Volvo arranca produção do novo EX60, modelo 100% elétrico com 810 km de autonomia
O modelo mais revolucionário da Volvo já está em movimento: a Volvo Cars iniciou a produção do novo Volvo EX60 totalmente elétrico, e o Pplware está em Gotemburgo, na Suécia, a testemunhar como tudo acontece.
O EX60, SUV médio 100% elétrico da Volvo, começou hoje a ser produzido na unidade da marca, em Torslanda, nos arredores da sede da empresa, em Gotemburgo, na Suécia.
No mês passado, a marca já tinha anunciado o aumento dos volumes de produção do EX60 para 2026, refletindo a forte procura registada desde a sua apresentação mundial.
Impacto do Volvo EX60 na economia da Suécia
Este é o primeiro automóvel totalmente elétrico a ser concebido, desenvolvido e produzido na Suécia, reforçando o compromisso de longo prazo da Volvo Cars com o seu país de origem enquanto centro estratégico de desenvolvimento e produção de veículos elétricos premium.
O impacto do modelo estende-se à economia. O EX60 deverá contribuir de forma relevante para a economia de Gotemburgo e da Suécia, posicionando-se como um dos principais produtos de exportação do país em valor e reforçando o papel da região da Suécia Ocidental como um verdadeiro hub automóvel.
Hoje celebramos um marco importante para a nossa empresa e para a Suécia como um todo, ao iniciarmos a produção das primeiras unidades do EX60 destinadas a clientes.
Afirmou Håkan Samuelsson, diretor-executivo da Volvo Cars, acrescentando que a marca entra, agora, "numa fase de aumento progressivo da produção, com elevados padrões de qualidade, garantindo que este modelo transformador será um motor de crescimento rentável nos próximos anos".

Da esquerda: Ebba Busch, ministra da Energia, Negócios e Indústria da Suécia; Håkan Samuelsson, diretor-executivo da Volvo Cars; e Magdalena Andersson, líder do do Partido Social-Democrata da Suécia.
Fábrica de Torslanda produz seis mil carros por semana
A decisão de reforçar os volumes de produção para 2026 surge na sequência de uma forte procura inicial em mercados-chave como a Suécia e a Alemanha, bem como de níveis de encomendas significativamente acima das previsões internas na maioria dos principais mercados europeus.
Perante o forte volume de encomendas na Europa, e com a abertura dos livros de encomendas para os Estados Unidos e mercados asiáticos prevista ainda para esta primavera, a Volvo Cars decidiu aumentar a produção do EX60 em 2026.
Segundo a Volvo, pela primeira vez na sua história, a fábrica de Torslanda estará em funcionamento durante mais uma semana este verão.
Com seis mil carros a saírem das suas linhas de produção por semana e uma força de trabalho composta por 6500 pessoas, esta fábrica tem sido alvo de uma profunda modernização nos últimos anos, preparando-se para a produção do EX60 e de outros veículos elétricos de nova geração.
No âmbito de um investimento de cerca de 10 mil milhões de coroas suecas (o equivalente a cerca de 930 milhões de euros), a Volvo Cars introduziu capacidades de mega casting, uma nova unidade de montagem de baterias e uma renovação completa da pintura e da linha de montagem final.
Um modelo inegavelmente escandinvo
Revelado em janeiro, o EX60 foi concebido para marcar um ponto de viragem para a Volvo Cars e para os seus clientes.
Com um design inegavelmente escandinavo, o novo EX60 chega com linhas aerodinâmicas e um interior pensado para conforto e espaço familiar, incluindo bom espaço para passageiros e bagagem.
Além da autonomia líder, oferecendo até 810 km, o Volvo oferece capacidade de carregamento dos 10% aos 80% em apenas 16 minutos e um posicionamento de preço alinhado com o atual best-seller da marca, o XC60 híbrido plug-in.
Preço e disponibilidade em Portugal
As encomendas do Volvo EX60 estão abertas em Portugal desde 21 de janeiro de 2026, com as primeiras entregas das versões P6 e P10 previstas para o verão deste ano. A variante P12 chegará pouco depois.
| Versão | Nível de Equipamento | Preço (c/ IVA) |
| P6 RWD Elétrico | Plus | 67.906 € |
| P6 RWD Elétrico | Ultra | 74.917 € |
| P10 AWD Elétrico | Plus | 70.981 € |
| P10 AWD Elétrico | Ultra | 77.992 € |
| P12 AWD Elétrico | Plus | 77.131 € |
| P12 AWD Elétrico | Ultra | 84.142 € |
Para o mercado empresarial, o preço base sem IVA é de 50.650 €, valor abaixo do limiar que permite às empresas a dedução integral do IVA e a isenção do pagamento da Taxa de Tributação Autónoma.
Já em pré-venda e a chegar no segundo trimestre de 2027, a versão Cross Country oferece maior altura ao solo (+20 mm), proteções específicas e suspensão pneumática com ajuste de altura.
Conheça o Volvo EX60:



























E só custa entre 7 e 8,5 anos de salário mínimo nacional!
Pensamento pequenino. Pessoas com esse entendimento nunca terão ambição de trabalhar para ganhar mais. Felizmente em Portugal existem pessoas com ambição e o mercado reflete isso mesmo.
O valor do teu comentário é tão nulo que conseguiste não perceber o que disse…
Felizmente, ganhar mais é para mim algo que não significa nada. Felizmente trabalho para ocupar o tempo e nenhum dos carros que tenho custou tão pouco.
Nada como dar a entender o problema da pobreza de Portugal, seja financeiramente, seja ao nível da mentalidade, e lá vem o teu comentário a dar-me razão…
Não, quem não percebeu, de facto, foste tu. Alguém que se queixa do preço dos carros e faz contas aos salários mínimos, depois diz que trabalha para passar tempo… é factual que não percebe. E continua a comentar pequenino. E não, o país não é pobre. Segundo os dados da OCDE, Portugal tem 60% da sua população dita de classe média. Depois, com baixo rendimento, isto é, entre 50–75% da mediana, tem cerca de 17%. Pessoas ditas pobres (abaixo de 50% da mediana), tem cerca de 12%. Depois o restante está referenciado como classe alta, isto é, acima de 200% da mediana. Ora, o país não é pobre, tem sim algumas pessoas pobres… mas de espírito, e que, para objetivos desconfiáveis, apregoam que o país é de miseráveis, que não podem nem comprar um carro… sim, o teu comentário foi pequenino, não leves a peito, não precisas de inflar o ego (…nenhum dos carros que tenho custou tão pouco.), 😀
Foi apenas uma crítica a este tipo de comentários que passam o tempo a rebaixar o país e as pessoas que tanto batalham.
algo não está bem nessas contas Vitor, agora quem ganha 5100€ é classe alta?
Repara, como podes ver no site da OCDE, o valor de 5.100€ resulta de uma extrapolação simples, tua, da mediana. A OCDE não define classes com valores mensais fixos. A classificação é feita com base no rendimento anual equivalente do agregado e na mediana do país. Por isso, essa leitura pode induzir em erro.
Usar a mediana em vez da média só quando dá jeito é super conveniente… Faz lá as contas com o salário mediano em Portugal e depois falamos.
E meter palavras na minha boca também. Onde é que me queixei do preço? Não percebeste a ironia?
Não, claro que não. Segundo o que escreves em Portugal vive-se bem.
Sim, critiquei o país porque é do pior em termos fiscais, e critiquei o povo porque se vive de aparências e vão comprar a crédito como de costume para mostrar aos amigos.
Quantos créditos têm um português em média? E qual a percentagem de carros comprados a crédito? Consulta lá o relatório e responde.
Quanto a inflar o ego, és tu que bloqueia maior parte dos comentários com que não concordas…
Nuno, novamente estás a misturar planos diferentes. A OCDE usa a mediana precisamente para evitar distorções da média, não é uma questão de conveniência.
O valor que referiste resulta de uma extrapolação simplificada e não de um critério oficial.
Quanto ao resto, estás a trazer fiscalidade e hábitos de consumo para a conversa, que são temas válidos, mas não respondem ao ponto inicial.
Sim, há recurso a crédito em Portugal, como noutros países, mas isso não permite concluir que o país é “pobre” ou que as pessoas compram apenas por aparência. Isso é uma ideia pequenina!
Se quiseres discutir esses dados, convém trazê-los de forma concreta e comparável. E não inventar cenários sem nexo.
Mais uma vez, não leste o meu comentário todo… Porque será…
Li pois. Respondi a cada ponto.
Não, não leste. Não critiquei o uso da mediana mas sim da mediana SÓ quando dá jeito. E deves ter esquecido a parte do salario mediano em portugal…
Mas lá está, quem critica a pequenez dos outros por não os perceber não iria nunca assumir o erro…
Como não diz nada de útil o “mediana SÓ quando dá jeito…” mais vale explicar o que te expliquei. Esse discurso do “só quando dá jeito”, não tem aqui qualquer representatividade. Primeiro, não sabes o que isso é, depois, nem vem ao caso, o exemplo é genérico para te explicar que o “dizer que o país é pobre” e de mão estendida, é uma ideia pequenina.
Claro. Tens toda a razão. Um país com um salário mediano abaixo de 1000€ não se pode chamar de pobre senão o Sr. Vitor chama pequenina à ideia…
São só sensações de pobreza…
Lá vem o argumento dos coitadinhos. Não, os portugueses não são coitadinhos.
Se aprenderes a ler e a compreender português, podes perceber que não disse isso em lado nenhum.
O que disse está lá escrito e é um facto também do relatório da OCDE.
Os portugueses não são coitadinhos. Têm é pouco dinheiro e o pouco que têm não sabem gastar. Não foi à toa que ficámos em penúltimo lugar no índice de literacia financeira do eurobarómetro…
Dizer, disseste. Agora estás a dar o dito pelo não dito. A misturar alhos com bugalhos.
Falta de literacia financeira não quer dizer que o português é um coitadinho. Como estás sempre a dar essa ideia.
Repara, os países com menor literacia financeira têm este grupo:
* Portugal
* Espanha
* Itália
* Grécia
* Roménia
Quer os espanhóis, quer os italianos, têm salários mais altos que nós. E não quer dizer que tenham mais cultura financeira.
Mas tu misturas tudo.
Portanto bem mais barato que um diesel há 15 ou 20 anos para a mesma gama.
oh JL, sabes que o PVP dos veiculos sempre foi indicativo?
Se sempre foi indicativo não muda nada em relação a este ou outro de há 15 a 20 anos.
Onde é que vez o preço indicativo dos diesel de 2006?
Está nas revistas da especialidade, tenho algumas dos anos 90, por exemplo um 190D custava em Portugal em 1996 cerca de 11 mil contos, considerando o ordenado mínimo da altura e trazido para hoje, são cerca de 120 mil euros, portanto quando dizem que os carros hoje são caros, não é verdade, hoje são extremamente baratos.
Mesmo baratinhos. Até admira as vendas estarem a diminuir…
A diminuir onde ? não é por cá na Europa.
Não? 3 milhões abaixo dos níveis de 2019 é vender muito?
Certo…
Nesse contexto sim, diminuiu e continua a recuperar.
“Nesse contexto sim”
Mas em que contexto é que havia de ser??? É sempre no contexto da realidade. Vendem-se menos carros hoje do que se vendia h’a uns anos e acabem-se com os subsídios aos EV que vais ver o caminho que a recuperação vai levar…