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Google quer desenvolver processador para não depender da Qualcomm

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Dark Sky says:

    A Google a fabricar SoC para smartphones? Só para rir.
    A Google, depois do disparate da aquisição da Motorola, já se desinteressou do fabrico dos smartphones,
    Da última vez que olheis para os números, a Google vendia de Pixels num ano o que a Apple vendia numa semana. Comparado com o Android nem vale a pena falar.
    E agora ia desenvolver SoCs, pelo menos anuais, para smartphones?! Lê-se cada uma …

  2. R says:

    Já não sei onde li, mas foi que a Google estava a desenvolver em parceria com a Samsung

  3. David Guerreiro says:

    O que seria bom era esses SoC poderem ser usados por outros fabricantes para combater os preços agressivos da Qualcomm. Porque por exemploa a Samsung fornece Eynos a outras marcas.

  4. Zé Duarte says:

    Duas palavras: Google Stadia.
    A Samsung deve gostar de perder dinheiro.

    • Flávio Ferreira says:

      Não é o que os americanos dizem, e o Marcelo Campos da Asus tem feito Gameplays e assim e diz estar a amadurecer a plataforma, que o que dizem por aí sobre a mesma, são youtubers que por vezes vais ver vídeos antigos e eles recebem muito das plataformas com Xbox e Playstation. Acho que diz tudo isso.

    • Celso R says:

      O que é que tens contra o Stadia?

      Eu já uso o serviço há uns meses e estou bastante satisfeito.

      Além disso aqui a Google seria basicamente um cliente da Samsung. A Samsung não vai perder dinheiro, pelo contrário.

  5. Renato Nismo says:

    se isto for à frente, os androids e gcam passam a ser desenvolvidos a partir do cpu da google e não da snapdragon como tem sido, acaba por prejudicar muito a comunidade de devs custom.

    kirin, exynos e mediatek continuam a ser um bicho de 7 cabeças para qualquer dev.

  6. Joao Ptt says:

    Seria bom começarem a desenvolver um padrão de comunicação aberto e livre de patentes para permitir uma concorrência e maior diversidade.

    É deixarem de desenvolver para o 2G/ 3G/ 4G/ 5G/ 6G… mas sim para o tal padrão de comunicação aberto e livre, de preferência seguro e autenticado, para forçar a mudança e não permitir mais “donos” da tecnologia e apostar sim na qualidade da plataforma.

  7. O pirata says:

    “Não se trata apenas de smartwatches, mas é também de smartwatches” logo trata-se de smartwatches não?

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