Como funciona o sistema “Call of Duty” que a Ucrânia criou para recompensar soldados
A guerra moderna ganhou uma camada de gamificação, com as tropas ucranianas a poderem acumular pontos por baixas russas e trocarem-nos por drones e sistemas de guerra eletrónica. Eis o sistema "Call of Duty" que a Ucrânia criou para recompensar os seus soldados.
A guerra na Ucrânia tem sido palco de inovações militares sem precedentes, e esta pode ser a mais surpreendente de todas.
O país lançou um sistema de pontuação para unidades de combate que recompensa diretamente o desempenho no campo de batalha com equipamento real para continuar a combater.
O sistema ePoints
Lançado em 2024 e atualizado recentemente, o sistema ucraniano ePoints permite que as unidades submetam dados das suas missões para verificação, convertendo cada ação tática em pontos.
Por exemplo, matar um soldado russo vale 12 pontos; feri-lo rende oito; e destruir hardware militar, sistemas de guerra eletrónica ou posições inimigas também entra na conta.
Esses pontos são depois gastos num marketplace online chamado Brave1, onde as unidades podem adquirir veículos terrestres não tripulados, drones de asa fixa, drones First-Person View (FPV) e sistemas de guerra eletrónica.
Entre os equipamentos disponíveis está o drone Nemesis, que já terá sido usado contra artilharia russa, abrigos militares e alvos navais no Mar Negro.
Um sistema de pontos que promove a meritocracia
Ao The Times, via NDTV, o tenente-coronel Denys Poliachenko, chefe da Direção de Sistemas Não Tripulados do 7.º Corpo ucraniano, explicou que o modelo liga diretamente o esforço de combate ao acesso a meios. Ou seja, os soldados percebem que estão simultaneamente a defender o país e a ganhar o equipamento de que precisam.
Além disso, todas as unidades de primeira linha aparecem num ranking público, tal como acontece num jogo como o "Call of Duty".
A lógica é a de uma competição saudável que impulsiona o rendimento operacional.
O sistema beneficia, também, as empresas de defesa ucranianas, com Oleg Rogynskyy, fundador da Uforce, a destacar que o marketplace dá às empresas feedback direto sobre a eficácia dos seus produtos em combate real, algo raro no setor.
É um sistema muito meritocrático.
Ucrânia adota modelo descentralizado
Uma das características mais notáveis do ePoints é a sua lógica descentralizada. Enquanto a decisão de compras recai normalmente sobre os altos comandos militares, na Ucrânia são os comandantes de brigada, no terreno, quem decide o que comprar.
Esta abordagem reflete uma filosofia mais ampla de adaptação rápida, a mesma que tem levado Kiev a apostar fortemente em drones de longo alcance para ataques dentro do território russo.
Assim, o ePoints apresenta-se como mais do que uma curiosidade tecnológica. Trata-se de um sinal de como a Ucrânia continua a reinventar a guerra moderna, desafiando os modelos militares tradicionais.
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Quantos pontos necessários para desbloquear tactical nuke?
O Call of Duty é bom, é só ver as centenas de videos de Ucranianos a serem raptados no trabalho, na rua, no supermercado e a serem levados para a linha da frente a força…
E agora o parlamento Ucraniano aprovou uma lei que podem entrar em qualquer casa sem mandato para raptar os jovens.
A UE e os políticos ainda não perceberam o monstro que estão a alimentar na Ucrânia, a Polónia bem sabe disso e não acredito que vá aceitar isto por muito tempo.
Imagina que não queremos nem ucras nem russos, se pensares bem é uma guerra perfeita.
Olha.. Os bots de propaganda russa já aqui andam
Se não apoiarmos a Ucrânia é melhor aprenderes a falar russo…
Sim, sim continua a comer gelados com a testa, os Russos vem por aí abaixo só param em Lisboa. Lol
Foi isso que o teu ídolo Solovyov propagandeou várias vezes no seu programa. Rússia de Vladivostok a Lisboa.
Eu escolho não comer gelados com a testa, tu como é óbvio tens a testa peganhenta.
LOOOL Sabes que és um ganda pato quando és apanhado por propaga falsa de uma guerra da qual nem fazes parte.
Btw, teorias da conspiração à parte a rússia tem um historial muito comprometedor e embora sejam todos farinha do mesmo saco, achar que a Rússia é menos má é pura burrice.
Chama-se guerra, achas que seria diferente em Portugal ou noutro qualquer país do mundo?
Se estás apto és obrigado a defender o teu país, não há escolha para ninguém, isso é novidade onde?
Aparentemente esqueceu-se das histórias de turistas Indianos e não só que foram raptados na Rússia e foram obrigados a servir na linha da frente, ou essa história não ouviste ou leste?
É que há milhares de casos desses, relatados por está internet fora.
Mas é bom ver o avençados preocupados com o ganha pão. 🙂 🙂 🙂
Ninguém estava a falar da Rússia, aí espera-se de tudo, foram importar a todo o lado, com 1,7M de baixas não há exercício que aguente
Um belo esquema de incentivos. Esses soldados vão transitar bem para o periodo de paz.
Não se pode dizer que os ucras não são criativos
ou seja, quantos mais pontos um tiver mais pontos vai poder ganhar com as care packages
Obviamente que isto só serve para tentar tapar o inacreditável número de baixas (Isto sem contar com feridos e aqueles que ficaram deficientes físicos) que já ultrapassou o milhão e setecentos mil.
Quase o dobro das baixas totais da Rússia, já contando com feridos e os que ficaram deficientes físicos.
Os números (completamente ridículos e sem prova) apresentados pelo regime NAZI ucraniano das baixas russas, são completamente feitos. Não esquecer que no primeiro ano da guerra, os ucronazis anunciaram que tinham morto quase meio milhão de soldados russos em apenas dois meses, quando se sabe serem apenas 45 mil. Já no lado do regime ucronazi, o número já era superior a 110 mil.
Hoje, a matemática é ainda pior para Kiev, com uma disparidade de 17 ucronazis por cada russo.
Apesar de não existirem números oficiais de ambos os lados, é mais que óbvio que a ucrânia tem sem qualquer margem de dúvida, entre 7 a 9 vezes mais baixas que a Rússia.
Moço, nem o PCP tem a coragem de dizer essas barbaridades…
Moço, nem tu acreditas no que escreves, porque ser ignorante é o teu dia a dia, visto que claramente votas PS ou PSD, o Pai Natal para ti não é uma figura criada pela Coca-Cola, sabes que o Sócrates é inocente, e israel é e sempre foi a vítima.
Moço… A diferença entre nós é simples. Eu dou-me ao trabalho de pesquisar, e tu acreditas em tudo o que vês e lês nos meios de comunicação controlados pelos chamados “defensores da democracia”.
Eu percebo-te… Usar o cérebro faz dores de cabeça e dá trabalho, não é, Moço?
Pesquisas onde, no Kremlin?
pelo menos 221.200 soldados Russos mortos em combate com morte confirmada por tribunais Russos, acredita-se que número seja perto de 352 mil, mas como digo confirmados 221.200 e há pelo menos 90 mil desaparecidos em combate.
Entre baixas confirmadas e feridos inoperacionais para voltar a guerra, 1 milhão, fontes Ucranianas estimam 1.350 milhões.
Mas para ti ainda nem morreu nenhum Russo.
Mas fica-te bem andares desnorteado o exercito de fisgas como a Ucrânia está a dar contigo em doido, muito bom.
Eu nunca disse que não havia baixas do lado russo.
Ver a CNN Portugal deu-te cabo da massa sufálica…
Já que sabes tanto… Diz aí o número de mortos do lado ucronazi.
Eu espero…
A verdade é que a Rússia está a perder a guerra
Uma guerra não se ganha só no campo de batalha, o Hamas, quase já consegui ganhar a guerra com Israel pelos mídia, cada vez mais se vê pessoas a protestar contra Israel que para matar um terrorista mata 10 inocentes.
PS; os números são mero exemplo, apenas servem para demonstrar um exemplo, neste planeta não há espaço para terrorista e ditadores.
Nem a medicação te vale rapaz!
Coitado, que iludido que andas…
Casualidades russas (mortos + feridos)
Entre 1,2 e 1,25 milhões, segundo o Center for Strategic and International Studies (CSIS) e dados citados pela Al Jazeera.
Casualidades ucranianas (mortos + feridos)
Até 600 mil, segundo o mesmo relatório do CSIS.
Ou seja:
As baixas russas são aproximadamente o dobro das ucranianas, não o contrário.
É que já nem é necessário pesquisar muito, uma simples pergunta na AI com as fontes para poderes verificar.