Os últimos dias têm sido marcados pelas notícias que chegam da ilha espanhola de La Palma por causa do vulcão Cumbre Vieja. As notícias mais recentes revelam que o cone do vulcão Cumbre Vieja colapsou parcialmente.
A revelação foi feita por Carlos Lorenzo, geólogo do Instituto Geológico e Mineiro de Espanha.
Relativamente ao tema pandemia por COVID-19, as opiniões são diversas mesmo até dos especialistas. Há quem acredite que o vírus SARS-COV-2 nunca vai desaparecer, mas o especialista em saúde pública Francisco George, admite que o vírus pode vir a ser erradicado.
Francisco George considera que a ciência tem hoje ferramentas para eliminar o vírus que provoca a COVID-19.
O tempo passa, a informação sobre a doença é complementada com mais estudos, há mais conhecimento e certezas, tudo isto apesar da pandemia não estar ainda resolvida. A vacina foi um trunfo fundamental, como mostram os números, mas as máscaras tiveram – e têm, um papel importante quer para proteção individual, quer coletiva. Se ainda existisse uma remota dúvida sobre a eficácia das máscaras, um estudo recente veio mostrar a importância do seu uso.
É verdade que a doença COVID-19 foi castradora dos direitos e das liberdades dos seres humanos, no entanto, há algumas lições a tirar e muita aprendizagem a reter. O uso de máscara poderá ser útil para conter outras doenças, como a gripe, por exemplo. Então quais as máscaras que são efetivamente eficazes?
A Apple sempre teve um grande empenho em desenvolver elementos facilitadores e tecnologias de integração para pessoas com algum tipo de incapacidade. A área Acessibilidade dos seus vários sistemas operativos é uma compilação desses mesmo elementos que ajudam a colmatar barreiras de milhares de utilizadores. Assim, a empresa quer continuar esse caminho e pretende usar a câmara do iPhone para detetar autismo infantil.
O autismo é uma perturbação complexa do desenvolvimento que se manifesta ao nível comportamental e social. Os sinais geralmente aparecem durante a primeira infância e é aqui que a Apple quer perceber os primeiros sinais.
A exploração do que está além da Terra tem adquirido muita atenção e as ideias que surgem são mais mirabolantes do que as anteriores. Desta vez, a novidade surge pela boca da Rolls-Royce que está a desenvolver um reator nuclear para mineração da Lua e Marte.
A empresa divulgou um estudo sobre opções de energia nuclear para foguetes espaciais.