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Tags: satélites

Satélites deverão ser retirados de órbita até 5 anos depois das missões concluídas

A poluição da humanidade há muito que passou da Terra para o espaço. O planeta está rodeado de lixo espacial que é cada vez mais um problema, colocando em perigo os satélites em funcionamento e missões futuras.

A FCC – Federal Communications Commission – dos Estados Unidos da América, avançou agora com aquela que pode ser apelidada de “regra dos 5 anos” e que quer obrigar à retirada de satélites, foguetões e outros detritos da órbita da Terra baixa, até 5 anos depois das missões terminarem.

Satélites deverão ser retirados de órbita até 5 anos depois das missões concluídas


Portugal: Tecnologia desenvolvida permite fazer satélites mais eficientes

As Universidades e Politécnicos de Portugal têm enormes provas dadas ao nível da investigação e não só. Recentemente, investigadores da Universidade de Aveiro (UA) comprovaram a eficiência de uma nova tecnologia usada em satélites.

Os investigadores conseguiram comprovar, ao fim de seis anos, a eficácia de um semicondutor de nitreto de gálio (gan).

Portugal: Tecnologia desenvolvida permite fazer satélites mais eficientes


Qual a probabilidade de um ser humano ser morto por lixo espacial?

Cada vez o lixo espacial tem mais impacto na nossa vida e pode ser um problema de várias ordens, até de começar a cair na cabeça das pessoas, literalmente. Claro, atualmente, a hipótese de alguém ser morto por este tipo de detritos caídos do céu pode parecer ridiculamente pequena. Afinal, ninguém ainda morreu de tal acidente, embora tenha havido casos de ferimentos e danos à propriedade.

Assim, a questão que não quer calar é: com o aumento de lançamento de satélites, foguetões e sondas no espaço, temos de começar a levar a sério este risco?

Imagem de lixo espacial a cair na Terra


SpaceX garante que os próximos satélites da Starlink serão invisíveis a olho nu

Embora pretenda garantir que todos, estejam em que parte do mundo estiverem, têm acesso a Internet, os astrónomos não estão muito satisfeitos com o resultado do projeto. Um dos problemas apontados à Starlink da SpaceX é o facto de dificultar o trabalho científico realizado a partir da Terra.

Para resolver esta questão, a SpaceX garante que os próximos satélites que forem enviados serão invisíveis a olho nu.

Starlink da SpaceX


UA prepara satélites para energizarem futura estação lunar

Portugal tem também “dado cartas” na área espacial. Investigadores da Universidade de Aveiro têm vindo a trabalhar, desde 2020, num projeto energético num protótipo de um satélite que hoje está no museu da Agência Espacial Europeia (ESA).

Os planos preveem uma constelação modular de satélites que orbitará a Lua passando diretamente por cima da base lunar.

UA prepara satélites para energizarem futura estação lunar