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Ómicron: É esta a nova variante do SARS-CoV-2! O que se sabe?

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. Cicrano says:

    P: “Omicron: É esta a nova variante do SARS-CoV-2! O que se sabe?”
    R: Muito pouco ou nada, para além de ser (pelo menos em Africa) mais perigosa que a variante Delta.

  2. Dr. Luis Ferreira says:

    Esta foto foi tirada 1 ano atrás, belos tempos quando ainda não havia o destruidor dos Mundos Omicron

  3. Apha says:

    Mais uma variante de medo lançada pelo Imperial. Já a variante inglesa foi a mesma coisa…

    Queriam o quê? Um vírus imutável? Não existe…

    Vai sempre mudar e vai ficar… e sim, passam ao lado das vacinas quer queiram ou não… tal como todos os corona e influenza

  4. pedro says:

    E….. Pronto.
    Mais uns minutos e já vão aparecer os do costume a mandar uns bitaites.
    Ah e tal, são as farmacêuticas,… E querem marcar o povo todo…. E vocês são todos cordeirinhos…. E com a vacina vão aviar meio mundo…..
    Ó Pedro Pinto já não são horas de pores notícias destas…..

    • Tempo ao tempo says:

      Tens tradutor instalado? Pesquisa no Google por Bio-Medico Legala Nätverkets remissvar uppmärksammas på Folkhälsomyndighetens presskonferens.
      Depois de leres argumenta como um adulto e não como um palhacito.

      • Hugo says:

        É esse o senhor da razão? Cada qual acredita no que quer mas negar a ciência em primeira instância é ser ignorante ao mais alto nível.

        • Tempo ao tempo says:

          Esses 16 estão identificados como pessoas ligadas à medicina. Medicina faz parte das ciências exatas. Que fazes tu na vida?

          • Joaquim Sobreiro says:

            Como pode a medicina ser considerada uma ciência exata? Isso será cientifismo.
            Pessoas ligadas à medicina também foram os médicos dos campos concentração nazis, que muitas experiências fizeram e foram o início da medicina industrial. Ver história da medicina e das companhias farmacêuticas.

    • joao says:

      Todos pensam que sabem o que nao sabem…

  5. Luís says:

    O maravilhoso novo mundo… aguentem.

  6. Str says:

    Então e na África do Sul onde os níveis de vacinação são relativamente baixos, registou se um aumento considerável do número de mortos e doentes graves? Era importante apurar isso. Ou na Europa que por acaso existe maior imunização é que vamos ver mais mortos e doentes graves? Se assim for algo de errado se passa aqui

    • Tempo ao tempo says:

      Só na Europa, estados-unidos e Austrália é que há covid. No resto do mundo não interessa para nada. 4a dose a caminho.

    • Manuel Costa says:

      A nível de mortos e doentes graves, a Europa está com 18% do que era para os mesmos números de infectados há 1 ano atrás. Curiosamente (ou não) os média dão tempo de antena aos negacionistas e médicos que vendem “medicamentos curativos”, ocultando que 92% dos internados não foram vacinados e, cerca de metade, já é a 2 ou 3 vez que apanham o vírus.
      Nem o falecimento de 3 mulheres, que tinham, quase, 6 milhões de apoiantes online, depois de garantirem que nunca seriam vacinas nem infectadas… acorda as pessoas.
      Mas, quando aparece a notícia de alguém vacinado que faleceu infectado, surgem posts a anunciar “8000 milhões de mortos depois de vacinados e menos de 2 milhões dos não vacinados”, que chegam a ter 1000 milhões de gostos e 1700 milhões de partilhas… assim se arranjam apoiantes do Chega.

      • Rui says:

        Concordo com tudo o que escreveste.

        Prepara te para seres massacrado !
        E vais ver os varios “apelidos” que te vão chamar.

        Esse pessoal não quer saber se a vacina, ou algum medicamento funciona.
        Só vêem o que lhes interessa

        Cumpa

        • Tempo ao tempo says:

          Eles e nós. Quem reina, reina a dividir. Faz o que quiseres ao teu corpo, não obrigues os outros a fazerem. A vacinação do próximo além de não dar imunidade de grupo, não te protege mais. Vacina-te e deixa os que não se querem vacinar em paz.

          • rui says:

            Olha, e isto é a minha opiniao.
            A vacina protege da doença grave, e isso os numeros mostram, digam o que quiserem
            A vacina é mais uma “camada” de protecção. Não é um escudo contra tudo e todos.

            A vacina não é e não sei se alguma vez o será em Portugal (só se for colocada no plano nacional de vacinação).
            A minha opinião sobre isso não te vou dizer apenas porque não vale a pena estarmos a discutir isso.

            Sobre o pessoal que não se quer vacinar, estão no direito deles.
            Da mesma maneira que é um direito meu não querer trabalhar com pessoal não vacinado.
            Ficamos cada um de nós em edificios separados, salas separadas sem nos encontrarmos e pronto, assunto resolvido.

            Como professional de saude, ai penso que nas instituições de saude (seja primaria, lares, hospitais etc) TODOS sem execpção deveriam estar vacinados, ou então testes a cada dia….
            Esta a é minha opinião.
            Respeito a tua, e tu respeita a minha.

            Cumps

          • Antonio says:

            Pareces uma C7.
            Quando é que percebes que a vacina não protege da doença?
            Afirmação tua.
            Se só protege da doença grave, porquê este circo todo?

          • rui says:

            Onde eu afirmei que não protege da doença???? Proteger da doença grave não é proteger??
            Já vi que só lês e interpretas como queres….
            Muito bom

            Já vi que és negacionista…..
            Continua a pregar a tua ideia e altera a tua vontade o que lês para te servir.

          • rui says:

            O Antonio

            Pela tua ideia (de negacionista) se uma vacina não protege 100% não serve, certo?

            Nessa ideia, então não existe nenhuma vacina….. e nem vale a pena vacinar ninguém.
            A selecção natural que decida….

          • xi7 says:

            estranho o rui nao querer trabalhar com nao vacinados, da a entender que vacina nao protege … mas o que faz ele pensar que vacinados nao pega e nao transmite o virus ?

          • rui says:

            Xi7

            Estas a deturpar o que eu disse.
            A vacina é mais uma camada de protecção, não um soro milagroso.
            Vacinados podem apanhar e transmitir o virus, certo!
            Porque vou arriscar? Eu continuo com mascara, etc . Não alterei as minhas medidas de protecção só porque estou vacinado.
            Para além que deves saber que NENHUMA vacina existente (seja covid ou outras doenças) é 100% protectora.
            Agora a carga viral de um não vacinado não é a mesma de um vacinado. Se não percebes isso, não posso fazer nada.

            O que disse e digo, é que se as pessoas têm o direito de nao se vacinar e outros tem o direito de nao querer estar com nao vacinados.
            Se eu souber que tenho no meu serviço uma pessoa que não se quer vacinar, não a quero na mesma sala que eu, ponto. Chama me o que quiseres, mas essa é a minha opinião.
            Da mesma forma que TODOS os profissionais de saude devem ser vacinado ou então fazem teste de 2 em 2 dias.

        • Antonio says:

          Nem sequer sabes a quem apelidavam de negacionistas, quando surgiu a palavra.
          Agora é comum apelidar as pessoas que não seguem a “carneirada” é que questionam. Quantos debates viste em Portugal sobre vacinas? Nenhum. Claro, dizem que a ciência está certa, tão certa, como a indústria do tabaco nos EUA na década de 60, em que pagavam a cientistas de renome para publicar artigos a favor do tabaco, como fazem agora as farmacêuticas. Enfim…
          Para tua informação não nego a existência do vírus, nego sim, a palhaçada à volta das “vacinas”. Também devo informar que possuo todas as vacinas exceto covid-19.
          Se tivesses, como eu, uma filha que foi parar ao Hospital com a 2a dias, não falarias assim, tinhas mais respeito. Com toda a certeza não deve querer outra vacinas covid-19. Percebes agora o meu ponto de vista?

          • rui says:

            Não, não percebo.

            Sinto muito pelo o que aconteceu, mas passar a dizer mal das vacinas e que isto é tudo uma palhaçada, ainda vai muito caminho.
            Tive colegas que ficaram bastante mal com a vacina e chegaram a ir a urgência, mas agora querem a 3 dose.
            Também tive colegas com Covid que ficaram internados e passaram mal. Logo que lhes foi possível tomaram a vacina e vão tomar as doses.
            Eles disseram que a Covid foi das piores coisas que lhes aconteceu até a data.

            Quantas pessoas foram / vão parar ao hospital com Covid e ficam gravemente doente ou morrem? Essas não merecem o nosso respeito?

            A vacina protege, sobretudo da doença grave. Os números assim o mostram.

            E o que eu mais peculiar é passarem a afirmar que todas as vacinas Covid são iguais, quando nem sequer são fabricadas da mesma maneira, ou tecnologias….

            Quanto a negacionista são todos aqueles que negam as evidências, o que há muitos (até mesmo do Vulcão das Canarias e das alterações climaticas)

        • Antonio says:

          Evidências?
          Sim, eu gostaria de saber a composição das mesmas, como acontece com qualquer medicamento.
          Se são tão boas, porque as farmacêuticas não são responsáveis pelos efeitos secundários, que também os há.

          • rui says:

            Mas e a EMA que avalia? Não confias?
            Desde quando alguma farmaceutica é responsavel por efeitos secundarios ao colocar no mercado um medicamento / vacina?

            Se acham que há efeitos, ponham as farmaceuticas em tribunal.
            Assim aconteceu já antes com farmaceuticas.e até tabaqueiras-
            Se procurares, vais ver que algumas já pagaram milhoes de multas e indemnizações.

            Sobre as compisições, esta aqui o link de uma delas. Basta procurar. As bulas são publicas.
            https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=&ved=2ahUKEwiBncHlhLn0AhUKnxQKHSDiBu8QFnoECA4QAQ&url=https%3A%2F%2Fec.europa.eu%2Fhealth%2Fdocuments%2Fcommunity-register%2F2021%2F20210106150575%2Fanx_150575_pt.pdf&usg=AOvVaw2GEm5CiyaEKU-gGkVcCMWi

          • Antonio says:

            Não confio quando não há transparência dessa entidade.
            Vou dar um exemplo básico: um engenheiro tem que passar um termo de responsabilidade por submeter um projeto de estruturas. Quem são os indivíduos que “debitam” as normas da DGS ou EMA? Alguém sabe? Esses não são responsáveis por nada?
            Se as farmacêuticas não se fazem responsáveis, a quem se responsabilizar? O vizinho? O médico? O negacionista?
            Caso não saibas, não podes pôr as farmacêuticas em tribunal, no caso das vacinas covid-19. Agora ficaram mais “espertas”.

          • Antonio says:

            Esqueci de referir, que este documento do link referido não possui qualquer referência à composição. Por isso vale zero.

          • Antonio says:

            Isto no documento vele zero: “Uma dose (0,5 ml) contém 100 microgramas de RNA mensageiro (mRNA) (encapsulado em nanopartículas lipídicas SM-102).“
            Como deves saber, uma vacina possui mais que RNA mensageiro na sua composição.

          • rui says:

            Ok
            Já percebi. Não confias nas entidades de Saúde.

            Eu confio na EMA. Eles verificam os dados e dão pareceres.

            Isso de não poder por uma farmacêutica em tribunal não é bem assim.
            Isso é como quando vais fazer uma cirurgia, assinas um documento (consentimento) e se as coisas correrem mal, podes ir para tribunal.
            Conheço alguns médicos que estão com processos em curso.

            Mas como te disse, as bulas são publicas (até que as pessoas têm o direito e devem ler a composição para poderem verificar se são alérgicos a algum componente)

            Negar por desconhecimento, ok.
            Negar só porque apetece…. não acho correcto.

            Cumps

          • Antonio says:

            Confiar neste caso na autoridade de saúde quando não há transparência?
            É como confiar no Estado, que te protege…
            Se eu te pagasse o ordenado, ias dizer mal de mim, ou seja, ias cuspir no prato de quem te deu a refeição? Claro que não.
            Não respondeste às minhas perguntas anteriores. Depois eu é que sou apelidado de negacionista, mas se coloco questão, respondes, mas passas ao lado.

          • Antonio says:

            Mostra-me à composição da vacina.
            Não é negar por desconhecimento. Mas se é composição é pública como dizes, mostra-me essa informação.
            Isso é o que se pretende, transparência.

          • rui says:

            Antonio, estas a distorcer as coisas

            o que disse é que as bulas são publicas (claro que com a informação pertinente), ou seja o que é colocado são os produtos usados, e não a composição delas completa (isso é segredo). Se fosse assim eram “copiadas” na hora.
            Lês todas as bulas? Sabes a composição de todos os medicamentos que tomas/tomaste?
            Não. Sabes aquilo que é lá colocado e que podem provocar reacções.

            Eu não confio no estado, nem penses. Mas também não acho que tudo o que faz é esconder informação e enganar nos. Mas isso sou eu.
            Agora isso mostras um pouco de desconhecimento. A EMA não pertence a nenhum estado. É uma agência com um conjunto de peritos de vários estados membros, e que nem sempre concordam ou vão a favor dos governos.

            Podíamos estar aqui a falar disto e daquilo até chegarmos aos 500 post cada.

            Tu tens a tua opinião, e eu tenho a minha.
            Como eu disse, eu confio nas autoridades de saúde. Nem sempre tomam a melhor decisão, mas (pessoalmente) não acredito que são mandados pelas farmacêuticas ou governos.

          • Antonio says:

            Ok.
            Tens os teus argumentos. Embora não concorde com a maioria, devo respeitá-los. O mesmo poderá acontecer com os meus.
            Um bom fim de semana.

          • rui says:

            Igualmente António

            Bom fim de semana
            🙂

        • Tempo ao tempo says:

          Mais abaixo escreves que confias nas entidades de saúde. A petição cujo título partilhei está associado à fase de testes das vacinas nos usa. Dá uma olhadela.

      • Tempo ao tempo says:

        É mais ao contrário botzinho de trazer por casa.

      • Sergio says:

        bom comentário

      • FreakOnALeash says:

        O que é que o Chega têm haver com os anti-picas?
        O Chega não manda em nada mas tem as costas mais largas que o PS!
        Não acordem em para estas legislativas não! Continuem a deixar PS ou PS(B) a distribuir pelos boys e girls.

  7. Luis Rosalino says:

    Mais uma variante potente a surgir em zonas com fraca vacinação. Mas porque raio o mundo n s une efetivamente para lutar contra isto? Como é possível continuar a desperdiçar se uma oportunidade que a natureza nos deu de repensar mos a nossa vida? É incrível a falta de organização mesmo passando ano e meio e tanto investimento feito.

    • Antonio says:

      Sem stress.

    • Antonio says:

      Vão aparecer dezenas, centenas de variantes.

    • Antonio says:

      Já agora extrapolando para a informática: quantos blocos de 8 bits se conseguem retirar de uma cadeia de 16 bits?

    • Zé Cabra says:

      Ó Luis , porque como as “noticias” vão informando (está lá tudo escrito mas não querem entender) … as vacinas não servem de nada, mutações passam ao lado no entanto cá estamos nós na onda … já agora quem anda a morrer afinal ? mas não estavam todos vacinados e era para não ser tão grave ? Realmente e Decididamente as coisas NÂO batem certo, digam lá o que quiserem… (os crédulos e os incrédulos)

    • Manuel Costa says:

      Esta é a estirpe 1259. Há 10 minutos atrás foi actualizada a listagem e a última é a 1281, numa análise feita no Brasil.
      Por isso, as vacinas funcionam. Basta olhar para o H1n1 que matou 782000 pessoas, na Europa, e já tem 19 milhões de estirpes identificadas nos últimos 12 anos. O Influenza teve de mudar de nome, pois passaram os 100 milhões de estirpes registadas, que é o limite máximo dos registos da OMS.
      Felizmente os media desatam a reclamar com as estirpes… depois acontece o mesmo que aconteceu com a 828, também da África do Sul, que “irá matar 180% dos infectados” (palavras de um líder regional da Ordem dos Médicos à TVI24 há pouco mais de 9 meses atrás), que se revelou ser muito mais fraco que a versão britânica que foi aniquilada pela versão Indiana 3… a que por cá continua.

  8. Str says:

    Sabe-se pouco mas especula–se muito

  9. Sardinha Enlatada says:

    E engracado e que estas variantes aparecem sempre em alturas especificas. Porque e que nao apareceram no verao ? Me engana que eu gosto. E mais um arrastar da coisa para o plano deles seguir em frente. Qual plano ? Perguntem a eles. Eles e que estao a criar esta bosta toda no mundo. Esta farsa ja chateia e nao deixam as pessoas viverem em paz.

  10. Infinity says:

    Omicron, o novo pokemon raro do covid-19.

  11. jorgeg says:

    “He who has overcome his fears will truly be free.”

    “Fear is a powerful weapon. When people are afraid for their lives they’ll obey whoever’s in charge, whoever claims he can lead them out of the desert, and for that they’ll gladly give up all of their rights.”

    Os mídia são o inimigo do povo e da liberdade, a única maneira de lutar contra este inimigo é educar-se e informar-se.

    Pandemia do virus chinês- vamos todos morrer!

    • Cicrano says:

      O melhor que fazes é ir a uma festa COVID e apanhares o virus…. Depois conta como correu.

      • Joaquim Sobreiro says:

        Que é uma festa COVID?
        E és tu que vais impor aos meios de comunicação subsidiados e controlados pelos interesses dos acionistas como correu? Provávelmente um surto de assintomáticos.

      • Sardinha Enlatada says:

        Cicrano e que tal pensares pela tua cabeca e deixares de ser o papagaio da comunicacao social ? Este pessoal ha-de sempre inventar frases novas. No tempo da divida dos paises tambem vinham com aquela frase “Os Portugueses andaram a viver acima das suas possiblidades” (E os politicos nao claro) e por incrivel que pareca havia pessoal que acreditava nisso. Palavras para que ? Voces nao conseguem ver um metro a frente, e por isso tem medo de cair num buraco que nem sequer existe.

      • jorgeg says:

        Ja tive o vírus chinês e?!!
        Encontrei-me meia dúzia de dias com uma ligeira dor de cabeça e um pouco de febre. Já tive constipações bem piores!

        Encontro-me vivo e com boa saúde!
        lê o que eu escrevi mais uma vez

  12. Manuel Costa says:

    Este alarme é como as 630 estirpes que geraram alertas amarelos pela OMS… só 1 se revelou potente: a 924, conhecida como Delta. É a que por cá anda desde Fevereiro de 2021. As outras eram tão perigosas que desapareceram dos países europeus e da América do Norte mais depressa do que um peru recebe um perdão sem dar uma bicada em quem lhe vai fazer uma festa…
    É preciso precaução mas, os media pioram isto de tal forma que mal apanham uma estirpe que leva um alerta laranja não confirmado, já é 100000 vezes pior que a Peste Negra.

  13. xyr says:

    Tantos comentários de gente que se percebe que de uma forma geral andam a navegar em águas desconhecidas , repetem-se , não têm coerência …enfim sempre o mesmo ….deixo aqui o comentário do único que tem coerência naquilo que diz desde o início o “Veterinário “( atradução é automática por isso é fraquinha , mas dá para entender ) e agora comparem a lucidez deste comentário com a tristeza dos especialistas das nossas TVS :

    ‘Omicron é mais infeccioso!’ ‘Omicron causa um curso mais suave da doença!’ ‘Omicron escapa da imunidade mediada por vacina!’ ‘Omicron tem um número surpreendente de mutações dentro da proteína spike (S)!’ ‘Omicron vai se matar porque tem muitas mutações; isso vai acabar incapacitando a replicação viral! ‘ ‘Omicron é sinistro.’ ‘Omicron é inofensivo.’ ‘Omicron foi criado por um paciente com HIV.’ ‘A África do Sul é a culpada por espalhar a Omicron!’ ‘Apesar de tudo o que precede, precisamos de novas vacinas: vacinas anti-Omicron! Essas vacinas vão domar a Omicron, interromper a pandemia e forçar a Omicron à endemicidade! ‘

    Nem os líderes de opinião chave (KOLs) nem a saúde pública (PH) entendem nada relacionado à cinética evolutiva desta pandemia; isso não mudou nada com o aparecimento do Omicron. Cientistas radicais gastam muito tempo na coleção de selos moleculares de uma infinidade de variantes do SARS-CoV-2 que surgem continuamente, mas não conseguem ver a floresta por causa das árvores. Os médicos estão intrigados com as diferentes manifestações da doença. A indústria de vacinas não se preocupa com nenhuma das opções acima, desde que possam vender um produto com um nome (‘vacina’) que em breve será banido do vade mecum médico .

    A ingenuidade científica combinada com a megalomania arrogante levou a poderosa aliança do PH-KOL e da indústria a subestimar dramaticamente a capacidade evolutiva do SARS-CoV-2 quando colocado sob pressão imunológica generalizada. Não pode haver dúvida de que Omicron é apenas um exemplo disso e que outras variantes abrigando uma panóplia semelhante de mutações dirigidas por S logo surgirão em outros países. De fato, não há razão para acreditar que condições idênticas de pressão imunológica subótima em nível populacional na infecciosidade do SARS-CoV-2 combinadas com pressão infecciosa generalizada levariam a resultados diferentes. Alternativamente, os países que – graças à vacinação em massa – prepararam suas populações para servir como um excelente criadouro para variantes mais infecciosas, exibirão um alto nível de hospitalidade para com a Omicron e seus pares.

    Como a narrativa cientificamente perversa continua a adicionar lenha à fogueira, é difícil acreditar que a Omicron será a estação final do trem pandêmico que está fora de controle. É provável que Omicron comece como uma doença leve porque os anticorpos anti-S (Abs) de vida curta e pouco funcionais que resultaram de infecção assintomática anterior (por exemplo, com outra variante anteriormente dominante) não reconhecerão mais Omicron. É, de fato, altamente provável que a resistência de Omicron não será limitada aos Abs vacinais, mas também aos Abs de baixa afinidade naturalmente induzidos que resultam de infecção assintomática / leve. Consequentemente, Abs de tal infecção anterior não competiria mais com Abs inato relevante para se ligar ao vírus. Indivíduos que já contraíram infecção assintomática / leve irão, portanto, ser capaz de confiar totalmente em sua primeira linha de defesa imunológica para lidar com a Omicron. Isso deixará nossos ‘especialistas’ com a impressão de que o vírus (na verdade, o Omicron) está se tornando menos virulento (do que o Delta) e está em vias de transitar para a endemicidade. No entanto, o padrão geral de doença “leve” só prevaleceria até que o Omicron se tornasse dominante e causasse altas taxas de infecção. Quando isso acontece, os Abs anti-S de curta duração e baixa afinidade começam a competir com os Abs inatos em uma parte crescente da população como resultado direto da maior probabilidade de reexposição logo após a infecção anterior. Altas taxas de infecção de Omicron evitarão que os Abs anti-S de curta duração e pouco funcionais diminuam em grande parte da população. Isso, combinado com a vacinação em massa contínua com vacinas anti-Omicron (inevitáveis?), permitirá que grandes populações exerçam pressão imunológica sobre a infecciosidade do Omicron. Nenhuma dessas respostas imunes é, no entanto, capaz de reduzir a transmissão viral (agora é amplamente conhecido que o tipo de vacinas C-19 usadas pela indústria não é capaz de bloquear a transmissão).

    A vacinação em massa promove a resistência viral às vacinas C-19. A resistência viral aumenta a infecciosidade do SARS-CoV-2 (por exemplo, Omicron) e pode, em última análise, permitir que o SARS-CoV-2 utilize determinantes alternativos da superfície celular para entrar nas células permissivas .

    Estou convencido de que a pressão imunológica subótima sustentada acabará por levar a mutações alostéricas (1)de proteína S. Tal (is) mutação (ões) não impediria a neutralização de Abs de se ligar à proteína S, mas alteraria o domínio de ligação ao receptor (RBD) de maneiras que permitem que domínios não reconhecidos por esses Abs neutralizantes se liguem a moléculas receptoras alternativas em células hospedeiras permissivas. Essa mutação alostérica impediria o vírus de se ligar ao ACE2? Talvez sim, talvez não. Foi bem documentado que a entrada mediada por receptor de SARS-CoV-2 não se limita a ACE2 (1). De qualquer forma, este mecanismo não permitiria mais neutralizar Abs previamente adquirido por vacinação ou recuperação de doença natural para neutralizar o vírus, mas ainda permitir sua ligação a ele. Abs que ainda são capazes de se ligar ao vírus sem neutralizá-lo estão em risco de causar aumento da doença dependente de Ab (ADE). Embora seja improvável que a virulência intrínseca do vírus mude (já que não há evidência de pressão imune sendo colocada nos genes de virulência), a ocorrência de ADE teria o mesmo efeito porque aumenta e acelera a patogenicidade viral. Quando isso acontecer, provavelmente geraremos uma situação semelhante à descrita para a doença de Marek, embora usemos uma via diferente para causar uma doença devastadora (2). Considerando que o vírus de Marek é tão virulento que rompe a defesa imune inata do hospedeiro (aves) e permanece à frente da imunidade adaptativa protetora em galinhas não vacinadas,

    É inegável que a vacinação em massa apenas levará o vírus a explorar totalmente sua capacidade evolutiva, incluindo – se necessário – sua capacidade de usar domínios de receptor alternativos em células permissivas. O custo de adequação que pode vir com uma mutação tão dramática provavelmente será recompensado com o aumento da patogenicidade. Eu realmente tenho medo de que essa dinâmica acabe permitindo a seleção natural de indivíduos com imunidade inata descomprometida, eliminando aqueles sem ela. Embora essa seleção natural levasse à erradicação do SARS-CoV-2, já que a imunidade inata esteriliza o vírus e bloqueia a transmissão, as consequências seriam inimagináveis ​​- o preço pago pelo fim da pandemia pela erradicação do vírus não é comparável ao pago por gerando imunidade de rebanho e permitindo que o vírus entre em um estado endêmico.

    Referências:

    https://www.ncbi.nlm.nih.gov/labs/pmc/articles/PMC7883063/

    https://journals.plos.org/plosbiology/article/file?id=10.1371/journal.pbio.1002198&type=printable

    (1) Para os fins deste artigo, a mutação alostérica é definida como uma alteração em um domínio imunogênico associado a S que está situado fora do RBD e cujo reconhecimento por Abs antivirais leva a uma alteração conformacional no RBD, desse modo prevenir a ligação de Abs neutralizante e permitir a ligação do RBD a determinantes expressos na superfície celular que são diferentes daqueles que mediam a entrada celular mediada por ACE-2 da cepa Wuhan original e variantes clássicas (por exemplo, α, β, γ, δ)

    • João says:

      Ganda calhau…
      Por essa lógica, tínhamos quase todos morrido de sarampo, tuberculose, tosse convulsa, HPV, poliomielite, BCG, tétano, e sei lá que outras vacinas estão no plano nacional de vacinação. A grande maioria de nós está cá porque essas vacinas existem. Sabemos que a vacina contra o COVID no é perfeita. Nenhuma é. Mas também já estão na calha vacinas bem mais eficientes que devem estar prontas em 2022.
      Não conheço nem nunca ouvi falar de ninguém morrer de tétano com a vacina em dia. Já com a vacina “fora de prazo” até conheci um…
      O facto de o COVID-19 se replicar à vontade em países onde a vacinação é baixa (ou quase nula) tem sido, desde sempre, um dos principais receios da OMS e daí andarem há meses a falar da distribuição das vacinas. Aliado a isso temos as pessoas a querer voltar à vida “normal”, sem qualquer cuidado por eles e a lixarem-se para os outros e os governos cheios de medo de manter medidas duras de controlo da pandemia.
      Falta vontade da OMS e de certos países ricos de apertar com as farmacêuticas de forma a produzirem mais (através da liberalização das patentes, por exemplo) para que as vacinas cheguem o mais rápido possível a todo o mundo. Há muitas fábricas que as podem produzir, se deixarem. Quando mais pessoas no mundo estiverem vacinadas, melhor. Agora se só estivermos em alguns países, bem que temos de começar a construir muros bem altos para não deixar o bicho entrar.
      Imunidade natural é melhor? Claro que é! Mas é certamente melhor vacinar antes das pessoas apanharem o vírus e morrerem. A taxa de mortalidade e de pressão nos serviços de saúde tem sido muito inferior onde há taxas altas de vacinação. Além de que os vacinados se forem infetados também ganham imunidade natural. Ou vamos simplesmente aceitar que os velhotes que se lixem todos e poupa-se umas lecas na segurança social? Eu tenho pai e mãe já com alguma idade e gostaria de os ter cá muito tempo ainda!
      Além disso, se, desde o início se tivesse travado logo o contágio (isolar indivíduos suspeitos, usar sempre máscara e outras medidas de controlo, se calhar já nem havia era pandemia… mas pronto. Além da China ter escondido o problema, os restante países fizeram-se de parvos e ficaram a olhar para o boneco. Foi o caso de Portugal. Primeiro o vírus era problema da China. Depois não chegava cá. Depois estava tudo preparado. E o primeiro grande caso de que me lembro teve origem…. num centro de saúde e numa urgência hospitalar onde nem máscaras para o pessoal havia, quanto mais indicações para terem certos cuidados com pessoas com sintomas relevantes para o COVID. Foi preciso a mesma pessoa ir 3 ou 4 vezes a esses serviços com sintomas graves para alguém pensar que tendo vindo de Milão se calhar… no meio disto infetou dezenas. Mas o SNS estava preparado, dizia a ministrinha e a senhorita da DGS. Dias depois dizia a Ministra que não “estávamos preparados para isto”. Grandes incompetentes. Estavam preparados para quê? Para ir fazer um piquenique à serra de Sintra?
      Um governo completamente sem qualquer ponta por onde se lhe pegue e que nem os especialistas ouve. Então agora… contagiem-se todos à vontade que depois das festas ficam uma semana em casa! Idiotas! Esquecem que metade dos Portugueses têm mesmo de ir trabalhar. Para hospitais, lares de idosos, serviços essenciais, supermercados…. Não aprendemos mesmo nada com o passado. Essa é a maior prova da falta de cultura de um povo.
      Resta-nos esperar algum juízo das pessoas para dar tempo à ciência de “apanhar” o vírus. Felizmente (ou infelizmente) vejo mais gente com juízo e a cumprir bem mais do que o mínimo necessário. Talvez infelizmente porque ficamos sempre à mercê daqueles que cospem para o ar e que pensam que nunca lhes acerta na cabeça.
      Já se fala numa possível cura para o HIV usando o mesmo método da mRNA. Não acredito em tudo o que dizem os laboratórios, mas também desde sempre achei que colocar a investigação na mão de privados foi um erro. Por outro lado, em mãos públicas não havia “estímulo” para produzir melhor. Enfim….

      • Joaquim Sobreiro says:

        Porque não espaços de debate nos meios de comunicação subsidiados com aqueles que apresentam argumentos diferentes? Voluntários silenciados pela verdade única existem.

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