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Cooperação espacial inédita: China contactou a NASA para evitar potencial colisão de satélites

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. eu says:

    Não é assim tão inédito. Os Chineses há muito que pedem por colaboração e oferecem ajuda para certas coisas (por exemplo, quando trouxeram amostras lunares ofereceram à NASA para poderem colaborar e a NASA não aceitou). O inédito é os EUA aceitarem. Porque até aqui a NASA estava proibida de colaborar com a China. Procurem por lei de Wolf de 2011, em que proíbe a NASA de colaborar com a China.

    • Manuel da Rocha says:

      100% das vezes, que a China ofereceu colaboração, queria 300000% de pagamento e acesso a novas tecnologias.
      O caso das amostras, do lado “escuro”, é um exemplo: a China não tem tecnologia para realizar análises profundas de sedimentos. A NASA faz isso, sem problema. A maquinaria e os técnicos, já funcionam.
      Em troca, a China ficaria com os resultados e iria querer análises a outros materiais.
      A NASA (e a JAXA) também ofereceram, à China, amostras dos cometas. A China nunca anunciou qualquer resultado, das 3 gramas, que receberam.

  2. Manuel da Rocha says:

    Segundo os seguidores de satélites, este contacto, foi por causa do mais recente, satélite militar, chinês (avaliado em 8000 milhões de euros), que ficou na órbita errada.
    Como precisa de subir 25300km, pelos meios próprios, a China quis evitar, que um satélite, da NOAA, subisse, obrigando o satélite chinês a desligar os motores. Essa manobra podia impedir a chegada à órbita correcta, porque tem combustível, muito próximo, do que precisa, para lá chegar.
    Acaba por ser a admissão que o lançamento falhou, algo que também é inédito. É que, a CNSA tem 100% de lançamentos, que cumpriram 1000% do que era previsto. Segundo a agência espacial chinesa, nunca falhou qualquer lançamento e todas as cargas, ficaram operacionais… quando há 14%, que não chegaram a sair da atmosfera. Outro exemplo, são os rovers lunar e em Marte. A CNSA continua a tê-los como estando operacionais, revelando imagens e análises, apesar de há 4 anos, estarem inoperacionais. No caso dos 2 rovers lunares, o primeiro desapareceu dos dados, 3 anos, depois da última comunicação. No caso do de Marte, há 4 anos que não funciona, ainda a semana passada, publicaram imagens, com a data de Outubro de 2025. Imagens que terão sido obtidas, 6 dias depois, de sair do módulo de aterragem… em 2020.

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