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O maior problema dos carros elétricos usados não é a bateria

75 Comentários

Comprar um carro elétrico em segunda mão pode parecer um risco por causa da bateria. Contudo, um novo estudo do Reino Unido revela que os avarias mais frequentes e mais caras acontecem, afinal, noutros sítios.

O mercado de carros elétricos usados está a crescer a bom ritmo, à medida que os primeiros veículos saídos de contratos de leasing e aluguer chegam agora ao mercado de segunda mão.

Para muitos condutores, esta é a oportunidade perfeita para conduzir um carro elétrico a um preço bem mais acessível do que o de um modelo novo.

Ainda assim, o receio da bateria continua a ser comum entre os potenciais compradores, afastando-os de aproveitarem os preços mais baixos praticados no mercado dos usados.

O que diz o estudo da Warrantywise

A seguradora britânica de garantias automóveis Warrantywise analisou os pedidos de reparação de carros elétricos processados entre janeiro de 2023 e janeiro de 2026, e os resultados contrariam, em parte, essa perceção comum.

Segundo os dados recolhidos, as avarias mais comuns não estão relacionadas com a bateria de alta tensão, mas sim com componentes que também existem em qualquer carro a combustão: sensores do sistema elétrico, o mecanismo de fecho centralizado, as suspensões (nomeadamente os braços da suspensão) e a bateria auxiliar de 12V/48V.

Por sua vez, o carregador de bordo, um componente exclusivo dos elétricos, surge na lista dos cinco problemas mais reportados, com um custo médio de reparação de 2158,75 libras (o equivalente a cerca de 2530 euros), o valor mais elevado entre os cinco itens mais comuns.

Afinal, a bateria não é o maior problema

Apesar de as falhas na bateria de alta tensão serem menos frequentes do que muitos condutores temem, a Warrantywise sublinha que este continua a ser um ponto a ter em conta.

Quando uma reparação deste tipo é necessária, o custo médio dispara para 6435,38 libras (o equivalente a cerca de 7535 euros), um valor bastante superior a qualquer um dos outros componentes analisados.

Ou seja, a bateria falha com menos frequência, mas quando falha é a reparação mais cara da lista.

Segundo Anthony Diggins, diretor-geral da Warrantywise, ainda é cedo para tirar conclusões definitivas sobre a fiabilidade dos carros elétricos, mas os dados começam a mostrar que as falhas de bateria recebem mais atenção do que aquela que os números, para já, justificam.

Na sua opinião, é o conjunto mais alargado de componentes elétricos, de carregamento e de suspensão que está a gerar mais pedidos de reparação.

De qualquer forma, a Warrantywise alerta que os dados devem ser lidos com cuidado. Como o volume de carros elétricos em circulação ainda é bastante inferior ao dos veículos a gasolina ou gasóleo, os resultados são mais sensíveis a variações no leque de modelos analisados e a reparações pontuais de valor elevado.

Por isso, a empresa classifica esta informação como “direcional”, e não como um retrato definitivo da fiabilidade dos elétricos.

Desmontando em parte o mito de que a bateria é o “calcanhar de Aquiles” dos elétricos usados, o estudo da Warrantywise mostra que as avarias mais frequentes assemelham-se às de qualquer carro a combustão, ainda que, caso falhe, a bateria continue a ser a reparação mais cara.

 

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Comentários

75
  1. YF
    Yuri bezmenov – primeira fase

    Não há pedidos de reparação de bateria. Quando a bateria necessita de substituição o carro vai para o lixo.

    1. TA
      Toni da Adega

      O que nao falta sao empresas que substituem ou que reparam baterias

      1. YF
        Yuri bezmenov – primeira fase

        Então mas ainda á pouco as baterias nunca avariavam e duravam 30 anos ou 1000000km e agora o que não faltam são empresas que sustituem e reparam baterias? Assim ninguém se entende.

        1. TA
          Toni da Adega

          Os carros a combustao também fazem 1000km e atravessam o pais sem parar e depois existem postos de abastecimento nas autoestrada? Assim ninguém se entende.

        2. JL
          JL

          Nesse caso os veículos a combustão também não duram nem 1/4 disso, já que não fazem esses kms sem reparação.

          1. GR
            Grunho

            Mas se até há peugeots pu(d)re tech a fazer 100 mil kms (com motor novo, claro)!

          2. GR
            Grunho

            São as avarias que fazem facturar os fabricantes europeus. O facto de os eléctricos das marcas europeias terem avarias noutras peças ainda mais frequentes que as das baterias não significa que elas sejam confiáveis.

    2. GO
      Gonçalo

      Não há pedidos? Há empresas só a viver disso já até porque baterias antigas podem ser convertidas em baterias domesticas. Todo o negocio a volta de petróleo existe há centenas de anos já não há mais nada para descobrir as baterias ainda agora estão a começar ainda existe um mundo por descobrir

      1. YF
        Yuri bezmenov – primeira fase

        Só vivem disso? Mas ainda ontem dizias que as baterias duravam dezenas de anos e milhões de quilometros? Em que ficamos?

        1. JL
          JL

          Então mas a reparação é o quê ? É algo que no fim de reparado já não dura ? ainda bem que já não tenho nenhum a combustão, já que quando avaria é lixo.

        2. GO
          Gonçalo

          Então mas um motor quando se muda o oleo vai para o lixo não tem manutenções não tem avarias só em correias de distribuição pagas outro motor ao longo da vida e já agora existem milhares de carros acidentados que as baterias são reparadas

    3. JL
      JL

      Então o que fizeram ao seu ?

    4. FF
      Fernando F

      Mentira pura…

    5. MI
      Muito mais que isso.

      Mais um que sofre do efeito de Flynn reverso, 😀

  2. JL
    José Luís

    Se a bateria auxilar é dos componentes que causam mais problemas e quando sabemos que esta dura muitos anos (pelo menos 5), então está tudo dito sobre a fiabilidade dos carros elétricos.
    São ótimos, muito melhores que os a combustão.

    1. ZQ
      Zé da Quinta

      Mais eficientes até concordo.

  3. RI
    Ricardo

    E novidades, a bateria é o mais caro, sem duvida.
    Agora eles têm muitos componentes de desgaste como qualquer carro, especialmente pelo peso podem ter uma vida útil menor.

    1. FF
      Fernando F

      Muito MENOS componentes de desgaste, de certeza que era isso que querias dizer…

    2. JL
      JL

      Aos 280 mil o meu levou apenas 2 braços de suspensão inferiores (só um fazia barulho, mas optei por trocar os 2), e um barulho num amortecedor pneumático onde se descobriu a porca que prende o amortecedor a gás desapertada.

      Portanto não me parece que durem menos de suspensão, o meu diesel anterior com esses kms já tinha levado braços e já estava a necessitar de amortecedores.

      1. ZQ
        Zé da Quinta

        Depende da comparação de gamas que estiver a fazer. Não pode comparar um Diesel de 20.000€ com um elétrico de 70 ou 80.000.

        1. JL
          JL

          Porque não ? São ambos do segmento D.

  4. RE
    Realista

    Mais um mito a cair por terra de que as baterias são o problema dos automóveis elétricos…

  5. RP
    Rui Pereira

    O maior problema dos carros usados é virem a criar ainda mais trânsito na cidade e fazer com que muitos deixem o carro e acabem por adquirir uma mota sendo que é um veículo mais frágil e exposto às intempéries. Mas isso não é nada nas cabeças dos que têm carro eléctrico, basicamente só se preocupam com o seu bolso sem olhar a quem. As ruas continuam a ser as mesmas nas cidades. Com essa limitação, mais carros eléctricos, que são bons para a cidade, e sendo mais baratos, só pode provocar mais trânsito. E mais trânsito é menos circulação.

    1. MY
      Mr. Y

      Os culpados do aumento de trânsito são os carros eléctricos? Culpa antes os governos e os próprios utilizadores por se habituarem ao carro próprio ou pela falta de transporte público disponível.

    2. RE
      Realista

      Se são as pessoas que conduzem os carros, quer dizer que é só meter carros elétricos nas aldeias e o problema da desertificação desaparece…

      És um génio.

    3. JL
      JL

      Qual é diferença de sair um carro a combustão e entrar um eléctrico da cidade ?

      1. RP
        Rui Pereira

        Uma pergunta que indica que um carro a combustão e um carro eléctrico é a mesma coisa. Se os carros eléctricos estão a ser vendidos como o melhor para andar na cidade, o que é que pensas que vai acontecer? Ou porque é que está a haver um aumento generalizado do número de motas? E porque é que os transportes públicos, nomeadamente os autocarros andam em marcha super lenta?

        1. TA
          Toni da Adega

          Já tive em cidades em que a maioria dos veículos eram eléctricos. Tinha muito pouco trânsito. Como é que é possível?

        2. JL
          JL

          Ao que parece estão a ser vendidos como melhor para andar em todo o lado.

          O que vai acontecer ? Cada pessoa vai andar com 2 carros ?

          Não é melhor dizer a verdade do que tem a perder, ficávamos mais esclarecidos do que andar a inventar.

    4. FF
      Fernando F

      ???!

  6. YA
    Yamahia

    A não ser que haja dano devido a impactos mau uso etc, a bateria nunca será um problema para o proprietário nos 1⁰s 160000kms ou 8 anos, o que ocorrer 1⁰. Tirando o facto de terem que aguardar em média 3 meses para q o carro volte á estrada.

    Realmente o q começa a pesar mais cedo nos bolsos dos proprietário é realmente os periféricos indicados como é o caso do carregador de bordo referido cujas garantias cessam ao fim de 4 anos e 80000kms, o que ocorrer 1⁰
    Isto se a marca anuir, porque o que está a acontecer é, por exemplo, os volantes e bancos revestidos a matéria plástica sucumbirem ao fim de 2 anos e a marca não pagar, alegando mau uso por via de cremes e anéis por parte dos proprietários, independentemente de a pele tocar ou não nas zonas afetadas.

    1. RE
      Realista

      Para quem dizia que a bateria só durava 4 anos… já vamos em 8 anos.

      1. YA
        Yamahia

        O facto da garantia salvaguardar o prejuízo perante o proprietário não significa que está dure os 8 anos ou 160000 kms, o q ocorrer 1⁰.
        Estás a ver mal o filme. São às centenas os casos reportados de baterias substituídas antes desses limites.

        1. RE
          Realista

          Se as construtoras oferecem 8 anos de garantia mas as baterias duram menos queres dizer com isso:

          1) Que afinal a data limite não são 8 anos, porque se uma bateria avariada foi trocada aos 5 anos, então a próxima vai durar mais 5, ou seja um carro com 8 anos afinal tem vida acrescida até 12 ou 13 anos…

          Ou seja vai contra o que dizes que a partir dos 8 anos é preciso ter cuidado.

          2) As construtoras não entendem nada disto e estão a dar garantia superior ao que a bateria dura, o que lhe incumbem com custos desnecessários…

          Ou seja então não há problema nenhum num carro de 8 anos porque afinal tem vida acrescida.

          Esse é o problema das mentiras:
          Quanto mais mentes mais difícil é manteres a mentira… LOL

          1. JL
            JL

            Por isso é que dão garantias bem mais curtas aos motores a combustão, já sabem que não duram tanto.

          2. RE
            Realista

            Óbvio…

            Nenhuma empresa no mundo dá garantia superior à longevidade dos componentes dos seus produtos, exceto para os críticos acérrimos de veículos elétricos.

        2. JL
          JL

          Centenas onde ?

        3. TA
          Toni da Adega

          Essa é a vantagem dos veiculos a combustão. Dentro da garantia nenhum teve que ser reparado ou pecas substituidas

      2. YF
        Yuri bezmenov – primeira fase

        Com 8 anos muitos carros ainda nem trocaram a correia de distribuição que custa uma fracção de uma bateria.

        1. RE
          Realista

          Com 8 anos, podes ir com um carro a combustão à garantia?

          1. LR
            LR

            “já que a deviam ter trocado antes desse tempo.” Mas afinal, qual é o tempo para trocar a correia? Quantos anos? Não é por quilometragem?

          2. RE
            Realista

            Mas posso ir ou não à garantia passados 8 anos com um carro a combustão?

        2. JL
          JL

          Então é porque já foram para a sucata, porque a troca é feita muito antes

          Mas vai dizer que o estudo está incorreto ?

          1. LR
            LR

            Então é feita de quanto em quanto tempo? A cada dois anos? Ou a cada 4 anos? Vá, diga lá.

          2. JL
            JL

            Leia o que ele disse, ele disse que muitos ainda não trocaram, logo segundo a lógica dele já foram para a sucata.

          3. LR
            LR

            Onde é que ele diz isso?

          4. LR
            LR

            Não, ele diz que muitos carros ICE com 8 anos ainda “NEM” trocaram a correia de distribuição. O que é que implica que um carro de oito anos, que ainda não tenha trocado a correia, esteja na sucata?

          5. JL
            JL

            Exato, logo já foram para a sucata, já que a deviam ter trocado antes desse tempo.

            Não é ele que diz que não há reparação e é sucata ?

          6. LR
            LR

            “já que a deviam ter trocado antes desse tempo.” Mas afinal, qual é o tempo para trocar a correia? Quantos anos? Não é por quilometragem?

          7. JL
            JL

            60 mim ou 4 anos.

          8. JL
            JL

            60 mil…

          9. LR
            LR

            A sério? E de onde tirou essa informação? E é válido para todas as marcas e motores?

          10. JL
            JL

            De algumas oficinas de concessionários que apesar de vir no manual de serviço que é aos 100 mil e 6 anos, aconselham a fazer aos 4 anos ou 60 mil, porque aos 100 muitos já foram….

          11. LR
            LR

            Ok, base científica, portanto. De oficinas de concessionários (que só o JL conhece) cujo objetivo não pasa por faturar o mais que possam, mesmo quando não há necessidade disso, certo? E quantos é que foram aos 100.000? O que são muitos? E foram para onde? Tudo isto com base na sua experiência pessoal, técnica e científica?

          12. JL
            JL

            As oficinas da marca não usam base científica, mas sim base mecânica e experiência.

            Não sou só eu que conheço, é ir a uma e fica a saber.

            Por alguma razão andam ocupados com eles até dezembro, se marcar agora uma manutenção, só a fazem no próximo ano.

          13. LR
            LR

            A sério? E a base mecânica vem de onde? Não é da científica? Ou vai-me dizer que é base divina?
            Bem, tenho que avisar o meu concessionário, porque os palermas não sabem disso, e estão a fezer marcações para o inicio de setembro. E isto em duas marcas diferentes, veja lá bem…
            As coisas que se aprendem com o JL…

          14. JL
            JL

            Neste caso é da prática, porque a cientifica falhou, mandavam trocar aos 100 mil e 6 anos, e muitos deles não chegavam nem a metade.

            Qual é o seu concessionário e marca ?

    2. JL
      JL

      Então mostre lá que foi 3 meses ? Se quiser vamos buscar o vídeo do gajo do model 3 para o desmentir.

    3. JL
      JL

      Já agora, o que não falta são empresas de reparação de electrónica a reparar carregadores.

    4. ZQ
      Zé da Quinta

      É enfiar umas capas nos bancos e uma proteção no volante e está o problema resolvido!

  7. RU
    Rui

    Por falar em baterias (que não é o maior problema nos eléctricos usados…..), a Varta abriu falência assim que perdeu a Apple!!!!!

    Mais uma empresa europeia a fechar portas em nome do ambiente!!!! Vamos ficar limpinhos da indústria suja!!!!

    1. JL
      JL

      Só falta vir dizer que a varta produzia baterias para ve.

      Em nome do ambiente ? Não entendi essa, é capaz de explicar ?

    2. TA
      Toni da Adega

      Apple aquele grande fabricante de Veiculos. E agora a politica Europeia é acabar com tudo que seja electrico? Ainda a semana passada eram a favor de tudo que fosse eletrico

    3. RU
      Rui

      a Varta é só mais um gigante a fechar portas na Europa. Vamos ver como corre com o sector automóvel!

      A Varta vender baterias num mercado que precisa de baterias…….. querem ver que vamos descobrir que os trabalhadores europeus são muito mais caros que no resto do mundo e que os factores de produção na Europa vão pelo mesmo caminho?

      1. TA
        Toni da Adega

        A europa está cheia de Velhos do Restelo, não se adaptam e são utrapassados, mais empresas vão cair se não mudarem de mentalidade. Ninguem aprendeu nada com a Nokia.

        1. MO
          Morty

          O problema e que para se “adaptarem” tem de ou explorar lítio perto de tua casa e trabalhares por metade do preço para ser competitivo ao pé da China. fora isso yah, são velhos do Restelo lool

          1. TA
            Toni da Adega

            As maiores tecnologicas do mundo nao sao da china. A Nokia nao morreu por causa das marcas da China.
            E não te precupes com a exploracao de lítio ou trabalho a preço que seja. Se é coisa que o Tuga nao gosta é investimento ou mudanca.

            Temos que continuar a fazer o que sempre se fez, plano para os proximos 20 anos, fazer o mesmo que se fazia nos anos 90.

          2. JL
            JL

            Perto da minha exploram, e qual o problema disso ? Também exploram elementos usados na sua casa.

      2. JL
        JL

        Quer dizer isso que os eléctricos precisam de menos baterias de 12v e por isso é que foram à falência ?

  8. EL
    Eletrão

    Conduzo EV há cerca de 10 anos.
    As baterias hoje em dia duram mais que o carro.
    Além do anunciado, o motor também pode ser problemático nas marcas mais baratas.
    Mas no geral a fiabilidade é superior aos veículos de combustão.
    Para não falar de um pormenor que poucos se lembram.
    A vantagem de nunca mais ter que ir a bomba de gasolina sujar as mãos.

    1. GH
      ghh

      mas esperas 1 ou duas horas para nao sujares as maos idiot. tempo é dinheiro

  9. MI
    Muito mais que isso.

    Os carros elétricos poupam em combustível, mas as avarias fora da garantia continuam a ser muito dispendiosas, como comprova a minha experiência com um peugeot, com duas unidades OBC (Carregador de Bordo) e um sistema de ar condicionado substituídos em 80 000 km, cujos custos ascenderiam a 9 000 euros sem garantia, um valor equivalente ao que gastei num BMW a combustão ao longo de 20 anos e 200 000 km.

    Custos e Fiabilidade do Elétrico
    Avarias registadas: Dois OBD e um sistema de ar condicionado (AC).
    Quilometragem: 80 000 km percorridos.
    Tempo de imobilização: Um mês para reparar o AC (com carro de substituição cedido).
    Custo estimado sem garantia: 9 000 euros em reparações.

    Comparação com o Carro a Combustão.
    Modelo de comparação: BMW a combustão. Idade e quilometragem: Quase 20 anos e 200 000 km.
    Custo total: O acumulado de revisões e reparações ao longo da vida útil equipara-se ao valor das avarias do elétrico num curto espaço de tempo.

    Apenas para acrescentar que o meu segundo eletrico, Tesla model 3 de 2019, já anda com bateria recondicionada, já levou braços de direção, resistência PTC, rotulas e casquilhos, em garantia. Não menciono as baterias de 12v, em ambos os carros, porque é um “problema” igual em todos os carros, seja ele elétrico ou não.

    1. ES
      ESB

      Um.problema num AC tambem pode acontecer num carro a combustao. Nada tem haver com ser electrico

    2. JL
      JL

      2 problemas que se vê muito nos Peugeot e gêmeos, carregadores e compressor, no caso dos carregadores já os trocaram por outro fornecedor e no caso do compressor o problema já foi identificado, parece ser uma falha de lubrificação do mesmo, vamos ver se fazem algum recall para corrigir.

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