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Apple envia dados de navegação do iPhone para empresa chinesa sem avisar utilizadores?


Imagem: Apple

Fonte: Reclaim The Net

Autor: Pedro Simões


  1. Fulano says:

    E novidades, há? Eu sempre afirmei que a Apple vendia os dados pessoais a terceiros. A malta é que achava que era maluco ou doente. Só afirmo o que é verdade. Agora venha dai as explicações mirabolantes dos cegos…

  2. KodiakShadows says:

    Gostava de saber qual o próximo argumento do Tramp(as), depois desta noticia

  3. PTdoNorte says:

    Se o código do IOS fosse publico muito mais se saberia…

  4. Miguel Costa says:

    É uma oportunidade de negócio e, além disso, são obrigados a fazer isso, para poderem ter publicidade na China. Sendo o seu 3 maior mercado (atrás dos EUA e Inglaterra), a Apple tem de ir cumprindo porque uma boa parte dos lucros é proveniente de lá. Ainda para mais, com o Trump a querer que eles desenvolvam e construam iphones, ipads e Mac nos EUA, com peças fabricadas nos EUA, quando a empresa consegue fazer isso, na China, por 170 dólares por equipamento.

    • RPG says:

      São obrigados lol. São obrigados a vender a alma ao diabo em troca de milhões de dolares.. Da mesma forma que censuram e bloqueam diversas Apps na store da Apple a pedido do governo Chinês.. Não, não é a China a bloquear diretamente estas Apps na sua mega firewall, mas sim a própria Apple. A Google faz o mesmo btw. No final do dia, os direitos humanos e a moral é posta de lado por parte destas empresas em troca de dinheiro, tão simples quanto isso.

  5. Renato Gomes says:

    Depois queixem-se da Xiaomi e da MIUI.

  6. Pedro Fonseca says:

    Será que a administração Trump também vai proibir a Apple de operar nos Estados Unidos?

  7. Fixo says:

    Como está citado no post – a Apple diz que não envia quaisquer dados – nem para a Google nem para a Tencent.
    Mas o que conta são as desconfianças 😉
    Com um post tão embrulhado espero ao menos que tenham percebido – para o Safari dar o alerta se o site a que se acede é fraudulento tem que comparar o endereço (URL) com uma lista de sites fraudulentos, a da Google e – se o URL for Chinês – com a Tencent, a maior na área do multimédia na China.
    Entre posts enrolados e os comentários do costume não fica fácil perceber alguma coisa.

    • Vítor M. says:

      Tu é que enrolas 😉 , aliás, decalcaste o que estava já descrito e bem explicado. Inclusive com as explicações da Apple e os devidos screens da aplicação. 😉

      • Sujeito says:

        Err, Vítor, ele não é o único a partilhar dessa opinião.

        • Vítor M. says:

          Independentemente de teres uma opinião parecida, igual ou a mesma, a ideia está claramente expressa no texto, como podes ver. Obviamente, como bem sabes, não se pode assumir qualquer outro cenário se ele não existe. Há uma “desconfiança”, devidamente apontada no título. Há factos que conformam o envio de informação para a empresa em causa, está devidamente expressa no texto com os respetivos screens. Há uma resposta do acusado, e está devidamente transcrita a sua defesa. Portanto, nada mais falta e tudo o que fosse não estar, pecava por não sustentar o cenário em que as coisas aconteceram. E mesmo assim bem explicado, bem enquadrado, há sempre que entre numa guerrilha, só porque sim 😉 e não pode ser esse o caso.

          Cump.

  8. Coelo says:

    Tantos browsers que utilizam esses servicos para saber se um website é “fidedigno”…. talvez devessem ter mais cuidado ao criarem as noticias, pois esta visto que as pessoas só leem partes dela e concluem o texto na cabeça como mais lhes convém.

  9. João Sousa says:

    Se envia para a Google os outros são meninos no que toca a uso e abuso da informação de terceiros. Os chineses ao pé da Google são meninos.

  10. Joao Ptt says:

    “A Apple sempre esteve focada na privacidade dos seus utilizadores e dos dados destes. Foi várias vezes contra as agências governamentais para o conseguir, impondo sempre a sua vontade e garantindo esta barreira de recolha de informação.”
    Estamos a falar da mesma Apple que está a vender os seus produtos na China onde privacidade é um conceito desconhecido por parte do governo que exige vigiar, tanto quanto lhe é possível tudo e todos, dentro e fora de fronteiras, dentro de fronteiras prendendo mesmo quem se opuser publicamente.

    • Sujeito says:

      Estás a fazer várias inferências falaciosas.

      O facto de ter ido várias vezes contra agências governamentais é verdade. Não implica que seja sempre, nem implica que seja todas, mas do que se sabe, tem sido.

      As vezes que foi contra as agências governamentais foi quando as ordens judiciais eram inconstitucionais. Na china, não só as medidas não são inconstitucionais para o regime deles, como não é o Governo deles.

      Os produtos que eles vendem na China operam segundo as leis chineses, portanto a declaração deles não tem de incongruente. E para mais, apenas adere ao iCloud, que é a grande fonte de polémica na China, quem quer. O resto dos dispositivos operam de forma igual como qualquer outro dispositivo em solo chinês.

      O que tu estás a falar é um problema que não é de legalidades, é de ideologia pessoal, tua. A deles continua intacta, eles fazem a diferença onde podem, não onde não podem.

      Como tenho dito, há muito por onde pegar na Apple mas pegam sempre em pontos que não são verdade nem os mais importantes.
      Como tenho dito várias vezes, há muito por onde pegar

      • Fixo says:

        Com tanta coisa a fazer se nós entendemos:
        – Se um tribunal, nos EUA ou na China, mandar entregar o conteúdo, desencriptado, de uma conta do iCloud – a Apple entrega, porque tem meios para o fazer.
        – Se um tribunal, nos EUA ou na China, mandar a Apple desbloquear um iPhone bloqueado (ou o conteúdo desencriptado do iPhone) – a Apple não entrega, porque não tem meios para o fazer.
        Com tanto “chove-mas-não-molha” – afinal o que achas que a Apple faz de diferente, nos EUA e na China?

        • Fixo says:

          Com tanta coisa, a ver se nos entendemos 🙂

        • Sujeito says:

          Respectivo à primeira:

          -Se um tribunal no EUA mandar entregar conteúdo desencriptado duma conta iCloud, a Apple entrega apenas a parcela do conteúdo que é possível desencriptar (que é pouca) e apenas quando de acordo com os direitos constitucionais. Caso contrário, têm batido o pé veemente.

          -Se um tribunal na China mandar entregar dados desencriptados duma conta iCloud, a Apple não irá estar metida ao barulho. O serviço iCloud na china é gerido por outra empresa, com laços ao governo, para terem acesso ao conteúdo e a Apple faz esse disclaimer bem claro a quem quiser fazer uso do serviço iCloud em território chinês.
          Portanto esse requisito do tribunal será quanto muito dirigido à empresa chinesa e muito provavelmente nem chegará a ser necessário pois esse foi o ponto fulcral em ter o iCloud sob tutela chinesa.

          Respectivo à segunda:

          Se um tribunal nos EUA mandar desbloquear um iPhone, a Apple TEM meios para o fazer. Não o fez até agora porque essa ação implica um backdoor global a todos os seus dispositivos e servitude eterna aos serviços forenses na criação da mesma.
          Foi essa a jogada do caso com o FBI. O FBI tentou de várias formas que a Apple o fizesse. Contudo, a partir do momento que o fizessem, a Apple estaria vinculada para sempre a ter uma divisão dedicada aos serviços forenses, dedicada a quebrar a sua própria segurança, com todos os custos associados a sairem do seu próprio bolso, para terem a sua protecção completamente quebrada e perda da grande vantagem dos seus produtos, e consequentemente de clientes.

          Quanto à China, não sei como se sucederia este caso, mas não parece plausível que um Governo possa interceder nos mecanismos de funcionamento global de uma empresa, que seria o caso.
          Provavelmente a protecção e recusa viriam em forma de lei Internacional.

  11. Cortano says:

    “É portanto desta forma que este recurso funciona e é garantida a segurança dos utilizadores e dos seus dados.”
    LOL

  12. Manekas says:

    Com um título destes, mesmo em forma de pergunta , como quer o autor do artigo não perturbar os leitores?

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