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Windows ou macOS para quê? Instale o Linux Manjaro (1)

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. arc says:

    Se não utiliza-se Arch “puro”, esta seria a minha distribuição para produção. Não gosto do Gnome, mas isso não interfere em nada. Como em qualquer Arch, a combinação terrifica de Pacman e Yaourt é soberba em toda a sua plenitude.

    Bom trabalho PPinto.

    • SoulReaver says:

      +1
      Apesar de achar que o Manjaro está um pouco bugado… há sempre qualquer coisa que falha ultimamente…mas isso também tem a ver com o hardware…no meu laptop, devido a não poder utilizar os controladores proprietários tenho sempre uma coisa ou outra que falha, mas nada de especial… Manjaro e Mint são as “distros” com a comunidade mais entusiasta e dedicada ao desenvolvimento, estabilidade e inovação do sistema operativo… aconselho no entanto a instalação do Compton ou do Compiz para Manjaro para não terem problemas com screentearing. Parabéns mais uma vez ao Pplware pela divulgação do Linux.

    • Tiago Reis says:

      utilizasse*

    • Costa says:

      arc, já usei arch faz muito tempo, portanto as coisas podem ter mudado entretanto mas, e quando as actualizações falham no seu propósito? E quando há erros e deixam o sistema instável? o rollback é simples? Quanto tempo demoras a ter funcional o teu sistema de trabalho, nem que seja para como estava antes da actualização?
      Segundo o que está aqui https://wiki.archlinux.org/index.php/downgrading_packages , eles dizem que coisas com muitas dependências, chapéu, já foste, usa snapshots. Lê bem onde diz, “Dependency changes will be handled, but pacman will not handle version conflicts. If a library or other package needs to be downgraded with the packages, please be aware that you will have to downgrade this package yourself as well.”
      Solução usar snapshot, mas isso, como diz o nome, é uma fotografia, mas não é do teu próprio sistema, com as tuas configurações. Portanto, vamos aqui https://wiki.archlinux.org/index.php/Arch_Linux_Archive#How_to_restore_all_packages_to_a_specific_date
      e verificamos que vais a um servidor buscar uma fotografia das que eles tenham disponíveis, mas repara na ultima nota no fim da pagina.
      À e tal, mas a snapshot resolveu até agora. Epa depende, imagina que tu por acaso, num teu projecto, usas até uma biblioteca que alteraste de alguma forma, e queres fazer o downgrade, para a ultima versão do teu sistema estável, queres preservar essa biblioteca, e queres manter a tua configuração geral, ou até queres apenas alterar qualquer coisa na configuração geral do sistema, fazes como?
      Sim, o arch era, e imagino que continue a ser, relativamente bem estruturada e o utilizador depende muito mais do seu conhecimento de Linux do que ferramentas com botões mágicos, e a telemetria até ver, fica à porta (estou a olhar para o Ubuntu), mas o que enderecei acima, realmente dava e pelos vistos continua a dar cabo da paciência a muita gente.

      • arc says:

        @Costa, eu considero o uso do AUR, para quem não tem conhecimentos médios/avançados um perigo, por isso mesmo o que relata é uma VERDADE. Aliás se pensarmos bem, é por isso mesmo que os pacotes no AUR, não fazem parte dos pacotes oficiais e devem em máquinas de produção serem utilizados com parcimónia.

        • Costa says:

          Usados com parcimónia?
          Modéstia a parte, acho que sabia o que andava a fazer, na altura em que usava o arch, mas mesmo NEM usando AUR, cheguei a perder tempo precioso, a ter dores de cabeça, com um “normal” mas relativamente perigoso pacman -Syu.
          Sim, se usava AUR eram enxaquecas na certa, e duravam tempo a mais.
          Chegou ao ponto em que tinha medo de escrever pacman -Syu, só de pensar que a todo o momento poderia ter problemas e tinha de perder tempo a fazer algo que devia ser automático. Nessa altura, o Judd Vinet era a figura principal do projecto.
          Num dos problemas, perdi demasiado tempo e disse chega, gostava muito da simplicidade do arch, mas o pacman, que parecia promissor, dava cabo da minha paciência, e updates eram uma sorte, ora corria tudo bem, ora eram tempos e tempos, ora a tentar resolver a “porcaria” por mim, ora na net a ver se mais pessoas tinham o mesmo problema.
          De realçar que nunca me senti enganado pela distro, e eles são claros nisso, os links que deixei em cima reflectem isso, já sabemos com o que contamos, há um limite, que se passarmos, estamos por nossa conta. Para um utilizador mais moderado, é muito boa distro, para um que exige muita flexibilidade, as dores de cabeça são constantes.

          • jaugusto says:

            Já uso arch puro á mais de 2 anos e não tenho problemas com o pacman – tb o xfce | lxde não complica as coisas como o gnome e as suas billions deps…
            Ter atenção que o manjaro usa o seu repos e servers proprios com um tempo diferente de actualizações e depois fazem a mistura com o aur e kaput

          • Costa says:

            jaugusto, eu não lhe posso falar pelos dois últimos anos, visto já não usar há mais tempo. Mas quando usava, nem 2 meses sem problemas, quanto mais dois anos.
            Sobre o ponto de vista da estabilidade da distro, no entanto, os relatos pela internet continuam a afirmar que, problemas em que a malta “parte” a configuração do arch, é o mesmo de sempre, fazer boot com um live cd, ou arrancar via grub no modo “partir pedra” e vai de perder tempo com aquilo, e claro, pesquisar na net se o problema é nosso ou se mais gente sofreu do mesmo.
            A árvore de dependências de um pacote, no arch, interfere com a árvore de outros pacotes, logo, problemas na certa, é uma questão de tempo.
            Não ter uma forma simples de testar numa espécie de contentor, uma nova configuração, testar se toda e qualquer modificação, desde instalar novos pacotes até updates funciona de forma esperada, e só depois podermos escolher passar a usar esse mesmo container, é para mim super limitativo nos dias de hoje, e na altura que usei não tinha nenhuma, agora tb acho que não tem.
            Mas as top distros (as mais usadas) neste aspecto são iguais ou piores, portanto o arch não está nem abaixo nem acima do que é a norma, infelizmente.

          • arc says:

            @ Costa…eu uso Arch para mais de 6 anos, e até hoje, não tive problema algum. Simplesmente e como disse, faço utilização do AUR com parcimónia. Nem todos os pacotes que lá se encontram merecem crédito de maior e ainda utilizo o XFCE como DE, pela sua leveza em termos de recursos para a máquina e pela facilidade de o colocar como eu quero em termos de funcionalidades extra.

            @jaugusto, é verdade sim, que o Manjaro utiliza o seus próprios repos e servers e tem um tempo de actualização bem diferente.

          • arc says:

            @Costa…”A árvore de dependências de um pacote, no arch, interfere com a árvore de outros pacotes, logo, problemas na certa, é uma questão de tempo.”

            Se for executado…sudo pacman -Rsn , vai remover o pacote com todas as dependências que não se encontrem em utilização por outros pacotes e ainda remove os files de configuração, como bem sabe.

          • arc says:

            Se for executado…sudo pacman -Rsn

            CORRIGIDO

            Se for executado…sudo pacman -Rsn

          • arc says:

            LOL

            Se for executado…sudo pacman -Rsn

            CORRIGIDO

            Se for executado…sudo pacman -Rsn

          • Costa says:

            Arc, eu não estava a falar só numa espécie de “garbage collector”, qualquer gestor de pacotes que não tenha um “garbage collector” hoje em dia, não se chama gestor de pacotes, é apenas um simples instalador.
            Eu estava a falar de algo mais abrangente, algo muito mais evoluído.
            Le bem a minha ultima mensagem. A interdependência entre bibliotecas por diversos software’s, a incompatibilidade de no mesmo “espaço”, coexistirem duas versões incompatíveis da mesma
            biblioteca, ou o conseguir fazer o track de todas as bibliotecas, e não correr o risco de ao actualizar uma biblioteca, termos que o software X, que é incompatível com tal actualização, deixa de funcionar.
            Já que gostas do assunto “containers”, imagina que estás no “user space”, e que nesse mesmo “user space” queres usufruir de todo o software que globalmente está instalado no computador, excepto algumas bibliotecas que precisas expressamente para construíres a tua aplicação em que estás a trabalhar. Se puderes, era bom criares uma espécie de “container” que tenha todas as especificações que necessitas, que possa ter todo o software que globalmente tens instalado, menos um conjunto de pacotes, ou bibliotecas que tu expressamente queres usar certas versões. Fazes como no arch?
            Provavelmente usas algo externo ao pacman, mas na realidade querias era que o pacman te pudesse dar uma solução, o que não acontece. Querias ter no mesmo “espaço”, tudo o que precisas, mesmo que haja incompatibilidades, e melhor, não queres ter essas incompatibilidades, e isso não tens nem no pacman, nem em debian tens com o apt, nem com a esmagadora maioria dos gestores de pacotes.
            Isto sim é flexibilidade, que por sua vez transforma qualquer alteração na maquina, seja actualização, seja instalação de software, seja desinstalação, uma coisa relativamente segura, com efeitos contidos. Muito mais poderíamos discutir sobre este grande assunto, mas este não será o lugar, é demasiado especifico para o publico alvo do pplware (sem desprimor atenção). Um dia destes, talvez te convide para discutirmos isto noutro lugar.

        • arc says:

          @Costa, eu percebi bem a sua ideia, e não deixa de ter razão, quando chama para a conversa os containers e o docker, etc.

          Esse já é o futuro finalmente.

          Mas como diz e bem, é um tema tão especifico e devido ao formato estipulado para os artigos do Pplware, aliado ao seu público alvo, seria fastidioso para a grande maioria dos leitores, avançar para uma discussão mais aprofundada sobre o tema, obviamente SEM qualquer desprimor para os leitores e participantes do Pplware.

          Aliás, eu mesmo acabei por reconhecer isso mesmo, quando em tempos abordei muito pela rama o tema docker e os containers.

    • William Neis says:

      Gnome é vida, sem Gnome não existiríamos. Dê sua alma e seu coração ao Gnome e ele te amará!

  2. outeiro says:

    As distro oficiais são: XFCE, Gnome e KDE. A “Comunidade Manjaro” oferece, com a mesma actualidade, neste momento, oficiais e comunidade, estão na versão 17.1.7: Bspwm, Budgie, Cinnamon, Deepin, i3, LXDE e MATE.

    Uso a versão MATE (painel Redmond) e estou satisfeitíssimo.
    Esta (MATE) pode seer configurada (Mate tweak – painel) na forma Fedora, Gnome 2, Mutiny, Redmond e Tradicional).

    ACONSELHO.

    Nota – sou um newbie, apesar de ter contactado com linux há muitos anos. Disse bye bye ao Win 10. A propósito tenho 72 anos e não sou informático, mas reformado de uma profissão liberal (médico).

  3. António Paulo says:

    É interessante, no entanto sendo o Linux Mint a minha preferida e a que utilizo actualmente, gostaria que também fizessem um artigo do género sobre ele. Uma das melhores características dele é que consigo instala-lo no meu Clasus x-trategy c-100 com um processador a 1.4 Gbt e 1 g de memória sendo o processador “No pae”. Noutras distribuições não tenho a opção de raiz “force pae” e nem sei se como introduzir este parâmetro. De qualquer modo é um bom artigo, os meus parabéns e agradecimento pelo vosso excelente trabalho de apoio e esclarecimento á comunidade.

    • arc says:

      @ António Paulo, sei que por exemplo em Ubuntu e derivados, aquando do momento de instalação, existe ou existia em tempos, a opção forcepae –forcepae, sendo esta flag aplicável de imediato.
      Sendo também e a titulo de explicação o PAE (Physical Address Extension), se não estou em erro, era somente para CPUs 32 bits.

    • Henrique Prego says:

      Excerto do primeiro parágrafo deste artigo: “Depois das nossas rubricas “Adeus Windows ou macOS! O elementary OS tem o que precisa” e “Farto do Windows? O Linux Mint 18 tem tudo o que precisa“, a nossa aposta recaiu agora sobre o já popular Linux Manjaro, uma vez que tem como base o Arch Linux”.

      “Farto do Windows? O Linux Mint 18 tem tudo o que precisa“

  4. Pedro says:

    Chamem a atenção para o facto do Manjaro ser a única distro Linux que trás atalhos para o Microsoft Office Online como se fosse uma app pré-instalada. Isso torna-o bastante actractivo para utilizadores normais de Microsoft Office.

    Deviam era ter escolhido a versão KDE ou Xfce que são as mais trabalhadas do Manjaro. Além de que tinha sido interessante focarem-se numa distro KDE/Plasma, depois de duas consecutivas em ambientes de trabalho GTK.

  5. António Paulo says:

    Um pedido de desculpa, pois não reparei no link para os tutoriais do Mint.

  6. arc says:

    Deixo uma curiosidade bastante importante para Arch Linux, que tem a ver com o repositório AUR o CPU da máquina e o tempo de compilação de pacotes.

    Como sabem, sempre que necessitamos de recorrer ao AUR, todo e qualquer pacote, vai ser compilado para essa mesma máquina e não utiliza por padrão a totalidade dos cores do CPU. Isto NÃO é um bug, é assim mesmo, na medida em que da mesma forma não existe um kernel optimizado para essa mesma máquina no momento de instalação (daí o uso sempre de um Kernel genérico em qualquer destro Linux), também todos os cores não se encontram optimizados.

    Compilar um kernel ou uma qualquer aplicação, tem um tempo de compilação, o qual pode ser maior ou menor, dependendo de vários factores, e um desses factores, é precisamente o números de cores + HT (HiperThreading), no caso de CPUs com compatibilidade Intel.

    Pensando nisso mesmo, eis um pequeno truque que acelera em grande medida esse procedimento….

    Se formos executar num terminal o comando

    $ lscpu | grep ‘^CPU(s):’

    a saída desse comando enunciado acima, tem como output (vou simular)

    $ lscpu | grep ‘^CPU(s):’
    CPU(s): 8
    [arc@arc-orbital ~]$

    Esta é a saída que eu verifico numa das minhas máquina com Arch Linux.
    Alias, nem é necessário o comando acima, basta simplesmente executar a aplicação Htop, para ver isso mesmo.

    Escabulhando a coisa…

    Num a primeira análise, estamos a usar todos os cores, é verdade, mas não estamos a tirar toda a potencialidade para a compilação.

    Executemos a edição do ficheiro /etc/makepkg.conf, para que dessa forma passe a utilizar a totalidade dos processadores lógicos e físicos disponíveis…

    $ sudo nano /etc/makepkg.conf

    Dentro de # ARCHITECTURE, COMPILE FLAGS

    e vamos procurar com a máxima atenção a flag (MAKEFLAGS), esta vai estar comentada (#), assim é necessário
    retirar o # e em lugar de MAKEFLAGS=”-j2″, alterar para MAKEFLAGS=”-j9″

    Caso seja um CPU Quad core, alterar para MAKEFLAGS=”-j5″

    Etc., etc.

    A regra é sempre …número de cores +1

    Existem mais alterações que podem ser realizadas no makepkg.conf, para espremer ao máximo o processo de compilação, mas por agora estas são uma grande ajuda.

    • SoulReaver says:

      Obrigado arc, ajuda e bastante…a última vez que instalei o “Clipgrab” já estava a desesperar com o tempo de compilação/instalação, mais de 20 minutos á espera…

    • Costa says:

      Julgo que a regra de numero de cores mais um é mito.
      Deves usar o numero de cores real.
      Isso se não me engano tinha a ver depois com a gestão que era feita sobre a percentagem carga de trabalho total do sistema.
      Epa, acho que vi isso explicado até num site qualquer afecto ao Gentoo, ou em perguntas relacionadas com esta distro. Se quiseres tento achar.

      • arc says:

        @Costa eu sei….uns dizem sim e outros não. SIm é verdade tem a ver com a quantidade de carga para o sistema.
        Sim, Gentoo é exímio em todo o processo de compilação e a distro mais rápida de Linux.

    • Amilcar Alho says:

      Esta dica dava um excelente artigo! PP, vamu nessa?
      É (quase!) só copy/paste!

  7. arc says:

    Importante, no caso do Manjaro Linux, e para todos aqueles que não possuem urticaria com o terminal, existe o Manjaro Architect, que permite a instalação mais personalizada, tipo uma mini.ISO onde todas as escolhas são realizadas via terminal. Funciona do mesmo modo que o tasksel no Debian.

  8. Filipe says:

    Uma questão para os experts de Manjaro e Arch: porque é que na maior parte das vezes que tento instalar uma aplicação do AUR, dá-me erro e não instala?

    Uma das principais razões que me poderiam fazer mudar de Debian para Arch seria mesmo o AUR, mas de vários programas que tentei instalar, apenas 1 ficou a funcionar. O que é que estou a fazer de errado?

    Sugestão para o Pplware: um artigo/tutorial de como utilizar correctamente o AUR.

    • arc says:

      O repositório AUR está habilitado?

      • SoulReaver says:

        Pode estar relacionado com a assinatura digital estar errada, a versão do programa a compilar estar errada…aconteceu-me recentemente com o Spotify, em que o compilador não incluiu na compilação a assinatura certa, e a versão também estava errada, para instalar e contornar esse erro tive de editar a compilação e alterar manualmente os dados, tal como sugerido por outro utilizador na página da AUR, que apresentou a PKGBUILD correta …caso contrário aparecia sempre o erro que menciona e não permite a instalação. Mas existem outras situações…quase todas se devem a uma compilação defeituosa…se não der para alterar manualmente é uma questão de aguardar que o compilador faça a correção da compilação.
        Espero ter ajudado.

    • arc says:

      O repositório AUR, não tem dificuldade alguma como vai perceber.

      AUR ou Arch User Repository, mais não é do que um lugar que é gerido por toda a comunidade de utilizadores do Arch Linux. Qualquer utilizador pode enviar os seus pacotes previamente compilados para esse repositório e colocar estes disponíveis para toda a comunidade.

      Se eles vão ser à posteriori incluídos nos repositórios oficiais do Arch, isso é outra coisa, e muitos deles, mas mesmos muitos, ficam para sempre no AUR.

      O AUR, contem no seu interior, o que se denomina de PKGBUILDS, descrição de pacotes, os quais permitem a compilação desde a origem com o makepkg e de imediato este ser instalado com o pacman.

      No Arch, utilizamos um wrapper, denominado Yaourt, que mais não é do que um empacotador para o pacman, o qual dá acesso ao repositório AUR.

      A utilização dos repositórios AUR é feita do seguinte modo…

      Habilitar o repo AUR

      Editar o ficheiro /etc/pacman.conf e adicionar as seguintes directivas….

      [archlinuxfr]
      Server = http://repo.archlinux.fr/$arch

      Gravar as alterações.

      Depois é necessário actualizar o a base de dados….

      sudo pacman -Sy yaourt

      Se queremos instalar o pacote pplware (eheh)

      yaourt -S pplware

      Se quisermos actualizar os repos oficiais e o AUR…

      yaourt -Syu –devel –aur

      Está explicado!

  9. emac says:

    Após este que tal: “Windows ou macOS para quê? Instale o Linux DEEPING”
    O que acham?
    Fica a sugestão…
    Obrigado

  10. Ric says:

    Malta qual é a distro linux que recomendariam para utilização basica/doméstica e para stream de videos (séries/filmes e futebol (acestream)!?

    Abraço e obrigado

  11. Ric says:

    Esqueci-me de mencionar que o PC já está mais ou menos ultrapassado (core i3 com 4 GB de RAM).

    Obrigado.

    • arc says:

      @Ric, qualquer distro…excluir todos os pacotes que não tem interesse, como suite office, programas de desenvolvimento, etc., etc. Instalar uma aplicação para ler ficheiros de audio/vídeo (VLC que também realiza uma quantidade de opções extra), um browser leve, os codecs e instalar o KODI e uns bons addons!

    • SoulReaver says:

      @Ric, para quem não está familiarizado com linux, na minha opinião Linux Mint será a melhor opção, visto que é a distro mais completa para quem quer um sistema “out of the box”…Xubuntu para quem quer um sistema mais básico, com base em Xfce e Ubuntu, estável e que permite ao utilizador instalar os seus programas preferidos e personalizar ao seu gosto…agora para quem está á vontade com linux, Arch Linux é sem dúvida o meu preferido…para quem tem mais dificuldade em gerir Arch “puro” o Manjaro ou Antergos são sempre uma boa opção.

    • FilipeMP says:

      Opta entre a familia Ubuntu/Mint.

    • António Paulo says:

      @Ric, também aconselho o Mint, sou novo no mundo Linux e salvo por querer aprender nunca necessitei de usar o terminal, isto numa utilização básica/doméstica e como se pode ver no meu comentário mais acima num computador que se o seu está ultrapassado este está 🙂 “morto”. Além disso têm uma ferramenta (@Costa, não sei se é possível no Arch) que se algo correr mal pode repôr o sistema, que se chama “Timeshift”. Só a única coisa negativa a meu ver, é a actualização no repositório oficial dos últimos pacotes estáveis, sendo que alguns chegam a estar com uma diferença de 3/4 realeases do último lançamento e aí sim pode obrigar ao uso do terminal.

  12. Nuno Santos says:

    É por estas e por outras que a Pplware bate todas e mais alguma. Topicos excelentes e users/admins sempre prontos a dar explicações. Parabéns a todos.

  13. Victor says:

    Qual o propósito de cada distro trazer um IM por defeito?
    Isto é, tenho aqui o HexChat no SolusOS e tem uma gigantesca lista de redes às quais posso me conectar.
    Utilização para falar com estranhos, têm amigos numa destas redes ou como é que isto funciona?

    • arc says:

      @Victor, é simples….o HexChat é padrão para quase todas as distros, por ser fácil e intuitivo e pertence a rede IRC, outros como o Pidgin, são multi protocolo e também intuitivos. Por norma, enquanto não conhecemos … são estranhos….e depois de conhecer alguns ficam estranhos!!!

    • Costa says:

      Nem todas as distros trazem IM por defeito.
      Há distros que são despidas de quase tudo, é o básico dos básicos, depois “constróis” tu à tua maneira.

  14. Allez says:

    Carrega pplware! Obrigado. Manjaro é certamente uma grande distribuição para chamar utilizadores dos sistemas proprietários do vale do silício. Utilizador não gosta do ambiente gráfico, experimenta outro, liberdade de escolha.

  15. Ric says:

    @arc e @SoulReaver

    Obrigado pela resposta, acho que vou experimentar o Mint.

    Valeu!

    • arc says:

      @Ric, eu no seu lugar, seguiria com Linux Mint mesmo, como afirma e bem o @SoulReaver. Tenha presente, que você está a dar os “primeiros passos” em Linux, sendo o Linux Mint, uma distribuição que lhe oferece quase tudo, sem motivos para se preocupar, com comandos e mais comandos. Depois um dia, quando começar a dominar a “fera”, quem sabe não vai mudar para outra distribuição.

      Qualquer dúvida, já sabe, “bata à porta”, alguém o irá ajudar.

  16. arc says:

    Caro PPinto, penso que deves fazer quando possível, um mini manual de utilização do pacman….isto promete!

  17. Napoleon Bonaparte says:

    Ah! Ah! Ah!
    Tô nem aí!

  18. CSalvador says:

    “…..O Linux Manjaro está disponível para sistemas com arquitectura de 32 e 64 bits”
    Ainda está disponível para 32 bits?

  19. Csalvador says:

    Obrigado pela informação, o artigo menciona as duas arquiteturas

  20. Miguel Carvalho says:

    Alguém já experimentou o Arco Linux? Uma distro independente baseada no Arch, com especial foco na simplicidade e em “tornar o Linux bonito”. O principal objectivo dos criadores é que o utilizador APRENDA Linux, para isso criaram centenas de tutoriais que ensinam a instalar a versão base do Arch, seguida da instalação e configuração das restantes “peças”. Quem não quiser gastar tempo a aprender, se preferir há uma versão “chave na mão”, já com várias aplicações pré-instaladas, e 3 DEs num só ISO: XFCE, Openbox e i3. Instalei há pouco tempo, e recomendo vivamente, tanto para iniciantes como para utilizadores experientes. O projecto em si focado na aprendizagem do utilizador é espectacular, experimentem: https://arcolinux.com/arcolinux-gallery/

  21. Ancient Gameplays (Youtube) says:

    Devo dizer que pelo menos esteticamente é bem bonito. Irei experimentar sendo que a minha ultima experiência com Linux foi quando o ubuntu mudou para a nova interface gráfica, por isso, já lá vai algum tempo 😀

  22. osvander says:

    Sou mais Deepin e ou mint cinnamom…

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