Nos dias de hoje, conhecer a nossa posição está ao alcance de uma simples aplicação de posicionamento no nosso telemóvel (usualmente designada por GPS). Esta tecnologia do dia-a-dia está dependente da «simples» recepção dos sinais transmitidos pela constelação de satélites de um sistema GNSS (Global Navigation Satellite System), seja ele o GPS (EUA), GLONASS (Rússia), GALILEO (Europa) ou outro.
Mas e se não conseguirmos receber estes sinais por estarmos aos 100, 200 ou 300 metros de profundidade no meio do oceano? Como é que a bordo de um submarino conseguimos saber a nossa posição e para onde temos que nos dirigir para chegar ao destino?
Autor: Comandante Paulo Garcia | Co-Autor: Filipe Taveira Pinto
A revelação feita pela WikiLeaks das ferramentas que a CIA usava para espiar mostrou que muitas empresas e sistemas operativos estavam vulneráveis e que eram observados há vários anos.
Ainda não foram tornados públicos todos os documentos, mas a última versão apresentada mostrou que a Apple e os seus equipamentos também eram alvos e que a CIA tinha ferramentas específicas para atacar estes dispositivos.
Um grupo de hackers, que se intitula “Turkish Crime Family”, ameaçou ontem a Apple, exigindo à empresa que pague 75.000 dólares em Bitcoin para “poupar” os milhões de contas iCloud, a que dizem ter acesso e que as podem apagar a qualquer momento.
Em resposta a esta “ameaça de ransomware”, a Apple frisou à Fortune que o iCloud não tem qualquer brecha no seu sistema.
Durante anos assistimos a uma grande retração do mercado de trabalho em Portugal. Apesar de o desemprego ter vindo a registar uma descida contínua, ainda se situa nos 10,2% e um em cada quatro jovens está no desemprego, mesmo sendo cada vez mais qualificados.
O problema não estará nos cursos superiores, mas poderá estar na falta de ajustamento das suas qualificações e, em Portugal, têm surgido várias iniciativas como forma de combater o desemprego no país.