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Ryanair investigada por cobrar aos pais para sentarem ao lado dos filhos nos voos

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Max says:

    Então, na Ryanair:
    – Duas pessoas escolhem lugares não reservados, o computador distribui-os aleatoriamente, a probabilidade de viajarem separados é muito alta
    – Duas pessoas escolhem dois lugares reservados, pagando mais 4€ a 6€, garantem que viajam juntas
    E como é com as crianças (de idade entre criança de colo e os 12 anos)? Na reserva online indica-se a idade dos passageiros.
    – Se for um adulto com até 4 crianças – o sistema indica um lugar reservado para o adulto, pagando mais os 4€ a 6€, e os (até 4) lugares para as crianças ao seu lado, sem pagar mais por isso.
    – Se quiser marcar nos lugares não reservados – o sistema não aceita (visto que as crianças viajariam sozinhas), só aceita marcação do adulto nos lugares reservados, com as crianças.
    E é isto que está em causa, se a Ryanair pode cobrar ou não os 4 a 6 € com este sistema. A Ryanair diz que não, que o adulto pagaria sempre essa importância por viajar com lugar reservado e que não cobra nada pelas reservas das crianças. E, além disso, que esta “viajem familiar” é mais barata que em qualquer outra companhia aérea no Reino Unido.
    Os “watch dogs” servem para morder as canelas às empresas, mas às vezes fica-se a pensar se não há questões mais importantes. Ou então se não vão às canelas difíceis de morder e só vão às fáceis.

    • Max says:

      Correção: “viajar com lugar reservado” (verbo viajar, ação) – está certo. Mas “viajem familiar” (substantivo, podendo ser antecedido de a, uma) – está errado, é “viagem familiar”.

    • Mico.se says:

      O ser mais barato ou não no Reino Unido,
      Isso não interessa.
      Verifiquem, analisem e concluam.
      Se existem desvios, façam com que se cumpram as regras.

  2. Ivo says:

    Não sou apreciador de companhias low-cost, mas a verdade é que dominam hoje grande parte do céu europeu. O problema é que o preço anunciado raramente é o preço final. Entre taxas adicionais e outras “surpresas”, o bilhete acaba muitas vezes por custar tanto, ou mais, do que numa companhia aérea tradicional.

    • Max says:

      Porque as companhias aéreas tradicionais, em voos na Europa tiveram que rebaixar os preços – e as condições oferecidas aos passageiros – quase ao nível das low-cost.

  3. KidsGraça says:

    Se querem viajar em low-cost, temos pena. Estão sujeitos.

  4. B@rão Vermelho says:

    Das poucas vezes que optei por viajar por low-cost, nunca paguei extra para escolher bilhetes e sempre fui ao lado da minha esposa, pode ter sido sorte, mas low-cost é sempre a última opção, ainda não se lembraram de cobrar se quisermos respirar durante o voo.

    • Max says:

      Calhou no check-in online não separar – mas, sem reserva de lugar, com pagamento adicional, pode-se ficar separado. Até na tarifa TAP Discount se paga pela reserva de lugar. Nas low-cost os adultos que querem garantir que viaja juntos pagam pela reserva de lugar.
      A questão das crianças é diferente.

  5. José Conde says:

    Para sentarem quem? Vão aprender português.

  6. PorcoDoPunjab says:

    Vá lá que ainda não se lembraram de vender bilhetes só até meio da viagem.
    Ou paga o resto a peso de ouro ou vai porta fora.
    Genial…

    Só mesmo eu para ter esta ideia.
    O’leary, a ideia está patenteada pelo PorcoDoPunjab.

  7. says:

    Epá, neste caso a Ryanair tem toda a razão, na minha opinião. Se a política deles é esta, quem quiser ir sentado ao lado dos putos que reserve os lugares. Será que também vão investigar a CP? Um dia destes tive de me sentar a 2 bancos do meu puto porque não havia lugares sentados contíguos.

    • Se for, foi says:

      A meu ver criancas sao criancas. Entendo a politica, mas ja vivemos num mundo cheio de politica sem senso nenhum, mas pronto e a ‘lei’ ou politica.

      Crianca deveria, gostei ou nao, ir sentada com um dos pais obrigatoriamente e estes nao deviam de pagar nada. A nao ser que o aviao esteja cheio e tudo ja atribuido ou reservado, pois nao se vai tirar lugar a ninguem.

      Cada qual faz como gosta, sim, mas isso nao quer dizer que se esteja correcto e no final, o objectivo e ser uma pessoa correcta em condicoes.

      • Max says:

        A Ryanair (e qualquer outra low-cost), antes de começar a encher o avião tem filas para lugares não reservados e filas para lugares reservados.
        Começa por encher os lugares não reservados, se forem duas pessoas (com 12 anos ou mais) pode ficar uma na primeira fila e outra na última).
        Quem quiser viajar junto paga a reserva de lugar (no caso da Ryanair, 4 a 6 € mais).
        Supondo que que se trata de 1 adulto e 4 crianças (entre idade de colo e menos de 12 anos) – se já não der para marcar, ou seja, já não há 5 lugares na mesma fila, não se pode marcar, em qualquer das companhias.
        Se houver, a Ryanair marca os 5 lugares na mesma fila, pagando o adulto mais 4 ou 6 euros. As outras companhias não cobram.
        Mas porque é que tem que ser o regulador/lei a dizer se a Ryanair pode cobrar ou não cobrar, em vez de ser o consumidor a decidir, em função das condições e do preço total? Podem-se fazer simulações nas várias companhias antes de comprar – e com com o adulto e as 4 crianças viajem juntos – mas há outras condições a considerar, como a bagagem que se pode levar e outras.
        Eu, por exemplo, estou disposto a pagar por lugares com mais espaço para estender as pernas, que são mais caros (e não apenas nas low-cost). Pagando um lugar desses para mim posso sentar as 4 crianças ao meu lado? Por que é que tem que ser a lei/regulamento a decidir em cada caso – quando as variáveis são múltiplas (cada caso é um caso) – em vez de ser o consumidor a decidir qual é a oferta que melhor se ajusta ao seu caso?

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