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Projeto-piloto transforma carros elétricos em baterias gigantes para as casas

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Andre says:

    E não é que os EV’s afinal servem para alguma coisa …

  2. Alberto Grijó says:

    Conceito estranho, descarrega do carro para alimentar a casa. Depois nem carro nem casa. Contudo, com carro a combustão podemos ligar á nossa casa com um inversor e funciona como um mero gerador. E não há risco de ficar sem combustível. É algo que se monitoriza e podemos ir sempre atestar rapidamente.
    já o EV…. Chucha no dedo.

  3. Alberto Grijó says:

    Ok, parece que estou errado. O EV consegue cargas mais elevadas que os de combustão, já fui validar.

  4. Lourenço says:

    É pena que em Portugal a legislação não deixe-e fazer isso.

    • Alberto Grijó says:

      Não deixa? 🙁

    • Paulo says:

      Claro que deixa.
      Eu tenho um EV, 6.9 kW em painéis solares e 17 kW em 3 baterias dentro de casa.
      Tenho de potência contratada 1.1 kW só para as emergências pois posso estar isolado da rede se necessário, nem a taxa audiovisual pago pois não consumo da rede mais de 400 kW por ano.
      Só no inverno é que por vezes necessito da rede. De resto, EV e habitação são abastecidos pelos painéis.
      O veículo EV ainda não é bidirecional, claramente é uma mais valia.
      Já vendi também energia em excesso, mas acabei com isso, é una burocracia e não compensa devido aos preços baixos da venda para o trabalho que dá.

      • Lourenço says:

        O problema é mesmo a parte de V2G, pois à legislação que proíbe o transporte de energia. Por exemplo carregar na empresa e injectar a energia em casa, podendo até vender à rede. Mas se souber de alguma empresa que faça essa instalação agradeço que envie o contato.

        • Paulo says:

          Lourenço,
          Tens razão, no ex. que indicas.
          Quando comentei que Portugal deixa, não me referia ao V2G.
          Referia-me a sistema de autoconsumo com baterias.
          V2G em Portugal, parece-me que ainda estará distante.
          Não tenho conhecimento que já exista instaladores mesmo que o VE já o permita.

        • Mario says:

          Ricos patrões

    • TT says:

      A Renault tem o sistema a trabalhar em Porto Santo há anos!

  5. Armando says:

    Acho interessante isso aí. Mas não serve em todos os lugares. No Brasil, raras casas possuem aquecimento a gás, sendo mais comum os chuveiros eletricos, que consomem absurdos.

    Uma família com 3 pessoas logo no fim do dia, mataria essa energia armazenada com 3 banhos e 3 secadores de cabelo.

  6. Joao says:

    A Renault já aplica esta capacidade há algum tempo, e via AC, que simplifica para o consumidor
    A Volvo está a entrar pelo mesmo caminho

  7. TT says:

    Uau! Enfim! A Renault já faz isso à décadas, e começou na ilha de Porto Santo na Madeira com o Renault ZOE!

  8. Yamahia says:

    Mais uma a caminho de fazer uma casa feliz:
    https://postimg.cc/GHb2cJ6S

  9. Vida says:

    Ford Capri já é bidirecional
    Só não sei como podes usar. Deve ser necessário uma wallbox especial

  10. Gustavo Jorge says:

    Vendo a rede desde o início deste ano, não acho que seja muito burocrático, basta ter os documentos necessários e já está. Sei que os preços de venda de excedente não são justo, mas é melhor pouco do que dar de borla a rede. Agora em Julho vou receber da MEO, por 0,04 cêntimos/kW cerca de 52€. É mal? Já dá para pagar quase uma fatura. Em relação ao V2G acho muito interessante, mas para o carro estar a perder autonomia durante a noite já não acho muito piada, gosta da ideia de que se fala em ter uma bateria de carros já em fora de vida numa parede em casa. Se alguém conhecer em Portugal alguém que faça isso de forma segura que me diga. 🙂

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