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Incêndios: Anacom quer cabos de comunicações enterrados


Pedro Pinto

Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. Técnico Meo says:

    Enterrar os cabos no chão poderá não ser boa ideia. Quem anda no terreno sabe bem que as cvps, muitas vezes mal construidas, metem água. Por vezes para fazer uma intervenção é preciso esperar horas com motobomba para esvaziar a água. Identificar cabos tambem pode ser um problema, principalmente em subterrâneos mais antigos. E sobretudo, o aluimento / destruição de condutas por baixo do chão. Ai sim é o verdadeiro terror; todo o traçado tem de ser novamente escavado, levantado e limpo- leva dias!! O traçado aéreo é de longe o mais pratico e rápido a substituir / reparar e identificar problemas. Telecomunicações de emergência não podem nem devem depender da internet ou qualquer operador. Deve ser feita , entre células por links de RF em alta Freq, backups de baixa Freq para telemetrias ou em caso grave para repor a rede, retirando largura de banda a dados não prioritários de modo a garantir só fonia e texto. Uma terceira redundânia por satélite nos nós principais, sendo de aluguer e só se paga a ultilização real utilizada. Uma quarta redudancia por operador móvel civil, e só paga a ultilização real. Redudância de energia solar e eolica, baterias para 15 dias. equipamentos terminais dos operacionais com antenas de ganho robusto, e não antenas helicoidas de um quarto de onda. E sobretudo formar os operacionais a usar rádio, posturas correctas de transmissão, transmissões curtas, claras e objectivas e em caso de má recepção saber a posição das antenas para melhor orientar as transmissões. Quanto a modulações não deverão ser assentes somente em digital e network; possuir sim redes hibridas, caso falhe rede digital , backup para analógico. E ai sim estaremos no bom caminho. Esconder cabos no chão nem sempre é sinónimo de efciência.

    • Mota says:

      Talvez gastassem menos dinheiro em limpar terrenos, a prevenção fica mais barata nestes casos.
      Ou assim dizem..

    • Marco says:

      qq dia pedem para enterrar os cabo de alta tensão.

    • Luis Felix says:

      O melhor comentário (mais informativo) que li neste blog o ano inteiro!!
      Muitos não sabem mas radio analógico quase nunca falha. e no entanto insistem em sistemas com base digital altamente dependentes de web e servidores. a redundância se existe não funciona de forma satisfatória. Essa malta que decide essas coisas devia aprender algo com os radio amadores, podem ser “Amadores” mas tem muito para ensinar.

    • Carlos Almeida says:

      Boas Sr Técnico Meo

      Concordo consigo que nas zonas rurais que e é do que estamos a falar, que as cvps que não sejam bem construídas, não controladas e não visitadas frequentemente, a colocação e a manutenção dos cabos de fibra, podem ser uma dor de cabeça para quem faz esse trabalho. Mas o traçado aéreo está fora de causa em zonas florestais como foi o caso dos últimos incêndios.
      Colocando em condutas enterradas os cabos de fibras ópticas, com tubagens e caixas de visita separadas das dos operadores privados seria mesmo assim uma melhoria.
      Mas deveria haver rotas redundantes para as interligações entre as Estações :
      A 1ª rota de redundância entre Estações Base deveria ser feita com feixes hertzianos (RF)
      A 2ª rota redundante entre estações base através de terminais VSAT remotos dos satélites na banda ka, que cobrem todo o Portugal continental e que ficariam muito baratos. Um terminal VSAT em ka fixo custa menos de 270 € e nada tem a ver com o custo exageradíssimo dos terminais auto pointing usados pelo SIRESP nas suas estações moveis (+ de 12 000 € cada) . Também existe a possibilidade do aluguer como diz. O custo do tráfego seria também muito pequeno dado tratar-se dum sistema que só deverá entrar em serviço quando as outras 2 rotas anteriores falharem. Mas isso seria negociável.
      Relativamente à possibilidade do analógico, o TETRA não dá essa possibilidade, pois foi desenhado de raiz para ser digital. Mas o seu filho DMR já permite passar do digital para o analógico e os próprios repetidores poderem funcionar com os dois sistemas, bem como os terminais.
      Mas o DMR, que alem do digital também permite o analógico, não foi desenhado para a quantidade de utilizadores simultâneos que se exige num sistema de telecomunicações de emergência para um pais como Portugal
      Mas se não for resolvido o problema da interligação entre Estações Base, de uma maneira segura e redundante, seja qual for o tipo de modulação usada nos repetidores não adiante nada, porque os sites passam a modo local, pois não conseguem comunicar com as estações de controle, isto quer seja em TETRA quer seja no sistema trunking DMR tier III, que é o que se parece mais com o TETRA, mas com algumas limitações, a mais importante das quais é em cada portadora só poder haver 2 canais de voz ou dados e no TETRA poder haver 4.
      Uma torre com 15 canais de voz/dados + 1 canal de controle, o TETRA consegue fazer com apenas 4 repetidores e no DMR Tier III, seriam precisos 8 repetidores. Para sistemas pesados o DMR Tier III ainda não é solução, mas como é uma coisa muito nova (Tier III), podem surgir coisas interessantes num futuro. De qualquer modo a menos que descubram petroleo em S. Bento, não creio possível, mudar do sistema TETRA num futuro próximo. De qualquer modo o DMR é um sistema digital interessantíssimo, que o digam os Radio amadores que estão a aderir a ele (DMR Tier II), em grande quantidade, embora mantendo os seus sistema nos 80 m, 40 m , 20 todos analógicos claro. Não é trunking mas é muito interessante

      É claro que agora em sistemas modernos quer com o TETRA quer com o DMR Tier III, é possível receber e enviar chamadas de voz de um smartphone, pelo menos através do sistema WAVE da Motorola. Mas não esquecer que o TETRA do SIRESP foi implementado pelos senhores da SLN, BPN, Portugal Telecom e uma empresa do grupo Espirito Santo há cerca de 10 anos e as comunicações digitais deram um salto muito grande em dez anos e o SIRESP parou.

      Quanto à ANACOM. Como sempre vêm com umas burocracias típicas dos ratos de gabinete que nunca andaram nas serras ou nos pinhais e dum modo geral nas zonas rurais.

      Painéis de energia solar + gerador eólico + baterias, evidentemente concordo consigo

      Foi pena a Portugal Telecom, parceiro tecnológico no SIRESP, sabendo muito bem que um sistema de emergência é um sistema que tem que funcionar em 99.999% do tempo, não tenha logo de inicio implementado pelo menos uma rota redundante por feixe hertziano nos 6 GHz ou nos 11 GHz que permitisse a saída do tráfego por essa rota quando a primeira rota falha

      • Técnico Meo says:

        Excelente. 73, CT7AEL

        • Carlos Almeida says:

          Obrigado. Não sou HAM. Ando para tirar a licença há mais de 30 anos, por causa principalmente dos 2 m e 70 cm, mas as exigências burocráticas da ANACOM têm-me feito desistir. Talvez agora com o DMR, os hotspots e outras coisas interessantes no digital, talvez me decida. Sou amigo do Bravo Mike e ele está-me sempre a picar, para fazer o exame.

    • André Freitas says:

      Desculpa se eu estiver falando grande besteira, mas poderia pensar numa espécie de galeria enterrada para os cabos e também galerias para armazenar água da chuva, sendo que quando precisar poderá ser usada para combater incêndios.

      • Carlos Almeida says:

        Boa noite Sr André

        Julgo que a ideia é aproveitar ao máximo as infra estruturas subterrâneas que já existem para fazer passar os cabo de fibra optica. Os cabos em si, mesmo aqueles que vêm com dupla camada de metal para protecção, camada anti roedor etc, são a parte mais barata. Alias são essas camadas de protecção que encarecem o cabo, porque a fibra em si é extremamente barata. Portanto nas condutas que já existem não há muito a fazer a não ser colocar os microductos para os cabos . Em relação à sua pergunta sobre a agua, tudo o que é eléctrico, seja energia ou cabos de dados, não se dá bem com agua e o melhor é mantê-la longe. Eu sei que os cabos de fibra são estanque mas não gosto de agua perto dos meus circuitos.
        Nas antenas, fazemos um pequenos furos na parte de baixo das antenas para a agua condensada dentro tenho como sair, principalmente em sítios altos em que exista uma grande diferença de temperatura entre o dia quente e a noite normalmente fria.
        Estar a fazer infraestruturas subterrâneas novas para passar os cabos, ficará de certeza muito caro e ficaria muito mais económico colocar feixes hertzianos de alta frequência em 6 ou 11 GHz., p. ex.
        Não percebo ou se calhar até percebo muito bem, porque é que a PT/Altice insiste em fazer as ligações entre as torres por fibra óptica. Não será por razoes técnicas e disponibilidade de largura de banda, porque o SIRESP é um sistema de comunicações em banda estreita. Cada portadora (canal) de radiofrequência ocupa 25 KHz e transporta simultaneamente 4 conversações ou mensagens. Se uma torre estiver a comunicar 40 conversações simultâneas são 10 portadoras de RF (canais) e portanto a “astronómica” largura de banda de 360 kbps, pois no TETRA cada portadora com 25 KHz e 4 canais de voz/dados ocupa 36 kbps.
        Como vê a largura de banda de 360 kbps que não dá para ver um vídeo decente no YOUTUBE, dá para 40 chamadas simultâneas numa estação base com 10 repetidores.
        Portanto não precisam da largura de banda que a fibra permite para que o sistema funcione. Qualquer feixe hertziano em alta frequência faz minimamente 10 ou 20 x a largura de banda que uma estação SIRESP precisa. A Portugal Telecom na altura da instalação do SIRESP colocou fibra no meio dos pinhais e ninguem lhes disse nada. Agora insiste em colocar a fibra mas em condutas, por razões que para mim são evidentes e já explicitadas noutro post e que não têm nada a ver com a técnica. Enquanto os deixarem, vão continuar a fazer destas e muitas outras.
        Como curiosidade seguem alguns dados técnicos do TETRA, o sistema em que o SIRESP funciona.

        TETRA – Básico da tecnologia

        O padrão TETRA define as especificações da interface aérea, as especificações da interface de rede e outros serviços. Possui recursos conforme descrito na tabela abaixo.

        Especificações Suporte TETRA
        Frequencia de operação Cerca de 400MHz
        Espaço entre portadoras 25KHz
        Técnica de acesso TDMA ; 4 intervalos de tempo/portadora
        Espaçamento entre uplink e downlink 10 MHz
        Tecnica de modulação utilizada pi/4 DQPSK
        Taxa de dados da portadora 36kbps
        Taxa de codificação de voz 7.2 kbps
        Taxa de dados do utilizador por int temp; voz+dados

        7.2kbps (sem protecção contra erros)
        4.8Kbps (protecção contra erros pequenos)
        2.4Kbps (protecção contra erros grandes)
        Taxa de dados no modo de dados por pacote apenas 36 Kbps com 4 timeslots
        Estrutura do quadro (frame) TETRA
        1 multiframe TETRA é feito de 18 quadros; em que 17 quadros são utilizados para trafico de voz/dados e o quadro nº 18 é usado para a sinalização da informação. Cada quadro é basicamente composto por 4 intervalos de tempo.
        Modo de operação de tráfego Suporta TMO (operação de modo de tráfego) e DMO (operação de modo direto);
        Um tráfego TMO entre estações móveis é gerenciado através da estação base. O tráfego DMO é tratado sem envolvimento na estação basee

        Tempo de configuração da chamada 300 ms

        Para alguma duvida, PF esteja à vontade e pergunte-me. Se eu souber ….

  2. Hugo Gomes says:

    Satelite. La para cima logo directo. So podia tapar o sinal era o fumo. Mas acredito a rede digital tem os seus contras mas a analogica em vas de emergência devia de ser a alternativa.

  3. zé tuga says:

    mas esta gente a cabeça não dá para mais como se enterrar os cabos fosse a solução, para milhares de km’s de cabo por zonas inacessíveis, só os custos disso e nem sequer é garantido que não aconteça o mesmo, derivado aos elementos…

    a alternativa viável é sistemas de satélite ou radio frequência destinadas somente a emergência, não é depender de redes moveis e cabos de fibra óptica\cobre, por isso é que a rede siresp é a maior porcaria que existe…

    • Jojo says:

      A rede Siresp é a maior porcaria porque é uma rede baseada em TETRA que foi desenvolvido para os camionistas.
      O problema foi quando os fabricantes decidiram ganhar dinheiro com os parolos dos estados, subornando tudo e todos, e os que não pudessem ser subornados eram afastados… porque nenhum técnico de comunicações digno desse nome colocaria a sua reputação em risco por este tipo de rede para uma rede de comunicações para forças de segurança e emergência.

      Uma solução melhor seria algo baseado em espectro rádio largo (para dificultar a interferência e caber mais gente) com salto de frequência com milhares de saltos por segundo e cifragem à séria do som, e isto em modo analógico sem redes informáticas por de trás para ser só necessário retransmissores de sinal e tudo funcionar. Com a coisa bem desenvolvida até poderiam colocar toda a população portuguesa a falar por uma tal rede já que se for suficientemente larga os saltos de frequência significam que cada frequência só está ocupada por uns instantes e mesmo interferências momentâneas em partes do espectro rádio não têm impacto nas comunicações.

  4. Zé Montanelas says:

    Deviam era ter sistemas inteligentes de detecção de fogos instalados em torres com comunicações 4G

    Existem soluções como estas, cameras com infravermelhos e cameras com sistemas de inteligencia artificial pra detectarem fogos de 2 metros quadrados num raio de 8Km, reportam em segundos à central, melhor que a avózinha a telefonar para o 112 meia hora depois

    https://www.youtube.com/watch?v=r6UJvsL8n9I

    • Zé Montanelas says:

      O sistema reporta a exacta coordenada do fogo, a central faz descolar o mais rapidamente possível 1 avião/avioneta de combate a incendio, já carregada e preparada pra despejar naquele exacto ponto, guiados por GPS.

      Isto é que é 1 sistema decente, não 1 compadre no meio do monte em desespero a ligar pro 112 a dizer que há 1 incendio “mais ou menos” nesta zona.

      Umas quantas dezenas de torres/pontos de vigia inteligentes colocados em locais estratégicos e têm quase toda a área florestal de Portugal coberta.

  5. RP says:

    Mais areia para os olhos da populaça.

  6. anoninmo says:

    Provavelmente existem falhas e deviam corrigir de forma a evitar problemas futuros mas também deviam era encontrar os culpados, caso contrário vai cair no esquecimento, e só para o ano é que se volta a falar no assunto. Será que isto tudo não foi causado por grupos terroristas e esses sim serem a causa principal do que ocorreu, não será? Será que os culpados já fugiram, porque lhes deram tempo para fugir? É que isto dos fogos pode ser uma forma de terrorismo.

    Também não acham que deviam estar preocupados e estar preparados para o Grande Tsunami que La Palma (vulcão) pode causar e fazerem estudos aprofundados sobre isso, de forma a proteger Portugal. Alguns cientistas dizem que pode ocorrer um mega tsunami a qualquer momento, e mais rapidamente se o vulcão entrar em erupção, fazendo deslizar uma parte da ilha para o mar. Estamos preparados para o caso de isso acontecer? Quem se vai demitir quando acontecer? É que provavelmente Portugal será todo coberto pelo Mega Tsunami.

    Estar de olho no vulcão Yellowstone que pode entrar em erupção e causar extinção em massa. Parece que a NASA tem planos para arrefecer o vulcão, mas isso pode correr mal. Estamos preparados?

    Seria importante todo o mundo e não só Portugal proteger toda a rede elétrica contra as tempestades solares que podem destruir toda a rede elétrica e provocar extinção em massa, isto porque estamos dependentes de eletricidade. Estará o mundo preparado para uma grande tempestade solar?

  7. João Ribeiro says:

    Enterrar cabos ? e que tal eliminar logo a fonte dos problemas ? incêndios…
    incendiários, que são presos e libertados, que vendam os órgãos deles a outros países para pagar os estragos a ver se não acabam logo os incêndios

  8. R says:

    Eu não sou entendido no assunto, mas parece-me mais uma daquelas ideias de gabinete; e sem dar a devida atenção aos verdadeiros especialistas.
    E parece-me também que é mais uma tentativa para tentar desviar as atenções e eventuais responsabilidades destas catástrofes.

  9. Germano Machado says:

    agora querem enterrar os cabos?? na minha terra, parecem estendais de roupa tantos cabos que passam de um lado para o outro, quando chegar as cheias já ninguém se lembra

  10. Rafael Cardoso says:

    Anacom é como a proteção civil, uma cambada de engenheiro que não têm a mínima noção da realidade e depois inventam o que lhes parece bem e obviamente que dá asneira.

  11. Bruce says:

    Eu não disse? Os incêndios dão dinheiro a muita gente! Enterrar cabos? porque não? mais uns milhares para aqui e para ali…
    Depois não existe crime organizado… naaa, tudo acontece de forma natural…
    Uns perdem e outros ganham e muito com incêndios.
    Um aparte… estive na manifestação hoje em Aveiro e fiz caminhada até aos Bombeiros e por curioso estavam só umas 100 pessoas! Queixam-se mas depois na hora da verdade só uma minoria aparece.

    • Daniel Isidro says:

      As manifs é que não resolvem nada, se tivessemm pegado numas enxadas ou roçadeiras e ir limpar mato onde ainda não ardeu, secalhar era mias benéfico!
      Mas isto é o meu mau feitio a pensar alto….

  12. Daniel Isidro says:

    Os cabos enterrados não servem de nada!
    Na pasada moro no Entroncmamento e na paasada Quarta feira tive de ira a Leiria e usei a A1.
    Como esta assunto ainda está fresco na memoria fui atento a paisagem e vi varias torres de telecomunicações com arvores literalemnte ecostadas cuja altura ultrapassava mais de metade da altura do poste.
    Em caso de incêndio aquelas torres ficam imedaitamente danificadas e fora de serviço, já passaram 4 meses desde Pedrogão e quase 1 semana depois de 15 de Outrubro, es tou para ver quanto tempo mais vai ser preciso e quantas peeoas mais terão de morrer para que se faça alguma coisa de jetio em relação a este problema!

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