810 km numa carga: o Volvo EX60 acaba com o argumento da falta de autonomia
O novo Volvo EX60 chegou ao mercado português com uma proposta ambiciosa, uma autonomia recorde, tecnologia de ponta e um posicionamento de preço que desafia diretamente a concorrência. As encomendas já estão abertas e as primeiras entregas estão previstas para o verão de 2026.
O Volvo EX60 é o SUV elétrico de média dimensão que a marca sueca coloca no maior e mais disputado segmento do mercado automóvel global. Construído sobre a nova plataforma SPA3, desenvolvida em parceria com o Grupo Geely, o EX60 representa o primeiro Volvo a beneficiar desta arquitetura elétrica de nova geração.
Com 4.803 mm de comprimento, 1.993 mm de largura, o EX60 encaixa-se com precisão no mesmo espaço que o BMW iX3, o Audi Q6 e-tron e o Mercedes-Benz EQC, os seus rivais diretos. Não é coincidência, já que foi concebido para disputar palmo a palmo esse território.
Design: minimalismo escandinavo
Por fora, o EX60 não tenta ser revolucionário. O desenho é reconhecível como Volvo à primeira vista, com superfícies limpas, proporções equilibradas e a assinatura luminosa do Martelo de Thor nos faróis dianteiros.
Na traseira, as luzes verticais integradas nos pilares D constituem um detalhe subtil mas eficaz, que funciona bem tanto de dia como de noite.
A novidade mais relevante em termos aerodinâmicos está nos puxadores de portas eletrónicos iluminados, com um perfil discreto, mas muito bem integrados.
A frente baixa e o perfil do tejadilho trabalhado complementam este esforço de eficiência sem sacrificar a presença e a robustez características de um SUV.
Espaço, qualidade e tecnologia
No habitáculo, o EX60 aposta em materiais naturais de alta qualidade e numa organização funcional que favorece o bem-estar dos ocupantes.
O piso plano, resultado da integração da bateria na estrutura da carroçaria (cell-to-body), melhora a habitabilidade na segunda fila e confere ao carro uma sensação de espaço superior ao esperado para a sua classe.
O tejadilho panorâmico é de série e está disponível na versão eletrocrómica, que permite ajustar a transparência do vidro.
A bagageira pode ser expandida até 1.647 litros com os encostos traseiros rebatidos, graças à divisão 40/20/40 que permite também o transporte de objetos longos.
Um painel de controlo na bagageira facilita o rebatimento dos bancos e o acionamento do gancho de reboque elétrico opcional. A capacidade de reboque vai até 2.400 kg, consoante a motorização escolhida.
O sistema de som Bowers & Wilkins de 28 altifalantes, incluindo unidades integradas nos encostos de cabeça, uma estreia na gama Volvo, é a opção premium para quem valoriza a experiência sonora a bordo.
Segurança de referência
A segurança é, como sempre na Volvo, um argumento central. O EX60 estreia o cinto de segurança multi-adaptativo.

Este sistema, disponível de série nos bancos dianteiros, utiliza dados em tempo real de sensores interiores e exteriores para ajustar a tensão do cinto em função da severidade do impacto, do tamanho dos ocupantes e da posição do assento.
Complementam a dotação de segurança sistemas avançados de assistência à condução, prevenção de colisões com deteção de veículos, peões e ciclistas, e uma gaiola de segurança reforçada com airbags de nova geração.
Motorizações e autonomia
A grande novidade técnica do EX60 reside na sua arquitetura elétrica de 800 volts, desenvolvida internamente pela Volvo, que permite velocidades de carregamento sem precedentes no segmento.
Estão disponíveis três configurações de motorização
P6 RWD: a entrada na gama
- Potência: 374 cv (275 kW) / 480 Nm
- Tração: Traseira (motor único)
- Bateria: 83 kWh
- Autonomia WLTP: até 620 km
- 0-100 km/h: 5,9 segundos
- Carregamento rápido: até 275 kW
P10 AWD: desempenho e alcance
- Potência: 510 cv / 710 Nm
- Tração: Integral (dois motores)
- Bateria: 95 kWh
- Autonomia WLTP: até 660 km
- 0-100 km/h: 4,6 segundos
- Carregamento rápido: até 375 kW
P12 AWD: topo de gama com autonomia-canhão
- Potência: 680 cv / 790 Nm
- Tração: Integral (dois motores)
- Bateria: 117 kWh (112 kWh úteis)
- Autonomia WLTP: até 810 km
- Carregamento rápido: até 500 kW
A autonomia de 810 km é um valor histórico para a marca sueca e coloca o EX60 P12 no topo do segmento. Na prática do dia a dia, a velocidade de carregamento talvez seja o argumento ainda mais impressionante: nas versões P10 e P12, é possível recuperar cerca de 340 km de autonomia em apenas 10 minutos de carregamento, em condições ideais.
Como em todos os modelos Volvo, a velocidade máxima está limitada a 180 km/h, uma decisão da marca baseada em argumentos de segurança.
Nova plataforma SPA3 em destaque
O EX60 é o primeiro modelo Volvo a tirar partido integral da plataforma SPA3, o que tem implicações práticas visíveis.
A tecnologia de mega casting substitui centenas de peças mais pequenas por grandes secções da carroçaria fundidas numa única peça de alumínio, melhorando a rigidez, reduzindo o peso e simplificando o processo de produção.
A integração cell-to-body, por sua vez, funde a bateria com a estrutura do veículo, libertando espaço, reduzindo o peso e aumentando simultaneamente a autonomia.
O sistema de infoentretenimento recorre aos serviços Google, integrados de série durante quatro anos, com possibilidade de renovação finda essa data. A conectividade e as atualizações over-the-air garantem que o carro evolui ao longo do tempo.
Preços em Portugal
As encomendas do Volvo EX60 estão abertas em Portugal desde 21 de janeiro de 2026, com as primeiras entregas das versões P6 e P10 previstas para o verão deste ano. A variante P12 chegará pouco depois.
| Versão | Nível de Equipamento | Preço (c/ IVA) |
| P6 RWD Elétrico | Plus | 67.906 € |
| P6 RWD Elétrico | Ultra | 74.917 € |
| P10 AWD Elétrico | Plus | 70.981 € |
| P10 AWD Elétrico | Ultra | 77.992 € |
| P12 AWD Elétrico | Plus | 77.131 € |
| P12 AWD Elétrico | Ultra | 84.142 € |
Para o mercado empresarial, o preço base sem IVA é de 50.650 €, valor abaixo do limiar que permite às empresas a dedução integral do IVA e a isenção do pagamento da Taxa de Tributação Autónoma.
Está ainda prevista para meados de 2027 uma versão Cross Country, com maior altura ao solo (+20 mm), proteções específicas e suspensão pneumática com ajuste de altura. As encomendas desta variante deverão abrir no segundo trimestre de 2026 em Portugal.



























810km não chega para nada para o pessoal nem sai do carro para ir à casa de banho…
Hehehe verdade. Aquela malta do “nem dá para ir ao Algarve” 😀 mas estão a ficar tristes. Com o passar dos meses, a oferta mostra que as autonomias estão a aumentar de forma exponencial.
Aproveito o teu comentário, para deixar alguns dados interessantes. Em termos práticos, e são os números que o referem, entre 2018 e 2025, a autonomia média dos carros elétricos aumentou de forma constante, com ganhos que muitos anos situam-se na ordem dos 8% a 12% ao ano graças a melhores químicas de bateria e gestão energética. Atualmente, é comum vermos automóveis com 300, 500 km de autonomia real, mesmo em segmentos acessíveis, e no segmento premium não é raro ultrapassar os 500 km.
Isso projeta-nos algo muito desafiador e interessante. A questão então é colocada: como será daqui a 5 anos?
Olhando para o progresso nestas tecnologias, é expectável que a autonomia média dos carros elétricos em 2030 se situe entre 600 e 800 quilómetros reais em muitos modelos de gama média e alta. Alguns elétricos mais avançados poderão atingir autonomias superiores a 1.000 km em condições favoráveis, aproximando-se da experiência dos motores de combustão tradicionais em viagens longas. Em 5 anos, estaremos a falar de mil quilómetros reais, com circuito misto em gamas mais altas e um “depósito de gasóleo” em gamas mais acessíveis. 🙂
Um EV da para ir a qualquer lado, o tema é só quanto tempo em paragens estás disposto a gastar
Com que autonomia? Volto a dizer que um elétrico não é para todos, mas pode ser para muita gente, nesta primeira fase, e dentro de alguns anos e mudança de certas políticas, será para todos. Carregar está a ser cada vez mais rápido, e daqui a uns anos, poucos, demorará pouco mais que atestar de combustível. A tecnologia está a evoluir e, se olharmos para a média nacional, dos 35 quilómetros diários, um carregamento ao fim de semana pode ser o tempo de paragem. Aliás, tenho já alguns amigos e conhecidos que fazem todos os dias viagens de 40 km e só carregam, o carro ao fim de semana ou, durante a noite em casa ou nas garagens dos edifícios a velocidades muito baixas, mas o suficiente para recarregar o que gastaram no dia anterior.
para mim qualquer tipo de planeamento derrota o conceito de mobilidade, a minha ideia de um carro desde que sou miudo é estar disponivel, não precisas de planear nada, é só pegar no carro e andar, seja para ir dar uma volta à marginal ou seja para ir dar uma volta a espanha, seja num dia que deixei o carro na garagem ou me apeteceu deixar o carro na rua, zero planeamento zero preocupações. enquanto não for assim não terei nenhum EV, e acho que ainda vai levar mais uns 10 anos a ser assim, isso se a UE não voltar atrás
😀 tu tebns cada argumento mais descabido. Quer dizer, vais fazer uma viagem e não olhas para o combustível disponível? Conversa da treta, é o qué 😉
Depois, como tens de deslocar-te até um posto de combustível, ficas em desvantagem. Os elétricos podem carregar em casa, durante a noite, quando o carro está parado. O teu não vai à bomba sozinho 😀
Portanto, se sair de casa já com o carro carregado, tenho zero preocupações. Se a energia estiver a acabar, numa viagem mais longa, que não é o normal, paro, recarrego, rápido, gastando o tempo necessário que não perdi enquanto tu foste N de anos à bomba abastecer.
E se os loucos fizerem subir o preço da gasolina? Os que têm um elétrico, com um bom tarifário, tipo 8 cêntimos o kWh, não têm nada dessas preocupações. E se vier sol… é praticamente a zero cêntimos. Portanto, tu estás mais de uma década atrasado no que se chama evolução do método e do produto.
Se fosses assim tão preocupado com o tempo não dá para entender o tempo que ‘gastas’ no Pplware
Game, set and match.
sabes lá o que estou a fazer enquanto respondo aqui..
Sabe que parar para carregar não precisa de estar a segurar o cabo, pode fazer coisas na mesma, incluindo escrever no pplware.
Vivo em Lisboa, faço 2h de viagem para a maior parte dos destinos dentro de Portugal, para que vou parar para ir ao wc? Até os meus miúdos aguentam 2h sem ir ao wc
As distâncias não se medem em horas, medem-se em km.
Podes estar 2 horas no transito e fazer 40km como podes estar 2 horas em AE e fazer 240km…
fala por ti
Já vi que se te perguntar qual a tua altura, vais-me responder que medes 10 segundos…
Então se em 2 horas de viagem dá para tudo, não entendi essa parte do perder tempo na viagem.
A verdadeira autonomia é de cerca de 70% do anunciado. Não há milagres.
810 Km de autonomia, que faça 600 Km já é algo que se veja, é uma distância simpática, mas fazes todos os dias 600 Km, não sei, posso até faze ruma vez por semana ou nunca fazer.
Por essa ordem de ideias vamos voltar a comida a avulso?
E as estradas estão cheias mesmo ao fim de semana por algum motivo é.
Como já disse como ainda não tenho VE as baixas autonomias deixam-me inquieto, estou habituado a atestar o meu carro uma vês por mês, e quando tenho de fazer viagens de carro que são poucas gosto de ter a possibilidade de fazer toda de uma só vez se assim entender, mas lá esta como ainda não tenho VE ainda tenho o pensamento dos combustão, o mais provável é quando tiver o VE dizer afinal é prático e os receios acabam por passar, mas até lá existe sempre a duvida.
Normal, todos temos receios e ainda para mais numa compra mais ponderada como é a um veículo.
Eu estava habituado a ter carro com autonomia para +600km e de facto ainda demorei a habituar-me a ter um pequeno citadino com bateria de 21.5kWh e 200km de autonomia porque no inicio parecia que não chegava.
Agora vou onde quero sem problemas nenhuns porque sei que chega perfeitamente e ainda hoje tenho o carro na garagem com 33% (60km aprox) e só vai começar carregar das 4:00 às 8:00 e quando pegar nele está a +80% numa operação que me demora 5 segundos a ligar a ficha quando chego e 5 segundos quando pego no carro…
São mais as barreiras psicológicas do que o carro ser um impedimento.
5 segundo porque tens garagem, o problema e a infraestrutura para quem não tem.
Na Holanda já se vê muitos carregadores nos parques de estacionamento no meio das cidades o que permite que muito carro fique a carregar durante a noite, logo no stress. Aqui ainda falta fazer muita coisa para que a autonomia não seja um problema, pois sem poder carregar em casa, não fica tão apelativo.
Sim, tens razão.
Mas não deixa de ser verdade que a maioria das pessoas apenas necessita de um carregamento por semana para as distâncias que necessita o que acaba por não ser tão problemático assim.
Há autonomia teórica – anunciada – que é com pezinho muito leve em percurso plano, a temperatura amena, sem precisar de aquecimento nem ar condicionado, sem ter de ligar escovas e faróis. E depois a autonomia real, que é o que podes andar numa condução normal, com subidas e descidas, vento, chuva e frio, ou muito calor, tudo isso sem teres de roer as unhas entre 2 cargas. Essa é mais 2/3 da anunciada. Portanto, 810 kms teóricos são 540. Em cidade mais, muito mais. O que já não é nada mau, mas para isso tens de bater o guito de uma casa no interior do país. Conclusão: só para os menos de 5% de cima.
Não é o mesmo que nos carros a combustão a media de consumo anunciada também não estar perto da realidade? Ou essa já ninguem quer saber?
É, mas como os a combustão têm autonomias bastante mais folgadas e se enchem em 5 minutos têm muito menos stress. Há não muito tempo um carrito de 12 ou 13 mil fazia perto de 1000 kms com um depósito.
Acho que estamos mais a falar de parametros realistas das marcas do que propriamente a autonomia. Nos carros a combustão não é a autonomia o mais importante mas o consumo médio, e é igual quando anunciam que o carro faz 4L/100 mas na verdade são uns 6 ou 7
Consumos médios e autonomia estão relacionados. E havia 2, pelo menos, baratinhas a fazer consumos reais mais perto dos 4L que dos 6 ou 7 – Celerio e Space Star, ambos japoneses, claro. Nunca percebi porque não tiveram mais sucesso em Portugal, mas com o choque petrolífero que se anuncia é fórmula que vai regressar em força.
Ena, que números precisos. Hehe
Não são números preciso mas são uma realidade !!!
Quando anunciarem 800km REAIS, ar condicionado radio ligados aí sim, terminam com esse argumento da autonomia mas criam outro. O preço desse carro não será de 30mil mas de uns 50mil ou 60mil preço base e não se sabe se terá a melhor bateria.
E qual é o carro desta gama de outra tecnologia que custa 30 mil ?
Falou falou, mas tanto podem ser 300 como 700, cada um tem um tipo de condução, dai a minha observação.
Não te esqueças, para conseguires aquela autonomia também tens de ter os ecrã(s) de bordo desligados, e MUITO IMPORTANTE, não podes ligar os piscas quando mudas de direção que é para poupares a autonomia.
Há tanta falta de conhecimento real em muitos dos comentários… Autonomia real vs. anunciada:
– num gasóleo: idêntico ou até mais. Eu a qualquer ritmo (menos pára-arranca na cidade) consigo com um depósito fazer 1100 Km com o meu (Euro 6), mesmo com o A/C ligado no mínimo
– num gasolina: menos ou muito menos que anunciada.
– EV: em AE uns 60-65% da autonomia anunciada; em cidade até mais
Um ICE em auto-estrada também só faz 60 a 65% da autonomia anunciada.
mas alguém leva a sério a autonomia anunciada? esta coisa se andar 400km já é muito
Olha que não. Isso era no passado. A malta tem de virar a folha, as baterias estão a evoluir, a performance dos motores estão a melhorar, cada vez o software de gestão do carro está mais apurado e isso resulta notoriamente num aumento significativo da autonomia. Imagina que os carros elétricos, como os conhecemos, democratizada a oferta, está no mercado há pouco mais de 10 anos. Imagina daqui a 5 anos 😉 terás facilmente autonomias acima dos mil quilómetros com condução mista.
O meu anuncia 455 e já fiz 380 em circuito misto, portanto sim, ligam.
Finalmente, talvez por o vento estar de feição… fez-se luz aqui na minha carola e percebi o que é um automóvel híbrido: é um automóvel de pai europeu e mãe chinesa ou vice-versa… algo assim contra-natura como ligres, zebróides ou mulos!
67 mil euros??? ao fim de 300 mil km, quanto ficou por km percorrido com este automovel?
Vamos a contas…
Se o Volvo EX60 tem 800 km de autonomia (arredondamos para facilitar), assumindo que essa autonomia resulta de uma bateria de cerca de 100 kWh úteis, então o consumo médio seria: 100 kWh ÷ 800 km = 0,125 kWh por km. Ou seja, 12,5 kWh/100 km
-> Energia consumida em 300.000 km: 300.000 km × 0,125 kWh = 37.500 kWh
-> Custo da energia a 0,16 € por kWh: 37.500 kWh × 0,16 € = 6.000 €
Total investido
-> Preço do carro: 67.000 €
-> Energia até aos 300.000 km: 6.000 €
Total gasto: 73.000 €
Vamos dividir o valor total pelos 300.000 km
-> Total investido: 67.000 € (carro) + 6.000 € (energia) = 73.000 €
-> Cálculo do custo por quilómetro: 73.000 € ÷ 300.000 km = 0,243 € por km
Ou seja, o proprietário gastou aproximadamente 24,3 cêntimos por quilómetro, considerando apenas o preço de aquisição e a eletricidade consumida até aos 300 mil quilómetros.
Sim apenas o preço do carro e da energia consumida, depois falta acrescentar o resto dos gastos inerentes e desejar que em 300 mil km a bateria nao falhe!!! Haja crença e boa sorte!
Então vamos lá “depois falta acrescentar o resto dos gastos inerentes e desejar que em 300 mil km a bateria nao falhe!!! Haja crença e boa sorte!”
Dá-me exemplos. Eu fiz uma parte, diz-me os tais custos, para podermos ter um cenário mais completo.
PS: essa da bateria aos 300 mil falhar… já começa a ser mais crença que realidade. Os anos passam, os carros com mais de 300 mil são cada vez mais, aos milhões por esse mundo fora e nada de especial se tem visto. Portanto…
Muito menos que um a combustão da mesma gama.
Mais um embuste.
Já nem se dão ao trabalho de recorrer ao velho truque do “…até…
Estás a ficar para trás. Os teus argumentos são já sem nexo. Mas é normal, a tecnologia tem evoluído e deixado os velhos do restelo a ver navios… literalmente 🙂
São todos até. Nenhum carro tem um consumo constante. Nem a combustão.
É verdade, o KidsGraça tocou nos pontos fundamentais :
Alguns recursos não podem ser usados para maior autonomia.
Eu acrescento mais um recurso com muito peso na autonomia :
Retirar uma roda e circular apenas com três !!!
A suspensão do volvo permite circular com três rodas.
Com esta medida (apenas três rodas) a autonomia aumenta cerca de 25%,
pois é menos 25% de atrito no asfalto.
Só é preciso circular devagarinho e sem guinar bruscamente o volante.
E poupa-se também em eventuais contraordenações !!
Só vantagens !!
E poupa-se no desgaste dos pneus… pelo menos um 😀
É isso que costuma fazer no seu ? lol
Excelentes preços, é o melhor argumento, esperam-se vendas espetaculares
Ao público-alvo a que se destina este veículo, sim terá muita saída pelo preço….
Pena tenho eu, não pertencer a esse público-alvo, se é que me faço entender.
Como diz o outro, estudasses que hoje tinhas um emprego em qualquer superfície comercial a repor prateleira, e já tiras € para comprar esta máquina 🙂
O estudo propriamente dito é negócio ruinoso.Estudar é garantia, ou de emprego mixuruca num call center, ou de um lugar duradouro no exército industrial de reserva. A Ana Bacalhau tinha uma canção sobre isso. O que está a dar é tornares-te num jotinha colados de cartazes, ou então melhor ainda, mas só para filhinho de papa empreiter, comprar canudo numa privada sem saber onde fica a sala de aulas e seguir directamente para PDG da empresa do papá.
Acredito que seja um bom carro e, sinceramente, quer a autonomia real sejam 800, 600 ou 400 quilómetros, dará para as necessidades da maioria dos seus donos.
Mas quanto à beleza (sim, para mim é um dos elementos decisivos na compra de um carro): dianteira anódina, traseira inestética, perfil vulgaríssimo e interior… que raio de volante é aquele? Tentaram fazer um volante retangular? E aquela “porta” abaixo do écran? É alguma parceria com a IKEA, para colocar um armário no interior do Volvo?
Espero que tenha muito mais sucesso do que o actual EX90
como proud owner de um XC90 posso afirmar que são carros para nicho, são carros que fazem 7 lugares, bastante grandes, acho que têm o sucesso ajustado ao segmento de mercado que ocupam, basta veres na rua a quantidade de carros desta natureza que são volvo vs outras marcas.
Tenho igualmente um XC90 (T8 ), e bastante feliz com o mesmo.
No meu comentário referi EX90, e não XC90
diria que o publico alvo é o mesmo, mas como normalmente são pessoas que usam o carro para muitas viagens normalmente ninguém quer EV, é o meu caso
E dependendo da versão, tens o XC90 ao mesmo preço do EX90. É realmente uma questão do que faz mais sentido para ti.
No meu caso, claramente PHEV era a opcção a seguir. A ultima viagem grande que fiz, foi na semana passada, e garanto que os 2500km feitos teriam sido bem mais dificeis de gerir num EV. Para outras pessoas, mesmo viagens longas são viaveis em EVs, depende dos trajectos
Esperamos que sim, nesse caso passa a ser uma mega sucesso.
https://carzoom.pt/volvo-ex90-e-mais-um-exemplo-de-sucesso-da-eletrificacao-automovel/
Um excelente carro, mas longe de ser um sucesso, pelo menos nesta primeira fase do EX90. Inúmeros problemas registados de software a deixarem clientes imobilizados ( falo com conhecimento de causa). Mas acredito sinceramente que seja resolvido.
Só falta arranjar 84k. Nada de especial.