A China está a tirar muito proveito desta guerra contra o Irão: energia solar e carros elétricos
As exportações de energia solar da China atingiram níveis recorde em março devido à guerra no Irão. Não se trata apenas de painéis solares, mas também de veículos elétricos e baterias, o que demonstra que, quando a situação se torna difícil, procuram-se alternativas.
Quando o preço dos combustíveis fósseis aperta
Quando o preço do combustível fóssil aperta, a resposta não se faz esperar. E na próxima semana, a gasolina e o gásóleo voltam a assaltar a carteira do consumidor.
A guerra do Irão provocou a quebra da barreira dos 100 dólares por barril WTI. Não era de estranhar, tendo em conta que o fecho do estreito de Ormuz implicou a perda de 20 milhões de barris diários de crude e refinados, deixando o mercado com um défice líquido de cerca de oito milhões de barris por dia.
O mundo não ficou de braços cruzados a ver o preço do combustível subir e a reação foi imediata, comprar painéis solares a níveis industriais. E, nesse cenário, há um claríssimo vencedor: a China.
O impacto do estreito de Ormuz
Quando começou a guerra, alguns dos primeiros alvos estiveram relacionados com a energia. Pelo estreito de Ormuz circula mais de 20% do petróleo que o mundo consome, sendo um elemento estratégico e, portanto, vulnerável. Com o encerramento da refinaria de Ras Tanura e com o colapso do próprio estreito, gerou-se um engarrafamento colossal, no qual centenas de embarcações se deslocavam à velocidade de uma bicicleta.
Segundo a Bloomberg, havia mais de 800 embarcações bloqueadas, e uma investigação da Al Jazeera indicou que, nos primeiros 40 dias de conflito, desapareceram 206 milhões de barris do mercado. Com essa quantidade, encher-se-iam 103 superpetroleiros. A reação dos governos foi começar a libertar milhões de barris das suas reservas de emergência, bem como apelar à população para reduzir ao máximo o consumo.

Pelo estreito de Ormuz circula mais de 20% do petróleo que o mundo consome, sendo um elemento estratégico e, portanto, vulnerável.
A resposta energética: solar em massa
É neste ponto que os países aceleraram a transformação da sua rede elétrica. Segundo informações, a China exportou 68 GW de energia solar só em março. O gráfico elaborado pela Ember fala por si, mas essa quantidade representa o dobro do total de fevereiro e mais 49% do que o recorde anterior, estabelecido em agosto de 2025.
Estima-se que a energia solar instalada em Portugal ronde os 6 GW no final de 2025 e, sendo um mercado mais pequeno mas em rápido crescimento, isso demonstra bem até que ponto o país também tem recorrido à solar, em grande parte com tecnologia de origem chinesa, quando o setor dos combustíveis fósseis aperta.
Quem comprou mais energia solar
Os maiores clientes foram os previsíveis, aqueles mais expostos às oscilações dos preços dos combustíveis fósseis. As importações de África aumentaram 176%, atingindo os 10 GW, com a Nigéria, o Quénia e a Etiópia como principais importadores.
A Índia importou 6,6 GW, a Malásia 1,8 GW e, no total, outros países asiáticos somaram 39 GW.
Na Europa, Japão e Austrália também se adquiriram painéis, mas o estudo indica que a capacidade foi inferior devido ao trabalho já realizado anteriormente. No Médio Oriente, a situação foi mais complexa devido às restrições comerciais causadas pela guerra.
Mudança no modelo de importação
Algo que o estudo destaca é que, embora continuem a ser comprados painéis completos à China, começa a notar-se uma mudança de paradigma, com o aumento das importações de células solares que são posteriormente montadas no país de destino.
Por exemplo, dos 68 GW exportados, 32 GW correspondem a painéis pré-montados e 36 GW a células e wafers. Um segmento está em queda, o outro em crescimento. E há um ponto importante: isto também representa um alívio para a China, cujas empresas de painéis estavam a sofrer com o excesso de procura.
Mais do que painéis: baterias e elétricos
Esta aposta na nova energia não se traduz apenas num aumento da energia solar exportada. As baterias e os veículos elétricos também estão em forte crescimento, estimando-se um aumento global de 70% em termos homólogos e de 38% face a fevereiro.
Analisando os dados, a implementação mundial de energia solar está a crescer, mostrando que não é apenas uma forma de reduzir a poluição, mas também de amortecer o impacto do aumento dos preços dos combustíveis fósseis, que podem sofrer turbulências devido a guerras, questões geopolíticas ou acidentes.
Fica também evidente que o facto de grande parte do petróleo mundial passar por um único ponto constitui um risco capaz de estrangular o mercado em caso de catástrofe, explicando porque os países procuram esta transição para energias renováveis que os tornem mais autossuficientes.






















Donald Trump – o maior vendedor de painéis solares, baterias e carros eléctricos de sempre.
Lool
Mas ele vendeu alguma coisa?
Se fosse eu a dizer isso já estava nos píncaros.
Afinal fui eu a dizer e você picou.
Senão vendeu, ajudou em.muito.
A China tem reservas de petróleo por mais de 6 meses.
O Helio (He) que recebiam do Catar era importante para a China e outros países que produzem alta tecnologia.
A China tem 2 grandes fornecedores do gás nobre.
Existem 47 estreitos, o de Ormuz na zona de Omã e Irão tem 21 milhas. A área de jurisdição é de 12. (12 +12 = 24). Isto é, o estreito de Ormuz e controlados pelos 2 países.
Antes da guerra iniciada por Israel e os Estados Unidos o Estreito estava aberto.
Aviação mundial vai ter graves problemas, já começou com a Spirit e Delta nos EUA.
A economia mundial foi prejudicada e a fome a surgir incluindo, na europa por causa desta guerra para encobrir Epstein Files?
“A Operação Epic Fury até agora não alcançou nenhum dos objetivos de guerra de Donald Trump, mas pode muito bem acelerar a transição global para a energia limpa que ele adora odiar.
A corrida para as energias renováveis será uma benção para a China, o “eletroestado” que lidera o mundo no fabrico de painéis solares, baterias e veículos elétricos de baixo preço. Isso não estava, presumivelmente, entre as intenções de Trump quando desencadeou os bombardeamentos no Irão.” (The Guardian, 03/05/2026)
Já ninguém se admira de ver escrito: a China está “do lado certo da História”, enquanto os Estados Unidos, com Donald Trump, seguem na direção oposta (António Costa e Silva, antigo ministro da Economia).
Vai ser a China a decidir se no fim desta guerra o Irão tem – oficialmente- armamento nuclear.
E foi assim que Portugal no século 16, um país pequeno e com um milhão de habitantes, controlou o mundo.
Este artigo não compreendeu o artigo no qual se baseia. Confunde energia com potência. Precisa de ser revisto.
Não, não. Nada a ver com potência. Repara, os números referem-se à capacidade da China rentabilizar todo o seu mercado solar e de baterias. Não tem a ver com potência, tem a ver com o cortar mais um pedaço da dependência dos combustíveis fósseis. Claro, não de vez, não numa dimensão que faça tremer, mas esta crise no Médio Oriente voltou a capacitar o solar como forte alternativa.
Quem lê é que precisa de saber um conceito básico:
– em GW é sempre potência (capacidade)
– em GWh é a energia produzida.
Portugal tem uma capacidade de produção de energia solar de 6,8 GW – lê-se, se todos os painéis solares estivessem a funcionar no máximo ao mesmo tempo, produziriam 6,8 GWh numa hora.
(Se produzisse durante 24 h por dia na sua potência máxima, a produção seria 6,8 x 24 =163,2 GWh/dia. Na prática, a produção total anual foi de cerca de 9.600 GWh, o que representa uma média diária de 26,3 GWh/dia).
Assim, quando se lê no post: “a China exportou 68 GW de energia solar só em março” sabe-se que é potência, não é preciso escrever.
Energia nunca pode ser GW. Energia é sempre potência. China não exportou nenhuma energia. O artigo está incorrecto.
Estás errado. Se truncares as frases, que não é sério… podes ir ter à tua ideia. Mas o artigo explica bem.
O contexto fala na exportação de equipamentos.
A China exportou 68 GW de capacidade solar (painéis), ou seja, módulos suficientes para gerar até 68 GW.
Está super simples.
Vítor, mantenho o que disse, mas queria reforçar que a minha intenção foi apenas fazer uma crítica construtiva. Não trunquei frase nenhuma e, honestamente, demorei algum tempo a perceber exatamente do que estávamos a falar, porque o texto começa por referir energia e só mais à frente, pelo contexto, se percebe ao que se refere. Não é por ser picuinhas; creio apenas que o artigo pode induzir em erro e que não há problema nenhum em o rever ou corrigir.
Concordamos em discordar. Não há mal. Mas, reforço, se não truncares a frase, e no contexto geral do artigo, estamos a falar claramente que a China exportou 68 GW de capacidade solar (painéis), ou seja, módulos suficientes para gerar até 68 GW.
Não há nada a corrigir, basta não truncares a frase em que estão os valores referidos.
Eu queria dizer energia é sempre GWh
É o mesmo que velocidade instantânea e velocidade percorrida – um carro com uma velocidade instantânea máxima de 100 km/h (velocidade do velocímetro), se a mantiver durante uma hora percorre 100 km (distância no conta-quilómetros).
Do mesmo modo se relaciona a potência (GW) com a energia (GWh).
O pessoal até pode trocar GW com GWh, mas sabe que se “A Índia importou 6,6 GW, a Malásia 1,8 GW e, no total, outros países asiáticos somaram 39 GW” é painéis. Ainda não se inventou “eletricidade em pó” para exportar da China para esses países..
Certo, mas não é energia. A frase “China exportou 68 GW de energia solar só em março” é incorrecta e leva, como me levou a mim, a ter de reler para entender, porque, está incorrecta. Volto a frisar que não quero ser picuinhas. porque artigos e comentários que trocam Watts e Wh (que nem é um unidade SI) são aos pontapés. Neste caso, trocou-se o termo e não a unidade. Basta ir para fóruns de carros elétricos e ver o pessoal constantemente e trocar as duas unidades. Volto a repetir, a frase induz em erro.
Só a ti. Mas, eu já expliquei e, tudo certo. Penso que já estamos de acordo.
Está mesmo a ser picuinhas, a querer mostrar galões de sapiencia que não leva a nada, o artigo está tecnicamente correcto e é bem compreensível
Obrigado António. Ora se eu acabei de dizer que a mim me enganou estou tudo menos a puxar de galões mas pronto…. Haja gente mais inteligente que eu.
A menos que queiramos tornar-nos vassalos da China num futuro próximo, com terras outrora férteis reduzidas a terrenos áridos e envenenados por fluidos provenientes de baterias, painéis solares e turbinas eólicas, não devemos apostar neste tipo de solução para gerar energia, em grande parte destinada a centros de dados, que aquecem as áreas envolventes entre 2 e 9 °C num raio de centenas de quilómetros.
Mas Trump insiste, o que é que se vai fazer?!
Mesmo que até ao verão o Estreito de Ormuz volte a estar aberto, vai demorar meses até a situação se normalizar. Ao fim de dois meses, os últimos navios com crude e gás que sairam do Golfo Pérsico já chegaram aos países de destino.
Agora é fazer contas às reservas e ver para quanto tempo duram, e comprar onde houver disponibilidade a preços muito mais altos. A ministra, há pouco, dizia que Portugal tem reservas até agosto (que é já amanhã). Portugal é dos que tem contratos de fornecimento a longo prazo em outros países, não é dos mais dependentes do Golfo, mas ainda assim.
Agradece a Trump a promoção da energia solar e eólica e dos automóveis elétricos a bateria, em benefício da China.
Então devemos apostar em quê?
Eu por acaso nunca consegui perceber a panca do @Yamahia em relação as energias renováveis, em relação aos VE compreendo, embora não concorde com ele, mas em relação as energias renováveis, não consigo compreender, quer ler a opinião dele fica convencido que em Portugal todos os terrenos estavam cultivados e nunca houve terrenos ao abandono.
Talvez o @Yamahia, tenho tarifa bi horária com o fornecedor de energia, mas se reparares bem quem têm paneis solares como eu temos o mesmo só que durante o dia com um investimento que se paga a si mesmo.
PS, @Yamahia, espero que compreendas que estamos a conversar e mesmo não estando de acordo com a tua opinião respeito na mesma.
Não tem haver nada com terras cultiváveis ou não. Ele é contra tudo que seja electricidade.
Ele também é contra ter painéis solares nos telhados das casas, que é das melhores coisas que existem.
Tudo que não seja combustível fósil é mau
Por falar em painéis solares nos telhados. Alguém reparou no incêndio que deflagrou no telhado do armazém da DHL em Vialonga. E que não há muito sucedeu o mesmo no Colombo? Pois…
@Barão, isto não é só sobre terrenos agrícolas que hoje não o são mas podiam vir a ser no futuro. No entanto a TorreBela era de facto e tantos outros também o eram. E os que não eram faziam parte de circuitos belíssimos de que todos podíamos desfrutar pelos campos e que agora já não podemos. E o grande problema é que analisando os planos, isto é apenas uma pequena parte do que se projecta. O que aí vem vai ocupar uma área de duas AML’s só para o solar.
Basta olhar para as consequências do abate indiscriminado de árvores para instalar painéis e eólicas na bacia hidrográfica do Mondego. Sem a capacidade de retenção de água que as árvores garantem (pela absorção natural e pelas raízes furam o solo e que conduzem a água para as profundezas), a água sente-se livre para correr para onde a gravidade a conduzir.
As consequências estão à vista, não é preciso acrescentar muito mais.
Além disso temos a palhaçada das poeiras do norte de África que agora aparecem sempre que o vento sopra de N/NO.
E ainda, o Pinhal de Leiria foi levantado há séculos pelos nossos antepassados para conter o vento característico da zona e recentemente foi devastado com fogos estratégicos na mira do solar e eólico . Os palitos que apressadamente lá plantaram para remendar o erro não conseguiram conter a força do vento como infelizmente se verificou. Mais consequências à vista e factos que comprovam o tipo de caminho para onde nos está a conduzir o lobby elektro.
Portanto, não se trata de ser contra o renovável em si. Trata-se de desmascarar a pouca vergonha do lobby hipócrita. Um lobby terrível que mente com quantos dentes tem na boca.
Torrebela e agricultura ? Mas existe lá alguma agricultura ? Looooool
A pouca vergonha devia ser sua, que apenas passa o tempo a inventar estas coisas.
Deixe de ser armar em parvo:
https ://pt.wikipedia.org/wiki/Torre_Bela
A Torre Bela é uma propriedade localizada em Azambuja, Portugal, maior área de terra agrícola murada de Portugal, com 1700 hectares.
Quanto aos outros, parecem os putos da escola. Fazem m€rd@ e depois culpam os outros.
É uma propriedade de terrenos, não quer dizer que tenha culturas, porque de facto há muitos anos que não tem, a única cultura que lá tem são eucaliptos e uns sobreiros que ficaram lá pelo meio, mas ok, já sabemos que não a conhece.
Quanto ás poeiras, é um fenômeno recorrente, e não porque agora você o inventou:
https://www.ipma.pt/pt/educativa/faq/meteorologia/observacao/faqdetail.html?f=/pt/educativa/faq/meteorologia/observacao/faq_0010.html
Quando houver baterias depositadas aí nos pinhais como há frigoríficos e televisões depois falamos
Vamos proibir a venda de frigoríficos e televisões por causa de uns nabos que as levam para os pinhais!
Não disse isso. Só disse que o português em particular acha que é mais facil levar eletrodomésticos velhos para o meio dos pinhais do que contactar uma entidade que os leve. Prefere ser porco e depois reclamar.
Mas o tempo o dirá.
E alguma vez viu baterias nos pinhais ? Use lá a cabeça durante uns minutos para perceber porquê.
Não vi porque ainda não as havia em fim de vida.
Já baterias de 12V já vi umas quantas.
Onde ? ao preço que estão a pagar por elas duvido muito que encontre alguma….
É por isso que não há, não existe qualquer razão para isso, só os maluquinhos por eléctricos podiam afirmar algo assim.
Já as vemos ao Deus dará por essa cidade fora.
Só umas amostras de lixo urbano:
https ://postimg.cc/nsYPfcV0
https ://postimg.cc/9RkPvv9N
Então mas está no pinhal onde ? Não é suposto deixarem essas trotinetes onde acaba as viagens ?
Podemos começar já a falar, quando há depositados em estacionamentos vamos falar.
https://www.facebook.com/share/v/1DZqxCioKc/
Mas isso tbm há elétricos.
Não conheço nenhum, se quiser informar, esteja à vontade.
Tens noção que ao comentares e navegar pela internet estás a financiar e apoiar os centros de dados. É parte do problema
Essa coisa dos centros de dados não é só para guardar as essas cenas da internet dos outros ?
É.
Você já assinou o disclaimer a dizer que não quer os seus dados em centros que não usem gasóleo? Afinal são uns mauzões que só usam gasóleo porque querem.
Você já assinou ?
Já que está tão contra ás renováveis, devia intervir já, ou então só permitir que só usem gasóleo nesses centros de dados.
eu não… nem preciso porque para mim tanto me faz.
Para mim também, viu-me a dizer que sou contra onde ?
Mais um post louco, sem qq fundamento documental? Mas será que os técnicos são todos loucos, só o yamahia é que é o esperto cientista?
A China está a ocupar terrenos aridos e sem valor comercial, alguns até deserticos, para ocupar com painéis solares, e até se verificou que, por baixo dos paineis, a coberto da sombra, surge vegetação onde antes havia nada.
A maior estação de produção de energia do mundo está a aparecer na planalto tibetano e é uma grande mais valia para a região, vai produzir mais que dez centrais hidricas “Three Gorges” que já é a maior do mundo
Quero lá saber onde a China planta os painéis. Por cada TW de solar, eles injectam mais 10TW a carvão. É só show off!
O que me interessa é o que estão a tentar fazer ao meu país.
Actualmente já és vassalo dos países produtores de petróleo
Ao menos tenho escolhas.
Que escolhas são essas ? ser vassalo sempre do mesmo cartel ? ah desculpe, da OPEP ?
“Os futuros do petróleo bruto Brent saltaram” 5,34%, fechando a US$ 113,94 “por barril na segunda-feira, o mais alto desde maio de 2022, à medida que as tensões no Oriente Médio se intensificaram, com mísseis iranianos a visar os Emiratos Árabes Unidos e Teerão a sinalizar um controle mais apertado sobre o Estreito de Ormuz. A infraestrutura energética e os petroleiros foram atingidos novamente, marcando uma escalada acentuada e o aprofundamento das preocupações sobre a interrupção do fornecimento global e as potenciais consequências económicas. Os Emiratos Árabes Unidos (EUA) disseram que interceptaram mísseis e relataram um incêndio no seu centro petrolífero de Fujairah, um dos primeiros grandes golpes em infraestrutura em semanas, enquanto um petroleiro também foi atingido por drones perto do estreito. O Irão acrescentou que disparou tiros de advertência contra navios da Marinha dos EUA que se aproximavam da área. Os desenvolvimentos seguiram o plano do presidente dos EUA, Donald Trump, de restaurar o transporte marítimo pela rota e ajudar embarcações retidas, embora os armadores permaneçam cautelosos face aos riscos de segurança. O Comando Central dos EUA disse que dois navios com bandeira americana passaram enquanto os esforços para reabrir o tráfego continuam.” (Trading Economics, 4/05/2026).
Para quem não perceba a alusão aos planos do presidente, Trump anunciou uma “missão humanitária” (“Guardião da Liberdade”) para os navios retidos no Golfo Pérsico saírem de lá sob a proteção da marinha dos EUA, enquanto mantém o bloqueio aos navios do Irão. O Irão disse que não permitia, além de ter realizado um ataque a infraestruturas petrolíferas nos EAU e ataques a navios.
O que se segue já é um filme conhecido, não vejo como é que não leve a mais bombardeamentos ao Irão e a ataques do Irão.
Pera o lado da eletricidade o panorama é mais tranquilo – porque Portugal não depende grandemente do GNL (usado nas centrais a gás e de ciclo combinado).
O Yamahia já lhe vem dar um raspanete. Loool
Só que os gráficos é que “riscam” – por em 5Y para comparar com 2022 e sucessivamente gasoline, heating oil (com composição química semelhante ao gasóleo) e TTF Gas (GNL). As cotações são para colocação no Porto de Nova Iorque enquanto as usadas em Portugal são para portos do Noroeste da Europa, mas são aproximadas.
https ://tradingeconomics.com/commodity/brent-crude-oil
O consumo Elektro subiu 3% enquanto o gás sobe 90% na produção.
Portugal depende de ES, acima de tudo não tem produção para satisfazer as necessidades do país.
Produção de petróleo ? Pois não.
Será que China está a beneficiar menos do que a a Rússia?
As pessoas quando tem menos dinheiro compram menos made in China.
Portugal não deveria autorizar fazer mais grandes, parques solares e colocar mais aerogeradores offshore.
Na Noruega 90% da energia elétrica é hídrica.
As cheias em Portugal podem ter um ciclo de 70 anos, as barragens também desempenham um papel importante, no controlo de cheias.
https://www.youtube.com/shorts/QpYpSBagRGM