A tecnologia de mRNA poderá estar prestes a dar um dos seus maiores saltos desde as vacinas contra a COVID-19. Desta vez, o alvo é o cancro e os primeiros resultados de fase 3 são suficientemente fortes para abrir caminho a uma possível aprovação.
A Moderna acaba de garantir luz verde da Food and Drug Administration (FDA) para a mFlusiva, a primeira vacina contra a gripe sazonal a usar tecnologia mRNA nos Estados Unidos da América (EUA).
Sendo um dos sites mais visitados da Internet, a Google tem de garantir a melhor interface possível para as suas páginas e serviços. Este é um processo que se repete permanentemente e com mudanças interessantes. Este é um momento de renovação e de melhoria, tal como se vê agora na página de login da Google, que volta a mudar a sua imagem.
Foram nomes que, em meio de uma pandemia que parecia não ter forma de acabar, esperançaram a população global. Agora, com as águas mais calmas, a Moderna está a processar a Pfizer e a BioNTech por uma alegada infração da patente da vacina contra a COVID-19.
Apesar da pandemia estar a ser atacada pela vacina e esta até ao momento ser a única arma contra a doença COVID-19, muitos países ainda não têm quantidades suficientes de vacinas e muitos não têm sequer dinheiro para pagar aos laboratórios que ficaram riquíssimos com este negócio. Contudo, e por várias vezes, foi sugerido que, por emergência, a Moderna ou a Pfizer partilhassem a fórmula. Estas gigantes negaram sempre estes pedidos, mas fizeram outras propostas.
A Moderna, por exemplo, permite a transferência de licenças para que as vacinas sejam produzidas apenas pelos laboratórios escolhidos pela empresa americana. Mas isso pode estar prestes a mudar!