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‘Dark Data’ está a resultar numa preocupante pegada de carbono

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Pedro H. says:

    Quando descobrirem que a maioria dos seres vivos emitem dióxido de carbono será que também vamos limitar os nascimentos? Ou então já agora descubram quanta pegada de carbono os altos cargos políticos possuem quando vão viajar ou andar de carro….

    • Miguel Ângelo Figueiredo Oliveira says:

      Disseste tudo!

    • Dino says:

      Os nascimentos já deviam ter sido limitados há muito tempo.
      Perto de 8 mil milhões de habitantes gera um desgaste enorme no planeta só em termos de alimentação.
      Desde há muito que nos tornamos numa espécie infestante que está a matar todas as outras. E recusamos ver o que fazemos.

      • Jose says:

        Ora, há muito que deveria haver um controlo de nascimentos relativamente a toda a raça Humana! O que nos adianta ter tecnologia, melhores meios de produção se estes estão continuamente a ser ultrapassados pelo volume de seres humanos do planeta, que esgotam, imperialmente todos os recursos da Terra obrigando, agora ao empobrecimento de nações inteiras! É por essa razão que temos “alterações climáticas” e custos de energia absurdos com muito oportunismo desonesto à mistura! Tudo seria kaus simples e até barato se mantivessemos a Humanidade dentre de 1.000 a 2.000 milhões de indivíduos. A agravar mais este problema, só no último século a Humanidade duplicou. Sou de uma geração que se lembra do tempo rm quevo planeta tinha “apenas” 3.000 milhões de pessoas! Hoje vamos a caminho dos 8.000 milhões com mais de 4 a 5 mil milhões apenas num canto da Ásia. Nem se fala do desastre populacional de África. Depois, a culpa é dos Ocidentais e que estes devem pagar pelos outros. Curiosamente, as sociedade mais desenvolvidas são as que têm menores taxas de crescimento populacional. Enfim, é o Mundo irracional onde vivemos.

    • Oh says:

      Não é que não tenhas razão no dizes mas o que é isso tem a ver com o artigo em si?

      Falam de alhos e de vocês de bugalhos.

    • rjSampaio says:

      Duas falácias numa, parabéns…

  2. António says:

    Está a ser esquecida uma questão importante: se não fosse este tipo de armazenamento, qual seria? Papel. Que custo energético teria e qual a diferença para o arquivo digital?

    • rjSampaio says:

      Nenhum, o que eles querem dizer é que existem dados que deviam ser completamente eliminados, não tem qualquer utilidade.

    • qui says:

      No caso do papel, o máximo que eram guardados eram 10 anos… com 0.001X9653396920 vezes menos, pois não precisam de guardar os 2000000000 milhões de pesquisas que fazes, todos os meses, nem os 10000000000000000000000 milhões de sites que visitas diariamente.
      Exemplo: ao entrares aqui no artigo, preencheste 278020 sites e 1180 bases de dados. E isto só a carregares no artigo. Faz a conta a cada artigo em que carregas, mesmo através de apps.

  3. Joaquim says:

    Os traumatizados e formatados do carbono o melhor é nem irem a casa de banho para não criarem carbono.
    cada vez mais idiotas.

  4. Ácarolas says:

    Ah bom! 🙂

    Afinal parece que há problemas maiores que a “poluição bitcoin” 🙂

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