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Carros elétricos: vendas de marcas chinesas disparam em Portugal

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. há cada gajo says:

    O pessoal dos TVDE anda a comprar.

  2. Yamahia says:

    Além dos bidés comprados por atacado por empresas da Cova da moura e do Ká100 feitas à pressa, sabe-se agora q um sem NR de empresas criadas por atacado EM PT, compram elektros em PT aos motores e depois mandam os carros para a Holanda e Bélgica a preços competitivos e ainda lucram muito à conta dos subsídios doados pelos padrekos elektros tugas.

  3. Yamahia says:

    *aos magotes

  4. Rafael Domingos says:

    Há ali marcas que nunca ouvi falar, muito menos que estavam à venda em Portugal…
    A grande questão é a assistência e peças de reposição daqui a X anos…

    • says:

      Depende um pouco. Por um lado, algumas delas estão suportadas por distribuidores já bem conhecidos. Não é nenhuma garantia vitalícia, mas não deixa de ser relevante.
      Por outro lado, muitos dos carros são “comprados” por empresas que os colocam nos mercados de aluguer e renting.
      E também, sejam elétricos, de combustão ou híbridos, os carros hoje em dia são como os telemóveis. 3 ou 4 anos e vira para outro.

      • Realista says:

        As empresas sempre trocaram frotas a cada 3/4 anos, não é de agora…

        • says:

          Sim, mas os carros duravam mais do que duraram agora, além de que é cada vez mais complicado reparar um carro (ou basicamente só trocam peças).

          • Realista says:

            Os carros antigamente andavam menos e por isso duravam mais.

            Basta ter em conta que Portugal em 1970 tinha uma extensão de 66km de auto-estradas. Em 1990 tinha 300km e em 2022 tinha 3115km*

            Assim na década de 90 ir de Lisboa ao Porto ou vice-versa era uma viagem grande sendo que muitas pessoas faziam isso apenas uma vez na vida porque eram viagens demasiado grandes e demasiado caras para se fazer como se faz hoje.

            *Fonte: Fundação Francisco Manuel dos Santos

          • says:

            Não é só durar mais em kms, mas também em tempo porque as marcas garantiam peças por anos e anos. hoje em dia um carro com mais de 10 anos já não é certo haver peças, alguns bem mais cedo. Para já não falar que tens muitas vezes de ir obrigatoriamente à “marca” por causa dos bloqueios nos firmware e software, tal como em alguns telemóveis nos quais a bateria não pode ser trocada sem um código “oficial” (entre outras peças).
            Haviam carros que até vinham com kits de lâmpadas, com kits de ferramenta, manuais de reparação de pequenas coisas e até com peças de substituição. Hoje tens de ter software oficial para substituir os calços de travão de algumas marcas. Pela mesma razão que num velhinho telemóvel de “teclas” tiravas e trocavas a bateria por outra igual em 5 segundos. Hoje há marcas em que nem técnicos qualificados o conseguem fazer porque está tudo bloqueado aos números de série.

          • Yamahia says:

            Entretanto desapareceram os caixeiros viajantes.

    • David Guerreiro says:

      Não precisa, são descartáveis. Daqui a anos é sucata e venha outro.

    • JL says:

      É dado pelo mesmo concessionário que dá da Toyota, Lexus, Ford, Hyundai entre outras.

      • says:

        Ainda hoje vi um carro de uma marca que não conhecia e lá estava a moldura de matrícula de um dos maiores “distribuidores” cá do burgo. Mas também é preciso que se garantam peças de substituição/reparação. O que também não é exatamente um problema novo, uma vez que algumas marcas bem estabelecidas já têm desses problemas há décadas.

  5. JS says:

    Ainda dizem que os produtos dos chineses não valem nada
    E o que se vê

    • says:

      Hoje em dia qualquer marca chinesa que queira tem coisas boas. Tal como qualquer marca europeia ou americana ou de outro lado qualquer. Também há muito lixo feito fora do longínquo oriente. Por exemplo, tenho guitarras de uma marca relativamente pouco conhecida que são feitas na china. Mas, ao contrário do mais comum, a marca não manda fazer as guitarras numa fábrica qualquer que faz guitarras para 500 marcas. Têm uma fábrica controlada 100% por eles e a produção é própria. E são guitarras na zona dos 800/1000euros com uma qualidade bem superior a guitarras made in USA que custam bem mais, pelo menos na minha opinião e na opinião de outras pessoas. Sei que por vezes também é subjetivo, mas as guitarras “americanas” também são sempre consideradas melhores pela maioria (e bem mais caras), muitas vezes sem razão.

  6. Max says:

    Segundo a ACAP, em 2025, venderam-se 257.340 veículos ligeiros.
    Segundo o post, 11.901 foram veículos elétricos chineses, o que dá 4,6%. Não é assim grande coisa.

  7. VAOpoK says:

    Os chineses vão controlar a Europa.

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