Quantcast
PplWare Mobile

Reino Unido antecipa decisão e quer banir combustíveis fósseis até 2030

                                    
                                

Autor: Ana Sofia


  1. R says:

    Irrealista; mas coloca pressão

  2. Tony says:

    E depois quem paga a manutenção das baterias?
    Como são feitas as viagens longas?

    • Pirata das cabernas says:

      Por essa lógica tinha-mos ficado na era do carvão

    • rodrigo says:

      as viagens longas fazem-se na mesma com a rede existente no Reino Unido.

    • Toni da Adega says:

      As viagens longas são feitas como são agora. Num transporte à escolha, carro incluído

    • ToFerreira says:

      Quem paga agora a manutenção dos carros? E como são feiuitas agora as viagens longas?

    • paulo g. says:

      Como os carros actuais seriam feitas de 300 em 300km…

    • TugAzeiteiro says:

      Lembro-me do meu avô ter feito a mesma questão que faz, mas quando surgiram os primeiros carros a combustão em Portugal… Como é feita a manutenção do motor, se não há oficinas? Como são feitas as viagens longas, se não há bombas de combustível? Pois é…. a história repete-se e não é que surgiram novos negócios para responder a estas questões?!

    • Louro says:

      @Tony,
      – As mesmas pessoas que pagam a manutencao dos carros a combustao hoje em dia.
      – As viagens longas sao feitas da mesma forma que hoje, entras dentro do carro, vais…
      Se te referes ao carregar a bateria, hoje tu paras, perdes uns 5 a 10 minutos entre abastecer, depois vais a casa de banho, tomas um café, e entao segues viagem.
      Num eletrico, estacionas, perdes 1minuto a ligar o carro ao carregador, vais tomar café, vais a casa de banho e entretanto já tens carga para mais umas horas de viagem.

  3. Joao Ptt says:

    Tendo em conta a durabilidade e preços absurdos das baterias, é bom que metam também pressão para aumentar a durabilidade e baixar os preços das baterias de formas extraordinárias. Mas que pareça que desceram aqui os “extra-terrestres” vindos de algum lugar anos luz mais avançados e que inventaram algo que realmente torna realmente viável as baterias em durabilidade e preço, refiro-me a este nível de extraordinário.

    • TugAzeiteiro says:

      Tendo em conta que ninguém se dá ao trabalho de pesquisar antes de comprar o que quer que seja….. Depois veem chorar a dizer que a bateria tem uma degradação enorme e que o seu Leaf/Zoe é um pisa papeis e que agora pedem milhares por uma bateria nova!! A Renault/Nissan devia ser multada por crime ambiental por venderem carros sem refrigeração das baterias a liquido! Sim porque não cabe na cabeça de ninguém, que perceba minimamente de baterias, comprar um carro em que o controlo de temperatura das baterias é inexistente….. A Comprar comprem o e208, e2008, id3, Tesla, etc…. todos estes têm as baterias refrigeradas a liquido, e pelo exemplo dos Teslas, que já cá andam há alguns anos, podemos ver que a degradação é mínima….

    • Louro says:

      @Joao Ptt,
      De momento, se tiveres em consideracao a diferenca de precos entre o combustivel + manutencao que tens de fazer num carro a combustao e que nao tens num carro eletrico, a bateria ao fim de 10 anitos estaria mais que paga.

  4. PML says:

    Pena ver as marcas japonesas e ficarem para trás nestas corrida à eletrificação. Têm outras ideias, mas se não acelerarem, arriscam a tornar-se irrelevantes.

    • Rui says:

      nao sao so as japonesas se o eletrico for realmente o futuro ha muitas marcas que irao desaparecer tal como foi nos telemoveis quando apareceu o iphone ou as marcas se reinventam e conseguem como a samsung ou se nao acabam como foi a nokia e a siemens e etc.. nos carros sera a mesma coisa e sinceramente quem vejo mais perto de despaarecer sera a fiat

  5. SANDOKAN 1513 says:

    Com um prazo de 10 anos o Reino Unido consegue-o.Nós não.Nós,aqui por Portugal,nem daqui a 20/30 anos.

  6. FernandoRJ says:

    A agenda da Eco 92 sendo imposta, e no prazo combinado.

  7. Fernando Moreira says:

    Espero que não criem uma empresa tipo a MobiE, que não serve para rigorosamente nada….
    Gostaria de conhecer as infraestruturas dos restantes países que aderiram a este acordo, pois em Portugal não temos infraestrutura nenhuma, a não ser no Litoral.

  8. Antonio says:

    Mas é necessário andar a forçar o fim dos combustíveis? estranho, por esta altura era para já não existir sequer petróleo….segundo opinião dos mesmos cientistas do passado.

    • paulo g. says:

      O problema é que se queimarmos todo o petróleo ficaremos todos “queimados”

      • Antonio says:

        Segundo grandes, excelentes e maravilhosos esturos cientificos do passado (os mesmos de hoje que adivinham futurulogia), por esta altura o petróleo já deveria estar todo queimado.

        • FAR says:

          Entretanto, foram descobertos mais poços. Isso também foi notícia, ou só se lembra daquilo que lhe interessa para o seu argumento? E, como é óbvio, isso invalidou os estudos que se baseanam na quantidade de petroleo explorável que se conhecia quando os estudos foram feitos.

          • IonFan says:

            E muito do combustível que antes não dava para extrair, agora é extraído usando novas técnicas, muitas delas mais intensivas energicamente e em recursos. Ou seja, cada vez mais se queima mais combustível para extrair combustível para depois queimar…

          • Antonio says:

            Então prontos, não deveriam de andar a mandar mentiras e armados em professor bambu se nem sabiam a quantidade de petróleo existente.
            E previsões para isto derreter tudo no inferno da aquecimento global causado pelo homem? Já há ou depois vai haver inviabilizações dos estudos?

          • IonFan says:

            @Antonio, as previsões foram feitas com os dados disponíveis na altura.

            No mesmo sentido que as conclusões sobre as reais reservas de petróleo, estão a ir as conclusões sobre o real impacto das alterações climáticas: parece que é mais do que se pensava. Por isso sim, os estudos anteriores estão a ser “inviabilizados”. Infelizmente estão é a ser “inviabilizados” num sentido que não melhora a nossa situação…

    • ervilhoid says:

      Lembro como se fosse hoje 1 professor falar sobre isso, passados 20 anos o petróleo continua aí..

      não sei se elétrico é a solução mas que temos que mudar muita coisa lá isso temos

  9. Sérgio Martins says:

    Nenhuma tecnologia por si só representa a solução para a redução das emissões de CO2.
    As viaturas eléctricas são muito mais simples de manter que as com motores de combustão , mas usam materiais e recursos muito mais raros e carosmna sua produção.
    Como comparação se imaginarmos a utilização de uma ferramenta eléctrica, percebemos qual vai ser a função dos eléctricos no futuro… Fazer uns furinhos lá em casa de vez em quando com berbequim a bateria muito bem mas, se tivermos que furar betão numa obra durante horas, é bom que se tenha um cabo ligado à rede…
    É pena que a China esteja a conseguir levar a sua à vante “criando” ficticiamente procura interna de viaturas eléctricas para vender as suas soluções à Europa com matérias primas compradas em todo o mundo nos últimos 30 anos, quando eles próprios continuam a queimar carvão parar produzir energia eléctrica para tudo…
    E na Europa andamos a toque de caixa destes senhores…
    Pouco interessa se as viaturas são eléctricas, hibridas ou de combustão interna, o que interessa é qual a energia que usamos para os produzir e para elas se movimentarem…tem de ser eléctrica e renovável.
    Se depois usamos essa energia para produzir combustiveis sintéticos para motores a combustão (como na F1), para geradores de energia eléctrica para carregar baterias como na FormulaE ou para carregar directamente baterias de Plug-In ou de eléctricos, tanto faz…tem é de ser energia limpa, senão andamos só a mentir uns aos outros, como tem sido até agora na maioria dos casos.

    • Toni da Adega says:

      Se queres usar a ferramenta como exemplo entao tens que fazer a analogia entre usar ferramenta ligada á rede de electricidade ou estar ligado a um gerador a gasóleo. Ou entre uma motoserra eléctrica ou uma a petróleo.
      E falhaste em algumas coisas, a electricidade pode ser produzida por energias limpas, muita já é e cada vez é mais.
      É possível aumentar a produção de electricidade e ao mesmo tempo reduzir a poluição.
      Penso que o mesmo não se pode dizer á produção dos combustíveis.
      Quanto mais a produção maior a poluição. Isto falando só na produção, nem estamos a contar com o consumo.

      Fun Fact: A refinaria da Galp polui tanto como a toda a Frota da TAP. Esta poluição é gerada somente para produzir combustível, nao esquecer que esse combustível depois tem que ser “queimado”

    • José Fonseca Amadeu says:

      Já andam a mentir em muito mais para além disso, como por exemplo a poluição e destruição de habitats para exploração de metais finitos para produção de baterias, o litio é o menor dos problemas, embora também seja finito.
      Carros electricos só significam grandes cidades com menos C02, não significa menor poluição, antes pelo contrário, globalmente os níveis de poluição vão aumentar, não só pela produção e extração de materiais para baterias como pelo transporte desses mesmos materiais, como também pela reciclagem dessas baterias, vai ser um problema muito maior do que dos combustiveis fosseis.

      • Toni da Adega says:

        Sim os combustíveis fósseis pelo menos possuem a vantagem de poderem ser reciclados e são provenientes de uma fonte debaixo do posto de abastecimento. Isto sem contar que não necessitam de produção, extração e transporte.

      • IonFan says:

        Sim! Porque, como toda a gente sabe, os combustíveis geram se espontaneamente nas bombas. São infinitos, não são extraídos de lado nenhum nem tão pouco destroem habitats e, como é óbvio, não é necessário transportar los.

        O melhor de tudo é que, ao contrário das baterias, depois de usados, os combustíveis podem ser reciclados! Genial!

        • FAR says:

          Ironias à parte, o José Fonseca Amadeu” levanta algumas questões que são relevantes. A reciclagem das baterias tal como a obtenção dos materiais para a construção das mesmas é relevante para o bem estar ambiental do planeta. Não estou a por a causa que motores eléctricos sejam o futuro e, sem duvida, um futuro mais limpo que um futuro com combustíveis fosseis, mas existem questões sérias que ainda estão por resolver / definir

          • IonFan says:

            É relevante pois, mas não estou muito preocupado porque acho que o capitalismo vai tratar do assunto. Para mim não faz sentido encaixar na mesma narrativa que os materiais são raros (e caros) e, ao mesmo tempo, duvidar de que a reciclagem vá acontecer…

      • Sérgio Martins says:

        Sim é verdade, mas os documentários que abordam essas questões nunca passam para o público em geral.
        Há que ser moderado e procurar mais informação do que aquela que queremos ouvir.
        Os eléctricos têm o seu espaço sejam a bateria, hidrogênio ou híbridos.
        Mas há quem goste de enfiar a cabeça na areia depois de ouvir o que lhe dá mais jeito…

  10. Sérgio Martins says:

    As baterias não são ainda recicladas porque os metais são extraídos sem kker tipo de cuidados ambientais e isso faz com que seja mais barato extrair do que reciclar.
    De onde vêm os metais?
    Países pobres onde não há jornalismo independente para mostrar os problemas ecológicos que sao criados bem como doenças crônicas por poluição nas águas.
    E também na China mas aí nem vale a pena comentar.
    Mas não é só a baterias, geradores eólicos, painéis solares…
    Tudo isso vai ter que ter soluções técnicas novas pk tudo usa esses metais.

    • IonFan says:

      Essa conversa dos metais extraídos sem qualquer cuidado, é obviamente um referência ao cobalto. Da próxima vez que comprarem um produto com bateria, garantam que foi fabricada por uma das empresas que aderiu a este grupo: https://impactfacility.com/commodities/cobalt/fair-cobalt-alliance/

      A juntar a isto há o facto da próxima geração de baterias descartar o cobalto por completo, como já foi anunciado pela Tesla, por exemplo.

      Fica também a nota de que o cobalto é utilizado no processo de refinação de combustível mas, estranhamente (ou não), a preocupação com as crianças do Congo só parece ter surgido com o inicio da popularização dos VEs…

      • José Fonseca Amadeu says:

        O problema não é o Congo, o problema é que a mina no congo dura mais 10 anos e outras localicalizações vão surgir onde mais habitats vão ser destruídos, as crianças facilmente são adoptadas por os países de primeiro mundo ou simplesmente caem no esquecimento porque há muitas, os habitats naturais, esses vão ficar condenados por séculos.
        A malta defensora do electrico tem que tirar a cabeça da areia e perceber que os EVs não resolvem nada, pelo contrário, só vão alimentar o capitalismo e piorar a situação em que estavamos. E também precisam de se decidir de uma vez por todas se a vossa ideologia é o meio ambiente ou se é não alimentar os “lobbies das energias fosseis” (off-grid enthusiasts), é porque se a preocupação é o meio ambiente, EVs is the wrong way to go, como tudo o que signifique mais produção e mais consumo.
        Eu não me importo de ficar refem de um qualquer lobbie, nem que eu e os meus filhos tenhamos doenças respiratorias ou de morrer 10 anos mais cedo por excesso de poluição nas cidades, preocupo-me com aquilo que fazem na natureza e prefiro sofrer e pagar mais para me deslocar e ficar refém do lobbie do fossil ou do hidrogenio do que destruir o planeta alimentando teorias capitalistas de salvação como os EVs e as renovaveis.

        • IonFan says:

          “Eu não me importo de ficar refem de um qualquer lobbie, nem que eu e os meus filhos tenhamos doenças respiratorias ou de morrer 10 anos mais cedo por excesso de poluição nas cidades”. Bastante elucidativo… Acho que estamos conversados 😉

          • José Fonseca Amadeu says:

            Ainda bem que tu preferes ficar sem planeta e sem animais, eu prefiro que morra a raça humana a assistir e alimentar o dizimar de milhões de habitats.

          • IonFan says:

            @José Fonseca Amadeu, depois de um “prefiro (…) ficar refém do lobbie do fossil ou do hidrogenio do que destruir o planeta” e de um ” prefiro que morra a raça humana a assistir e alimentar o dizimar de milhões de habitats”, fica claro quem é que mente a si próprio e anda iludido… Como toda a gente sabe, o lobbie do fossil não destrói o planeta nem dizima habitats. LoGiC! 😀

        • Toni da Adega says:

          +1
          Era acabar com a poluição dos painéis solares nas planícies do Alentejo e começar a exploração de petróleo na costa vicentina e do Algarve e assim ajudar a preservar a natureza.

          • José Fonseca Amadeu says:

            Não precisas disso, não precisas de mais poços de petroleo dos que existem actualmente, sem ires à procura de petroleo já tens petroleo até 2100.
            Só terias de manter o que já tens e limar algumas arestas.
            As alternativas vêm num prazo alargado, não é preciso pressionar nada nem fomentar o capitalismo com os EVs.

          • Toni da Adega says:

            Convém estar independentes a nivel enérgico. A melhor forma é mesmo essa, acabar com tudo que seja energias renováveis, começar a exploração de petróleo. E abrir mais umas refinarias.

        • Toni da Adega says:

          Eu até diria que os maiores desastres ambientais do mundo sao causados pelo petroleo. Mas obviamente como é uma energia boa para o ambiente vao dizer que é mentira.

          Algures em Africa
          https://en.wikipedia.org/wiki/Environmental_issues_in_the_Niger_Delta

  11. Gyver says:

    Se os carros elétricos fossem melhores e tivessem só vantagens, os governos nem precisavam de estar a forçar nada.
    Por enquanto prefiro combustiveis fosseis que carregam em 3 minutos. Para o pessoal que mora em apartamentos sem garagem, torna-se complicado estar a carregar regularmente o carro. Ou então começa toda a gente a ter extensões penduradas pelas janelas até ao estacionamento.

    • IonFan says:

      Eu acho que estas medidas são irrelevantes por isso mesmo. Em 2030 as vendas de carros novos a combustão vão ser residuais. Mas isto é só a minha opinião e, nem eu nem ninguém, podemos saber exactamente o que vai acontecer daqui a 9 anos…

      Quanto ao carregamento para quem não tem a possibilidade de carregar em casa, vai passar muito por soluções destas: https://plugcharge.continente.pt/

      • José Fonseca Amadeu says:

        IonFan, acreditas mesmo nisso?
        Desde que existem entregas de compras ao domicilio que as uso, com a pandemia grande parte da população das grandes cidades com poder economico passou a fazê-lo, as unicas compras que se fazem com deslocação nos dias que correm a grande maioria é click&collect e achas que o pai de familia que sai às 8h de casa e regressa às 20h vai parar 1hora para fazer umas compras para poder chegar a casa às 21h e já nem ver os filhos?
        Os que advocam pelos EVs têm um grande problema conceitual, o problema é pensarem que vivem no futuro utópico vendido pelas empresas e governos que advocam pelos EVs na praça publica.
        Vejamos:
        -Carregamentos rapidos iguais às de um carro a combustão – utópico nos próximos 20 anos
        -Duração de viagem igual a um carro a combustão – utópico nos próximos 10 anos
        -Lugar para toda a gente carregar o seu veiculo – utópico nos próximos 50 anos
        -Redução financeira para que toda a gente tenha um EV – utópico nos próximos 30 anos
        -Infraestrutura electrica que possibilite o carregamento de EVs para toda a população mundial – utópico nos próximos 100+ anos
        -Conversão das energias para 100% renovavel – utópico nos próximos 50 anos
        -Reciclagem de materiais – utópico nos próximos 10 anos
        -Viabilidade de matéria prima para produção de baterias para substituir todos os carros de combustão – utópico nos próximos 100 anos

        Por isso, a novidade para vocês é que vivem na fantasy land e acreditam num mundo que não existe.

        Just wake up!!!!

        • IonFan says:

          Qual é o problema de carregar enquanto se vai às compras? A maioria das pessoas que mora em cidades faz muitos poucos kms diários. 1h de carregamento enquanto fazem as compras dá para mais de 100km de autonomia num carregador de 22kW.

          O mundo onde toda a gente faz as compras online é o mesmo mundo onde o carro é um serviço e a necessidade pode ser suprimida por serviços como o Uber. Claro que nem toda a gente se vai encaixar neste modelo, mas continuam a haver carregadores públicos para quem tem necessidade de ter um carro próprio e não tem onde o carregar. Há casos hoje em dia e as pessoas não deixam de usar os carros.

          “Carregamentos rapidos iguais às de um carro a combustão”. Concordo. Não vai acontecer, não por ser por uma limitação tecnológica mas sim por não haver necessidade.

          “Duração de viagem igual a um carro a combustão”. 10 anos? Hoje em dia já é uma diferença negligenciável se estivermos a falar de um local com um boa rede de carga, um carro rápido a carregar e o condutor respeitar o descanso aconselhado.

          “Lugar para toda a gente carregar o seu veiculo”. Mais de 99% das ruas do nosso país têm energia eléctrica.

          “Lugar para toda a gente carregar o seu veiculo”. No mundo não sei, mas em Portugal o aumento da produção seria na ordem dos 14% e pode ser feito só com renováveis: https://www.jn.pt/economia/consumo-de-energia-aumentaria-14-com-carros-todos-eletricos-11425289.html

          “Conversão das energias para 100% renovavel”. Ainda bem que isso não é necessário para haverem ganhos significativos no uso de VEs 😉

          “Reciclagem de materiais”. Também acho. Daqui a 10 anos ainda não vão haver baterias suficientes a necessitar de ser recicladas. Para depois, já há empresas a preparar se: https://www.redwoodmaterials.com/

          “Viabilidade de matéria prima para produção de baterias para substituir todos os carros de combustão”. O Lítio é do elementos mais abundantes na crosta terrestre. As baterias são compostas por outros metais mais raros mas estes estão cada vez mais a desaparecer das composições. Raro é caro e ninguém quer ter as baterias mais caras. Além disso, 100 anos é muito ano e não há nada que nos obrigue a utilizar a mesma tecnologia durante esse tempo. Não sei se as baterias são viáveis nos próximos 100 anos, mas sei que os carros a combustão não são.

          • José Fonseca Amadeu says:

            Vês, pura utopia, até e mentes a ti próprio, és o verdadeiro iludido 😀

          • IonFan says:

            @José Fonseca Amadeu, eu refutei ponto a ponto… Em resposta tenho um simples “pura utopia, até e mentes a ti próprio, és o verdadeiro iludido”… Ok! 😉

          • José Fonseca Amadeu says:

            Logico, ia perder o meu tempo com ilusões? podia refutar os pontos todos e ficarias sempre na mesma. 🙂

          • IonFan says:

            @José Fonseca Amadeu, lógico? A mim não me parece nada lógico. A mim parece me um subterfúgio de alguém que não consegue refutar nenhum dos pontos que eu escrevi, muito menos todos… Mas deixa me adivinhar. Até podias explicar porque é que não é um subterfúgio, mas eu não ia perceber porque estou iludido 🙁

  12. Sérgio Martins says:

    Um dos metais que vai ter que ser substituido nos motores eléctricos é o cobre.
    As estimativas são de que nos próximos 30 anos seja necessário extrair tanto cobre como foi até agora.
    E isso só com uma parte dos veículos electrificados…
    Vai ter que haver novas soluções de engenharia de materiais para muita coisa.

    • IonFan says:

      No dia em que for raro e caro vai ser certamente substituído. O cobre não é usado apenas pelas características. Se fosse esse o único factor, usava se o ouro. A parte do preço é importante. Quando o preço do cobre deixar de justificar as vantagens que tem, passa se a usar outro metal com um pouco menos de performance. O que não faltam são materiais condutores.

  13. Sérgio Martins says:

    Se pudermos usar 100% de energia renováveis nos carros e em tudo o resto óptimo, só não vivo é enganado com estas ideias absurdas que ESTES carros eléctricos vieram para salvar o planeta, pk os problemas que temos deviam ser discutidos de forma séria e não como está a ser feita no nosso país.
    Os nossos (e em outro paises tambem)políticos estão a falar em nome da propaganda do único país no mundo que gere os stocks de silício dos painéis solares, de lítio das baterias que usamos e que está a tentar matar a indústria automóvel europeia e americana para entar no mercado com os seus automóveis eléctricos de baixo custo feito com mão de obra no mínimo questionável (a mesma que anda à muitos anos a construir casas nos países africanos) dominar e daqui a uns anos exigir o preço que quiser.
    Temos de abrir os olhos para o que se está a passar a nível global.
    Nenhuma marca europeia ou americana produz baterias.
    Esta politica que nos tentam vender é falsa e os construtores mundiais começam agora a pagar a fatura de grandes vendas de veículos a gasóleo e a gasolina para o mercado deles.
    Nos painéis solares foi o mesmo.
    A Martifer à uns anos a trás fabricou painéis solares durante uns anos, mas apenas para receber o subsídio europeu para as energias renováveis.
    Sempre souberam que os painéis deles não tinham lugar no mercado pk compravam as placas de silício aos seus maiores concorrentes que os retiraram do mercado e é assim por todo o mundo.
    Vão todos à mesma fonte de matéria prima, desenvolvem o produto e depois são copiados pelos donos da matéria prima.
    E os alemães e os franceses andam em pezinhos de lã a ver se convencem UE a travar isto mas ao mesmo tempo não querem largar a mama do maior mercado do mundo. USA idem.
    Nenhuna marca de automóveis produz as suas bateria sem comprar a eles.
    Se nos próximos anos fecharam a torneira das matéria primas matam os eléctricos no resto do mundo.
    E lembrem-se ainda não pagamos IA desta maravilhas…
    Quando o nosso querido estado comecar a por IA em cima dos 30000 euros do Zoe e depois iva em cima aí é vamos ver os CHIS5 DA PRC que custam 20000 euros a sair que nem pães quentes e os Teslas e os outros todos na vitrina e ninguém lhes toca pk não temos dinheiro para eles.
    Como consumidores temos a obrigação de ver além do que nos põem à frente do nariz.
    Deixemo-nos de radicalismos, há espaco para várias soluções, temos é de saber o que estamos a comprar e pk

    • IonFan says:

      Tanta conversa à volta de uma teoria da conspiração e no fim desmonta se com simples factos:
      – tanto o silício como o lítio são dos elementos mais abundantes na superfície da Terra. O silício é 28% da crosta e existe em qualquer país que tenha terra firme (todos). O lítio existe também em todo o globo, mas há sítios onde é mais fácil de explorar. E principalmente explorado na América do sul e não no “maior mercado do mundo”.
      – a maior fábrica de baterias do mundo é nos EUA e pertence a uma empresa Americana (em parceria com uma empresa Japonesa), o que torna falsa a afirmação de que “Nenhuma marca europeia ou americana produz baterias.”
      – A marca que mais VEs vende no mundo é essa mesma marca americana, e não uma do país do “maior mercado do mundo”.

      Se há espaço para várias soluções, porque é que os VEs são “ideias absurdas” ou “sonho molhado”. Era bom manter alguma coerência no discurso 😉

      • Sérgio Martins says:

        IonFan não vim para aqui para enganar ninguém apenas para comentar um assunto que me parece que não é discutido de forma clara e séria para o consumidor final.
        Eu referia-me marcas de automóveis e sei do que falo.
        Há algumas coisas que são publicas outras não.
        Não sei a que construtor de baterias te referes mas gostava de saber.
        Não sei qual o teu nível de conhecimento, mas o silício embora esteja em vários pontos do planeta está maioritariamente na america do sul. Onde ele existe é uma coisa, quem o explora é outra.
        Quando dei o exemplo da Martifer não foi à toa, sei do que falo. Sabes quem está a explorar o silicio no paises de onde ele vem?
        O maior fabricante de carros eletricos do mundo é a BYD, não sei de que empresa americana estavas a falar mas enfim.
        Na europa ja tens mini bus eléctricos desta empresa a serem vendidos pela BMW.
        A BMW fez no ano passado uma parceria com a CAT e a SDI para 10 milhões de baterias e o lítio veio da Austrália mas a CAT que é quem explora é chinesa.
        Queres mais exemplos da teoria de conspiração.
        Os maiores fabricantes de componentes automóveis tentaram fazer baterias de 12V normais de lítio pk uma bateria dava para 10 anos e teria sempre a potência total disponível mesmo com pouca carga e abandonaram a ideia pk tinham de lhes comprar o lítio a eles e depois já se sabe que iam aparecer aí no mercado iguais a metade do preco.
        Sonho molhado é deixar de haver outras soluções para ser tudo a baterias, mantenho o que disse.
        Para ciclo urbano em viaturas de passageiros e de mercadorias leves faz sentido para o resto com as soluções que há agora é utopico e basta fazer cálculos SÉRIOS de potencia vs peso para o perceber.
        Isto não é uma guerra de eléctricos vs os outros.
        Para mim como consumidor os eléctricos puros até já faziam sentido em termos de gasto mensal de combustível mas não fazem pk são muito caros de adquirir.
        Infelizmente a minha teoria da conspiração se calhar está certa e daqui a uns anos vou ser mesmo obrigado a comprar um eléctrico chinês pk já não há outra solução.

        • IonFan says:

          Eu também acho que o assunto dos VEs não discutido de forma clara e séria para o consumidor final. A diferença é que eu acho que os VEs são o alvo da desinformação, e não o contrário. Isso pode ser facilmente verificado pela enorme quantidade de mitos falsos criados à volta deles…

          O construtor de baterias de que falo é a Tesla. A fabrica do Nevada é, com larga vantagem, a maior do mundo em GWh. Estão a ser também também construídas unidades de produção no Texas, em Berlim e em Shangai. Vão suportar a produção nesses locais e que, em cada uma, deve ser igual ou superior ao que têm actualmente.

          Estás um pouco confuso quanto ao silício… O silício está presente em praticamente todas as rochas, em argila e na areia, por exemplo. O lítio é que, sendo abundante, é mais explorado na America do Sul. Mesmo assim, não vai ao encontro da tua teoria da conspiração sobre o “maior mercado do mundo”…

          É CATL e sempre foi Chinesa. O facto dos fabricantes terem que recorrer a fabricantes chineses para lhes fornecer a parte principal dos novos automóveis, além de não ser culpa dos chineses (marcas que levam a mobilidade eléctrica a sério têm ou planeiam ter produção própria), mostra a expirar negativa em que estão metidas nesta transição.

          Ninguém aqui disse que tem que ser tudo a baterias… Tu é que vens com a conversa de que tem que haver diversidade e, ao mesmo tempo, dizes que os VEs são ideias absurdas.

          Mostra me os teus cálculos sérios de potencia vs peso. Também quero perceber.

          “Para mim como consumidor os eléctricos puros até já faziam sentido em termos de gasto mensal de combustível mas não fazem pk são muito caros de adquirir.”. Em que é que ficamos? Faz sentido ou não? E quando o custo de aquisição for mais baixo, para onde está a caminhar, qual vai ser o argumento? E onde é que fica o “há espaco para várias soluções”? Era mesmo fixe manteres um discurso coerente…

          Se a tua teoria está certa e tens que ir comprar um carro chinês, porque é que a marca de VEs mais vendida não é chinesa?

  14. Sérgio Martins says:

    Para quem se interessar…
    Pesquisem combustíveis sintéticos e comparem com o sonho molhado dos carros a baterias…

    • IonFan says:

      Para quem se interessar, o melhor mesmo era pesquisar como deve de ser…

      Vir para aqui com o assunto dos combustíveis sintéticos e dizer que os outros é que vivem enganados com ideias absurdas e têm sonhos molhados, não me parece fazer muito sentido.

      Se é para comparar, compara se. No fim da comparação do ciclo completo, chega se à conclusão que um carro elétrico a bateria aproveita 73% da energia gerada, um eléctrico a FC de hidrogénio 22% e um carro a queimar combustível sintético apenas 13%. Não é uma ideia, não política, nem mesmo teoria da conspiração. É física…
      https://insideevs.com/news/332584/efficiency-compared-battery-electric-73-hydrogen-22-ice-13/amp/

      Para quem vêm para aqui cheio de preocupações com a proveniência sustentável da energia utilizada nos VEs, sugerir que uma solução melhor é algo que precisa de quase 8x mais energia produzida para percorrer a mesma distância é, no mínimo, curioso…

      • Sérgio Martins says:

        O uso de combustíveis sinteticos não é uma solução perfeita e se usado em motores térmicos claro que tem menor rendimento mas o ponto não é esse e acho que o sabes.
        Se os carros eléctricos tivessem um cabo e não usasem baterias eram perfeitos em termos térmicos mas não tinham era grande utilidade. Vamos ser sérios nas comparações.
        O hidrogênio como fonte de energia também é para depois o carro ser elétrico não usa é bateria.
        Os sintéticos se tiverem um preço mais acessível resolvem todas as dificuldades que as bateria nos trazem desde oas minas até às redes e os carregadores que se vai ter de fabricar, são neutros em termos de CO2 e mais limpos em termos de queima.
        Só fazem sentido se a electricidade para os produzir for renovável que é a questão de base e que foi o que comecei por dizer.
        Todas as soluções de mobilidade que se usa agora e se espera usar nos próximos anos tem de ter electricidade renovável na sua base e como sabes neste momento a maioria da produção eléctrica no mundo ainda vem do carvão e do gás.
        Voltamos à teoria da conspiração…quem explora o silicio dos painéis solares que usamos pelo menos por agora?
        Outras soluções são bem vindas pk estas para já sao apenas para os politicos dizerem que são verdes aqui enquanto outros pagam a fatura maior nos países onde não há direitos humanos e pagamos todos pk continuamos sem reduzir os problemas de fundo, neste caso os valores globais de CO2

        • IonFan says:

          A combustão não ter um bom rendimento é precisamente o ponto. A partir do momento que, na melhor da hipóteses e num pináculo utópico da tecnologia, tens que por 100Wh de energia num combustível sintético para depois o queimar e teres 30Wh para movimentar o carro e o resto ser perdido em calor, está explicado porque é que não são uma solução. Se comparares com um eléctrico a bateria, que desses 100Wh, 73Wh são usados para movimentar o carro, precisas de produzir mais do dobro da energia para sintetizar combustível e fazer 1km, do que precisas se carregares directamente a bateria. Além disso, o impacto da bateria existe mas é uma vez para centenas de milhar de quilómetros. Produzir combustível tem impacto em todos os litros produzidos. Para quem está preocupado com o impacto da produção renovável, precisar do dobro para fazer algo devia ser um factor eliminatório. Mas para isso era preciso haver coerência…

          O hidrogénio não é uma fonte de energia. O hidrogénio é um medium energético, ou seja, é como se fosse uma bateria liquida. O problema é que, tal como nos combustíveis sintéticos, tem bastantes perdas de eficiência. Está explicado nesse link… Depois disso ainda tens que somar a bateria ainda considerável a que estes carros recorrem para fazer um buffer, porque a Fuel Cell não consegue responder a mudanças de potência debitada de forma a se poder conduzir um carro.

          A produção vai ser gradualmente alterada para renovável. Não por mandato, mas pelas regras de mercado. É cada vez mais barato instalar produção renovável do que manter geração fossil (como se pode constatar no ultimo leilão solar no nosso país). Quem continuar a produzir energia com recurso a combustíveis vai deixar conseguir competir num mercado inundado de renováveis mais baratas.

          Quem tem chão debaixo dos pés pode explorar silício… Areia? Sabes o que é? Ou vais me dizer que mais fácil de controlar um recurso que é 28% da crosta terrestre do que o petróleo?

  15. Sérgio Martins says:

    Já percebi que só vês o que achas que que está certo para encaixar na tua opinião.
    Tens direito de ser assim mas não enganes os outros.
    A Tesla é igual aos outros todos, compra os componentes e monta as células mas a matéria prima não é deles.
    Ao contrário do que dizes não têm kker poder real sobre este tema e em relação ao maiores construtores de veículos eléctricos também ja disse quem é. Lamento desiludir aqueles que achavam que era aTesla. A BYD é a maior e estão a ganhar dimensão pk vendem num mercado que não é concorrencial que é o mercado chinês onde a procura é criada por decreto.
    Em shenzhen todos os autocarros e taxis foram obrigados a mudar para eléctricos puros por decreto.
    Quanto aos combustiveis sinteticos nao sou especialista no assunto mas espero que tu saibas mais sobre este tema do que sobre a industria automovel ou sobre a origem das baterias …

    • IonFan says:

      Tu é que pareces só ver o que te interessa. O facto de dizeres que a BYD é a maior fabricante é o perfeito exemplo:
      https://electrek.co/2019/12/06/tesla-worlds-largest-ev-automaker-byd/
      https://electrek.co/2020/08/03/tesla-outsells-next-electric-automakers-combined/

      A Tesla compra os materiais, como os chineses compram os materiais. Controlam tanto uns como os outros. E, se bem me lembro, a tua questão era sobre produzir e controlar o fornecimento de baterias e não explorar a matéria prima.

      Agora já não és especialista em combustíveis sintéticos? Ainda ontem o teu discurso era outro: “Pesquisem combustíveis sintéticos e comparem com o sonho molhado dos carros a baterias…”

      Enfim, com estas histórias a mais um suposto controlo de matérias primas abundantes por um país que está longe de ser a única fonte, acho que fica bem claro quem é que veio para aqui “ser assim” e “enganar outros”…

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.