Um misterioso satélite russo Kosmos 2499 desfez-se no início do mês passado, criando uma nuvem de destroços que poderá permanecer na órbita da Terra durante mais de um século. Foi acidente ou um ato intencional?
A guerra entre a Rússia e a Ucrânia continua no terreno, mas também no ciberespaço. A ESET revelou o seu Relatório de Ameaças relativo ao terceiro e último quadrimestre de 2022 (T3/2022), resumindo as principais estatísticas dos sistemas de deteção. O número de ataques por ransomware e há outras informações interessantes.
Estamos a menos de um mês de assinalar um ano desde que a guerra da Rússia contra a Ucrânia começou e ainda não se vê um fim à vista para este conflito que tem devastado famílias e regiões inteiras.
Para além dos ataques físicos, continuam também bem ativos os ataques psicológicos e as acusações entre os dois países. Mais recentemente a Rússia disse que os jogos populares trazem propaganda escondida e também que manipulam a mente dos jovens.
Devido à invasão que a Rússia fez à Ucrânica, o mundo reagiu com várias sanções e bloqueios contra o país de Putin. Tais medidas levaram a que muitas empresas fortes do setor tecnológico virassem as costas ao país russo, deixando de fazer negócios, vender produtos, ter escritórios e oferecer suporte aos seus equipamentos na região.
No entanto, dados recentes alegam que a Intel e a Microsoft terão voltado a disponibilizar downloads de drivers e de outros softwares, secretamente, à Rússia. As empresas, no entanto, já prestaram esclarecimentos sobre esta acusação.
O conceito de teletrabalho massificou-se durante a pandemia e, agora, após o período crítico, ainda há quem o prefira e adote. Se para o mundo este método é ideal, para a Rússia, com a guerra, tornou-se numa questão de segurança nacional.
De tal forma que o país está a considerar proibi-lo.
Desde a invasão da Ucrânia, Vladimir Putin tem soltado muitas ameaças - algumas consideravelmente preocupantes. Apesar das suas consequências (des)conhecidas,...