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E se em vez de destruir a Estação Espacial, alguém a reciclasse? Vale 1,5 mil milhões

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Rui says:

    Portanto estes gajos querem poupar dinheiro construindo fabricas no espaço que ideia de m****, os materiais podem ser valiosos mas reutiliza los é praticamente impossível que muito mais caro do que arranjar novos na terra. O problema é darmos tempo de antena a esta malta se querem tempo de antena apareçam com planos protótipos e custos associados não é só cuspir da boca para foram

    • Pedro+H. says:

      Não percebo porque tem que ser uma ideia de m*** como diz. Mesmo que os materiais e o dinheiro envolvido não justifiquem o investimento, eu acredito que a indústria pode aprender bastante com as técnicas e procedimentos envoltos no processo de reciclagem. Desmontar coisas, retirar equipamentos de órbita para um estaleiro espacial e aprender a construir equipamentos baseados no espaço é um dos passos para termos um ponto de partida mais barato a longo prazo de futuros espaço-portos.
      Eu diria que primeiro temos de resolver o problema da propulsão, que a meu ver ainda é bastante dispendioso.

  2. Manuel da Rocha says:

    Falta é dizer, que precisavam de 600000 vezes, o valor, assumido, para que a reciclassem. O que não é prático, nem possível, antes de 2500, pelo menos.

  3. Gringo Bandido says:

    È deixar cair para a terra que começa logo a aparecer “peças” no OLX no dia seguinte, tugas!

  4. PJA says:

    É evidente que era útil e ecológico reaproveitar os materiais da ISS, mas infelizmente não acredito ser possível, não há tecnologia e os custos são elevados. Lamento, é lixo caro, é fazer a reentrada e não pensar mais nisso.

  5. Joao Alves says:

    Project iROSA array, the eight current arrays are currently capable of generating 160 to 220 kilowatts of power during orbital daytime, about half of which is stored in the station’s batteries for use while the station is not in sunlight.

    Since the station is often not in direct sunlight, it relies on rechargeable lithium-ion batteries (initially nickel-hydrogen batteries) to provide continuous power during the “eclipse” part of the orbit (35 minutes of every 90 minute orbit).

    Haverá outros sectores com sinais positivos para validar o projeto a que a noticia se refere.

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