Quantcast
PplWare Mobile

Apple acertou, as vendas da coluna inteligente HomePod aumentam 180%

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Zé Fonseca A. says:

    Acertou ou foi o efeito novidade aliado a preço baixo? Pessoalmente não gosto do produto, muito fraco.

  2. Daniel Sousa says:

    Não sou um especialista de mercados, mas acho absolutamente incrível todos os números que se associam à Apple. Há quem goste, há quem não goste, mas são um fenómeno tremendo. Afinal onde irá parar esta empresa? Parece cada vez com mais domínio e com um domínio mais abrangente.

    • Vítor M. says:

      Uma excelente pergunta. Onde irá esta empresa?

      Ora bem, a Apple está a reforçar o seu domínio no mercado dos smartphones. A reforçar o seu domínio no mercado dos smartwatches, a reforçar a sua oferta no mercados dos computadores pessoais, a reforçar a liderança no mercado dos vestíveis, está a reforçar a sua presença no mercado da oferta de conteúdo de TV, está a reforçar a sua presença no segmento Apple Music, está a reforçar a sua liderança no mercado dos tablets e está a reforçar o seu mercado das pequenas grandes novidades, onde se integram os AirTags.

      Depois, a empresa está a desenvolver o futuro, e este futuro passa pelo seu próprio carro elétrico autónomo, a sua rede de comunicações por satélite e uma oferta alargada em serviços de saúde e bem-estar.

      De forma tentacular vai chegar a todos os segmentos de mercado com a sua própria oferta, como acontece hoje nos carros, com o CarPlay, por exemplo ou com a chave NFC no iPhone.

      Mas há mais atrás. Sobretudo criar a sua própria rede de desenvolvimento de hardware e fabrico para não depender de terceiros e distribuir essa rede pela Ásia, Europa e América.

      O M1 irá abrir a oferta de computadores para atacar o mercado dia PCs no segmento empresarial.

      Serão estás as linhas mestras da empresa para os próximos 6 anos.

  3. dfs says:

    Isto parece uma não notícia.
    Se a apple descontinua um produto que custa mais de 300 euros, e substitui por um outro que custa 100 euros e que faz basicamente o mesmo, parece óbvio que iria vender mais. É certo que tem menos qualidade de som, mas para a maior parte das pessoas esta satisfaz bem.
    aumentar as vendas em 180 %, parece-me até pouco.
    Quase todas as pessoas que conheço com iphone e tem um relógio inteligente, este é da Apple, o mesmo acontece com tablets e afins. Contudo a maior parte das pessoas que conheço com Iphone e tem colunas inteligentes, é da google ou da Amazon. Penso que este produto ainda não teve a adesão que a apple queria, vamos ver o futuro.

    • Vítor M. says:

      Não leste tudo? A questão foi que o mudar o foco da coluna e concorrer diretamente com o mercado da Amazon e Google trouxe-lhes o que com a outra, substancialmente melhor, não trouxe. Acertaram quando lançaram a mini. Contudo, o aumento da venda dos HomePods originais após terem dito que ia ser descontinuado é que mostra que afinal essa coluna até tem mercado. Mas algo falhou quando a lançaram (não, o preço agora é o mesmo do início).

      “Contudo a maior parte das pessoas que conheço com Iphone e tem colunas inteligentes, é da google ou da Amazon.” Cá em Portugal da Amazon? Não acredito muito nisso. Não deves morar cá em Portugal. Olha aqui: https://pplware.sapo.pt/internet/echo-e-echo-dot-da-alexa-disponiveis-para-clientes-de-portugal/

      “Penso que este produto ainda não teve a adesão que a apple queria, vamos ver o futuro.” A Apple ainda não a vende em todos os países, em Portugal não se vende, nem no Brasil… por exemplo, o que mostra ainda haver uma grande margem de progresso.

      • Miguel Ferreira Pinto says:

        Vítor, acho que está um bocado equivocado em relação à quantidade de colunas Echo em Portugal. Isto dito por alguém que tem iPhone, por isso não ache que digo isto tipo Apple hate.

        Há uma grande comunidade Amazon em Portugal. Há até malta que combina group buys em Espanha para ir buscar as colunas lá.

        Em minha casa tenho 4 echo’s, por exemplo, e muitos amigos também.

      • Hugo Sousa says:

        Para lhe ser sincero tenho imensos produtos da Apple, nem sei quantos. Isso por um lado traz-me qualidade de vida (caso contrário já não os teria), mas ao mesmo tempo cria-me uma sensação de estar numa posição de vulnerabilidade face à Apple. Se quiserem sabem mais da minha família do que eu próprio, já para não falar que têm o meu interesse motivacional por adquirido. Não perco tempo sequer em procurar sistemas android por exemplo. Estava a questionar também em quais são os ganhos e os riscos associados a uma empresa de tecnologia que cresce tanto que fica “com as pessoas nas mãos”. Eu não me sinto nas mãos da Apple nem tenho paranóias associadas aos dados. É mais na filosofia de dependência que estão a criar nas pessoas. Exemplo: se comprar um automóvel da Apple, terei que usar iPhone e AirPods para ter uma boa experiência no carro, etc etc etc

        • Vítor M. says:

          Parece-me uma situação não face à Apple, mas já no âmbito da nossa dependência da tecnologia. Por exemplo, a Apple não tem TVs, usamos outras marcas, mas temos uma tendência para certas marcas. No entanto, se essa marca se encaixar com tecnologias compatíveis com os dispositivos Apple, é um ponto a favor dessa escolha porque podemos ficar a ganhar em termos tecnológicos, já que vamos tirar mais proveito.

          E temos também a tendência para querermos ter um conjunto de dispositivos que tragam algo mais no seu conjunto. Aí, concordo, a Apple tem essa faceta, oferece mais quando usamos o ecossistema. Esse é o grande desafio dos concorrentes, porque de facto é um trunfo poderoso da Apple, ter uma oferta transversal com qualidade por forma a ter o utilizador bem servido e curioso.

          • Daniel Sousa says:

            A dependência da tecnologia é um dado adquirido, talvez nunca mais mudemos ou queiramos mudar isso. Há dois lados da moeda, nós escolhemos claramente o desenvolvimento tecnológico. Já a dependência das marcas, os ecossistemas da Apple parecem-me tão bons quanto perigosos para a nossa vulnerabilidade e capacidade de escolha. Com sistemas de neuromarketing cada vez mais refinados, com o machine learning e AI também cada vez mais refinadas, o nosso livre arbítrio está em risco, principalmente quando nos “oferecem” “presentes” tão gratificantes. A Apple tem uns tentáculos enormes, e uma ambição ainda maior. Não quero entrar em paranóias mas faz todo o sentido haver uma legislação que acompanhe todo este desenvolvimento.

          • Vítor M. says:

            Claro, somos animais de hábitos. Não somos dependestes só da Apple, ou da Google, ou da Microsoft, ou da Mercedes, ou da Tesla, ou da BMW ou de muitas outras marcas que têm enormes ecossistema e ou produtos que são os representantes de segmentos.

            A Apple tem tentáculos enormes, mas não é uma marca barata. Logo, a partir desse ponto (o preço) não é todo o utilizador que tem acesso ou que quer gastar o seu dinheiro num equipamento. Pior é a Google. Telefones baratos, embora a grande parte são fracos, motor de pesquisa que se confunde, para milhões de pessoas, como a própria internet, um cliente de email que tem o maior número de utilizadores e um browser que é o que tem o maior número de utilizadores.

            Essa é a área de envolvência na utilização até com dispositivos abaixo de 100 euros. Depois é o Google Maps, que é usado para orientação e um vasto leque de outros serviços que usam o mesmo algoritmo para “vender publicidade” e condicionar as escolhas do utilizador. É nas decisões de consumo e de tomadas de posição na vida, como o ato de votar ou escolher quem os lidera, que está o perigo. A esse ponto temos de adicionar o Facebook e o Twitter, Tik Tok e Instagram.

            Aí sim o problema entra tecnologias machine learning e AI que condicionam os utilizadores, e vimos vários exemplos, como o caso gravíssimo Cambridge Analytica.

            Estes são serviços muito mais tentaculares, porque chegam a todos os estratos sociais e isso torna a manipulação assustadora. Não é o utilizador ao usar um iPhone, com Apple Watch e AirPods que vão ser manipulados, até porque a Apple tem um interesse na usabilidade e qualidade de experiência. O problema está noutros pontos, onde estão as pessoas com o cérebro lá ligado, como o Facebook, WhatsApp, Instagram, Tik Tok e muitos outros mais dedicados ao mercado chinês.

  4. lapizazul says:

    Produto muito fraco comparado com a concorrência. Talvez o factor novidade tivesse ajudado, mas daqui a um ano falamos deste “crescimento”

    • australopithecus says:

      Qual é a concorrência mesmo? Procuro colunas compativeis com AirPlay com valor próximo dos 100€.

      • Zé Fonseca A. says:

        Não tens.
        Já no segmento premium, cá por casa é só Sonos. Jamais compraria uma coluna de 100€, gosto efectivamente de ouvir musica, range é tudo e colunas por menos de 500€ dificilmente têm alguma qualidade.

        • iDroid says:

          Eu adoro ouvir música, mas não é preciso nem de perto nem de longe dar €500 para cima em colunas para ter um som de qualidade.

          Eu comprei já há uns anos umas Edifier r1280db e têm uma qualidade brutal para o seu tamanho.

          Se as de €500 e mais caras são melhores? É melhor que sejam, e já ouvi demonstrações de colunas estupidamente caras. Têm melhor qualidade de som, sem dúvida, mas estavam conectadas a um amplificador topo de gama, o que adiciona outra grande quantidade de dinheiro.

          Para mim, a diferença de preço não justifica a relativa pequena diferença na qualidade de som.

      • Miguel Ferreira Pinto says:

        Não há. O melhor que tem é a Sonos One, que é um pouco mais cara, mas tem melhor som.

        Perde é nas questões de smart home e find my, porque o Home Pod Mini tem rádio thread e funciona como hub Home.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.