Há um novo termo no mundo da tecnologia: conheça o MANGOS!
O domínio das gigantes tecnológicas está a mudar. Se durante anos o FAANG foi sinónimo de poder e inovação no setor tecnológico, 2026 traz um novo conjunto de empresas para o centro das atenções. Conheça o MANGOS!
Do FAANG ao MANGOS: uma mudança de era
Durante mais de uma década, o acrónimo FAANG foi a referência máxima do setor tecnológico, juntando as empresas mais preponderantes do setor: Facebook, Amazon, Apple, Netflix e Google.
Estas empresas dominaram a década de 2010 ao capitalizar o crescimento dos smartphones, das redes sociais, do streaming, da computação em nuvem e do comércio eletrónico.
Para qualquer engenheiro de software, conseguir entrar numa destas empresas era considerado o auge da carreira, graças à inovação constante, aos pacotes salariais generosos e à influência global que exerciam.
O termo foi popularizado em 2013 pelo apresentador da CNBC Jim Cramer e tornou-se rapidamente a forma mais reconhecida de identificar as empresas mais influentes do mundo tecnológico.
No entanto, o rápido crescimento da Inteligência Artificial (IA) está a remexer completamente o panorama do setor, bem como o conjunto de empresas que os investidores, programadores e entusiastas da tecnologia acompanham mais de perto.

Originalmente concebidos para videojogos, os chips da NVIDIA são hoje essenciais para treinar os modelos de IA mais avançados do mundo, dando à empresa um poder que poucos anteciparam.
2026 é o ano do MANGOS
O novo acrónimo MANGOS representa as empresas consideradas líderes da era da IA: Meta, Anthropic, NVIDIA, Google, OpenAI, havendo quem inclua ainda a SpaceX.
Ao contrário do FAANG, que simbolizou a revolução da Internet e do smartphone, o MANGOS reflete as empresas que estão a impulsionar os avanços em modelos de IA, infraestrutura, chips e tecnologias de próxima geração.
O termo ganhou popularidade através da rede social X, desencadeando uma onda de debate entre engenheiros, investidores e entusiastas da tecnologia.
i prefer MANGOS pic.twitter.com/fNnomeqgL5
— scoot (@lilscoot) June 8, 2026
As publicações geraram um envolvimento significativo e alimentaram a discussão sobre se o domínio do FAANG está a enfraquecer, especialmente numa altura em que várias das empresas do MANGOS se aproximam de marcos importantes, com a SpaceX a preparar-se para entrar na bolsa, e a OpenAI e a Anthropic a avançarem para potenciais entradas, também.
A que se deve o domínio destas empresas?
Cada empresa que compõe o acrónimo MANGOS representa um pilar fundamental da revolução da IA:
- A NVIDIA tornou-se central na explosão da IA graças aos seus chips de altíssima procura, essenciais para treinar e correr modelos de IA.
- A OpenAI e a Anthropic competem diretamente para construir sistemas de IA cada vez mais avançados, sendo as duas empresas mais associadas ao desenvolvimento de grandes modelos de linguagem.
- A Meta e a Google investem de forma massiva para reforçar as suas capacidades em IA.
- A SpaceX é vista como um player-chave na infraestrutura para a economia do futuro.

O que começou como uma aposta improvável no turismo espacial é hoje uma das empresas mais valiosas do mundo. A SpaceX não fabrica chips nem desenvolve modelos de IA, mas está a preparar-se para levar os próprios centros de dados para o espaço. De facto, sem infraestrutura, não há revolução.
E as antigas gigantes?
Nem todos os membros do FAANG conseguiram manter a mesma relevância quando a conversa passou para a IA.
A Apple tem enfrentado críticas pelos atrasos nas suas iniciativas de IA, a Amazon é cada vez mais vista como fornecedora de infraestrutura através da Amazon Web Services (AWS), e a Netflix continua fora do núcleo da narrativa da IA, apesar do domínio no streaming.
Mesmo a Microsoft é frequentemente considerada menos central do que as empresas que desenvolvem os modelos fundamentais de IA, os chips e a infraestrutura que conduzem a atual vaga de inovação, apesar da sua estreita parceria com a OpenAI.
Assim sendo, a ascensão das MANGOS evidencia uma mudança mais ampla nas prioridades da indústria tecnológica, com a IA a tornar-se o principal motor de valor e inovação.




















AI é o futuro do IT nos próximos anos. Quem achar que não vai ficar para trás
É a tua opinião, a minha é precisamente o contrário, o futuro vai ser o regresso às coisas simples e ao controlo sob as mesmas.
Quem achar que o planeta vai tolerar inúteis da geração IA que nada vão saber fazer, está a cair numa grande ilusão.
IA é lixo em 90% na esmagadora maioria das situações, onde já hoje existe!!!
Lixo esse que só está a servir, para degradar ainda mais a condição Humana.
Diz-me 10 aplicações atuais da IA para concluirmos que, ou não são 90% inúties…ou não fazes ideia do que dizes. (usa o chatgpt, não te acanhes lol)
3 dessas não dão lucro. E querem entrar na bolsa. Coincidência? Não! Alguém vai pagar a fatura da bolha IA
Alguém vai pagar ? Vais pagar tu, vou pagar eu, vamos pagar todos… as empresas de serviços vão recorrer à IA e integrar o custo no serviço que te vão cobrar, o teu contabilista, o teu advogado, o teu mecanico, médico…
A Amazon passou cerca de 20 anos sem registrar lucro líquido consistente, operando no vermelho desde sua fundação em 1994 até meados dos anos 2000 e só começando a apresentar lucros regulares por volta de 2015. E continua em bolsa.
Temos também os manguitos, muito utilizados pelos programadores e operadores de tecnologia.
Grande coisa, no meu tempo de adolescência já tínhamos descoberto as magas+alhos 😀
E os MONGOS somos nós, porque lhes enchemos a pança.