A Ucrânia foi invadida há duas semanas e as imagens e notícias que dão conta do terror que por lá se vive não param de nos chegar. Aparentemente, aquelas que chegam da e à Rússia não serão exatamente as mesmas. Por isso, o Twitter decidiu apagar as publicações dos canais de propaganda russos relativamente ao Shelling of Maternity Hospital.
O bombardeamento da maternidade aconteceu no dia 9 de março.
[Atualização (10:00 – 04-03-2022) – Fogo na central nuclear de Zaporíjia foi controlado e o perigo passou. A central está já em poder das forças russas] [Atualização (05:05 – 04-03-2022) – A população de Energodar, cidade vizinha da central nuclear de Zaporíjia não vai ser evacuada] [Atualização (04:00 – 04-03-2022) – O Presidente da Câmara de Energodar revelou que o ataque à central nuclear de Zaporíjia terminou] [Atualização (03:02 – 04-03-2022) – Voltaram os problemas à central nuclear de Zaporíjia] [Atualização (02:30 – 04-03-2022) – A segurança da central nuclear de Zaporíjia foi reestabelecida]
A invasão da Rússia à Ucrânia tem revelado algumas medidas que poucos consideram lógicas e que mostram de forma clara as intenções dos atacantes. As muitas infraestruturas essenciais são atacadas, algumas com um peso importante.
Uma notícia de última hora deixou o mundo quase em desespero, uma vez que a central nuclear de Zaporíjia, a maior da Europa está sob ataque da Rússia. As imagens mostram que esta está a arder e que as forças russas visaram a sua tomada pela força.
A Rússia intensificou a sua investida na tentativa de controlar o Aeroporto de Hostomel, a noroeste de Kiev. Dessa resultou um ataque que destruiu o maior avião comercial do mundo, o Antonov AN-225 Mriya.
Além deste que é o maior do mundo, o ataque russo destruiu outros aviões baseados no aeroporto ucraniano.
A onda de ataques informáticos não se registam apenas em Portugal. Tal como temos reportado, a cibersegurança tem sido colocada à prova na Europa e há agora informações que, fora da Europa, em Moçambique, vários portais governamentais ficaram inoperacionais.
Depois de vermos um problema enorme ter atingido a Impresa, estas situações parecem não ter abrandado. O site da Assembleia da República esteve inacessível e ainda não se sabe qual a fonte dos problemas.
Agora, e do que possível ver, o problema está a afetar alguns dos sites da Cofina. Falamos do Correio da Manhã, do Sábado e outros. A polícia judiciária estará já a avaliar a situação e a descobrir a origem do problema.