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Maior fábrica do mundo de baterias “em segunda mão” abriu em apenas seis semanas

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Joao says:

    Em portugal andam ha 25 anos para estudar a construcao de um tgv projectado para comecar em 2030 e com efeitos so a partir de 2040 caso não haja derrapagem para 2050 e chegar se a conclusao que afinal não precisamos e gastamos 25 bilioes em estudos quando podiam ser injetados na tap

    • JL says:

      Em Portugal já existe o mesmo há quase uma década, em 2018 já havia empresas portuguesas a fazer isto, a Evolution SBC por exemplo.

      • eu says:

        a Evolution SBC é mais uma oficina. Pelo que percebi o que a Moment Energy faz é dar novo uso a baterias seja para carros ou outra coisa. Eu por exmeplo nao me importaria de comprar baterias assim recondicionadas para a minha casa.

  2. Yuri bezmenov - primeira fase says:

    Já tanta bateria em segunda mão para ser reutilizada? E os carros dessas baterias?

    De qualquer maneira é estranho, pois o especialista JL não se cansa de dizer que os elektros tem uma batria que aguenta no minimo 20 anos e 500000km.

    • Gonçalo says:

      Há carros eletricos com 1 milhao de km, mas tal como nos a combustão há carros eletricos que chegam ao fim de vida muito recentes, ainda no outro dia a minha cunhada teve um pequeno acidente foi dado como perda total um carro com 2 anos o motor de certeza que estava bom

    • Sérgio V. says:

      E os acidentes? Não contam? O que tem a ver as baterias durar 20 anos? Não há baterias só há 2 anos… Já há muito. É normal as primeiras baterias não terem a mesma qualidade que as mais. Recentes.

    • JL says:

      Onde dizem que há tantas ?

      Onde eu disse isso ?

    • Toni da Adega says:

      Também dizem que os carros q combustão duram 20 anos e já vi carros mais novos em oficinas. Estranho, muito estranho

      • Yuri bezmenov - primeira fase says:

        Estranho é essa comparação quando os carros a combustão são em muito maior número e estão massificados há mais de 40 anos.
        Estranho, muito estranho….

        • Toni da Adega says:

          Massificados há mais de 100 anos. E não é comparação basicamente não deveriam haver carros com menos de 20 anos nas oficinas.

          Isso e postos de abastecimento nas autoestrada, é algo que não faz sentido.
          Qualquer carro a combustão consegue atravessar o país sem necessidade de parar. Ninguém para em viagens.

          • B@rão Vermelho says:

            Se acabassem com as bombas nas AE, então os VE serviam só para inversão de marcha mas não podia ser em avenidas. 🙂 🙂 🙂

            PS, para os mais sensíveis estou a ser irônico.

          • JL says:

            Não dizem por aqui que os ve’s têm de sair da ar para carregar ? Então não precisam de áreas de serviço. Lol

        • JL says:

          São em maior número em por isso avariam mais. ?

  3. Toni da Adega says:

    Deviam fazer o mesmo com os combustíveis, apostem na reciclagem de combustível e já não tínhamos que importar tanto petróleo

    • Gonçalo says:

      Sim, vamos todos colocar um saquinho de plastico no tubo de escape e depois vamos devolver o saquinho cheio de fumo a uma maquina da volta a ver se os gajos conseguem fazer alguma coisa

  4. Yamahia says:

    Mas, concretamente, o que é que ali fabricam para lhe chamarem fábrica? Pelo que é descrito e pelo que se vê, parece tratar-se sobretudo de mais um enorme armazém de ferro-velho.
    Neste caso, façamos votos para que o solo esteja devidamente impermeabilizado contra os venenos libertadas pelas baterias, em defesa da flora, da fauna, dos lençóis freáticos e das populações envolventes.

    “…entre 80% e 85% da sua capacidade original…já não ser suficiente para mover um automóvel com o desempenho exigido…”
    Nunca duvidei.

  5. Luis Martins says:

    A SESL faz isso em Portugal, sem grande alarido.

    Os seus clientes são testemunhas.

    Substutui as células usadas por células de nova geração em veículos com baterias em fim de vida, aumentando de 150 para 500km a autonomia de carros em excelentes condições mecânicas como os Nissan Leaf e converte as células usadas em baterias a 48V, para armazenamento solar.

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