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A China está a tirar muito proveito desta guerra contra o Irão: energia solar e carros elétricos

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. JL says:

    Donald Trump – o maior vendedor de painéis solares, baterias e carros eléctricos de sempre.

    Lool

  2. Jose F says:

    A China tem reservas de petróleo por mais de 6 meses. 

    O Helio (He) que recebiam do Catar era importante para a China e outros países que produzem alta tecnologia.
    A China tem 2 grandes fornecedores do gás nobre.

    Existem 47 estreitos, o de Ormuz na zona de Omã e Irão tem 21 milhas.  A área de jurisdição é de 12. (12 +12 = 24). Isto é, o estreito de Ormuz e controlados pelos 2 países. 

    Antes da guerra iniciada por Israel e os Estados Unidos o Estreito estava aberto.
    Aviação mundial vai ter graves problemas, já começou com a Spirit e Delta nos EUA.

    A economia mundial foi prejudicada e a fome a surgir incluindo, na europa por causa desta guerra para encobrir Epstein Files? 

  3. Max says:

    “A Operação Epic Fury até agora não alcançou nenhum dos objetivos de guerra de Donald Trump, mas pode muito bem acelerar a transição global para a energia limpa que ele adora odiar.
    A corrida para as energias renováveis será uma benção para a China, o “eletroestado” que lidera o mundo no fabrico de painéis solares, baterias e veículos elétricos de baixo preço. Isso não estava, presumivelmente, entre as intenções de Trump quando desencadeou os bombardeamentos no Irão.” (The Guardian, 03/05/2026)
    Já ninguém se admira de ver escrito: a China está “do lado certo da História”, enquanto os Estados Unidos, com Donald Trump, seguem na direção oposta (António Costa e Silva, antigo ministro da Economia).

  4. Grunho says:

    Vai ser a China a decidir se no fim desta guerra o Irão tem – oficialmente- armamento nuclear.

  5. Muito mais que isso. says:

    E foi assim que Portugal no século 16, um país pequeno e com um milhão de habitantes, controlou o mundo.

  6. Nuno José Almeida says:

    Este artigo não compreendeu o artigo no qual se baseia. Confunde energia com potência. Precisa de ser revisto.

    • Vítor M. says:

      Não, não. Nada a ver com potência. Repara, os números referem-se à capacidade da China rentabilizar todo o seu mercado solar e de baterias. Não tem a ver com potência, tem a ver com o cortar mais um pedaço da dependência dos combustíveis fósseis. Claro, não de vez, não numa dimensão que faça tremer, mas esta crise no Médio Oriente voltou a capacitar o solar como forte alternativa.

    • Max says:

      Quem lê é que precisa de saber um conceito básico:
      – em GW é sempre potência (capacidade)
      – em GWh é a energia produzida.
      Portugal tem uma capacidade de produção de energia solar de 6,8 GW – lê-se, se todos os painéis solares estivessem a funcionar no máximo ao mesmo tempo, produziriam 6,8 GWh numa hora.
      (Se produzisse durante 24 h por dia na sua potência máxima, a produção seria 6,8 x 24 =163,2 GWh/dia. Na prática, a produção total anual foi de cerca de 9.600 GWh, o que representa uma média diária de 26,3 GWh/dia).
      Assim, quando se lê no post: “a China exportou 68 GW de energia solar só em março” sabe-se que é potência, não é preciso escrever.

    • Nuno José Almeida says:

      Energia nunca pode ser GW. Energia é sempre potência. China não exportou nenhuma energia. O artigo está incorrecto.

      • Vítor M. says:

        Estás errado. Se truncares as frases, que não é sério… podes ir ter à tua ideia. Mas o artigo explica bem.

        O contexto fala na exportação de equipamentos.
        A China exportou 68 GW de capacidade solar (painéis), ou seja, módulos suficientes para gerar até 68 GW.

        Está super simples.

        • Nuno José Almeida says:

          Vítor, mantenho o que disse, mas queria reforçar que a minha intenção foi apenas fazer uma crítica construtiva. Não trunquei frase nenhuma e, honestamente, demorei algum tempo a perceber exatamente do que estávamos a falar, porque o texto começa por referir energia e só mais à frente, pelo contexto, se percebe ao que se refere. Não é por ser picuinhas; creio apenas que o artigo pode induzir em erro e que não há problema nenhum em o rever ou corrigir.

          • Vítor M. says:

            Concordamos em discordar. Não há mal. Mas, reforço, se não truncares a frase, e no contexto geral do artigo, estamos a falar claramente que a China exportou 68 GW de capacidade solar (painéis), ou seja, módulos suficientes para gerar até 68 GW.

            Não há nada a corrigir, basta não truncares a frase em que estão os valores referidos.

    • Nuno José Almeida says:

      Eu queria dizer energia é sempre GWh

      • Max says:

        É o mesmo que velocidade instantânea e velocidade percorrida – um carro com uma velocidade instantânea máxima de 100 km/h (velocidade do velocímetro), se a mantiver durante uma hora percorre 100 km (distância no conta-quilómetros).
        Do mesmo modo se relaciona a potência (GW) com a energia (GWh).
        O pessoal até pode trocar GW com GWh, mas sabe que se “A Índia importou 6,6 GW, a Malásia 1,8 GW e, no total, outros países asiáticos somaram 39 GW” é painéis. Ainda não se inventou “eletricidade em pó” para exportar da China para esses países..

        • Nuno José Almeida says:

          Certo, mas não é energia. A frase “China exportou 68 GW de energia solar só em março” é incorrecta e leva, como me levou a mim, a ter de reler para entender, porque, está incorrecta. Volto a frisar que não quero ser picuinhas. porque artigos e comentários que trocam Watts e Wh (que nem é um unidade SI) são aos pontapés. Neste caso, trocou-se o termo e não a unidade. Basta ir para fóruns de carros elétricos e ver o pessoal constantemente e trocar as duas unidades. Volto a repetir, a frase induz em erro.

          • Vítor M. says:

            Só a ti. Mas, eu já expliquei e, tudo certo. Penso que já estamos de acordo.

          • Antonio Vasco says:

            Está mesmo a ser picuinhas, a querer mostrar galões de sapiencia que não leva a nada, o artigo está tecnicamente correcto e é bem compreensível

          • Nuno José Almeida says:

            Obrigado António. Ora se eu acabei de dizer que a mim me enganou estou tudo menos a puxar de galões mas pronto…. Haja gente mais inteligente que eu.

  7. Yamahia says:

    A menos que queiramos tornar-nos vassalos da China num futuro próximo, com terras outrora férteis reduzidas a terrenos áridos e envenenados por fluidos provenientes de baterias, painéis solares e turbinas eólicas, não devemos apostar neste tipo de solução para gerar energia, em grande parte destinada a centros de dados, que aquecem as áreas envolventes entre 2 e 9 °C num raio de centenas de quilómetros.

    • Max says:

      Mas Trump insiste, o que é que se vai fazer?!
      Mesmo que até ao verão o Estreito de Ormuz volte a estar aberto, vai demorar meses até a situação se normalizar. Ao fim de dois meses, os últimos navios com crude e gás que sairam do Golfo Pérsico já chegaram aos países de destino.
      Agora é fazer contas às reservas e ver para quanto tempo duram, e comprar onde houver disponibilidade a preços muito mais altos. A ministra, há pouco, dizia que Portugal tem reservas até agosto (que é já amanhã). Portugal é dos que tem contratos de fornecimento a longo prazo em outros países, não é dos mais dependentes do Golfo, mas ainda assim.
      Agradece a Trump a promoção da energia solar e eólica e dos automóveis elétricos a bateria, em benefício da China.

    • JL says:

      Então devemos apostar em quê?

      • B@rão Vermelho says:

        Eu por acaso nunca consegui perceber a panca do @Yamahia em relação as energias renováveis, em relação aos VE compreendo, embora não concorde com ele, mas em relação as energias renováveis, não consigo compreender, quer ler a opinião dele fica convencido que em Portugal todos os terrenos estavam cultivados e nunca houve terrenos ao abandono.
        Talvez o @Yamahia, tenho tarifa bi horária com o fornecedor de energia, mas se reparares bem quem têm paneis solares como eu temos o mesmo só que durante o dia com um investimento que se paga a si mesmo.

        PS, @Yamahia, espero que compreendas que estamos a conversar e mesmo não estando de acordo com a tua opinião respeito na mesma.

        • Toni da Adega says:

          Não tem haver nada com terras cultiváveis ou não. Ele é contra tudo que seja electricidade.
          Ele também é contra ter painéis solares nos telhados das casas, que é das melhores coisas que existem.
          Tudo que não seja combustível fósil é mau

          • Yamahia says:

            Por falar em painéis solares nos telhados. Alguém reparou no incêndio que deflagrou no telhado do armazém da DHL em Vialonga. E que não há muito sucedeu o mesmo no Colombo? Pois…

        • Yamahia says:

          @Barão, isto não é só sobre terrenos agrícolas que hoje não o são mas podiam vir a ser no futuro. No entanto a TorreBela era de facto e tantos outros também o eram. E os que não eram faziam parte de circuitos belíssimos de que todos podíamos desfrutar pelos campos e que agora já não podemos. E o grande problema é que analisando os planos, isto é apenas uma pequena parte do que se projecta. O que aí vem vai ocupar uma área de duas AML’s só para o solar.
          Basta olhar para as consequências do abate indiscriminado de árvores para instalar painéis e eólicas na bacia hidrográfica do Mondego. Sem a capacidade de retenção de água que as árvores garantem (pela absorção natural e pelas raízes furam o solo e que conduzem a água para as profundezas), a água sente-se livre para correr para onde a gravidade a conduzir.
          As consequências estão à vista, não é preciso acrescentar muito mais.
          Além disso temos a palhaçada das poeiras do norte de África que agora aparecem sempre que o vento sopra de N/NO.
          E ainda, o Pinhal de Leiria foi levantado há séculos pelos nossos antepassados para conter o vento característico da zona e recentemente foi devastado com fogos estratégicos na mira do solar e eólico . Os palitos que apressadamente lá plantaram para remendar o erro não conseguiram conter a força do vento como infelizmente se verificou. Mais consequências à vista e factos que comprovam o tipo de caminho para onde nos está a conduzir o lobby elektro.
          Portanto, não se trata de ser contra o renovável em si. Trata-se de desmascarar a pouca vergonha do lobby hipócrita. Um lobby terrível que mente com quantos dentes tem na boca.

      • Mario says:

        Quando houver baterias depositadas aí nos pinhais como há frigoríficos e televisões depois falamos

    • Toni da Adega says:

      Tens noção que ao comentares e navegar pela internet estás a financiar e apoiar os centros de dados. É parte do problema

    • Antonio Vasco says:

      Mais um post louco, sem qq fundamento documental? Mas será que os técnicos são todos loucos, só o yamahia é que é o esperto cientista?
      A China está a ocupar terrenos aridos e sem valor comercial, alguns até deserticos, para ocupar com painéis solares, e até se verificou que, por baixo dos paineis, a coberto da sombra, surge vegetação onde antes havia nada.
      A maior estação de produção de energia do mundo está a aparecer na planalto tibetano e é uma grande mais valia para a região, vai produzir mais que dez centrais hidricas “Three Gorges” que já é a maior do mundo

      • Yamahia says:

        Quero lá saber onde a China planta os painéis. Por cada TW de solar, eles injectam mais 10TW a carvão. É só show off!
        O que me interessa é o que estão a tentar fazer ao meu país.

    • Toni da Adega says:

      Actualmente já és vassalo dos países produtores de petróleo

  8. Max says:

    “Os futuros do petróleo bruto Brent saltaram” 5,34%, fechando a US$ 113,94 “por barril na segunda-feira, o mais alto desde maio de 2022, à medida que as tensões no Oriente Médio se intensificaram, com mísseis iranianos a visar os Emiratos Árabes Unidos e Teerão a sinalizar um controle mais apertado sobre o Estreito de Ormuz. A infraestrutura energética e os petroleiros foram atingidos novamente, marcando uma escalada acentuada e o aprofundamento das preocupações sobre a interrupção do fornecimento global e as potenciais consequências económicas. Os Emiratos Árabes Unidos (EUA) disseram que interceptaram mísseis e relataram um incêndio no seu centro petrolífero de Fujairah, um dos primeiros grandes golpes em infraestrutura em semanas, enquanto um petroleiro também foi atingido por drones perto do estreito. O Irão acrescentou que disparou tiros de advertência contra navios da Marinha dos EUA que se aproximavam da área. Os desenvolvimentos seguiram o plano do presidente dos EUA, Donald Trump, de restaurar o transporte marítimo pela rota e ajudar embarcações retidas, embora os armadores permaneçam cautelosos face aos riscos de segurança. O Comando Central dos EUA disse que dois navios com bandeira americana passaram enquanto os esforços para reabrir o tráfego continuam.” (Trading Economics, 4/05/2026).
    Para quem não perceba a alusão aos planos do presidente, Trump anunciou uma “missão humanitária” (“Guardião da Liberdade”) para os navios retidos no Golfo Pérsico saírem de lá sob a proteção da marinha dos EUA, enquanto mantém o bloqueio aos navios do Irão. O Irão disse que não permitia, além de ter realizado um ataque a infraestruturas petrolíferas nos EAU e ataques a navios.
    O que se segue já é um filme conhecido, não vejo como é que não leve a mais bombardeamentos ao Irão e a ataques do Irão.
    Pera o lado da eletricidade o panorama é mais tranquilo – porque Portugal não depende grandemente do GNL (usado nas centrais a gás e de ciclo combinado).

    • JL says:

      O Yamahia já lhe vem dar um raspanete. Loool

      • Max says:

        Só que os gráficos é que “riscam” – por em 5Y para comparar com 2022 e sucessivamente gasoline, heating oil (com composição química semelhante ao gasóleo) e TTF Gas (GNL). As cotações são para colocação no Porto de Nova Iorque enquanto as usadas em Portugal são para portos do Noroeste da Europa, mas são aproximadas.
        https ://tradingeconomics.com/commodity/brent-crude-oil

    • Yamahia says:

      O consumo Elektro subiu 3% enquanto o gás sobe 90% na produção.
      Portugal depende de ES, acima de tudo não tem produção para satisfazer as necessidades do país.

  9. Jose F says:

    Será que China está a beneficiar menos do que a a Rússia?
    As pessoas quando tem menos dinheiro compram menos made in China.

    Portugal não deveria autorizar fazer mais grandes, parques solares e colocar mais aerogeradores offshore.

    Na Noruega 90% da energia elétrica é hídrica.
    As cheias em Portugal podem ter um ciclo de 70 anos, as barragens também desempenham um papel importante, no controlo de cheias.

    https://www.youtube.com/shorts/QpYpSBagRGM

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