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Tags: MIT

Engenheiros criaram câmara subaquática sem fio e sem bateria alimentada por som

Com a chancela do MIT, os engenheiros conseguiram tirar energia não das ondas do mar, não da força hídrica, mas do som. Como tal, a câmara subaquática foi projetada para comunicações sem fio, também não tem bateria, mas funciona muito bem.

A ideia de criar este dispositivo tem como objetivo poder ajudar os cientistas a explorar regiões desconhecidas do oceano, monitorizar a poluição ou acompanhar os efeitos das alterações climáticas.

Imagem da câmara que se alimenta com o som produzida pelo MIT


MIT propõe a utilização de “bolhas espaciais” para arrefecer a Terra

Enquanto alguns cientistas avisam que a geoengenharia é uma perigosa distração do verdadeiro trabalho necessário para reduzir as emissões, outros defendem que é preciso avaliar todas as opções. É aí que entram as bolhas espaciais da equipa do MIT.

O MIT propôs a utilização de “bolhas espaciais” para arrefecer a Terra. Descubra quais as suas ideias.


Astrónomos descobriram 2 superterras em órbita de uma estrela próxima

Haveremos de encontrar um planeta que possa albergar vida, se não a tiver já. Bom, esta é uma esperança, apesar de não haver nada que nos diga que isso é possível. Contudo, os astrónomos continuam na sua senda de descobertas. Desta vez foram encontrados dois novos mundos, duas superterras de provável abundância mineral rochosa. Estes planetas foram encontrados em órbita de uma estrela próxima do nosso próprio bairro cósmico.

Os dois exoplanetas recentemente descobertos são maiores que a Terra, mas menores que um gigante do gelo. Eles orbitam orbitando uma estrela anã vermelha fresca.

Ilustração de duas superterras descobertas pelo TESS


NASA confirma: Cratera Jezero de Marte foi um lago gigantesco e pode conter fósseis

A milhões de quilómetros da Terra, a NASA continua a recolher informações que conformem as suspeitas: Marte já teve vida. Como tal, a agência tem uma nova análise das imagens tiradas pelo rover Mars Perseverance. As informações confirmam que o local de aterragem do robô, a cratera Jezero, era um grande lago alimentado por um pequeno rio há cerca de 3,7 mil milhões de anos.

Segundo o MIT, neste sítio poderá existir muitas provas de vida marciana.

Ilustração da cratera Jezero onde pode haver indícios de vida em Marte


Cientistas captaram o som de um buraco negro a devorar uma estrela

Nos últimos anos, a tecnologia tem permitido conhecer determinados sons produzidos em Marte, no Sol e até durante as viagens espaciais. Sabemos mais sobre determinados ambientes através dos ruídos produzidos, do silvar dos ventos noutros mundos e conseguimos agora “ouvir” o som de um buraco negro a devorar uma estrela. As técnicas para a captação, por vezes, estão debaixo do nosso nariz, ou melhor, penduradas de nariz para baixo.

O som emitido por um buraco negro foi divulgado pelos cientistas do MIT, como parte de uma investigação sobre binários de raios X de baixa massa (e candidatos) para assinaturas de reverberação.

Ilustração de um buraco negro a devorar uma estrela e o som que produz