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Tags: jaxa

Nova tecnologia japonesa permitirá visitas espaciais remotas

A forma mais popular do turismo no espaço é feita através de frotas de aviões espaciais e foguetes. Contudo, esta pode vir a evoluir e tomar forma nos nossos ecrãs.

A empresa privada avatarin e a agência espacial japonesa JAXA estão a colaborar no projeto Space Avatar, que irá desenvolver mais uma “tecnologia avatar”.

Imagem Projeto Space Avatar


Satélites autodestrutivos podem ser a solução para lixo espacial

Para que o espaço possa ser explorado, não chega apenas observar a partir da Terra. Como tal, desde os anos 50, são enviados satélites e outros equipamentos que auxiliam a humanidade na tarefa de recolher informação como imagens, eventos cósmicos e muitos outros dados. Contudo, para além da exploração do espaço visando a sua descoberta, há igualmente a parte comercial. O lixo acumular-se e está efetivamente a tornar-se num perigoso problema.

O futuro terá de ter obrigatoriamente soluções para destruir o lixo que orbita a Terra. Há alguns avanços e hoje trazemos mais uma possível solução.

Lixo espacial


Encontrado objecto artificial entre as amostras retiradas do asteroide Ryugu

No início deste mês, as amostras recolhidas em Ryugu pela nave japonesa Hayabusa2 chegaram em segurança à Terra. Após a abertura do depósito com o material recolhido do asteroide, os astrónomos foram confrontados com várias surpresas. A mais recente mostra um objeto artificial encontrado no meio do material recolhido. Para já, ainda não foi possível a sua identificação.

Entre o pó negro e as rochas contidas na cápsula que voltou à Terra, encontra-se um objeto brilhante. Será que esse material fazia parte da nave, ou é algo “extraterrestre”?

Imagem de material extraído do asteroide Ryugu

 



Este é o aspeto da Terra se os oceanos fossem drenados (vídeo)

Com a tecnologia atual, com o poder de processamento computacional, é possível elaborar cenários hipotéticos da Terra em condições nunca testemunhadas. Há, inclusive, programas de exploração oceânica dedicados a descobrir pedaços da história por baixo dos mares. É um exercício importante para perceber o planeta atual e, sobretudo, perceber um eventual futuro da Terra.

James O’Donoghue, cientista planetário da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (JAXA), lançou uma nova versão de uma famosa animação feita pela NASA em 2008, com a Terra despida de oceanos.

Imagem da Terra drenadas dos oceanos