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Moderna quer desenvolver vacina específica para variante Ómicron

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. Zé Cabra says:

    Ontem falou-se um bocado das vacinas e das variantes ( que são muitas …) hoje aqui está uma noticia de deixar estupefacto o cidadão comum… depois não querem que se diga que existe “marosca” com as vacinas…

    • Bruno Mota says:

      Eu já desisti de advertir as pessoas para o que se está a passar. Tentamos advertir e somos insultados em retorno.
      Talvez seja melhor assim, seleção natural.

    • Nuno Filipe says:

      Eu sou vacinado mas isto chega a ser ridículo. Agora o CDC ja fala até numa quarta dose. Nunca tive que andar a tomar uma vacina de 6 em 6 meses na vida. Engraçado. Enfim…

      • KodiakShadows says:

        Eu já vou na 3ª e a mim pouco me incomoda, e já espero que não fique por aqui, porque até os “cientistas”já se sentem incapazes tal a velocidade de mutações, e tirem isso da cabeça não tem nada a ver com “marosca” ou “Chakra” como já alguém me disse. A ignorância é tão grande que já me disseram que é para as pessoas deixarem de comer carne, devido às alterações climáticas. ehehehe

  2. Jumento says:

    O ideal era a Moderna ficar com a esta variante . Assim a proxima fica para a Johnsson e a Pfizer a seguir . Um cartel com as empresas a rodar e’ a forma mais racional de lidar com o mercado

  3. Memória says:

    Alfabet grego:

    Alfa
    Beta
    Gama
    Delta
    Épsilon
    Zeta
    Eta
    Teta
    Iota
    Capa
    Lambda
    Mi
    Ni
    Csi
    Ómicron
    Pi

    Sigma
    Tau
    Úpsilon
    Fi
    Qui
    Psi
    Ômega

  4. Eu sei lá says:

    Sempre foi reconhecido o risco de surgir uma variante que torne inúteis ou de baixa eficácias as vacinas existentes.
    Será a Omicron? Convém não entrar em alarmismos, a variante causa preocupação, está a ser estudada – é tudo o que se sabe.

    No meio disto, o que diz a Moderna? Diz que se for preciso – repito, se for preciso – aperfeiçoa a sua vacina no prazo de 60 dias a 90 dias. O tempo necessário que tem sido referido é de 100 dias, por isso a Moderna quer dar um sinal aos investidores de que está na linha da frente.

    Na verdade não passa disso, o título do post está exagerado, dá a entender que o tiro de partida para o desenvolvimento das vacinas específicas de resposta à Omicron já foi dado, o que (ainda) não aconteceu.

    Quanto à importância da vacinação, até por impedir que surjam variantes mais perigosas, convém ler a notícia d’ “O Público”! de hoje, 27/11: “Médicos preocupados com número de não-vacinados internados. Em alguns, as pessoas nesta situação são mesmo a grande parte do total de hospitalizados. Médicos dizem que a diferença entre vacinados e não-vacinados é enorme, mesmo que sejam pessoas com a mesma idade e o mesmo tipo de comorbilidades.”
    De modos que agradeço que os anti-vacinas se vacinem, não vá eu ou um familiar precisar de ser internado por causa de uma doença qualquer, e estar tudo ocupado por eles.

    • Joaquim Sobreiro says:

      Os meios de comunicação subsidiados pela verdade única são os vírus nesta experiência de engenharia social.

    • Fernando Jorge says:

      Peço desculpa…. mas desde que vi a estatística de que 94% dos mortos serem de pessoas não vacinadas, fiquei logo de pé atrás com a honestidade ou com a competência dos jornalistas que a difundiram. Se quiseres saber o problema por trás dessa estatística procura nalguns artigos atrás.

      A dita estatística não foi referida só uma vez, foi repetida com alguns dias de intervalo, o que continua a não abonar nada aos ditos jornalistas.

      Por isso, é melhor tomar com cuidado as estatísticas veiculadas pelos jornalistas.

      • Eu sei lá says:

        O que é que uma notícia do Mato Grosso de agosto – “Cerca de 94% das mortes por covid-19 no Mato Grosso ocorreram em pessoas não imunizadas, segundo dados do Ministério da Saúde de janeiro a julho de 2021” – tem que ver com uma notícia de ontem d’ “O Público” sobre os internados com COVID dos internados nos hospitais de Portugal ?!

        Os anti-vacinas ou querem que se desconfie dos médicos ou dos jornalistas – todos pagos pelos laboratórios de vacinas. Vão-se catar.

        • rui says:

          +1
          Tudo serve para mostrar o antivacinas que são….

        • Memória says:

          Não te deves preocupar com precisar de ser internado por causa de uma doença grave.

          Vai ser “devagar no início, depois de repente” como dizia Ernest Hemingway’s na novela “The Sun Also Rises”

        • Fernando Jorge says:

          Tu Sabes Lá….

          Eu peço desculpa… se calhar induzi em erro com os 94%, mas dada a vontade de me chamar anti-vacinas, fico algo transtornado. Eu não sou ANTI-vacinas! Só sou contra estas em específico. Tenho todas em dia, muito obrigado. (menos estas)

          Ora então, lá tive de ir procurar a dita notícia, afinal eram 99,4% e não 94%:
          https ://www.rtp.pt/noticias/pais/covid-19-994-das-mortes-registadas-em-portugal-foram-de-doentes-sem-vacinacao-completa_v1339882
          https ://www.publico.pt/2021/08/02/sociedade/noticia/99-mortes-covid19-janeiro-julho-pessoas-vacinacao-completa-1972761

          Tente perceber o que está mal na estatística indicada na notícia.
          Já agora… dei uma olhada na notícia do Mato Grosso… e o mesmo erro de estatística está lá.

  5. Filipe says:

    Omicron Partition

  6. Memória says:

    O que eu já suspeitava

    Pretória refuta que nova variante na UE tenha origem na África do Sul

    https: //www.dn.pt/sociedade/pretoria-refuta-que-nova-variante-na-ue-tenha-origem-na-africa-do-sul-14359703.html

    • Vítor M. says:

      Sim, de facto Pretória tem base científica para afirmar isso. Mas foram eles quem a encontrou e na sua população https://www.timesofisrael.com/s-african-expert-downplays-threat-from-omicron-we-wont-have-a-severe-epidemic é são os primeiros a dizer que não é grave e que a vacina protege de quadros mais graves da doença mesmo com esta variante. É importante estar vacinado.

      Agora, Pretória não é exemplo, isto porque tem feito pouco trabalho para conter o vírus: https://www.worldometers.info/coronavirus/country/south-africa/

      Atualmente o país tem cerca de 24% de vacinados com duas doses e é nos não vacinados que está o problema.

      Portanto, mais uma vez, o problema está nos não vacinados. São estes que têm agravado a pandemia, mesmo em Portugal.

      Não vacinados estão a impulsionar pandemia e a aumentar “hesitação vacinal”, diz comissária europeia
      Comissária Stella Kyriakides disse que “toda a União Europeia” é confrontada com “um número preocupantemente crescente de casos” e sublinhou que “gostaria de começar por enviar uma mensagem muito clara sobre o papel das vacinas, porque as provas são claras”.

      • Bruno Mota says:

        Sim até porque quem está vacinado não contrai a doença nem a pode contagiar, certo?

        Ironias á parte, aguardem pelo próximo confinamento a partir de fevereiro ou março.

        • Vítor M. says:

          Gostam de misturar as coisas para confundir. Mas vamos desmascarar então esse argumento que usam que não faz sentido.

          Pois bem, quem está vacinado de facto contrai a doença, contudo, não contrai a doença no seu estado mais grave. Como tal, também não tem a mesma força de propagar a doença como um doente não vacinado, dado que a vacina trava a propagação do vírus no corpo. A pessoa pode ser infetada, não desenvolve a doença num quadro grave e tem menos capacidade de propagar o vírus. https://bit.ly/311RYzT

          A recent study has found that vaccinated people infected with delta variant are 63% less likely to infect people who are unvaccinated.

          The benefit of vaccines is even higher than 63%, because most vaccinated people don’t become infected in the first place

          https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2021.10.14.21264959v1

          Como tal, é importante as pessoas serem vacinadas, para estarem mais protegidas e, mesmo que sejam contagiadas, não propagarem o vírus com a força que os não vacinados o propagam.

          • Bruno Mota says:

            Independentemente da severidade ou não, as mutações ocorrem. Aliás, são mais suscetíveis de ocorrer quanto maior for a diferença genética e também nos vacinados porque o vírus vai mutar-se para combater as vacinas.
            Tal como ocorre com os antibióticos e antivírais.

          • Bruno Mota says:

            Diversidade genética*

          • rui says:

            Ja disse isso varias vezes.
            Mas como se diz:
            O pior cego é aquele que não quer ver.

          • Bruno Mota says:

            Resumindo, o vírus tenta combater a vacina e adapta-se.
            É o que está a acontecer.
            Por isso há quem defenda a imunidade de grupo, se bem que poderia haver uma grande percentagem de mortalidade, contudo, chegaria a um ponto em que o vírus seria inócuo para nós.
            As vacinas irão perpetuar o vírus. É o jogo do gato e do rato.

          • Bruno Mota says:

            Resumindo, o vírus tenta combater a vacina e adapta-se.
            É o que está a acontecer.
            Por isso há quem defenda a imunidade de grupo, se bem que poderia haver uma grande percentagem de mortalidade, contudo, chegaria a um ponto em que o vírus seria inócuo para nós.
            As vacinas irão perpetuar a pandemia. É o jogo do gato e do rato.

          • Bruno Mota says:

            Quanto á (força) da propagação, ou melhor, a diferença da força de propagação entre vacinados ou não vacinados, isso na minha opinião não faz o menor sentido.
            Uma pessoa infectada que esteja vacinada, e outra infectada que não esteja vacinada, o vírus se for da mesma estirpe é exactamente igual nas duas pessoas. O que poderá variar entre elas é a reação ao vírus.

          • Vítor M. says:

            Faz todo o sentido. Como está na informação que deixei, a vacina não deixa chegar a uma cenário de gravidade, logo a propagação no corpo humano é travada e isso faz com que essa pessoa tenha menos capacidade de contágio. Faz todo o sentido.

            Pensa. Estás constipado, muito constipado vais ter reações mais violentas, vais estar mais vezes a espirrar, a tossir e a expelir partículas com viroses. Se estiveres apenas com ligeiros sintomas de resfriado, não tens a mesma capacidade de contágio. Isto num exemplo muito prático. Faz todo o sentido.

          • Memória says:

            A Suécia parece estar prestes a atingir a famosa “imunidade de grupo” com números muito melhores que Portugal

          • Vítor M. says:

            Já no início tinham essa certeza, depois afinal não conseguiram nada disso, e vimos que atravessaram um deserto de grandes problemas. Atualmente a Suécia tem já cerca de 71% da população vacinada. Portanto, a vacinação está a funcionar.

      • Memória says:

        Vítor M.:
        . . . e é nos não vacinados que está o problema.
        Portanto, mais uma vez, o problema está nos não vacinados . . .

        Se tivermos o azar de a variante Omicron se tornar um grande problema estas afirmações serão sujeitas a um fact-checking rigoroso

        • Vítor M. says:

          Exatamente, são os não vacinados os principais atingidos e foi nos não vacinados que foi detetada esta variante. E vai ser difícil combater esta pandemia porque muitos países ou, porque não têm recursos, ou, porque não estão a fazer tudo o que podem (uns por subestimarem a doença, outros porque têm uma grande percentagem de negacionistas) são incubadoras de novas estirpes.

          É importante haver vacinas e as pessoas devem ter acesso a ela.

          • Bruno Mota says:

            Nunca os laboratórios e farmacêuticas diriam o contrário.

          • Vítor M. says:

            Mas o bruxo de Fafe diz.

          • Bruno Mota says:

            Vocês conhecem a história do jovem médico que curou na primeira consulta o paciente de longa data do seu pai também ele médico?

          • Vítor M. says:

            O do feijão no ouvido? Não estamos em fase de contar histórias. A realidade precisa de certezas, e é isso que se espera e foi assim que teve sucesso a campanha de vacinação em Portugal. E que nos ajudou e está a ajudar. Basta olhar para a Alemanha, com muitos negacionistas, não vacinados e são um enorme problema no país e na Europa.

          • Bruno Mota says:

            Não sou bruxo como o de Fafe, mas não acredito nem no pai Natal, almoços grátis, e muito menos em empresas comerciais ou grupos comerciais altruístas.

          • Vítor M. says:

            Certo, mas de facto mais do que a crença, há factos. Por isso a vacinação, as medidas preventivas e os normais cuidados coletivos serão a forma de resolvermos a pandemia. Ninguém está a salvo, mas quem está vacinado está mais protegido, como temos visto.

          • Bruno Mota says:

            Vítor, a história do médico, é uma analogia.
            Em relação aos dados, há dados para todos os gostos.
            Daí a importância de ter mais do que só uma fonte, mesmo que oficial.

          • Vítor M. says:

            Exato. Mas atenção às fontes. Usem dados concretos, reais e de entidades idóneas, não conspiradoras e ou de pessoas que se divertem em enganar os incautos e a levar alguns outros a tomar decisões erradas e que lhes custaram a vida.

          • Bruno Mota says:

            Enquanto não existir delito de opinião, e enquanto não queiram obrigar as pessoas a serem vacinadas, por mim está óptimo.
            Cada um que acredite no que bem entender.

          • Vítor M. says:

            Bom, uns dizem que se deve obrigar para haver uma proteção mais alargada, deixando de fora só mesmo os que não podem tomar, que é um número residual, outros dizem que não se deve obrigar, mas deve-se limitar a movimentação dessas pessoas. Por isso se forem atletas deixam de competir, de forem viajar, não podem usar os meios de transporte e nalguns locais não podem entrar.

            Uns submetem-se a ajudar a ultrapassar esta pandemia tomando a vacina para se proteger a si a terceiros, outros não querem fazer nada por isso. Seguramente que haverá consequências para quem não quer ser parte da resolução e que podem apenas fazer parte do problema.

            Pessoalmente tenho a minha opinião sobre este assunto, acho que as pessoas devem ser vacinadas, mas obrigar não é o caminho, contudo, terá de haver algum meio termos. Não sei qual, mas terá de haver.

          • Bruno Mota says:

            Vítor, aprove o comentário da minha autoria que aguarda aprovação se faz favor. Agradeço desde já.

          • Vítor M. says:

            Quê? Que comentário?

          • Bruno Mota says:

            De fontes oficiais exactamente. Esse é um dos busílis.

            Um dos meus comentários continua a aguardar moderação (aprovação).

          • Vítor M. says:

            Não há nenhum comentário na moderação.

            Sobre as fontes, há as oficiais, as cientificas… depois há aquelas que alguns querem usar, mesmo sabendo que não prestam.

          • Bruno Mota says:

            O comentário onde falo do delito de opinião etc, mas já está visível, obrigado.

          • Vítor M. says:

            Por vezes é a cache, pode demorar 3 minutos a ficar visível.

          • Bruno Mota says:

            Bom, foi um prazer debater este assunto com alguém que não utiliza insultos. Uma boa noite.

          • Vítor M. says:

            É uma forma de debater, a minha opinião é isso mesmo, a minha, mas há outras.

          • Bruno Mota says:

            Tomei nota, 3 minutos. Obrigado

          • Bruno Mota says:

            Exacto, e o debate saudável é bom para todos.
            O pensamento único é que é perigoso.

          • Joaquim Sobreiro says:

            O número de afetados pelos efeitos indesejáveis das vacinas estão registados e contabilizados matematicamente (na totalidade ou só uma parte). As probabilidades dos benefícios na gravidade do desenvolvimento dos sintomas será sempre um valor teórico, arbitrário sem qualquer valor matematico, pois é baseado em suposições. Forçar números sobre o custo/benefício passa a ser uma forma arbitrária de retirar o direito individual de decisão.

          • Vítor M. says:

            Porque na verdade devem ser bem mais. A informação em países “menos desenvolvidos”, como alguns países africanos, alguns da américa do sul e alguns da ásia, é muito escassa, e os números serão sempre muito aquém, esse é um problema gravíssimo.

        • Fernando Jorge says:

          Não sei se ainda alguém vai ler isto… mas envio na mesma.
          O Vítor acima indicou que a África do Sul tem cerca de 24% de vacinados. Ora se compararmos os mortos registados por covid com um país que tenha, por exemplo, 85% devemos ter uma diferença grande, não?

          Bem, mas pelo que vejo no OurWorldInData a percentagem de mortos registados por Covid é, neste momento, inferior à de Portugal. Olhando também para o acumulativo…. também sucede o mesmo.

          https://ourworldindata.org/explorers/coronavirus-data-explorer?zoomToSelection=true&time=2020-11-21..latest&facet=none&pickerSort=asc&pickerMetric=location&Metric=Confirmed+deaths&Interval=7-day+rolling+average&Relative+to+Population=true&Align+outbreaks=false&country=PRT~ZAF

          • Memória says:

            Basta incluir África (geral), South Africa, Sweden, Germany, para ver o estado (relativamente) desastroso em que Portugal se encontra.

            Mas o (muito) pior ainda está para vir.

            Quase todos já compreedemos isto, mas não esperes que os apoiantes das vacinas leiam estes dados e aceitem que as suas opiniões sejam influenciadas pela realidade.

      • eu2 says:

        Como pôs essa quote?

        E quem disse que em Portugal os não vacinados estão a impulsionar a pandemia?

  7. Eu sei lá says:

    E porquê Ómicron?Depois da Delta já houve diversas variantes de pouca importância a que foram atribuídas as letras seguintes do alfabeto grego. Mas saltaram-se duas, para a Omicron. E porquê, diz o “Expresso:
    “Se a letra nu (ν, o ‘n’ grego) foi evitada porque poderia ser confundida com a palavra ‘new’ (novo em inglês), a candidata seguinte, seguindo a lógica aplicada até agora, seria xi (ξ). Ora Xi é também o apelido do Presidente da China, Xi Jinping (em chinês o apelido vem antes do nome próprio)”. Então saltou-se a letra xi “para não ofender o Presidente da China” !!

  8. Memória says:

    Não encontrei isto nas notícias que recebo/leio na Net de Portugal
    ———

    Apanhados a fugir em Schiphol (Amsterdam)

    Um casal português/espanhol chegado a Amsterdam vindo da África do Sul foi alojado em regime
    de quarentena num hotel de luxo, para ser investigada a infeção por Corona/Sars-2, e eventualmente
    pela nova variante Omicron.
    Depois de terem sido dados como desaparecidos do hotel, a polícia holandesa consegiu finalmente
    encontrá-los e prendê-los já a bordo dum avião que se preparava para descolar em direção a Espanha.

    Álem de serem severamente multados podem ainda receber um castigo de vários anos na prisão

  9. Bruno Mota says:

    Número total de mortos comparando Portugal e África do sul

    Portugal

    Mortos: 18,417
    População: 10.154 853
    Percentagem de vacinados: 85%

    África do sul

    Mortos: 89,797
    População: 60.360 124
    Percentagem de vacinados: 24%

    Afinal, as vacinas servem para quê?

    • Bruno Mota says:

      Usando como exemplo os números em Portugal, e partindo do pressuposto que as vacinas realmente funcionam como muitos dizem, então África do sul deveria ter neste momento cerca de 60 000 (sessenta mil) mortos por cada 10 000 000 (dez milhões) o que tendo em conta a população da África do sul seriam 360 000 (trezentos e sessenta mil) mortos, e como se vê há menos mortos proporcionalmente na África do sul do que em Portugal.

      PS: cálculos efectuados com dados oficiais estatais.

    • FreakOnALeash says:

      Estão a esquecer-se que a África do Sul ainda no Verão estava com graves tumultos. Eu não acredito que este país assim como tantos outros deficitários a nível de infraestrutura e acesso a cuidados de saúde esteja a realizar uma contagem fidedigna das mortes por Covid 19.

      • Bruno Mota says:

        Escolhe um país com baixa percentagem de vacinação para fazermos a comparação.
        Vamos comparar entre países com alta percentagem de vacinação?

  10. Joaquim Sobreiro says:

    Independentemente da opinião que se tenha sobre as vacinas em geral e se as que agora se estão a criar para “combater” o novo vírus. Estas virão terminar a fase de teste com resultados desastrosos quanto a efeitos indesejáveis. Já causaram mais efeitos indesejáveis até agora que todas as outras em 50 anos de utilização.

  11. Memória says:

    Um exemplo a seguir:

    O ministro da saúde holandês já vai em 6 doses, ou talvez mais:
    https://freewestmedia.com/2021/11/23/dutch-health-minister-has-had-six-covid-jabs-already/

  12. Joaquim Sobreiro says:

    Um dos princípios da prática da medicina é : Não causar dano.
    Injetar a um indivíduo são um produto que tem possibilidades de causar efeitos indesejáveis, sem o informar devidamente, ou sob qualquer forma de pressão social é um atentado que vai contra os princípios da deontologia médica. Algo que a classe médica conhece.

    • Bruno Mota says:

      O pior é que pelos dados disponibilizados pelos governos, há mais gente a morrer nos países onde o número de vacinados é superior.
      Mas na TV com tantos ditos especialistas não há nem sequer um só que questione isto? Nem nenhum jornalista?
      E ninguém fica com a pulga atrás da orelha?
      Acham normal isto não ser discutido? Será normal que ninguém informe a população?
      A meu ver não é normal.

  13. Joaquim Sobreiro says:

    E não será com estas inoculacoes que se voltará à “anterior normalidade”.
    As reações indesejáveis a largo prazo não serão tomadas em consideração, nomeadamente nas doenças cardíacas, causa de maior número de mortos atualmente. Provar daqui, por ex. 5 anos que um enfarto do miocárdio ou um AVC pode estar ligado com uma inoculação será difícil de comprovar. Nunca foi aceite qualquer estudo de acompanhamento a longo prazo de anteriores campanhas de vacinação. Os coadjuvantes incluídos nas vacinas nunca foram reconhecidos como causadores de qualquer doença.

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