TOP 10 – Distribuições GNU/Linux mais populares em 2017


Destaques PPLWARE

103 Respostas

  1. João Pereira says:

    Arch linux rules aqui por este lado!

  2. J. C. Lopes says:

    Ubuntu 17.10

  3. Bruno Santos says:

    fedora 27

  4. Márcio says:

    Por aqui me fico com mint

  5. Tiago Marques says:

    True OS nao é uma distro Linux…

  6. Carlos says:

    Pensei que o Deepin estaria na lista.

  7. Daniel Varela says:

    Arch Linux e Ubuntu, mas cada vez mais Arch.

  8. Álvaro Campos says:

    Manjaro a correr sobre Hyper-V

  9. D!s0rd3r says:

    Arch Linux aqui também !!!

  10. Marco says:

    é bom voltar ver o opensuse e o Fedora.

  11. Abel Sousa says:

    Até á pouco tempo estava com o FerenOS, muito bom.
    Agora estou com o Ubuntu 17.10!

  12. Altair says:

    Linux Mint com cinnamom e realmente uma excelente distro, muito fácil, rápida, estável, também gosto do arch mais hoje em dia não quero ter trabalho para instalar uma distro, o mint instala rápido e já está pronto pra usar, assim como o Ubuntu, sempre recomendo essas duas.

  13. Tfmarques says:

    Fedora :)))
    Robustez, rapidez, segurança e fiabilidade

  14. XJarreta says:

    Atualmente uso um Mint customizado para rodar em modo live USB.
    Me ajuda quando preciso configurar roteadores e switches onde com o Windows falha.
    Porém sinto falta quando tinha instalado o Manjaro KDE.

  15. Myself_PT says:

    Estou a usar o Linux Mint 18.2 xFce num velhote Pentium 4 a 3GHz (32Bits) com 2GB de RAM, gráfica AGP 9600 de 128MB e disco de 200GB. Para a “velharia” que é até que não corre nada mal mas estando limitado a processador de 32 Bits é algo complicado querer “experimentar” outras distros mais recentes. Para meu azar tenho uma board da ASUS (P5VD2 MX-SE) e um processador Intel E2140 com 2GB de Ram que curiosamente é antí-linux. Por mais distros que tente instalar reinicia sempre…

  16. Cortano says:

    Atualmente tenho em VMs o Elementary e o Mint. Testei também o Fedora recentemente e está fixe tb.

  17. KISS says:

    Arch Arch Arch e as vezes o centos

  18. Ze_pombo says:

    Boas,
    Faltou dizer que é a lista da distrowatch que vigora neste momento.
    Não deixa de ser curioso que as pessoas preferem uma versão alterada (uma copia ) do original, mesmo que a cópia seja apenas um ambiente gráfico diferente ou um remake…
    TrueOS é uma cópia do FreeBSD, o Elementary OS é um remake do Ubuntu, que por sua vez é um remake do Debian, e para não ficar atrás, o Linux Mint parece ser ali uma coisa entre o Ubuntu e o Debian, o Manjaro e o Antergos são uma cópia do arch Linux, e o Fedora é uma versão remake do RedHat…
    Estranho mundo o nosso, em que o estranho será escolher o original como Debian, Arch Linux, FreeBSD…
    Também estranho é ser repetido vezes sem conta que o Windows é rei e senhor no mundo do desktop e que Linux só para servidores, ou trabalho, ou mobile, mas depois as versões mais usadas, segundo o distrowatch, são todas as que “oferecem” a melhor experiência para desktop, retirando da frente do utilizador a shell e os comandos e oferecendo as janelinhas e os ambientes gráficos todos bonitos, ou seja, estranho este nosso mundo…
    Cump

    • mijn says:

      quando nao se sabe o que se esta a dizer diz-se asneira…

      • Ze_pombo says:

        Caro mijn,
        como o seu comentário é meramente “nada”, pode então elucidar melhor as pessoas das asneiras ditas por mim? É que comentário como o que fez vale “bola”, tem zero informação, e se quer mostrar que percebe alguma coisa do assunto (mais que zero portanto), no mínimo dava uma explicação sobre os eventuais erros escritos acima…
        Cump

    • NT says:

      Nem é bem assim, todas as distribuições têm os seus se’s e por exemplo Fedora não é Cópia do RedHat. Mas sim o laboratório de testes da RedHat, podes é dizer que o RedHat vai buscar muita coisa ao Fedora…
      O windows ser rei e senhor… já foi. Agora em muitas partes do mundo em que é, outras nem por isso, depende de onde é que tiras essa “estatística” tipo se fores ao distrowatch o Windows não existe, ou aquela conferência anual da Apple… MacOS é o mais utilizado.
      Pena é que o pessoal vê o linux como “free” gratuito… Daí eu preferir o termo opensource.

      • Ze_pombo says:

        Boas NT,
        O senhor, ao contrário do camarada mijn, fez um comentário construtivo.
        A minha afirmação é de todo valia, as cópias e os remakes são preferencialmente escolhidos em detrimento dos projectos iniciais.
        Sim, o NT tem razão em afirmar que as distros têm os seus pormenores, mas muitas vezes são apenas pequenas diferenças. O caso do RedHat e do Fedora, é um caso em que uma distro passou a ser comercial, virada para as empresas, e houve um fork, e a versão do RedHat sem a parte empresarial ficou na vertente Fedora, mas o Core é o mesmo entre as duas, e a empresa por trás é a mesma, e as duas andam de mãos dadas.
        O Windows aparece por aí nas notícias como o mais usado em desktop, coisa que não bate certo com a escolha das distros que mais são utilizadas, a fazer fé no distrowatch, porque distros como o Ubuntu, o Elementary Os, e coisas destas é para quem quer fazer um típico uso de desktop.
        Como o José Leal disse, há distros com valor que no distrowatch não têm expressão, pois não têm como vertente primeira o utilizador de desktop, ao estilo Windows.
        A questão é que muitas distros são cópias de outras, mudando apenas o ambiente gráfico e pouco mais, tipo uns pacotes, ou um pormenor…
        Claro que algumas são meras cópias, como muitas das que seguem o Arch Linux, e há outras que já são um remake, como de um Ubuntu para um Debian, no entanto, pegando num Ubuntu, são visíveis semelhanças com um Debian. Claro que já foram mais as semelhanças, mas não deixa de ser um remake.
        Cump

    • Jose Leal says:

      Pois… eu uso Slackware, mas como é “primitivo” (segundo o distrowatch) ninguem lhe pega.
      Para mim, é a distro que menos me atrapalha: deixa-me fazer o que quero sem estar sempre a dizer “Hey! não podes fazer isso pq é perigoso!”
      Mas afinal de quem é o computador? Meu ou do sistema operativo?
      Slackware deixa-me fazer o que me apetecer, mesmo que isso resulte num PC que não arranca mais (já aconteceu). Mas é assim que se aprende.

      • Ze_pombo says:

        Boas José Leal,
        Também fui utilizador de slackware, sendo que a distro teve os seus tempos áureos talvez aí no final da década de 90 inícios de 2000, depois acabou por não ter tanta tração, e a falta de um gestor de pacotes, ao estilo apt ou pacman, aliado a teimosia do responsável pelo slackware, fez com que já bem depois tenha aparecido um Arch Linux, por acaso ao estilo do slackware, mas com um decente gestor de pacotes, e captou todos aqueles que não estavam confortáveis com um Debian cada vez mais desarrumado, nem com um Gentoo e as suas horas de compilação, nem com um slackware que para instalar um OpenOffice ou um browser era um filme com as dependências…
        Fiz tb esse caminho, Debian, Slackware, Arch Linux, sendo que o Arch parecia-me perfeito, e utilizei desde a versão 0.4,sendo que só usei na versão i686.
        Juntar a simplicidade e arrumação do Slackware com um gestor de pacotes de um Debian parecia ser a combinação perfeita. Depois vieram alguns problemas com actualizações, problemas esses que tinham resolução, mas que consumiam tempo que não tinha, e isso era um entrave ao rolling release, porque “partir” o meu sistema na pior altura fazia com que não fizesse updates com a frequência que queria, e era altura de mudar, mas para algo melhor, tinha de ser melhor que Debian, melhor que Slackware, e melhor que Arch.
        Experimentei NixOS, e desde que vi aquilo, tudo parece mau por comparação.
        Tal como o Arch me tinha parecido uma combinação perfeita entre um sistema simples e super arrumado com um gestor de pacotes decente, o NixOS faz isso mas de forma superior, acrescenta determinismo nas operações de gestão e instalação de software e na configuração do sistema, ou seja, do que conheço do mundo Linux, é das distribuições mais avançadas, mais bem conseguidas, e não tenho dúvidas de que aquele modelo vai ser o futuro de qualquer distribuição com pretensão a ser “confiável”, fiável, estável e reprodutível.
        Cump

        • Jose Leal says:

          O Slackware tem um gestor de pacotes decente.
          Mais uma vez, dizem que não é “decente” ou “primitivo” só porque não tem resolução automatica de dependencias.

          Nota1: isto é por desenho. O “dependency hell” é um problema raro, mas acontece com frequencia suficiente para ter um nome. O Slackware é um “one man show” e ele não tem tempo para lidar com essas coisas.
          Como utilizador, perfiro ser eu (e não o sistema operativo) a decidir as dependencias do software que instalo já que muitas delas são opcionais e podem não me interessar.

          Nota2: é estupidamente fácil acrescentar resolução automatica de dependencias ao Slackware. Para tal, basta consultar o site do Salix (que é basicamente um Slackware com dependencias).

          Nota3: o Slackware-current é uma rolling release, que de tempos a tempos congela e passa a ter numero de versão estável.

          • Ze_pombo says:

            Caro Joel Leal,
            Nos dias de hoje, em que instalar um browser ou um Office requer montes de dependências, só para referir o que toda a gente usa, e não ter no mínimo um gestor de pacotes com resolução automática de dependências “out of the box” é pura teimosia, é um erro. No mínimo o Slackware deveria ter um gestor que permitisse escolher entre resolução automática ou manual, visto nem toda a gente querer perder montes de tempo para instalar um programa qualquer num simples desktop, já se falarmos de servidores, serviços na nuvem, aí sim faz ainda mais sentido o maior controlo sobre as dependências, mas o slackware tb não é solução, longe disso…
            E mesmo o que era considerado minimamente “decente”, como o pacman ou apt, não resolve totalmente o “dependency hell”, que por acaso não é assim tão raro, daí a solução nix ser superior.
            Aliás, quanto ao dependency hell, é ver uma árvore de dependências de um sistema operativo, para perceber que depois de instalar muita coisa e desinstalar tb muitas coisas, é certo (com probabilidade 1) que vão acontecer problemas com as dependências.
            No momento, não conheço melhor solução para este problema do que a abordagem determinista que, por exemplo,o NixOS ou o GuixSD oferecem.
            Mesmo tecnologias que andam na moda, como Docker containers, não é determinístico (pelo menos até á pouco tempo), logo é uma solução inferior ao que Nix/NixOS trás para cima da mesa, já para não falar da interligação com o NixOps…
            Como antigo utilizador de slackware, não partilho da ideia de que mais trabalho manual é melhor solução do que automatização, nem percebi a teimosia do responsável pelo Slackware, logo mudei, e neste caso, estou a usar algo que segundo os meus standards, é francamente melhor e acredito ser o futuro.
            Cump

        • slblxs says:

          Bom dia, fiquei com alguma curiosidade em relação ao NixOS. Tal como o sr já instalei praticamente todas as distribuições linux, Debian, Fedora, Opensuse, Gentoo, Funtoo, Arch Linux e Void Linux, esta ultima actualmente em uso.
          Algumas questões que tenho e se pudesse esclarecer agradecia.
          1 – Esta distribuição é Rolling Release? Se não existe forma de configurar para tal?
          2 – Na configuração dá para alterar para pt-PT ou o melhor será deixar em inglês?
          3 – Em termos de pacotes, possui como por exemplo, chromium, vivaldi, Obs-studio, Smplayer?
          4 – Tenho visto no youtube apenas com plasma (kde 5 ) instalado, tem outros “desktops” Mate ou Xfce?
          5 – Qual o kernel utilizado lts ou current?

          Se fosse possível da sua parte esclarecer estes pontos, agradeço.

          • Pedro Pinto says:

            Vou experimentar também. Thanks

          • Pedro Pinto says:

            Vou experimentar também. Thanks

          • Ze_pombo says:

            Caro slblxs (e Pedro Pinto e demais leitores),
            desculpe a demora em responder mas no fim de semana foi difícil, e responder pelo telemóvel as vezes é complicado, principalmente se quero acrescentar links (os miúdos de 15 anos acham o contrario, coisas de “velho” dirão eles :-D)
            Como ponto prévio para quem quer experimentar, esta distro não é de todo aconselhada para pessoas iniciantes no mundo linux, ou que não tenham tido já contacto com nenhuma linguagem de programação, funcional de preferência…
            Quem já está à vontade com Slackware ou Arch, por exemplo, já tem um conjunto de skills e conhecimentos que permitem entender como o linux funciona, logo estão em vantagem, quem usa Ubuntu e derivados, esta distro é um salto enorme (na minha opinião claro).
            Nunca ter programado no modelo funcional, por exemplo, haskell, Ocaml, etc, tem uma pequena dificuldade inicial em perceber as vantagens da linguagem Nix, mas com vontade é fácil chegar lá, até os tipos da Oracle chegaram lá e agora Java está a tentar “surfar a mesma onda”…
            E claramente, para o utilizador que usa o computador apenas na perspectiva do “básico”, usar o browser, ver/ouvir filmes/musica, email, editar uns documentos, editar umas fotos e redes sociais/chats de conversação, esta distro, pelo grau de complexidade que impõe, não é adequada. (minha opinião claro)
            É adequada para “profissionais” de IT, programadores, DevOP, servidores, cloud e por ai… (e para os laptops e desktop destes fulanos portanto :-D)
            O melhor link (no geral ) que posso fornecer será este :
            https://nixos.wiki/wiki/
            Devem seguir o quadro getting started, principalmente os manuais Nix Pills (um género de introdução a este mundo, ao estilo matrix, é ir tomando os pills lol), o NixOS manual e o Nix manual.
            Tem tb aqui o link da distrowatch https://distrowatch.com/table.php?distribution=nixos para uma referencia geral…
            Respondendo então ás perguntas,
            1) “rolling release”, no seu sentido mais geral, sim é uma distro rolling release… Bem, NixOS é uma distro híbrida (binários e source code), a definição de rolling release é espartana, mas tem aqui a explicação https://nixos.wiki/wiki/Nix_Channels

            2) A configuração base é num único ficheiro, /etc/nixos/configuration.nix e é tudo configurável, incluindo a língua.

            3) Este link https://nixos.org/nixos/packages.html# é tipo um index dos pacotes, se bem que na linha de comandos depois dá para fazer pesquisas sem ter de ir ao site, é até aconselhável pela linha de comandos
            Tem o chromium, o que tb uso, Vivaldi, Opera, Firefox.
            Tem o obs-studio (eu nem sabia o que isto era lol) e tb tem o smplayer.

            4) Eu nao gosto de KDE, usei quase sempre o gnome (ou se possível Xmonad), mas tem o KDE, o Gnome, o Xfce.

            5) Eu, neste computador, uso o lts 4.9.X, mas é possível usar a versão que se quiser…

            Como comentário final, para quem é profissional de IT, é dar uma olhadela nas ferramentas nix-env, nix-shell, nix-shell e nix-store.
            Para quem quer experimentar uma coisa de cada vez, podem usar apenas usar o gestor de pacotes directamente na distribuição que estão a usar (tipo Arch + Nix package manage), sigam o link https://nixos.org/nix/manual/
            Se gostarem do que vêem, então NixOS é a próxima paragem.
            Cump

            Cum

          • slblxs says:

            Desde já obrigado pelas dicas e testei numa virtualbox o kde 5. Descobri como disse que dá para definir a linguagem entre outras coisas. Já corri a wiki e o youtube e ainda nao encontrei forma de instalar o Vivaldi. Existe algum passo que estou a falhar? Desde já obrigado pela sua disponibilidade.

          • Ze_pombo says:

            Boas slblxs,
            se quiser o programa acessível globalmente na maquina (a todos os users), é instalar globalmente via o ficheiro de configuração /etc/nixos/configuration.nix, em environment.systemPackages = with pkgs; [
            #isto é um comentário, acrescentar aqui os programas que quer #instalar globalmente, separados por um espaço ou linha a linha, por exemplo
            emacs
            chromium
            vivaldi
            ]

            Se não especificar a versão, irá ser a instalado a versão por defeito daquele channel, neste caso, como teste, sugiro não especificar a versão.
            Cump

          • slblxs says:

            Muito obrigado pelas suas explicações e paciência comigo. Só mais uma questão qual o comando parta actualizar todo o sistema, como por exemplo o Arch linux, pacman -Syyu.

          • Ze_pombo says:

            Boas,
            Desculpe a demora mas o site do Pplware não funciona exactamente como um fórum (sim têm um fórum), logo fica difícil acompanhar todos os comentários que se faz em todas as notícias.
            Respondendo à sua pergunta de como actualizar ao estilo do arch Linux, tem aqui https://nixos.org/nixos/manual/index.html#sec-upgrading uma explicação melhor que eu pediria dar em meia dúzia de linhas.
            Uma dica ao Pplware, podiam fazer uma espécie de link entre o vosso site e o próprio fórum, notícia a notícia, e toda a interação entre as respostas dos utilizadores seria um mirror de um lado pro outro.
            Assim seria possível maior interação entre todos, e cada utilizador aproveitava as funcionalidades de um fórum e já conseguiria seguir todas as suas intervenções e respostas, pense nisso Pedro Pinto.
            Cump

          • Pedro Pinto says:

            Escreve la é um artigo sobre o NixOS e oferece aos milhões de leitores do Pplware 🙂

          • Ze_pombo says:

            Caro Pedro Pinto,
            Tenho tido dificuldade em responder, não sei porque mas tem dado erro quando respondo.
            Aceito a sua proposta, contacto então em breve para falar melhor do que o Pedro espera do artigo, o que é essencial, que limites tenho, etc.
            Cump

  19. Carlos Castela says:

    Ubuntu

  20. jaugusto says:

    Archlinux e o bom do Debian como backup num hd externo.
    – Versões netinstall/minimal para ter coisas levezinhas e não ter download distros cada vez mais pesadas.
    Fedora foi assim assim e Opensuse ( primeira experiencia no linux) irrata-me com as suas pequenas coisitas;

  21. SIMPs says:

    Ubuntu ♥️

  22. Paulo F. says:

    Arch sempre. Já usei outras mas volto sempre às Arch based.

  23. Hélio Martins says:

    Ubuntu Mate. E estou a amar.

  24. Danilo says:

    Uso deepin em casa e Mint cinnamon no trabalho. Quero experimentar o Debian só por curiosidade, estou satisfeito com o deepin 🙂

  25. Ferreira says:

    Pessoal, trueOS não é Linux, é BSD:
    https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Berkeley_Software_Distribution
    Acho que o título do artigo não está correcto.

  26. Luiz Felipe Vianna says:

    Ubuntu e elementary os

  27. Hugo Freitas says:

    Não percebi, então a lista dos 10 Linux mais usados começa com o TrueOS que é baseado em FreeBSD? Mas então, se assim é… não é Linux! Por Linux entendo toda a distribuição que use Kernel Linux, que parece não ser o caso do TrueOS. 😐

  28. Hugo Gomes says:

    Tanto linux e as bases deles sao so 2. É a mesma coisa que ter 30 windows diferentes mas como código base o windows 10 o resto é mais flores menos flores

  29. Nuno says:

    Manjaro para mim é o melhor… Por variadíssimas razões

  30. Aguamenti says:

    Passado: Ubuntu, Elementary, Manjaro
    Actual: Linux Mint, devido à grande estabilidade.

  31. Bruno Jacob says:

    Seja em trabalho, seja em casa, só uso Ubuntu, mas o Ubuntu 17.10 em gnome 3 é um tiro num pé. Não gosto, não estou a conseguir adaptar me. Já testei o Mnt mas achei tão pesado e instavel, pode ser de o Cinnamom quando o testei ser ainda novo, mas era tão pesado. Qualquer dia mudo para arch se é assim tão bom!!!!

    • João Pereira says:

      Arch linux para mim é a melhor que tive, comecei com o fedora core como se chamava, já testei, estive muito tempo com o pclinuxos, e com o Debian, o Ubuntu derivados não convencem, com ppas e coisas do género.

      Arch, é cutting edge, é rolling release! Sem ter que andar com a cabeça à roda.

  32. João says:

    openSUSE não é Novell!!!

    A Novell Já foi comprada pela Attachmate a qual, por sua vez, foi comprada pela MicroFocus!

    Como tal, o openSUSE é patrocinado pela MicroFocus, não pela Novell (Novell já nem existe)!!!

    Na verdade a MicroFocus voltou a criar a SUSE como uma “divisão” da empresa

  33. Osvander says:

    Meu querido Pclinuxos, não esta na lista e o open mandriva? Pelo ao menos o mint esta !!

  34. Deivid Silva says:

    Deepin!!!

  35. Rabinski says:

    Ubuntu (Ubuntu Gnome) 🙂

  36. Nuno Santos says:

    Por aqui Mint, andei a volta do arch mas a instalacao atrofia-me o cerebro ainda .

  37. Gilson Silva says:

    Atualmente estou usando o Linux Mint e o avô dele, o Debian.
    Mas no meu dia a dia estou usando mais o Debian, pois estou mais adaptado a ele do que ao Linux Mint.
    Já experimentei várias distros cópias mas sempre voltei para o Debian, nada como usar uma distro pura. Recomendo usarem o Debian, pois é um sistema estável, rápido e seguro.

  38. Jose Leal says:

    Uso Slackware, com varias outras distros (e varios windows) em VMs.

  39. Rômullo says:

    Mint, sem mais a falar

  40. Luiz says:

    Já testei várias distribuições Linux, porém não consegui fazer a migração. Todo o mundo opensource é muito bom mas a usabilidade e compatibilidade da M$ para software específico de produção audiovisual deita por terra as tentativas de migração.

  41. António Paulo says:

    Já usei várias distribuições, mas a minha preferida na altura foi o PinguyOS, pena que “Fechou” e tb gostei do Caixa Mágica, o qual não sei nada agora. Atualmente devido à máquina que tenho, que é um Clasus x-trategy C100 :Intel® Pentium(R) M processor 1400MHz e 1 Gb de RAM tenho isto instalado: Linux Mint 18.2 Sonya 32-bit Kernel Linux 4.8.0-53-generic i686 com ambiente gráfico MATE 1.18.0 . Embora não seja rápido, tendo em conta o hardware que tenho até surpreende o que consigo fazer com ele, não tenciono mudar tão depressa, se arranjar uma máquina melhor gostava de experimentar o deepin.

  42. Gekko says:

    Antergos com Gnome 3, rolling distro acesso ao AUR para ter versões mais actuais de aplicações, estável, canais de chat da comunidade muito bons para quando precisas de ajuda + o forum, mais a Arch Wiki que tem tudo sobre tudo o que possas querer saber sobre Linux.

    Instalação é sem espinhas com o net install

    O Gnome Accounts permite integrar sem espinhas (calendários, contactos, ficheiros) com nextcloud o que é muito fixe para sincronizar ficheiros e info por vários dispositivos

    Fixe ver Arch na Lista e o desmistificar que arch é um bicho de 7 cabeças

  43. informado says:

    Linux Fedora e Linux FatDog64

  44. Viriato says:

    Centos à muitos anos.

  45. fmaciel3 says:

    Tá invertido ai.
    O Debian é pai do mint deveria vir em primeiro.

  46. delaorden says:

    Sempre o mais do mesmo, ou seja, todos se parecem, sem grandes inovações, todos são derivativos de outros…..testo sempre todos e n minha opinião, ou essa turma se une em um único projeto ou estará fadado ao simples “bonito” “roda em máquina velha” e por aí vai……claro que os servidores corporativos blablabla estão fora deste grupo. Linux é ótimo…. mas não chega ainda aos calcanhares de Windows ou Mac. Valeu….

    • Camt says:

      É uma opinião eu pessoalmente não concordo, todos eles têm defeitos e feitios por assim dizer. A M$ não partilha totalmente a tua forma de ver tanto mais que já mudou de opinião sobre o Linux, já não lhe chama cancro e sim um forte concorrente (a compra da Novell já há uns anos e a recente associação com a Canonical para não falar nas licenças de Linux que eles possuem e vendem direitos de comercialização à Google por causa do android no qual ganham bastante) já pensa pôr servidores a correr com um linux feito por eles. A Apple com o Mac e assim com os restantes produtos, continua com a ideia de que eles são os melhores, atenção que para mim para edição de vídeo e som são muito bons mas rapidamente ficam desatualizados. Ambas as empresas descobriram gratuitidade (especialmente a M$), fornecem um programa base e todo o resto tem que ser pago e para ser renovado ou atualizado tem de ser pago

    • Nelio Sousa says:

      Profissionalmente sou obrigado a usar Windows 10, mas que coisa ruim.
      para executar trabalhos fora do escritório. Linux. com apache2, PHP, phpmyadmin e mysql, funciona muito melhor que o Windows 10. Bom… se for para jogos, retiro o que disse.

  47. Árgon Fernandes says:

    Ubuntu 16.04 LTS

  48. Camt says:

    Neste momento estou a usar o Linux Lite as máquinas que eu tenho são antigas mas a minha distro de eleição é o manjaro ou o MX-16. 🙂

  49. Djo says:

    PhoenixOS (android-x86) cm terminal e root. Deepin. Debian

  50. Clodoaldo says:

    Linux Mint e Fedora Workstation

  51. eduardo montes says:

    Boa noite, ca por casa Lubuntu e Pepermint

  52. Nelio Sousa says:

    deepin. Simples, estável, completo, rápido e lindo

  53. José Serra says:

    Ubunto 14.04 LTS, ainda.
    Satistaz necessidades, tendo em conta a máquina com 1 GB de RAM.

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