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“Grid boosters”: UE quer resolver o desperdício de energia limpa com baterias

                                    
                                

Imagem: Inside Climate News

Fonte: Euronews

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Grunho says:

    Primm tinham que aprender a fabricar baterias. E isso só os chineses. Na Europa era gasto brutal de energia, poluição, uma quantidade brutal de material a ir para aterro, para produção lixo que não durava quase nada.

  2. Grande xuxxa says:

    Não imagino nada mais ineficiente.

    • Max says:

      Depende do custo e da capacidade das baterias. Depois é carregá-las às horas que a eletricidade é mais barata (e abundante) e injetá-la quando é mais cara (por haver menos oferta). Quanto à eficiência propriamente dita (eletricidade injetada / eletricidade consumida para carregar as baterias), é muito elevada.

    • Paulo+g. says:

      Usar um gerador a diesel

  3. Yamahia says:

    Apenas pensam em arrasar biodiversidade. Depois queixam-se que a UE é a região com maior taxa de aquecimento. Está difícil perceberem ou não querem perceber ou percebem mas querem fazer crer que os culpados são os carros.

    • João says:

      a culpa não é dos carros, é das pessoas que andam a pé, nem é dos aviões, é dos pássaros…
      Arrasar biodiversidade? Lol a UE é talvez o único sítio no planeta com regras de proteção de biodiversidade.
      Mas já agora, por que não limitar a extração de petróleo? Também destrói a biodiversidade. Andar a pé e parar de viajar pelo ar, serão as únicas formas de poluição quase nula

    • Toni da Adega says:

      Provavelmente por ser dos pouco sitios do mundo onde a area de floresta tem vindo a aumentar. Era preferivel abrir uns pocos de petroleo

      • Yamahia says:

        “… A Europa perdeu 2,25 milhões de hectares de “florestas altas” (árvores com mais de 15 metros) nas últimas duas décadas. O abate destas árvores maduras reduz drasticamente a capacidade de retenção de carbono e destrói habitats de aves e mamíferos…”
        IN
        https: //www.wri.org/insights/europe-forest-loss-drivers
        E ainda a procissão vai no Adro. Em PT está previsto no curto prazo arrasar com mais uma área de floresta e biodiversidade equivalente a 3 AML.

        • Toni da Adega says:

          Mas devias estar contente, segundo esse relatório a maioria das florestas estão a ser cortadas para alimentar as termoelectricas, não é para colocar ventoinhas.
          É por uma boa causa.

        • Toni da Adega says:

          No mundo real a area tem vindo a aumentar
          https://ec.europa.eu/eurostat/web/products-eurostat-news/w/edn-20260320-2
          https://www.euronews.com/my-europe/2026/01/26/europes-forests-where-are-they-growing-fastest
          E o problema em de Portugal sao as ventoinhas, sao os negocios dos incendios e da industria do papel

          • Yamahia says:

            O q resulta em aumento são, sobretudo, terrenos agrícolas entretanto abandonados, cuja área é substituída por mato, vegetação rasteira e arbustos genéricos de crescimento rápido. Não são florestas altas. Não são verdadeiros sumidouros capazes de capturar o CO2. Não são capazes de baixar a temperatura envolvente em até 15 ºC. É aqui que está o problema e é por isso que a UE aquece muito mais do que as restantes regiões do globo.
            ​Grande paradoxo… precisamente a região que mais investe em espelhos e ventoinhas é a que mais aquece. Ninguém diria, lol.
            ​Apesar disso, querem continuar a cortar a eito as florestas antigas e maduras, ricas em espécies variadas de autóctones (veja-se Morgavel em PT, como o exemplo mais recente entre as centenas que têm devastado o país, a começar pelo nosso pequeno Monsanto aqui de Loures em 2013 quando havia calhau com fartura nas redondezas), para instalar ventoinhas em zonas montanhosas (onde o vento é forte) e espelhos em terrenos planos e uniformes. Para isso, as empresas abrem clareiras profundas e constroem quilómetros de estradas largas para o transporte de pás gigantescas e de camiões carregados de cimento, painéis e estruturas.

          • JL says:

            Qual era a diferença de cortarem o mato para plantar cultivo de combustíveis renováveis?

    • JL says:

      Não sabia que o artigo fica na Europa:

      https ://pt.council.science/blog/climate-explained-why-is-the-arctic-warming-faster-than-other-parts-of-the-world/

      • Yamahia says:

        Meu caro, são os próprios alucinados da UE comandados pelo terrível lobby elektro, na sua ânsia de espalhar a política do medo, que acabaram por dar um enorme tiro pela culatra. São eles que andam a berrar aos sete ventos que a UE é o continente que mais rapidamente aquece no mundo.
        ​A contradição é gritante… se a nossa região é a que mais se desflorestou e destruiu o território para enfiar espelhos e ventoinhas em todo o lado, como é que somos os que mais aquecemos? Ao tentarem assustar as populações, a única coisa que conseguiram foi desmascarar a incoerência da sua própria agenda.

        • JL says:

          Que lobby é esse ?

          Ali em cima está um erro “ártico” em vez de artigo.

          Então mostre lá dados que confirmei que foi a que mais desflorestou para plantar isso ?

          Então e se desflorestar para plantar cultivo de biocombustiveis ? é diferente em que aspeto ?

          A contradição é gritante quando se compara um ano ao outro.

  4. Max says:

    Portugal – produção e consumo por/para armazenamento, acumulado janeiro-Junho (Fonte: REN Hub)
    – Produção por armazenamento (total): 2.300 GWh
    Produção por bombagem: 2.293 GWh
    Injeção de baterias: 7 GWh
    – Consumo para armazenamento (total): 2.879 GWh
    Bombagem: 2.879 GWh
    Baterias: 8 GWh

    A bombagem consiste em repor para a barragem (ou para um depósito a quota superior) – consumindo eletricidade para armazenamento, a água que já foi utilizada para a produção de eletricidade – e que virá a ser de novo utilizada para a – produção de eletricidade para armazenamento. Em Portugal, várias barragens têm bombagem. Como facilmente se percebe, consome-se mais eletricidade para repor a água na barragem do que aquela que essa água vai produzir – mas compensa porque se vai fazer a bombagem quando a eletricidade está mais barata, especialmente em horas de grande produção de energia elétrica em Espanha e que é importada.
    Isto tudo para dizer que por as baterias existentes serem poucas leva a que “a energia solar e eólica que é produzida, mas não pode ser aproveitada porque a rede elétrica não a consegue absorver.” Até que as baterias atinjam uma dimensão próxima da bombagem não nos doa a nós a cabeça.

    • Max says:

      No último parágrafo faltou-me um não – o que queria dizer é que, mesmo com pouco armazenamento/injeção de eletricidade por baterias, a bombagem absorve grande parte do excesso de eletricidade produzida (internamente ou importada) de fontes solar e eólica .

  5. Milhafre says:

    A Alemanha, tem Litio, e contava com o litio do Donbas Russo.
    Mas parece que o sonho da “democracia” no Donbas para extrair o litio, está cada vez mais longinquo, e se querem vão ter que destruir o reno, na Alemanha, o que não é possivel porque não há tecnologia de reciclagem acima de 80%.
    No mundo, só a Russia tem tecnologia de ponta para reciclagem de Litio, a 99.99%.
    De resto a França, e Canadá estão nos 35%, mas a ideia é avançar a reciclagem do litio, para valores acima dos 80%, apartir do qual é possivel legalmente fazer a extração.

    Dada a confusão que vai na Europa, a Russia não vai fornecer a tecnologia a Países da EU, por razões óbvias.

    É chocante, que a solução para a extração de Litio, esteja na Russia, e nós arranjamos forma de os virar contra nós, de tal forma que agora não temos a tecnologia.
    No Donbas, era diferente, porque com a Filosofia que ajudava a matar mais Russos, não era importante para nós o sufrimento daquele povo.

    Eu acho que Portugal, e outros Países não devem deixar que a Alemanha, controle o ecosistema da Energia.
    Deve ser uma coisa partilhada, por todos.
    Se Portugal não tem Litio, então é melhor não legislar a favor do Litio, porque estratégicamente destroi Portugal.
    Se temos prái Litio com Fartura, é preciso ter cuidado, porque depois de começar a extrair, podemos ser invadidos por terceiros.

    É preciso muito cuidado nestas coisas.

    As baterias são em muitos casos, um mal necessário, para mobilidade.
    Não devemos ser parvos em Investir em depositos de Baterias, são um cancro, que nos destroi depois.

    É melhor apostar noutro tipo de Armazenamento, como os actuais por compressão.
    Mais seguro a curto prazo e a longo prazo, muito mais barato também, muito mais limpo.
    Até pode ser um gas a ser comprimido, que dê vantagem.

    Nos Datacenters, as baterias são um problema sério.
    É melhor geradores a Diesel, ou até Gasolina, ou Gaz.

    • rjplopes says:

      O lítio está muito perto de se tornar irrelevante, pelo menos no que toca ao tipo de baterias mencionadas no artigo. As baterias de iões de sódio que estão a começar a ser produzidas, serão mais baratas e terão o dobro do tempo de vida das baterias de lítio. E o facto de terem uma densidade menor de energia não é um fator muito relevante no caso da baterias estacionários, ao contrário do que acontece com as baterias para automóveis.

      https ://www.iea.org/commentaries/sodium-ion-battery-momentum-grows-but-challenges-remain

    • Toni da Adega says:

      não há tecnologia de reciclagem acima de 80%. Isso mesmo qualquer coisa que nao seja a 100% nem vale a pena olhar para isso como opcao.
      E para o Litio, Portugal detesta investimento por isso é uma má opcao como qualquer outras.

      É melhor geradores a Diesel, ou até Gasolina, ou Gaz, essa é a melhor opcao, temos independencia energetica. Barata e ilimitada. Iria mais longe, cada habitacao deveria ter um gerado instalado

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