O tema “baterias” está em voga e será sempre a base do desenvolvimento, isto porque está implícita a energia necessária para o mundo evoluir. Energia essa que está cada vez mais a contas com as baterias e a sua capacidade de armazenar.
Não só em termos de performance (tendência) mas também debaixo do fogo das regras ambientalistas, os fabricantes de automóveis estão a começar a introduzir cada vez mais automóveis híbridos ou mesmo puros elétricos. A Tesla, dirigida pelo ex-CEO da PayPal, Elon Musk, foi a grande impulsionadora dos carros 100% elétricos. Ao adaptar essa opção surge um grande problema, a duração e durabilidade das baterias.
O Snapchat foi uma rede social que surgiu em 2013 e rapidamente ganhou fama, por um lado porque os conteúdos se autodestruíam passados 10 segundos, mas também porque, na altura do lançamento, recusou ser comprada pelo Facebook, que estava disposto a pagar 3 mil milhões de dólares pela empresa.
Agora, passados quase 4 anos, o cenário parece negro para esta rede social pois não cresce muito e dá prejuízo.
A Internet das Coisas está a conquistar o seu espaço, está a moldar os dispositivos e a adaptar a forma como interagimos com a tecnologia. Há soluções atuais que estão desenquadradas e há novos conceitos que estão a aparecer.
Os cientistas da Universidade de Carnegie Mellon olham para o futuro e vislumbram um cenário caótico se nada for feito para gerir a enorme quantidade de dispositivos inteligentes. A ideia será esses próprios dispositivos, que irão controlar praticamente tudo nas nossas vidas, fazerem a gestão entre eles. É aqui que entre o conceito Deus EM Machina.
A tecnologia é normalmente desenvolvida para auxiliar o ser humano nas mais diversas tarefas. No segmento automóvel as marcas têm adoptado soluções que...