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Ex-presidente da Ferrari critica o novo Luce e pede que tirem o “Cavallino Rampante”

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Zé manel says:

    Tudo bem que ha gostos para tudo, mas, tendo em conta o que a Ferrari nos habituou, este design é no mínimo controverso, e isto não terá nada a ver com ser elétrico ou não.

  2. Pedro says:

    Parece um fiat panda em esteroides

  3. FoCP90 says:

    A Lamborghini é que foi inteligente! Cancelaram estas carripanas a pilhas!
    A Porsche não está a conseguir vender muitos Taycan/Macan EV e este Ferrari Luce, que ainda por cima custa 4x mais, irá pelo mesmo caminho. Daqui a 5 anos nem 100K valem.

    O consumidor já demonstrou que não quer elétricos.
    Hoje dia já começa a ser um luxo no mercado de alta gama ter um motor a combustão interna. A Bugatti abriu os olhos a tempo já que o Nevera da Rimac vendeu mal.

    Afinal a Jaguar não esteve assim tão mal quando apresentou o Type 01! O Luce tem um design 1000x pior!

    • Zespri says:

      “O consumidor já demonstrou que não quer elétricos.” A venda de carros elétricos este ano em Portugal até ao momento representa 70%.

      • Yuri Bezmenov - primeira fase says:

        Mais outro da escolinha do JL que para eles até um mild hybrid é considerado electrico.
        Este ano a venda de electricos não chegou a 24% da quota.

      • Miguel says:

        Sim, mas isso é relativamente simples de explicar.
        A UE tomou muitas medidas que condicionam os carros a combustão, ora vejamos:
        1) O apertar das normas Euro e limites de CO2 cada vez mais apertados estrangulam os motores e adicionam mecânica complexa e problemática.
        2) A proibição de venda de carros a combustão para breve retira a confiança no mercado.
        3) Ajudas e fiscalidade a favor dos eléctricos tornam os carros a combustão uma escolha menos “inteligente” a nível fiscal
        4) Cada vez mais zonas de emissões reduzidas e constantes mudanças levam à perda de confiança se a compra de um carro a combustão será aceite na zona por muito tempo.
        5) A despreocupação da UE com o preço dos combustíveis, que imediatamente proibiu ou desaconselhou a baixa de impostos, é mais um incentivo para troca.
        6) Prémios para abate – troca para elétrico
        7) A força da UE nas empresas fez com que se deixasse de investir em carros a combustão, hoje em dia há menos oferta nessa àrea e a oferta que existe não é para todos os mercados. Para algumas segmentos, o eléctrico é quase a única opção.

        Tudo isto junto pesa na altura de comprar um novo transporte pessoal.
        A mim afecta-me principalmente os pontos 3, 5 e 7

        • JL says:

          Não existe nenhuma proibição para breve de motores a combustão.

          Errado, as medidas que existem para eléctricos são iguais para outros veículos com emissões nulas.

          Outra mentira, não é para troca de eléctrico, é para abate na compra de um veículo com emissões nulas.

          Existem opções para todas as categorias.

          • Miguel says:

            Existe, sim, em 2035, ou seja, há menos de 10 anos.

            Quanto às medidas, apenas me deste a razão, pois emissões nulas != de carro a combustão. Apenas são palavras diferentes, o contexto continua correcto.

          • JL says:

            Não, não existe, nem nunca existiu.

            Um veiculo a combustão pode ser de emissões nulas, informe-se, não são palavras diferentes, são um facto.

            Não, o contexto está errado.

          • Miguel says:

            Existe sim… é só pesquisar “Regulamento UE 2019/631 atualizado 2023” ou “ban 2035 CO2 cars EU”.
            Podem não lhe chamar “proibição”, mas quando só podes vender carros novos com 0 emissões, na prática os motores a combustão tradicionais ficam fora, logo há receio em comprar.

            Quanto ao resto, continuas a confirmar o que eu disse: incentivos são para emissões nulas, e isso hoje não representa carros a combustão no mundo real.

            Chamar “emissões nulas” a um carro a combustão é teoria, no mercado não é isso que existe nem é isso que as pessoas compram.
            Praticamente não existem carros a hidrogénio à venda…
            E híbridos não são emissões nulas, podem ter emissões mais baixas, mas continuam a ter um motor a combustão que queima combustível, logo há sempre emissões.

          • JL says:

            Esse regulamento nunca foi aprovado, e por acaso já foi alterado.

            Não é teoria, é um facto, tanto que aprovaram combustíveis neutros para esse efeito.

          • Miguel says:

            O regulamento foi aprovado em 2023, o que houve foi um ajuste, não foi cancelado para aceitar e-fuel.

            Na prática os e‑fuel não mudam nada no mundo real, são praticamente inexistentes no mercado. Mas oxalá venham rápido e a bom preço para tornar o meu velhinho a emissões nulas

            Toda esta incerteza acaba por jogar contra o negócio dos carros a combustão tradicionais.

          • JL says:

            Não, não foi, aliás, ainda está por aprovar a ultima revisão dele, que é a de 2026.

            Exato, portanto confirma que levou ajustes e nunca proibiu, porque nunca foi aprovado, tal como ainda acontece.

            Não joga, já que existe uma alternativa no combustível.

          • Miguel says:

            https ://eur-lex.europa.eu/eli/reg/2023/851/oj/eng

        • PeterJust says:

          E fez a UE muito bem, só peca por não ter feito mais ainda, tudo excelentes maneiras de poupar o planeta e os petrodolares. Só falta mesmo proibir a venda e a circulação de carros a combustão ASAP

        • Jose says:

          Andam ao “serviço” dis chineses. Hoje em dia, todos temos de comer do mesmo, apesar de não ser saudável nem racional.

        • Miguel says:

          https ://eur-lex.europa.eu/eli/reg/2023/851/oj/eng

      • Figueiredo says:

        A venda de carros eléctricos em Portugal «…representa 70%…» por que o regime liberal/maçónico dá subsídios/apoios/créditos para comprar esse tipo de viaturas, subsídios esses que são pagos com o dinheiro da Classe-Média Portuguesa que financia o Orçamento de Estado, ou seja, a Classe-Média Portuguesa no desemprego, pobreza, miséria, anda a pagar os carros dos outros.

        Este parasitismo e chulanço liberal/maçónico tem acabar.

      • FoCP90 says:

        70%? lol.
        Isso inclui híbridos de todo o tipo…

    • JL says:

      A Lamborghini nunca teve em desenvolvimento nenhum a pilhas, deve estar a fazer confusão com a Toyota.

  4. Vim Menti says:

    adorei a cena do rato da Apple

  5. Miguel says:

    Pois, vão vulgarizar o Ferrari

  6. Marcos Correia says:

    Está péssimo.
    Isto não tem nada a ver com a questão de ser a combustão ou eléctrico, o problema é o design.
    O que funciona para o iPhone não funciona para carros, muito menos para uma marca como a Ferrari que tem sempre mantido um design muito especifico e próprio…este carro não mostra nada do ADN do design da Ferrari.
    Fail.

    • Leandro says:

      Entao e porque estas mal informado porque ele ja antes da apresentação do carro referiu varias vezes que eletricos sao carros chineses nao a ferrari

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