Carros elétricos: vendas de marcas chinesas disparam em Portugal
O segmento automóvel está ao rubro, muito pelo poder das marcas chinesas que têm vindo a controlar o mercado dos elétricos. Em Portugal, as marcas mais populares de veículos elétricos mais do que duplicaram as vendas, tendo em 2025 sido vendidos 11.901 veículos.
Não há dúvida que as marcas chinesas do segmento automóvel estão com bastante agressividade na Europa e Portugal é um bom exemplo. De acordo com dados da ACAP, no total, em 2024, foram matriculadas 5590 unidades, tendo este número duplicado em 2025.
A popularidade da BYD faz-se notar nos números alcançados (6059 unidades vendidas), mas tem também aberto portas a outras, como é o caso da XPENG que cresceu 946,5% face ao número de carros matriculados em 2024 no nosso país. A nível global a XPENG vendeu 429.445 automóveis, tendo conseguido um crescimento de 126%.
A MG também conseguiu bons resultados com 4074 unidades vendidas em 2025 (em 2024 a MG vendeu 2352 unidades).
Vendas de carros elétricos em Portugal (2025)
| Marca | Unidades (2025) | Unidades (2024) | Variação (%) |
| BYD | 6059 | 3121 | +94,1% |
| MG | 4074 | 2352 | +73,2% |
| XPENG | 900 | 86 | +946,5% |
| Leapmotor | 340 | 0 | (Estreia) |
| Dongfeng | 147 | 11 | +1 236,4% |
| Forthing | 100 | 8 | +1 150,0% |
| Aion | 78 | 0 | (Estreia) |
| Changan | 54 | 0 | (Estreia) |
| Deepal | 41 | 0 | (Estreia) |
| Omoda | 34 | 0 | (Estreia*) |
| Jaecoo | 28 | 0 | (Estreia*) |
| Aiways | 1 | 10 | -90,0% |
| SWM | 45 | 12 | +275,0% |
| OUTRAS/TOTAL CHINESAS | 11.901 | 5590 | +113% |
Em síntese, os números não deixam margem para dúvidas: as marcas chinesas assumiram um papel central na transformação do mercado automóvel elétrico em Portugal.
O mais do que duplicar das vendas em apenas um ano demonstra não só a aceitação crescente por parte dos consumidores, mas também a eficácia de uma estratégia assente em preços competitivos, tecnologia avançada e uma oferta cada vez mais diversificada.
Com marcas como a BYD a liderar em volume, a XPENG a surpreender com crescimentos percentuais impressionantes e a MG a consolidar a sua presença, tudo indica que a pressão sobre os construtores tradicionais irá aumentar.
Se a tendência se mantiver, 2025 poderá ser lembrado como o ano em que as marcas chinesas deixaram de ser uma alternativa para passarem a ser protagonistas no mercado automóvel elétrico nacional.
























O pessoal dos TVDE anda a comprar.
em especial byd
Portanto, as pessoas que fazem mais quilómetros por dia do que a maioria faz por mês, estão a comprar carros elétricos…
Portanto, fazem mais quilometros por dia que eu, mas não fazem mais quilometros que eu quando faço viagens.
Portanto, ficamos a saber que viajas sempre para sítios sem eletricidade… e milagrosamente possuem bombas de combustível.
Também são as que trocam mais rápido
Quando os Dacia estiverem a vender bem eu venho cá dizer o mesmo.
Ainda dizem que a maioria dos Tugas ganham o ordenado mínimo…
Temos clones ?
Não tens capacidade pra arranjar um nick próprio ?
Como?
@Olé falso, já vi que não tens.
Se é preciso explicar regras básicas…
Você com um Dacia não consegue enaltecer a sua grandiosidade. É carro de pobre.
Por acaso não é. Não sei que renda estão os dois a fazer, mas só em modo talhe de foice, os Dacia, principalmente o Duster e o Bigster, são carros que quem os compra já não é por serem baratos, mas porque têm boa presença, são bons e tem consumos interessantes.
Carro de pobre é carro em segunda mão, pobre não compra carro novo.
Além dos bidés comprados por atacado por empresas da Cova da moura e do Ká100 feitas à pressa, sabe-se agora q um sem NR de empresas criadas por atacado EM PT, compram elektros em PT aos motores e depois mandam os carros para a Holanda e Bélgica a preços competitivos e ainda lucram muito à conta dos subsídios doados pelos padrekos elektros tugas.
Eu dava o prémio Nobel da economia a quem consegue fazer arbitragem com carros comprados novos em Portugal…
Quando os Dacia estiverem a vender bem, eu venho cá dizer o mesmo.
Só falta dizer que os carros cá são mais baratos que na Holanda e Bélgica.
Quais subsídios ?
Deve ser porque em igualdade de trabalho e horas um português leva para casa menos de 1/3 do que leva um belga ou holandês.
Só que a produtividade do português também é 1/3 da do belga…
Isso é o que dizem os capitalistas para justificar o que cá pagam miseravelmente. Não dizem é que quando os portugueses para lá vão trabalhar não recebem 1/3 dos belgas.
Só for a sua produtividade.
Tens solução, cria uma empresa.
O que te impede?
Se a lei for e/ou passar a ser cumprida os carros empresa vão passar a pagar IVA caso não sejam usados em exclusivo para serviços de empresa prestados.
Para além de serem uns subsídio-dependentes, os donos de elektros fogem ao IVA e portanto são também uns fora da lei.
Posso dizer já, o Renault Clio está a vender bem para tvde, e também devem fazer essas maroscas, mas para os vender em países onde os impostos nos a combustão são muito altos, neste caso já faz sentido, tipo Noruega.
Looooool
Ainda não vi nenhum.
Claro que não viu, só tem olho para os BYD.
*aos magotes
Há ali marcas que nunca ouvi falar, muito menos que estavam à venda em Portugal…
A grande questão é a assistência e peças de reposição daqui a X anos…
Depende um pouco. Por um lado, algumas delas estão suportadas por distribuidores já bem conhecidos. Não é nenhuma garantia vitalícia, mas não deixa de ser relevante.
Por outro lado, muitos dos carros são “comprados” por empresas que os colocam nos mercados de aluguer e renting.
E também, sejam elétricos, de combustão ou híbridos, os carros hoje em dia são como os telemóveis. 3 ou 4 anos e vira para outro.
As empresas sempre trocaram frotas a cada 3/4 anos, não é de agora…
Sim, mas os carros duravam mais do que duraram agora, além de que é cada vez mais complicado reparar um carro (ou basicamente só trocam peças).
Os carros antigamente andavam menos e por isso duravam mais.
Basta ter em conta que Portugal em 1970 tinha uma extensão de 66km de auto-estradas. Em 1990 tinha 300km e em 2022 tinha 3115km*
Assim na década de 90 ir de Lisboa ao Porto ou vice-versa era uma viagem grande sendo que muitas pessoas faziam isso apenas uma vez na vida porque eram viagens demasiado grandes e demasiado caras para se fazer como se faz hoje.
*Fonte: Fundação Francisco Manuel dos Santos
Não é só durar mais em kms, mas também em tempo porque as marcas garantiam peças por anos e anos. hoje em dia um carro com mais de 10 anos já não é certo haver peças, alguns bem mais cedo. Para já não falar que tens muitas vezes de ir obrigatoriamente à “marca” por causa dos bloqueios nos firmware e software, tal como em alguns telemóveis nos quais a bateria não pode ser trocada sem um código “oficial” (entre outras peças).
Haviam carros que até vinham com kits de lâmpadas, com kits de ferramenta, manuais de reparação de pequenas coisas e até com peças de substituição. Hoje tens de ter software oficial para substituir os calços de travão de algumas marcas. Pela mesma razão que num velhinho telemóvel de “teclas” tiravas e trocavas a bateria por outra igual em 5 segundos. Hoje há marcas em que nem técnicos qualificados o conseguem fazer porque está tudo bloqueado aos números de série.
Entretanto desapareceram os caixeiros viajantes.
Não precisa, são descartáveis. Daqui a anos é sucata e venha outro.
Nesse caso não percebo porque é que a ursa VDL teima em por tarifas e mais tarifas para cima daquilo.
É dado pelo mesmo concessionário que dá da Toyota, Lexus, Ford, Hyundai entre outras.
Ainda hoje vi um carro de uma marca que não conhecia e lá estava a moldura de matrícula de um dos maiores “distribuidores” cá do burgo. Mas também é preciso que se garantam peças de substituição/reparação. O que também não é exatamente um problema novo, uma vez que algumas marcas bem estabelecidas já têm desses problemas há décadas.
Ainda dizem que os produtos dos chineses não valem nada
E o que se vê
Hoje em dia qualquer marca chinesa que queira tem coisas boas. Tal como qualquer marca europeia ou americana ou de outro lado qualquer. Também há muito lixo feito fora do longínquo oriente. Por exemplo, tenho guitarras de uma marca relativamente pouco conhecida que são feitas na china. Mas, ao contrário do mais comum, a marca não manda fazer as guitarras numa fábrica qualquer que faz guitarras para 500 marcas. Têm uma fábrica controlada 100% por eles e a produção é própria. E são guitarras na zona dos 800/1000euros com uma qualidade bem superior a guitarras made in USA que custam bem mais, pelo menos na minha opinião e na opinião de outras pessoas. Sei que por vezes também é subjetivo, mas as guitarras “americanas” também são sempre consideradas melhores pela maioria (e bem mais caras), muitas vezes sem razão.
Segundo a ACAP, em 2025, venderam-se 257.340 veículos ligeiros.
Segundo o post, 11.901 foram veículos elétricos chineses, o que dá 4,6%. Não é assim grande coisa.
Já agora, como se distribuíram os 257.340 veículos ligeiros novos matriculados:
– Gasolina e gasóleo: 96.802 (37,6%)
– BEV: 55.827 (21,7%)
– PHEV: 34.244 (13,3%)
– HEV: 50.127 (19,5%)
– GPL: 20.340 (7,9%)
Então agora pode-se juntar os a gasolina aos a gasóleo para fazer crescer os números ?
Porque não? No último post juntaram os outros todos para da as “energias alternativas” 😉
Quais outros todos ?
Refila mas depois faz o mesmo, honestidade a quanto obrigas.
É só ver o gráfico do post de 6 de janeiro:
– os a motores de combustão são os a gasóleo e a gasolina
– os a “energias alternativas” são todos os outros, o que inclui:
– os GPL, que também só têm motor de combustão com combustíveis fósseis
– os HEV, que têm motor de combustão e um motor elétrico “mochila” auxilair, que nem carrega na tomada elétrica
– e os PHEV, como motor de combustão e motor elétrico que carrega na tomada, mas que está demonstrado que , em média, usam praticamente só combustível.
Para não falar dos posts em que VE (veículos elétricos) somam os BEV e os PHEV, quando não os HEV.
E agora o apóstolo dos eléktricos acha mal que se some os com motor de combustão a gasolina e a gasóleo 😉
https://pplware.sapo.pt/motores/vendas-de-carros-eletricos-em-portugal-encostam-motores-a-combustao-a-parede/
Então quer dizer que estão separados, coisa que você não fez.
Está demonstrado onde ?
Tanto não somam que estão lá separados, coisa que você não fez.
Portanto os apóstolos da combustão cometem os erros do costume, mas atribuem as culpas aos outros, está certo.
Em resumo:
BEV 21.7%
Combustão 78,3%
Ah portanto juntar híbridos, gasolina e diesel já está tudo certo.
Se for gasolina+gás já não é combustão, é um NEV. LOL
Se tiver uma bateria de 48v tbm já é NEV 😛
Os chineses vão controlar a Europa.
Se controlarem arrumam com os veículos a combustão, para sempre. lool
Eles fazem mais a combustão do q elektros.
Exato, é mesmo sobre isso, arrumam com os a combustão da europa para sempre.
Não fazem é nada de jeito.
Já agora nos 50 1⁰s mais vendidos não há um chino, sequer.