Disrupção causada pela IA será “muito maior” do que a COVID. Ou seja…?
Foi sob o mote de que "Algo Grandioso Está a Acontecer" que Matt Shumer, diretor-executivo da HyperWrite, alertou que as pessoas de quem gosta merecem saber o que está a chegar: disrupção provocada pela Inteligência Artificial (IA) será "muito maior" do que a COVID.
Nos últimos anos, líderes da indústria tecnológica têm vindo a lançar avisos sobre a dimensão e o impacto que a IA poderá atingir.
Personalidades influentes, incluindo pioneiros da própria tecnologia, têm sublinhado que as mudanças serão profundas, nomeadamente na forma como as pessoas trabalharão e ganharão dinheiro.
Um exemplo é, conforme informámos, Geoffrey Hinton. O chamado "padrinho da IA" afastou-se da Google para poder falar livremente sobre os riscos e as oportunidades da tecnologia.
Desde então, outros executivos e fundadores de empresas de IA têm alertado que a automação e os novos modelos de IA, cada vez mais capazes, transformarão radicalmente o mercado de trabalho, alterarão a forma como produtos e serviços são desenvolvidos e criarão cenários económicos sem paralelo.
Estes avisos reforçam a necessidade de as pessoas comuns - aquelas que não trabalham profundamente com a IA - começarem a adaptar-se e a preparar-se para mudanças que prometem ser históricas.
Lembre-se de fevereiro de 2020. Se estivesse a prestar bastante atenção, talvez tivesse reparado em algumas pessoas a falar sobre um vírus que se espalhou pelo estrangeiro. Mas a maioria de nós não estava a prestar muita atenção. Depois, ao longo de cerca de três semanas, o mundo inteiro mudou. Acho que estamos na fase do "isto parece exagerado" de algo muito, muito maior do que a COVID.
Escreveu Matt Shumer, no X, no dia 10 de fevereiro de 2026.
Especialistas já não estão a fazer previsões: estão a avisar sobre o inevitável!
Numa longa reflexão, publicada no X, o cofundador da OthersideAI, que inclui a ferramenta de escrita com IA HyperWrite, alertou que algo muito mais disruptivo do que a COVID está a aproximar-se.
Escrevo isto para as pessoas na minha vida que não… a minha família, os meus amigos, as pessoas de quem gosto que continuam a perguntar-me "então, o que se passa com a IA?" e recebem uma resposta que não faz justiça ao que está realmente a acontecer.
Explorou Matt Shumer, cuja publicação já reúne mais de 79 milhões de visualizações.
Segundo o diretor-executivo, a razão pela qual as pessoas do setor tecnológico "soam o alarme" deve-se ao facto de já terem passado por aquilo que está a chegar para toda a gente.
Nas suas palavras, a IA já consegue realizar todo o seu trabalho técnico.
Não estamos a fazer previsões. Estamos a dizer-vos o que já aconteceu nos nossos próprios empregos, e a avisar que vocês são os próximos.

Matt Schumer é o cofundador da OthersideAI, uma empresa de IA que desenvolve ferramentas impulsionadas por modelos de IA de grande escala, como o GPT-3, e a empresa por detrás da HyperWrite, uma plataforma de escrita assistida por IA, criada para ajudar pessoas a gerar, reescrever, editar e pesquisar conteúdo de forma mais rápida e eficaz, com sugestões contextuais e integração direta em browsers e apps de produtividade online. Crédito: AI Decoded
No texto, Shumer afirmou que muitas pessoas fora da tecnologia descartaram a IA, após uma experiência pouco satisfatória com uma primeira versão do ChatGPT.
Contudo, "os modelos disponíveis hoje são irreconhecíveis em comparação com o que existia há apenas seis meses".
O debate sobre se a IA está "realmente a melhorar" ou "a atingir um limite" - que tem ocorrido há mais de um ano - acabou.
Tranquilizando os leitores, Shumer assegurou que "não é altura para entrar em pânico". Pelo contrário, adotar a IA, familiarizar-se profundamente com a tecnologia é crucial.
Na sua opinião, "este pode ser o ano mais importante da sua carreira".
Não digo isto para vos stressar. Digo-o, porque agora existe uma janela breve em que a maioria das pessoas, na maioria das empresas, ainda ignora isto.
A pessoa que entra numa reunião e diz "usei IA para fazer esta análise em uma hora em vez de três dias" será a pessoa mais valiosa na sala.
Escreveu o diretor-executivo, assegurando que "já passou a altura de deixarmos de lado esta interessante conversa sobre o futuro durante o jantar; o futuro já chegou; só ainda não lhe bateu à porta".
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