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Rússia tem cada vez menos mísseis cruzeiro para atacar a Ucrânia?

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. sa.pong says:

    Sim… Desde Março que não têm. Continuem com a lenga lenga do costume e não acordem para a realidade.

    • o consciente says:

      Sim claro, porque a Rússia tem capacidade de fabrico infinita e consegue fabricar ao ritmo que os gasta… acredita nisso lol

    • Manuel da Rocha says:

      Problema simples: Um Kalibr demora 84 dias a ser produzido. Usa peças produzidas em 19 países. Rússia terá usado 27, a 428 milhões de euros cada um.
      Faça as contas e vai ver que não terão assim tantos.
      Outro pormenor: a Rússia chamou 72 navios de guerra que estavam noutros locais, para os locais mais próximo do Mar Negro (a Turquia não aceitou que 56 passassem lá). Os bombardeamentos maciços tem sido feitos depois de algum dos navios chegar lá. Coincidência?
      O Admiral Makarov vai-se afundar e já não tinha mísseis para lançar. Estava em Sevastopol para receber mísseis vindos do Kamatchaka, que demoram 26 dias a viajar até lá.

  2. Invaders says:

    Mais do que arranjar anti-aéreas a Ucrânia deve ser “autorizada” a usar o armamento Ocidental em todo o lado incluindo território Russo. Os mísseis que destruíram a Ucrânia vieram ou da Bielorrússia ou de território Russo, ou de navios e aviões Russos no Mar Negro e no espaço aéreo Russo e é estúpido que a Ucrânia não possa contra-atacar e destruir essas plataformas atiradoras quando já tem armas para o fazer. Escalada da guerra? Mas o que é que acham que está a acontecer? O ataque à Polónia – que o Ocidente “desinformou” para não ter de declarar guerra – não é uma escalada?

    • o consciente says:

      Claro, porque tu ou algum youtuber/Blogger conhecido teu sabem “a verdade” lolol e claro, sem terem 100% certeza que foi a Rússia (porque algum grupo na Ucrânia dos russos ou ucranianos que usam os mesmo mísseis e podem ter cometido o erro) deviam logo declarar guerra nuclear para a malta no sofá ficar contente.

      Se a NATO/OTAN declarem guerra à Rússia (e por arrasto Bielorrússia, China, Coreia do Norte e outros mais), 3/4 dos que estão a comentar neste site irão ser chamados; e quando estiverem em pedaços, será chamado o resto se ainda não tiver com uma atómica ao lado da porta… ah e deixam de ter Internet, streaming, tudo. Por isso vejam o caos porque não poderão jogar online!!!

      • Invaders says:

        Sim, e portanto para evitar a guerra, fazemos como fizemos na invasão da Geórgia, nos massacres da Tchetchena, na anexação da Crimeia, na eliminação física de opositores em plena UE, ou seja, assobiamos para o lado a fingir que não vemos nada, e “perdoamos ” tudo à Rússia, pelo menos até ela nos arrombar a porta a dizer, “fora daqui que isto agora é nosso”. É isso oh putinista “consciente”?

      • TheMiner says:

        A China vem mesmo já a correr para uma guerra defender a Rússia!!!!!
        Vai tomar a medicação, é mais importante para a China a economia que defender os Russos!

  3. Art says:

    Tenham ou não tenham , a única certeza é que lhes está a custar um monte de massa ….mas como aos chefes não lhes falta nada , a carneirada que trabalhe

    • David Guerreiro says:

      O dinheiro não é problema, a Rússia tem bastante dinheiro, e continua a ganhar muito com a venda de petróleo e gás. O que lhes causa mais mossa é a dificuldade em obter tecnologia de ponta europeia e norte-americana.

  4. Samuel MGor says:

    Metam mais sanções pesadas ao Irão e a Coreia do Norte que logo deixam de fornecer os misseis.

    • David Guerreiro says:

      A culpa é do Biden que andou com paninhos quentes com o Irão. A Coreia do Norte já tem sanções muito pesadas, mas como tem o apoio da China vai-se mantendo. Não há muito mais por sancionar à Coreia do Norte.

  5. Castro says:

    o facto é que existem limites no arsenal, tanto que modificaram muitos mísseis terra-ar para serem usados como mísseis balísticos.

  6. SouHumanoNaoOcidental says:

    Finalmente uma notícia da comunicação social ocidental a mostrar dúvida sobre a informação que os serviços de segurança ocidentais têm sobre o arsenal da Federação Russa. Eu sugiro que as pessoas vejam o site do professor Kishore Mahbubani, um ex diplomata de Singapura, que responde de uma forma eloquente sobre esta mentalidade ocidental que quando olha para países fora da sua zona de conforto como a Rússia, China, Afeganistão esquece de interpretar, incluir a cultura, a forma de estar das pessoas desses países.
    Sugiro que ao irem ao site do professor Kishore Mahbubani vejam os artigos que o mesmo escreveu, só como exemplo envio estes 3
    1- The Genius of Jokowi
    2- Climate justice: The real story
    3-Don’t Blame the Afghans – Foreign Policy,
    para terem uma melhor compreensão de como são os povos neste pequeno planeta.

    • p_t says:

      Este acha que só os outros é que têm lucidez. Típico.

      • says:

        As sanções contra a russia foram de uma LUCIDEZ Brutal…. para lixar os europeus claro , agora é chupar e calar que a onda vai aumentar de volume… é só esperar .

      • SouHumanoNaoOcidental says:

        Tenho a sensação que está a ser indelicado. E confesso que não percebo porquê comecar logo dessa forma. Caso não esteja peço desde já desculpas pela minha incorreta interpretação das suas palavras A lucidez do professor Kishore Mahbubani é algo a ser respeitada visto que o mesmo foi secretário-geral da ONU e vem de um país onde o Ocidente entra em contato com o Oriente. É uma personalidade que tenta aproximar os povos e principalmente fazer com que os povos ocidentais sejam mais humildes na forma como interagem com povos do Oriente. Estes são povos bem mais antigos que os povos ocidentais. Os exemplos de artigos que mencionei em cima são lições de vida de povos não ocidentais. Joko Widodo (mais conhecido por Jokowi) é o presidente do maior país muculmano do planeta e as reformas que começou no seu país, com uma das maiores diversidades etnicas dos grandes paises mundiais, são um bom exemplo de boa governação que os países ocidentais poderiam copiar. O segundo artigo sobre o clima (o que está agora em moda) mostra precisamente o comportamento erróneo que o Ocidente está a ter para resolver um problema que começou precisamente no mesmo local. Os problemas atuais de alterações climatéricas tem a haver com as emissões que comecaram na revolução industrial e neste momento quem lidera em termos de emissões é EUA, Europa e depois China. E o Ocidente quer obrigar a China e India a pagar pelas emissões atuais e da sua parte não quer pagar pelas emissões que estão a provocar problemas em todo o lado. O ultimo exemplo mostra a falta de tato da parte dos EUA (e Ocidente) em não compreender como funciona aquela parte do planeta e como deveria ter tido consideração pela cultura afegã e iraniana, que são bem mais antigas que a cultura ocidental, quando tentou mudar o país. Quando um pais ou mentalidade (ocidental neste caso) não aprende com os seus erros eventualmente irá sofrer. Quando olhamos para o Ocidente pensamos em evolução cultural, civilizacional, tecnologica mas a verdade é que temos muito poucos recursos para sobreviver por nós próprios. A subida das dividas publicas das economias ocidentais tem precisamente a haver com isso.E sabendo que dependemos muito de outras partes do mundo temos a arrogância de pensar que essas partes até estão agradecidas por serem nossos fornecedores. Só para ter uma ideia desta atitude deveria ver países como França que para alimentar as suas centrais nucleares vai buscar uránio ao Niger. E veja como esse país está. A primeira ministra de Italia, em resposta a um comentário de Macron, informou que a salvação de Africa é retirar os países europeus de Africa. Portanto, se de facto tem curiosidade em saber mais comece por ser humilde, não trate mal as pessoas, por mais que sejam ofensivas consigo. Abraço

        • B@rão Vermelho says:

          Pelo menos numa coisa tens razão a multiculturalismo que há na Malásia é impressionante, sendo certo que as partes Indianas são mais sujas mas ontem foi dia de eleições aqui na Malásia que tenha conhecimento não ouvi qualquer tipo de problemas, se bem percebi fazem o controle de quem votou através do dedo indicador que tens de colocar dentro de uma tinta especial e que demora dóis a três dias a desaparecer
          Aqui encontramos Mesquitas aí lado de templos Hindus e Templos Budistas e igrejas tudo perto uns dos outros, talvez se perderemos mais tempo a ver como é que aqui conseguem víveres lado a lado sem qualquer tipo de problemas religiões tão diferentes em plena armonia conseguíssemos nos ocidentais viver assim também

          • PorcoDoPunjab says:

            Barão, já que é um fervoroso viajante, tal como eu, quando for à Arábia Saudita, Catar, etc, conte-nos as igrejas que veja por lá…

            Agradecido

        • p_t says:

          Indelicado? Você acusa os ocidentais de arrogância e eu retribuí-lhe o “elogio” sr. “não ocidental”. É que este artigo em questão tem a ver com os stocks de mísseis russos e você traz à baila a suposta arrogância civilizacional dos ocidentais (ainda por cima em assuntos que não tem nada a ver) com que objetivo senão para dar lições de moral? Isso não é arrogância?
          Haver dúvida sobre o stock de armamento russo (ou de qualquer outro país) sempre houve. Faz parte. São coisas confidenciais e como tal só se têm estimativas.
          Além que para quem se acha tão informado dizer que o Mahbunani foi secretário geral da ONU não lhe soou estranho? Em 20 e tal anos só me lembro de 3 nomes: Kofi Annan e Ban Ki-moon e obviamente o Guterres.

  7. David Guerreiro says:

    É normal que tenham menos mísseis especialmente os mais avançados, mas daí a terem o stock por acabar vai uma grande diferença. Não esquecer que a Rússia gasta 10% do PIB ou mais na área militar, em percentagem é bem mais do que a maioria dos países.

    • Manuel da Rocha says:

      O problema são 983430 casas, acima de 5 milhões de dólares, que os membros das forças armadas russas compraram fora do país, assim com 18258 iates (acima de 12 metros), cada um pelos 34 milhões de dólares. E os militares russos possuírem mais de 700000 milhões de dólares, em investimentos fora da federação.
      É por isso que precisaram de ir buscar armas leves que estavam arrumadas há 40 anos.
      Alguns militares foram formados com um tipo de arma moderna, arrancaram para a Ucrânia e deram-lhe armas que eles nunca tinham visto. Boa parte delas produzidas quando os pais ainda eram crianças.

  8. JL says:

    Enquanto não houver sanções à venda de máquinas máquinas de lavar, irão continuar a construir mísseis de “alta precisão”. Ah Ah Ah Ah

  9. cK says:

    Esta imagem vista ao contrário, o projéctil faz lembrar um Lightsaber da Saga Star Wars 🙂

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