

      • Nuno José Almeida says:

        Tecnicamente e segundo classificação oficial, havendo discordância na qual me incluo, os EREV são híbridos.

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