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ANACOM aperta CTT e define novos indicadores de qualidade

Há quem diga que os serviços prestados pelos CTT – Correios de Portugal (CTT) têm vindo a perder qualidade ao longo dos anos. Nesse sentido a ANACOM aprovou indicadores de qualidade de serviço que os CTT terão de cumprir em 2019 e 2020, enquanto prestador do serviço postal universal. 

Os novos indicadores visam introduzir um maior nível de exigência face aos que estão atualmente em vigor.

CTT


Portugal: Vem aí o 5G e também mudanças no serviço TDT

Foi em março deste ano que a Anacom deu o pontapé de saída para o 5G. Como primeiro passo a autoridade das comunicações revelou que iria auscultar o mercado, com vista a avaliar o interesse dos operadores nas faixas que tecnologicamente possibilitam o desenvolvimento dos vários serviços e que podem ser prestados com esta nova geração móvel.

A libertação da faixa dos 700 MHz para serviços de comunicações electrónicas terrestres está confirmada e isso obrigará a mudanças no serviço de televisão digital terrestre (TDT).


Reclamações de operadores? Há novas regras a partir de 1 de julho

São vários os dados estatísticos que mostram que os operadores de comunicações são dos que recebem mais queixas. Com o objetivo de existir uma maior transparência para quem reclama, a ANACOM (Autoridade Nacional de Comunicações) definiu os requisitos que os operadores devem cumprir nas respostas às reclamações que os seus clientes lhes dirijam através do livro de reclamações (físico ou eletrónico), a partir do próximo dia 1 de julho.


Anacom: Descida de 26% nos preços das terminações fixas

As tarifas de terminação são os preços que os operadores de rede fixa cobram a outros operadores pela terminação de chamadas nas suas redes. De acordo com uma informação do regulador das comunicações, o preço de terminação das chamadas fixas terá uma redução de 26%.

Conheçam quais os novos valores a pagar por minuto.


ANACOM: Operadoras não devem cobrar por fatura em papel

Recentemente a MEO revelou que as faturas em papel iriam passar a custar 1 euros por mês. De acordo com a MEO, o objetivo da iniciativa é “incentivar todos os seus clientes a aderir à fatura eletrónica, numa ótica de preservação e sustentabilidade ambiental”.

No entanto, a ANACOM recomenda que as operadoras não devem cobrar pela fatura.