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Adeus Windows ou macOS! O elementary OS tem o que precisa(10)

Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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60 Respostas

  1. FernandoRJ says:

    Gostaria que fizessem artigos deste tipo com o Debian.

  2. ReinaldoR says:

    Debian é bastante bom e funcional, mas creio que o intuito do artigo era de informar quem usa OS mais “user friendly” acerca daquela que é provavelmente a distribuição mais parecida com Windows e macOS devido ao Pantheon. E no fundo, sendo baseada em Ubuntu, que por sua vez é baseada em Debian, até está lá perto 😛

    • Pedro Pinto says:

      Sim, era por aí. O debian é um bocado pálido graficamente 🙂

      • arc says:

        “é um bocado pálido graficamente”….Sim P Pinto, para isso é que existe a secção de Cosmetica.

        • Pedro Pinto says:

          chama-se “ArtWork” 🙂

          • arc says:

            PPinto, grato pelo esclarecimento e como eu sou da velha guarda, ando sempre a aprender algo novo. Então é ArtWork, muito bem…eheh

        • Amilcar Alho says:

          arc, podes dar sugestões nesse sentido?
          Se possível, podias criar um artigo com umas dicas!! 😉
          É que sinceramente, o debian é realmente um bocado pálido graficamente…

          • arc says:

            @Amílcar, a distribuição Debian, na sua essência, deixa para o utilizador final, todo o trabalho de casa para ser feito.
            Isto é, em termos de ambiente gráfico desktop, apresenta o básico bem cru, exemplo o XFCE, Gnome, etc., exigindo por isso mesmo, um conhecimento mediano/avançado de configuração, que o utilizador de hoje, rejeita quase sempre, porque quer tudo out of the box, gastando o mínimo tempo possível nesse tipo de quesito.

            Pessoalmente, em Debian, utilizo o método mais conservador do processo de instalação (mini.iso) e assim construo o meu Debian, todo apoiado na tasksel (seja para ambiente server ou desktop).
            Aliás a tasksel, é também aplicável a todo e qualquer derivado de Debian, para se criarem perfis de instalação, única e exclusivamente, com as ferramentas necessárias para o fim em causa.

            Excluindo tudo o que acabei de afirmar, é mesmo o processo “normal” de instalação da Debian, que em nada hoje em dia
            intimida qualquer utilizador.

            E aqui, voltamos ao problema, Debian, seja qual for o ambiente desktop, não tem perfumarias, é o básico e depois o utilizador vai perfumando com conjunto de ícones e temas a seu gosto, escolhendo de forma criteriosa quais as aplicações necessárias para a sua área de trabalho, etc., etc.

            #Eu particularmente, sou adepto de começar com algo feio, em bruto mesmo, tipo um pedreiro e moldar a “pedra” ao meu gosto e isso é dado pela Debian, começando logo pelo processo de instalação via mini.iso, depois prosseguindo com a ajuda da tasksel, etc., etc.
            Como também é dado pelo Arch Linux, que eu uso no dia a dia, no Slackware, Gentoo, etc. No entanto estas distros, como são designadas source-based, ficam sempre para outros propósitos e finalidades, estas não são (por agora) para os novos
            utilizadores no ecossitema Linux.#

            Mas esse NÃO é o caminho que o user de hoje quer, na medida em que deseja o peixe pronto a comer e saborear, do que aprender
            a pescar e a cozinhar a seu gosto.

            Eu, não estou a rejeitar esse caminho mais fácil, antes pelo contrario, para esses brainless-friendly, é o que deve ser.

            Assim o que poderemos esperar numa distro tipo Debian, é trabalho e mais algum trabalho.

      • Daniela Mercury says:

        Se vc quer ver uma distro feia, instale Void Linux Xfce. Vai voltar pros anos 90……. beijos

    • arc says:

      @Reinaldo, discordo desse conceito do “user friendly” aplicado a uma distro de Linux em pleno 2018, e passo a explicar.

      O ser user friendly, como vem sendo aceite até hoje, e que foi uma ENORME ajuda para o alargamento da comunidade de Linux users, foi um conceito aplicável a todos que não necessitavam nem queriam ser “aventureiros”, passando horas e horas a ler um conjunto infindável de man pages, documentação especifica para essa mesma destro, termos e condições de utilização, etc., etc.

      O utilizador não tem de saber, se a distribuição que escolheu utiliza o systemd ou qualquer outro init, etc.

      Mas aqui entra uma outra questão…Não seria isso o ideal?
      Obviamente que isso é o ideal, mas é destinado a poucos e cada vez ais esses poucos, são ainda menos!

      O que acontece hoje em dia, é utilizar o conceito “brainless-friendly”, ou se quiser, eu simplesmente recomendar uma distro ou conjunto de distros, em que esses utilizadores pouco se importam como tudo funciona, EXIGINDO somente que funcione como eles mesmo desejam.

      Tem como exemplo, o Deepin, Mint, etc.

      • Daniela Mercury says:

        Fala isso pros usuários de gentoo e slackware, facin facin… tudo facin

      • SoulReaver says:

        arc, pelos seus comentários parto do principio de que realmente percebe de linux e está bastante confortável com o Debian, e por isso mesmo venho pedir a sua ajuda…já utilizei várias distros, umas com base em ubuntu e outras com codigo próprio, sendo o Arch Linux a minha “distro” preferida, e nenhuma delas me causou os problemas que Debian causa, ou seja, sobreaquecimento da gráfica…o meu laptop tem uma Intel onboard e uma AMD Radeon dedicada, e todas as distros têm conseguido lidar com a gestão de energia e dual graphics, menos o Debian…será que me pode ajudar a tentar resolver este problema? O laptop nunca aceitou os controladores proprietários da AMD, sempre tenho utilizado os OpenSource sem qualquer problema, mas independentemente do Kernel utilizado ou desktop enviroment, o problema persiste em Debian…

        • arc says:

          @SoulReaver, nunca gostei das híbridas por causa disso mesmo. Mas vamos lá tentar resolver isso…
          Como user normal…execute num terminal
          $lspci | grep VGA

          e depois vamos analisar a saída…

          • arc says:

            Ops…o repositório non free está disponivel?

          • arc says:

            Ok, já resolveu….ainda bem.

          • SoulReaver says:

            A indicação que me dá sempre é que a dedicada está desligada e que a Intel é a que está a ser utilizada, mas o facto é que aparentemente não está…e realmente este tipo de equipamentos é complicado…é um tipo de hardware e configuração que só deveria estar disponivel nos equipamentos destinado aos gamers…para o utilizador comum basta uma GPU…

        • arc says:

          Honestamente eu ficaria mesmo pelos drivers open source em Debian.
          Ou então, sinceramente nunca usei….

          https://wiki.debian.org/NvidiaGraphicsDrivers/Optimus

          https://wiki.debian.org/AtiHowTo

          • arc says:

            Não pode alterar na BIOS, qual a gráfica default?

          • SoulReaver says:

            Não, a BIOS não permite, não tem essa opção… acho estranho o mint debian não aquecer tanto assim o laptop e debian puro aquecer a gpu desta forma…mas enfim…por enquanto vou continuar com Arch Linux… obrigado pela atenção, 1 abraço!!!

          • arc says:

            @SoulReaver, sinceramente lamento não poder ajudar mais, nesse ponto especifico. Sempre ao dispor.
            Faz bem, centre-se no Arch está muito bem acompanhado..eheh.

            Abraço

        • Marco says:

          Boas,

          Desculpem meter na conversa mas tb tinha/ tenho uma situação parecida mas com uma Nvidia.

          Afinal o problema não estava na gráfica, tive de instalar o tlp e mudar/baixar ao cpufreq. A partir daí o problema de aquecimento mudou muito.

          E fiz mais uns ajustes mas já não me lembro onde (nem apontei)

          • arc says:

            À vontade, sim o cpufreq, faz parte do pacote cpufrequtils o qual permite aumentar ou diminuir a frequência do CPU de acordo com as necessidades.

          • arc says:

            A maluqueira é que nestes laptops modernos são as híbridas, enquanto por exemplo, se formos optar por uma solução SLI Bridge em gráficas, mesmo sendo NVIDIA esse problema nem se coloca em máquinas desktop.

          • SoulReaver says:

            E no meu caso o meu laptop não aceita os controladores proprietários, o que eu acho estranho… tenho um amigo meu que tem um laptop da mesma marca que o meu, mas um modelo diferente e instala os controladores sem problemas…o que me dá a entender que a marca poderá eventualmente, no meu modelo ter adaptado a AMD ao restante hardware…e aí sim, já faz algum sentido alguns controladores opensource não conseguirem fazer uma gestão correta…

          • SoulReaver says:

            Obrigado pela ajuda Marco, mas também já tentei isso, mas sem sucesso…pelo que tenho lido ao longo dos anos as nvidias são menos problemáticas que as AMD…

          • Marco says:

            @SouReaver

            Agora no pc é mais fácil escrever 🙂

            Tinha temperaturas perto dos 90º (dito pelo sensors), instalei o bumblebee. Depois fiz alguns ajustes no tlp para diminuir a freq do cpu, aquilo parecia sempre que ia para overclock.

            Agora no máximo andam pelos 65º a 70º.

  3. jaugusto says:

    tlp-rdw – pode criar problemas com a wifi.
    Só tlp e editar /etc/default/tlp:
    # WiFi power saving mode: on=enable, off=disable; not supported by all adapters.
    WIFI_PWR_ON_AC=off
    WIFI_PWR_ON_BAT=off

  4. Nico says:

    usarei o linux o dia quer tiver adobe creative cloud e corel

  5. Dandan says:

    Só uma coisa: elementaryOS não aceita “ppas” como padrão.

  6. William Neis says:

    Ensina como mudar esse tema, que em 2018 não tá com nada!

  7. Nuno Anjos says:

    Quando a última versão do office correr numa distro de Linux com Outlook e tudo…. Aí sim vocês podem dizer que não se precisa de Linux, até lá…. Bem a razão porque o Linux ainda não vingou é não se ter o Outlook a correr nativo no Linux, acreditem ou não não há nenhum programa igual ou sequer parecido em Linux, no entanto com o. Net core já na versão 2 pode ser que seja desta que a MS se renda ao Linux

  8. Nuno Anjos says:

    Quando a última versão do office correr numa distro de Linux com Outlook e tudo…. Aí sim vocês podem dizer que não se precisa de Linux, até lá…. Bem a razão porque o Linux ainda não vingou é não se ter o Outlook a correr nativo no Linux, acreditem ou não não há nenhum programa igual ou sequer parecido em Linux, no entanto com o. Net core já na versão 2 pode ser que seja desta que a MS se renda ao Linux

  9. Daniela Mercury says:

    Office já roda no Linux sr. Desinformado.

  10. Me and me says:

    Todas as semanas falam sobre este SO para dizer o mesmo… Nem o título mudam…

    Podiam disfarçar melhor o patrocinio

  11. Daniela Mercury says:

    A distro Nitrux é super parecida com esse Elementary, seria um cópia?

  12. Luis Parallax says:

    Podiam fazer assim um artigo sobre o Slax ou o Zorin =)

  13. Zeca says:

    Linux MX 17 ou Manjaro

  14. ked says:

    Distro demasiado afeminada! Not for me!

  15. arc says:

    Bem, eu penso que só falta mesmo, a distro Pplware Linux aproveitando o trabalho já feito para a RasPi!

  16. Neto says:

    Estou muito empolgado com o UBUNTU MATE 18.04. Mas enfim, no mundo Linux cada um tem seu sabor. O Elementary é bom, porém sempre o vejo com mais bugs do que o Mint e vários sabores do Ubuntu.

    • arc says:

      Essa é uma das vantagens de existirem várias distribuições de Linux, podemos sempre escolher a que mais se adapta às nossas necessidades. Se está contente com o Ubuntu Mate 18.04, essa é a MELHOR distribuição para si. Aos poucos vá conhecendo as suas funcionalidades mais básicas e vá descobrindo tudo o resto, sem pressas, tome as suas notas/apontamentos do que realiza em alterações/modificações e vá construindo a sua distribuição ao seu gosto.

  17. Vitor says:

    Sim, até pode ser um bom substituto mas apenas para utilizadores avançados.
    Experimentei este SO e confesso ter sido uma total desilusão. O servidor vazio, sem aplicações para instalar foi mesmo mau. Com alguma dificuldade consegui instalar o libre office que depois não funcionou (possivelmente instalei a versão errada). Enfim, uma série de problemas que me levaram a abandonar este SO. Pareceu ser mais leve, sim mas dadas as dificuldades que encontrei, voltei ao Ubuntu. Este, apesar de ser pesado, tem tudo o que quem não percebe nada de Linux precisa.
    Claro que a culpa é minha, que estou a começar a tentar perceber o linux, daí a minha dificuldade em compreender os SO menos amigáveis.

    • arc says:

      @Victor, gostei de ler a sua aventura, é sinal que sem ajuda de ninguém, se aventurou por conta e risco, esbarrou num problema, não resolveu, mas não encolheu os ombros e desistiu.
      Certamente que por aqui e por outros locais de divulgação de Linux, irá certamente encontrar alguém sempre pronto a esclarecer algumas duvidas que possa vir a ter.
      Dentro do possível, sem pressas, vá lendo alguma documentação especifica para a sua distribuição, alguns tutoriais presentes no Pplware ou noutros canais, arrisque e avance.
      Dificuldades, todos temos quando começamos e mesmo mais para a frente ainda existem dificuldades que por vezes nem sonhamos, portanto, não devemos esmorecer NUNCA, quando desejamos algo.

  18. Redin says:

    Eu considero-me um autentico nabo em Linux, no entanto faço algum esforço para tentar perceber a mais valia.
    E mais uma vez, fiquei extremamente decepcionado com este Elementary que de elementar não me mostrou nada.
    Nem os ratos que tenho cá por casa, nenhum funcionou. Fiz várias tentativas para o instalar e apesar de ter sido fácil usar o teclado, nunca instalava. Umas vezes bloqueava, outras vezes não passava do inicio de instalação.
    Ou seja… não abona em nada as experiências para que eu tenho tido para aprender algo.
    Mas não me tendo dado por vencido, fui procurar o ultimo artigo que o Pplware lançou sobre o TrueOS e pelo menos fui muito fácil instalar e aceitar o hardware todo.
    Vou fazer por aqui uns testes para me ambientar. Vamos lá a ver se é desta que chego perto da conversão.
    Mas vou esperar sentado…

    • arc says:

      @Redin, nabos só existem nos hipermercados, nas mercearias de bairro e principalmente nas hortas!
      Talvez, sem os conhecimentos mínimos, isso SIM.
      Mas em abono da verdade, NUNCA vi ninguém nascer ensinado!!

      “Mas não me tendo dado por vencido, fui procurar o ultimo artigo…”, está a ver, quando a pessoa quer algo, mesmo que seja para ter um mínimo conhecimento, NÃO deve desistir?

      Divirta-se com o TrueOS

    • arc says:

      “Vamos lá a ver se é desta que chego perto da conversão.”
      Não queira se converter rapidamente ao Linux, não funciona dessa forma e não vai resultar.
      Para muitos utilizadores passa pela utilização simultânea de ambos os SOs, por motivos sobejamente conhecidos e que em grande medida eu até entendo.

      Se um dia se considerar confortável com a sua distribuição de Linux que escolheu, pense então se é o momento certo para a conversão ou não.

  19. arc says:

    @SoulReaver, fiquei a pensar no seu problema, talvez se faça alguma luz, com este tutorial
    https://www.dell.com/support/article/pt/pt/ptbsdt1/sln298475/a-guide-to-hybrid-video-on-dell-pcs-with-an-ubuntu-operating-system?lang=en

    Bem sei que é para Ubuntu, mas não custa nada tentar em Debian.

    Abraço

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