Europa lança o seu novo sentinela: drone marítimo patrulhará 740 km sem reabastecer
A guerra na Ucrânia obrigou a Europa a alterar consideravelmente as exigências militares para uma defesa conjunta. Nesse sentido, foram investidos quase 8 milhões de euros para criar o ARROW, uma embarcação não tripulada encarregue de vigiar as rotas marítimas da região. E quem pagará este drone marítimo?
ARROW, a nova arma da Europa para patrulhar os mares sem deixar rasto
A Europa continua a reforçar a sua segurança em tempos de guerra e, no âmbito do Fundo Europeu de Defesa, EDF, na sigla em inglês, destinará quase 8 milhões de euros à implementação do ARROW, um navio que patrulhará todas as fronteiras marítimas da região.
Este projeto, que reúne várias empresas, consiste numa embarcação de 12 metros com capacidade para operar de forma autónoma ou com tripulação a bordo, atingindo velocidades entre 64 e 84 km/h, com uma autonomia de quase 800 km.
Ao longo dos mais de 90.000 km de rotas marítimas na Europa, o ARROW ou Autonomous Rapid Recognition Operation Warship, será responsável por missões de vigilância e inteligência, sobretudo face à ameaça real de ataques com unidades não tripuladas.
Embora só esteja previsto entrar em operação em 2028, o projeto já arrancou, coordenado pela empresa francesa SEAir Solutions, com o apoio da espanhola D3 Applied Tech SL e mais oito organizações.
Drone marítimo para defender o velho continente
Segundo o plano original, a União Europeia contribuirá com 7.961.370 euros, mas o custo total estimado do projeto ascende a quase 11 milhões de euros, financiados também por fundos privados.
De acordo com a Sierra Tango, Richard Forest, CEO da SEAir Solutions, confirmou que dominam já esta tecnologia, pronta a ser aplicada na defesa europeia.
Pode tornar-se um verdadeiro fator de mudança no mar para as marinhas europeias. Mais rapidez, maior alcance, melhor estabilidade e sigilo melhorado são algumas das principais vantagens para esta nova geração de navios de superfície não tripulados (USV).
Adiantou o CEO da SEAir Solutions.
Entre os seus avanços mais notáveis, destacam-se os hydrofoils, ou seja, hidrolâminas retráteis, uma tecnologia que permite à embarcação praticamente flutuar sobre a água.
Isto representa uma enorme vantagem para operações de reconhecimento e inteligência, tornando o navio extremamente silencioso e furtivo, uma das grandes apostas do ARROW, que tem como precedente o Transflytor.
Independência estratégica da Europa face às superpotências
Apesar de a Europa ter confirmado recentemente a sua estratégia de rearme, o EDF teve início em janeiro de 2021 e prevê investir 7.900 milhões de euros em ações de defesa para além das águas europeias, conforme consta na página do Conselho Europeu e do Conselho da UE.
Destes fundos, 5.300 milhões destinam-se ao desenvolvimento, 2.600 milhões à investigação, e entre 4% e 8% a tecnologias disruptivas, com o objetivo de reforçar a autonomia estratégica da União Europeia.
No âmbito do Plano de Ação Europeu para a Defesa, EDAP, na sigla em inglês, a estratégia europeia nos próximos anos assenta em três pilares: o EDF, o estímulo ao investimento nas cadeias de fornecimento da defesa, e o reforço de um mercado único no setor.
Por agora, com o ARROW como sentinela das águas europeias, a região dá mais um passo em direção à tão ambicionada independência estratégica face a outras grandes potências.
























Só é pena na ser da Tekever, mas Portugal deveria investir muito neste tipo de armas, para manutenção da Área Marítima.
A EU só está a perder, os drones marítimos deles são anfíbios: https://www.youtube.com/watch?v=e62NO16h9nw
Pois é começar a investir em armamento se não daqui a uns anos somos comidos de cebolada porque a verdade é que o trump tem razão nos sempre confiamos nos EUA para nos defender e isso não pode ser uma dado adquirido
Eu não entende a tua lógica.
Sempre que ha guerras somos nós que as provocamos, lutamos nelas á distância, e os desgraçados dos pobres é que morrem.
Não somos nós que precisamos de defesa, estás a ver a coisa pelo lado errado.
O que nós temos é de deixar de fazer mal aos outros.
Dessa forma ninguém nos atacará, e a faze-lo seria os EUA.
Se continuares a criar inimigos a força, ai não precisas de defesa, mas sim de armas para atacar as vitimas.
Claro a vitima pode depois te atacar a ti, óbvio, se tu podes-te em primeiro lugar ataca-los a eles, eles depois teem todo o direito de te atacar a ti.
E é sempre o inocente que morre, sempre, porque os Ricos deslocam-se rápido para outras regiões seguras do mundo, e tu e eu estamos tramados, com uma sentença de morte declarada.
Portanto começa a mudar a forma como olhas para as coisas, para o teu bem e para o dos demais.
Isso era uma piada ou o caríssimo João está genuinamente alheado da realidade?
Estará alheado?
Porque não lhes dizes então quem é que nos atacou?
Qual foi a guerra que não foi Ocidente a começar?
Explica então a tua realidade.
que eu saiba e que todo o mundo sabe é que esta ultima guerra foi começada pela Russia, certo? A Russia não é nem nunca se considerou do ocidente, certo? Foi ela que invadiu a Ucrania e tem sistematicamente praticado crimes de guerra.
A guerra na Siria foi o ocidente que começou? ou foi o regime Sirio com o apoio da linda amiga Russia?
A guerra em Gaza quem começou? foi o Ocidente? ou foi o Hamas ?
Enfim começo a ver que muita gente já tem lavagem de cerebro feita pela propraganda russa.
Zezito, larga a droga rapaz..
A Guerra da Uc^rania começou em 2014, com crimes contra a humnidade, quando depois do golpe de estado e tentativa falhada de assasinar o ultimo presidente democrático na Ucrânia, resolveram lançar uma operação de exterminio sobre o leste.
 Russia tentou a paz de todas as formas possiveis, mas descubriu que a Ucrânia estava a amassar um exercito massivo, para pela segunda tentativa, cometer genocidio no leste.
Quando a Russia percebeu que esse mesmo exéctito estava prestes a ser lançado, não teve outra hipótse, depois de enviar documentos para a NATO e para os EUA, a explicar que deviam parar com a loucura.
Não resultou, porque nós não temos travão, achamos que fazemos o que queremos e matamos quem queremos.. o resultado está a vista.
Foi a Russia que começou?
Claro que não, fomos nós!!
Na Siria , sim foi o ocidente que a começou, e matamos muita gente, muita mesmo, alqaida, e todos os outros grupos terroristas, foram treinados e financiados por nós.
Quem está agora no poder na Siria?É um terrorista, e a Alemanha foi a primeira a visita-lo.
Esse regime, está a fazer genocidio contra Cristãos,Alwitas, e Druzos.
Hoje percebe-se que o grupo terrorista é fortemente apoiado por nós, sendo o patrão dele directo o Erdogan,Turkia.
Fomos nós?Sim claro que fomos, não só lá, afganistão, libia,libano,Palestina,Jugoslávia,etc, somos sempre nós.
A Guerra na Palestina, é uma coisa contante na luta dos Palestinianos para tentar expulsar os criminosos dos Judeus, do seu território.
Dura ha muitas décadas, mas as mais recentes desde 1967.
Tem sido talvez o maior poço de genocidio no mundo, são eles e o Iemen.
Quem está a fazer genocidio?Claro que é Israel, com todas as armas e apoio nosso, quer politico quer militar.
Eles não param de ocupar território Palestiniano.
Todos os ataques de terror de dão na Palestina.
Se nós apoiamos de forma politica, e militar, pois …somos nós.
Os Ataques contra o Irão?
Israel está a cabeça, mas por trás somos nós, claro.
Turkia,Alemanha,EUA,Azerbaijão,Israel, E mais uns principatos da região.Mas claro por trás soms nós.
queres que continue, ou já chega para travar a desinformação da tua parte?
Para O Manuel : Em relação a Siria só inventas aqui ficam os factos
A guerra na Síria começou em 2011, desencadeada pelas manifestações da Primavera Árabe, que reivindicavam reformas democráticas e o fim do regime autoritário de Bashar al-Assad. A repressão violenta dos protestos pelo governo sírio levou ao surgimento de uma oposição armada, culminando em uma guerra civil que se estende até hoje e envolve diversos grupos armados e potências estrangeiras.
Contexto e Causas:
Primavera Árabe:
A onda de protestos que varreu o mundo árabe chegou à Síria em março de 2011, com manifestações em diversas cidades pedindo reformas políticas e sociais, incluindo o fim do regime de Assad.
Repressão governamental:
As forças de segurança do governo sírio reagiram com violência aos protestos, reprimindo as manifestações e prendendo manifestantes, incluindo crianças.
Surgimento da oposição armada:
A violência do governo levou à formação de grupos rebeldes, inicialmente compostos por desertores do exército e civis armados, com o objetivo de combater as forças do governo.
Informa-te antes de chamares os outros de drogados.
Zezito, já paraste para pensar?
Quem no mundo produz armamento? Como é que o armamento aparece nos países pobres, principalmente África?
Simples, o Ocidente e a Rússia precisam muito daquelas riquezas, diamantes e afins. Que fazem para ter? Patrocinam e armam os grupos terroristas para combater os governos desses países, que não são “amigos”.
Ou seja, se o governo do país africano for amigo dos EUA, andam os russos a armar os rebeldes.
Se for amigo dos russos, andam os americanos a armá-los.
Ainda podes juntar os franceses e os ingleses.
Nunca entendeste isso?
Da maneira que as coisas estão na Europa, arriscam alguem a roubar o drone em alto mar… 🙂
Boa sorte para quem “conseguir” roubar um drone militar armado e provavelmente armadilhado e conseguir sobreviver!!!!!
Olha os drones fpv diziam o mesmo até que apareceram os jammers para drones e tiveram que ir evoluir para drones ligados por fibra, por isso nunca digas que não é possível!
Quem o roubar não o vai fazer de mãos livres. Primeiro vai munir-se de um drone gatuno.
Como queimar dinheiro em coisas fofas para usar em coisas inúteis – Parte 1
Como afirmar disparates sem conhecimento de causa – parte 1
Fica mais barato a patrulha ser feita por um navio muito maior e com dezenas ou centenas de marinheiros a bordo?
Exatamente, este drone em tempo de paz, pode muito bem apoiar as entidades a controlar as lanchas de droga.
Esta iniciativa, isolada, não serve de muito.
Na minha opinião, a presença física de pessoas em situações de vigilância, com ou sem conflito, nunca será opção.
Para além de serem extremamente valiosos, as pessoas serão sempre poucas para acudir a todas as situações e muito menos 24 horas por dia.
Para mim os novos cenários de vigilância devem se basear no conceito “ausência de pessoas no cenário”, ou seja, deveria ser criada uma rede de vigilância, que no caso de ser no mar seria efetuada por uma rede de sonares ou equipamentos equiparados, que estariam sempre de vigilância, 24 horas por dia, independentemente do clima/condição (chuva, tempestade, sol, etc.).
No caso da terra, seria efetuado através de torres de controlo, balões atmosféricos, etc.
No caso do espaço seria efetuado por uma rede de satélites ou equipamentos equiparados
Em caso de infiltração/invasão de território seria então enviados os meios de controlo apropriados de acordo com a gravidade da situação, que poderiam ser de dissuasão ou mesmo de aniquilação.
Aqui, se assim o se justificasse, poderia então ser utilizada este drone ou outro que se adequasse a resolução/gravidade do problema, como por exemplo por misseis, caças, etc.
Esta rede deveria ser usada por todos os países da Europa ou mesmo da NATO.
Mas concordo que este é um dos passos dados pela Europa na direção certa de ser autónoma na sua defesa
Portugal tem alguma participação?